Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O enviado especial dos Estados Unidos para o Médio Oriente, Steve Witkoff, planeia encontrar-se com o alto funcionário do Hamas, Khalil al-Hayya, para discutir um cessar-fogo em Gaza.
    • A Autoridade Palestiniana acolheu com satisfação uma declaração conjunta liderada pelos Estados Unidos, que apoia a criação de uma Força Internacional de Estabilização em Gaza. Esta força tem o objetivo de reforçar a segurança e facilitar um percurso para a autodeterminação palestiniana, promovendo assim a paz e a estabilidade na região.
    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está previsto concluir um acordo de venda de caças F-35 à Arábia Saudita durante uma visita do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman à Casa Branca. Este acordo económico e de defesa faz parte de uma série de negociações bilaterais.
    • Israel devolveu 15 corpos de prisioneiros palestinianos a Gaza, em contrapartida da libertação do corpo do refém israelita Meny Gordard pelo Hamas. Este acordo estabelece que para cada refém israelita devolvido, 15 corpos de palestinianos são entregues.

  • Bom dia!

    Encerramos aqui este liveblog onde demos conta de todas as novidades sobre o conflito no Médio Oriente. Pode manter-se atualizado lendo neste outro artigo em direto (agora aberto) todas as notícias deste sábado.

    Putin e Netanyahu discutem situação de Gaza, Irão e Síria ao telefone

  • Síria. Ataque em Damasco provoca um ferido

    Na noite desta sexta-feira, um rocket atingiu uma casa em Damasco, capital da Síria. Há registo de uma pessoa ferida, segundo o Haaretz, que cita a imprensa estatal síria.

    O ataque ocorreu no bairro ocidental de Mazzeh 86. Um jornalista da Associated Press no local relatou que as forças de segurança sírias isolaram a área.

    A televisão estatal afirmou que a explosão foi causada por “agressores desconhecidos” e que as autoridades estão a investigar.

  • Futura radicalização em Gaza? "É natural"

    Jovens que vivem num clima de conflito constante provavelmente vão tornar-se radicais, explica Bernardo Valente. Adianta que parte da cúpula israelita pode ter reticências quanto a exército de Paz. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Futura radicalização em Gaza? “É natural”

  • BE questiona MNE sobre navio com pavilhão português “suspeito de transportar material militar”para Israel

    A deputada única do BE, Mariana Mortágua, questionou hoje o Governo sobre o navio Holder G., afirmando que a embarcação tem pavilhão português e “é suspeita de estar a transportar material militar para Israel”.

    Numa pergunta dirigida ao ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, a coordenadora do BE – que em outubro foi detida pelas autoridades israelitas depois de participar numa flotilha com ajuda humanitária destinada a Gaza – afirma ter tido conhecimento “de que o navio Holger G., com pavilhão português, é suspeito de estar a transportar material militar para Israel”.

    “O navio, propriedade da empresa alemã Reederei Gerdes, está registado no Registo Internacional de Navios da Madeira e partiu de Chennai, na Índia, há três dias com destino a Haifa, em Israel, e chegada prevista a 31 de Dezembro. Tem ainda paragem marcada em Port Said, no Egito, a 22 de dezembro”, lê-se no texto.

  • Trump deverá vender caças F-35 à Arábia Saudita, avança Bloomberg

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deverá concluir um acordo com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, para permitir que a Arábia Saudita adquira caças furtivos F-35, avançou a Bloomberg, que cita um responsável da Casa Branca.

    Segundo a mesma fonte, Trump e o príncipe herdeiro planeiam assinar esse e outros acordos económicos e de defesa durante a visita de Mohammed bin Salman à Casa Branca, agendada para esta terça-feira.

  • Autoridade Palestiniana saúda declaração conjunta liderada pelos EUA que apoia a criação da Força Internacional de Estabilização em Gaza

    A Autoridade Palestiniana saudou a declaração conjunta liderada pelos Estados Unidos que apoia a resolução da ONU para criar Força Internacional de Estabilização em Gaza.

    O Estado da Palestina “acolhe com satisfação o conteúdo desta declaração (conjunta), que afirma o direito do povo palestiniano à autodeterminação, ao estabelecimento do seu Estado independente e à busca pela paz, segurança e estabilidade entre palestinianos e israelitas”, pode ler-se na declaração da Autoridade Palestiniana, citada pelo Times of Israel.

    No documento, é também reafirmada a disponibilidade da Autoridade da Palestina “para assumir todas as responsabilidades na Faixa de Gaza, no âmbito da unidade do território, do povo e das instituições”.

  • Witkoff planeia reunir-se com alto funcionário do Hamas para discutir cessar-fogo em Gaza

    O enviado especial dos Estados Unidos para o Médio Oriente, Steve Witkoff, está a planear encontrar-se com o alto funcionário do Hamas, Khalil al-Hayya, para discutir o cessar-fogo em curso em Gaza, noticia o Times of Israel.

    Ainda não foi avançada nenhuma data para o encontro.

  • Estados Unidos e oito países árabes e muçulmanos apoiam resolução da ONU para criar Força Internacional de Estabilização em Gaza

    Os Estados Unidos organizaram uma declaração conjunta (com o Qatar, Egipto, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Indonésia, Paquistão, Jordânia e Turquia) que apoia a resolução norte-americana na ONU que propõe a criação de uma Força Internacional de Estabilização em Gaza, apesar da resistência da Rússia e da China.

    “Emitimos esta declaração enquanto Estados que se reuniram durante a Semana de Alto Nível [Assembleia Geral da ONU, que decorreu em setembro] para iniciar este processo, que oferece um caminho para a autodeterminação palestiniana e para a criação de um Estado palestiniano”, afirmaram os países na declaração citada pelo Times of Israel.

    O documento revela que o plano representa “um esforço sincero” e “um caminho viável para a paz e estabilidade, não só entre israelitas e palestinianos, mas para toda a região”.

  • Hamas pede aumento de ajuda após chuva causar inundações em Gaza

    O movimento islamita palestiniano Hamas apelou hoje à comunidade internacional para aumentar a ajuda à população da Faixa de Gaza à aproximação do inverno, após fortes chuvas terem inundado centenas de tendas de campanha de deslocados.

    O porta-voz do Hamas, Hazem Qassem, pediu “responsabilidade moral, humanitária e jurídica” à comunidade internacional, perante “um desastre” que se agravou mais ainda no enclave palestiniano após as chuvas torrenciais hoje registadas.

    “A contínua incapacidade dos países árabes, islâmicos e internacionais de prestar ajuda a Gaza perante este desastre e a chegada do inverno incentiva a ocupação [israelita] a intensificar o cerco a Gaza e a aumentar catastroficamente o sofrimento do seu povo”, sustentou Qassem, citado pelo diário Filastin, ligado ao Hamas.

    De acordo com o porta-voz da Defesa Civil em Gaza, Mahmud Basal, as casas com brechas encontram-se degradadas e correm o risco de ruir, sendo necessárias aproximadamente 450 mil tendas de campanha para abrigar os deslocados em Gaza.

  • Exército israelita mata "terrorista" que tentou atravessar linha amarela na Faixa de Gaza

    O exército israelita afirmou, esta sexta-feira, que matou “um terrorista ao atravessar a linha amarela” que delimita a zona sob o seu controlo. Segundo a mensagem do exército no Telegram, o homem representava “uma ameaça imediata” para as tropas de Telavive.

    A linha amarela é o nome dado em homenagem à cor do mapa fornecido pela Casa Branca no momento do anúncio do acordo de cessar-fogo que entrou em vigor em Gaza a 10 de outubro.

  • Israel nega construção de um muro em território libanês

    Israel negou a construção de um muro em território libanês, após a FINUL ter afirmado que Telavive construiu esta separação na região de Yaroun.

    No entanto, Israel reconheceu que está a erguer uma barreira reforçada ao longo fronteira entre o país e o Líbano. Este “muro faz parte de um plano mais amplo [do exército] cuja construção começou em 2022”, afirmou um porta-voz militar israelita interrogado pela Agência France-Presse.

    O exército israelita tem implementado um conjunto de medidas, “incluindo o reforço da barreira física ao longo da fronteira norte”, acrescentou o porta-voz, salientando “que o muro não atravessa a Linha Azul” traçada pela ONU para servir de fronteira entre os dois países, ao contrário do que foi divulgado pelos capacetes azuis.

  • Portugal produz moedas para Israel. PCP protesta contra "branqueamento do genocídio"

    Líder parlamentar do PCP aguarda por explicações do MNE. Paula Santos considera “sinal desadequado” por parte do Governo, que mostra “branqueamento” e “conivência” com os crimes de Israel em Gaza.

    Ouça aqui a entrevista com Paula Santos.

    Portugal produz moedas para Israel. PCP protesta contra “branqueamento do genocídio”

  • FINUL acusa Israel de ter construído "muros" em território libanês

    A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) afirmou esta sexta-feira que Israel construiu muros de separação na região de Yaroun.

    De acordo com o comunicado da FINUL, citado pelo Le Monde, Israel tornou “inacessíveis mais de 4.000 metros quadrados de território libanês” aos habitantes, constituindo “uma violação da resolução 1701 do Conselho de Segurança, bem como da soberania e integridade territorial do Líbano”.

    Apesar de um cessar-fogo que pôs fim há quase um ano a guerra com o Hezbollah, o exército israelita continua a ocupar cinco pontos no sul do Líbano.

  • Trump vai receber na Casa Branca últimos 20 reféns israelitas libertados

    Donald Trump vai receber os reféns israelitas libertados no mais recente acordo de cessar-fogo em Gaza na Casa Branca na próxima quinta-feira, dia 20 de novembro, avança o Times of Israel.

    Entretanto, o Presidente norte-americano não vai fretar um avião especial para transportar os israelitas, que devem viajar em voos comerciais pagos pelo Governo de Israel. Todos os 20 reféns libertados a 13 de outubro receberam o convite para se encontrarem com Trump na Casa Branca, mas ainda não há uma lista definitiva de quem irá à receção.

    De recordar que o Presidente norte-americano já recebeu na Casa Branca outros reféns libertados em setembro e março.

  • União Europeia considera treinar 3 mil polícias palestinianos para serem deslocados para Gaza

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros europeus devem discutir na próxima semana a proposta da União Europeia para treinar 3 mil agentes de polícia palestinianos com o intuito de os deslocarem para Gaza, avança a Reuters.

  • Indonésia treinou 20 mil soldados para integrarem força de paz em Gaza

    A Indonésia treinou 20 mil soldados para tarefas relacionadas à saúde e à construção, para integrarem a força internacional de paz em Gaza, informou o ministro da Defesa indonesio esta sexta-feira, citado pela Reuters.

    “As especificações vão rondar à volta da saúde e da construção”, disse Sjafrie Sjamsoeddin, que não informou quando os soldados serão enviados para Gaza: “estamos à espera de novas decisões sobre a ação de paz”.

  • Israel devolve 15 corpos de prisioneiros palestinianos

    Israel devolveu os corpos de 15 prisioneiros palestinianos para Gaza esta sexta-feira, depois da libertação do corpo do refém israelita Meny Gordard na passada quinta-feira pelo Hamas, avança a Associated Press.

    O acordo entre Israel e o Hamas é de que para cada refém israelita devolvido, 15 corpos de palestinianos seriam entregues. Até agora estima-se que 330 corpos de palestinianos já tenham sido devolvidos, apesar de apenas 95 terem sido identificados, apontam os dados do ministério da Saúde de Gaza.

  • IDF impedem autocarros de ativistas israelitas de participarem em colheita da azeitona com palestinianos na Cisjordânia

    As IDF impediram um grupo de ativistas de entrarem numa cidade da Cisjordânia e declararam a área uma zona militar fechada, avançam vários meios da imprensa israelita, como o Haaretz.

    A restrição militar antecipou a chegada de centenas de ativistas israelitas dos grupos Peace Now e Rabbis for Human Rights, que pretendiam participar numa colheita de azeitonas com palestinianos na região. O exército israelita terá parado vários autocarros com ativistas a caminho da cidade de Burin, a norte da Cisjordânia.

    Ao Times of Israel, as IDF informaram que declararam a cidade zona militar fechada devido ao “aumento no número e na gravidade dos incidentes violentos” durante a temporada de colheira da azeitona. O acesso fica restrito para pessoas que não são residentes ou proprietárias de terras na cidade.”A decisão foi tomada depois de uma análise da situação e considerando as forças disponíveis na área, pelo bem da segurança pública”.

  • Quatro palestinianos acusados de associação ao Estado Islâmico e a planear "ataque contra judeus" em Jerusalém

    Quatro palestinianos residentes na região leste de Jerusalém foram presos pela polícia israelita por alegadamente estarem associados ao movimento Estado Islâmico e a planear ataques contra judeus israelitas, avança o Times of israel.

    De acordo com o Shin Bet, os serviços secretos israelitas, os homens, todos com idades entre os 20 anos, terão revelado nos interrogatórios que “apoiam a ideologia do Estado Islâmico e consomem muito conteúdo online da organização, incluindo material de execuções explícitas”. Ainda de acordo com as autoridades israelitas, os suspeitos, “influenciados pelo conteúdo da organização, planearam comprar equipamento militar e armas para preparar para o que chamam ‘a grande guerra do fim dos dias’ contra os judeus”.

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