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  • IDF saúdam regresso de 4 reféns mas salientam que Hamas não cumpriu o acordo: libertar primeiro mulheres civis

    Daniel Hagari, líder das IDF, diz em conferência de imprensa que as reféns “estão em segurança e a ir para casa”. E salienta que o Hamas “falhou o cumprimento das suas obrigações de libertar primeiro reféns israelitas civis mulheres como previa o acordo”. Diz que as IDF vão insistir para que Arbel Yehoud, refém civil, regresse a casa, assim como Shira Bibas e os dois filhos (que o Hamas diz que estarão mortos e que as IDF dizem ter “sérias preocupações sobre o seu destino” ).

    Hagari reitera o compromisso de fazer chegar todos os reféns ainda em cativeiro, que são 90 e que “não podem nem serão esquecidos”.

    Hagari agradeceu os esforços dos mediadores internacionais, mas fez um apelo: “Esperamos que garantam que o Hamas cumpra o que foi acordado”.

    Entretanto, as IDF continuarão “a operar e a fazer tudo para proteger os cidadãos de Israel, a nossa missão não acabou até que todos os reféns regressem a casa”.

    E diz que as IDF esperam por mais reféns que devem chegar “nas próximas semanas”.

  • Bom dia,

    Obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a guerra no Médio Oriente neste novo artigo em direto.

    Hamas vai libertar três reféns na quinta-feira, incluindo a civil que devia ter sido libertada este sábado

  • Hamas não cumpriu ponto do acordo e ainda não revelou lista de reféns a libertar na primeira fase

    São quase duas de manhã em Telavive e Israel ainda não recebeu a lista de 26 reféns que o Hamas se comprometeu, na assinatura de acordo de cessar-fogo, a divulgar até ao final deste sábado.

    Até ao momento, sete reféns foram já libertadas. O Hamas devia publicar os nomes dos restantes, que estão na categoria “humanitária” tratando-se de mulheres, crianças, idosos e doentes, até às 00h00 deste domingo.

    A imprensa israelita confirma que ainda não recebeu qualquer lista do Hamas com os nomes — e frisa que se trata de uma violação do acordo.

    Porém, citada pelo canal 12, fonte egípcia assegura que o Egito está a tentar resolver os diferendos entre as duas partes.

  • Cerca de 200 mil refugiados regressaram à Síria desde dezembro

    Cerca de 200 mil refugiados regressaram à Síria, vindos de países vizinhos, desde que o governo de Bashar al-Assad foi derrubado, no início de dezembro, revelou hoje o alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados.

    No entanto, Filippo Grandi alertou, durante uma visita a Damasco, que muitos poderão não permanecer no país, a menos que as condições de vida melhorem.

    “Para tornar este regresso sustentável e tornar a vida melhor para todos os sírios, a economia precisa de regressar, os serviços têm que ser restaurados e restabelecidos, a segurança precisa de estar garantida e a habitação precisa de um programa de reconstrução”, afirmou, citado pela agência de notícias Associated Press.

  • Autoridade Palestiniana acusa Israel de matar criança de dois anos. IDF investigam

    O Ministério da Saúde controlado pela Autoridade Palestiniana acusou esta noite Israel de ter matado uma menina de dois anos na cidade de Jenin, na Cisjordânia.

    Em resposta, segundo o Times of Israel, as Forças de Defesa de Israel (IDF) estão a investigar. As tropas israelitas confirmam que levaram a cabo operações militares e que abriram fogo contra um homem armado que estava escondido num edifício.

    As IDF confirmam igualmente que há relatos de civis afetados e que estão a investigar o sucedido.

  • Trump levanta proibição de Biden e envia bombas de 900 quilos para Israel

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou atrás com uma proibição estabelecida pelo seu antecessor, Joe Biden, e ordenou o envio de bombas de 900 quilos para Israel.

    De acordo com o que apurou o jornal Axios junto de três fontes israelitas, as bombas, armazenadas nos Estados Unidos, chegarão a Israel nos próximos dias.

    No passado mês de maio, por causa da invasão de Israel à cidade de Rafah, Joe Biden não permitiu que Israel recebesse as tais bombas de 900 quilos.

  • Hamas garante que enviou um sinal de que Arbel Yehud está viva. Gabinete de Netanyahu recusa

    O Hamas garantiu que enviou a Israel um sinal de a refém Arbel Yehud, que deveria — segundo Israel — ter sido libertado este sábado, está viva.

    Ao Hareetz, contudo, um porta-voz do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu recusou que Israel tenha recebido um sinal de vida.

  • Israel pede a Trump que pressione Qatar e Egito para que Hamas liberte a civil Arbel Yehud

    Israel pediu à adminsitração Trump para que o Qatar e o Egito pressionem o Hamas para libertar a refém Arbel Yehud, uma civil que deveria ser libertada hoje.

    A não libertação de Arbel Yehud viola, segundo Israel, o acordo de cessar-fogo. O Hamas já garantiu que vai libertar a refém na próxima semana.

    Por agora, segundo revelou um dirigente israelita à Reuters, Israel “ainda não recebeu qualquer feedback”.

  • Casa Branca celebra libertação de reféns e promete ajudar libertar os restantes

    A Casa Branca emitiu hoje um comunicado em que celebra a libertação de mais quatro reféns israelitas que estiveram, “durante muito tempo, em cativeiro “contra a sua vontade em condições horríveis pelo Hamas”.

    “Os Estados Unidos vai continuar, com o seu grande parceiro Israel, a incentivar a libertação de todos os restantes reféns para alcançar a paz na região”, salienta a Casa Branca.

  • Hamas responsabiliza Israel por atrasar implementação do cessar-fogo

    O grupo islâmico Hamas responsabilizou hoje Israel por atrasar a implementação do acordo de cessar-fogo ao não permitir que os palestinianos regressem as suas casas no norte da Faixa de Gaza.

    Num comunicado citado pelo Al Jazeera, o grupo islâmico aponta o dedo a Israel, culpando o país por “qualquer disrupção em implementar o acordo” e por isso poder gerar “repercussões” nas restantes fases do acordo.

    Israel argumenta que, ao não libertar uma refém civil, o Hamas não cumpriu o estabelecido no acordo.

  • Família de crianças reféns do Hamas angustiada por não as ver libertadas

    A família das últimas crianças israelitas mantidas reféns na Faixa de Gaza gritou de angústia, dizendo que o seu “mundo tinha desabado” após a notícia de que não seriam libertadas ainda hoje.

    “Esta noite, mais uma vez, as nossas almas não estarão em paz”, escreveu a família nas redes sociais quando soube que Kfir, de 2 anos, e Ariel, de 5, assim como a sua mãe, Shiri Silberman, não estavam na lista de reféns a serem libertados hoje.

    Apesar do anúncio feito pelo Hamas há mais de um ano sobre as suas mortes, que Israel nunca confirmou, a família “esperava ver Shiri e as crianças na lista”, refere na mensagem.

    O grupo islamita palestiniano libertou hoje quatro reféns, todas mulheres e todas militares, no âmbito do acordo de cessar-fogo com Israel que vigora na Faixa de Gaza desde domingo passado. Em troca, Telavive libertou 200 prisioneiros palestinianos.

  • Militares israelitas libertadas estão estáveis, mas cativeiro prolongado é "percetível"

    Segundo o Haaretz, Lena Koren, a diretora do hospital em Israel onde foram assistidas as quatro militares israelitas libertadas, diz que as jovens estão em condição estável, mas que é “percetível” o cativeiro prolongado.

    “Estou impressionada pela força mental”, disse, acrescentando que são “mulheres fortes que sobreviveram com bravura a dias longos de inferno e a luz nos seus olhos não se apagou”.

    “Como esperado, o longo cativeiro é percetível, e a equipa profissional continuará a acompanhá-las nos próximos tempos”, acrescentou.

  • Presidente libanês discute com Macron necessidade de forçar Israel a deixar o país

    O Presidente do Líbano transmitiu ao homólogo francês, Emmanuel Macron, “a necessidade de forçar Israel” a cumprir a retirada das tropas do sul do país.

    Presidente libanês discute com Macron necessidade de forçar Israel a deixar o país

  • Israel dá ultimato à agência da ONU para os refugiados para sair de Jerusalém

    O embaixador israelita nas Nações Unidas disse ao secretário-geral da organização que a agência da ONU para os refugiados palestinianos deve cessar as operações em Jerusalém até 30 de janeiro.

    Israel dá ultimato à agência da ONU para os refugiados para sair de Jerusalém

  • Israel confirma libertação de 200 prisioneiros palestinianos

    Os serviços prisionais de Israel confirmaram este sábado a libertação de 200 prisioneiros palestinianos ao abrigo do acordo de cessar-fogo.

    “Após a conclusão das atividades necessárias nas prisões e a aprovação das autoridades políticas, todos os terroristas foram libertados das prisões de Ofer e de Ktziot”, disse, acrescentando que 200 prisioneiros foram libertados.

  • Prisioneiros palestinianos chegam a Ramallah e Gaza. Alguns foram expulsos para o Egito

    Foram 114 os prisioneiros palestinianos libertados e ‘entregues’ à Autoridade Palestiniana, este sábado. Três autocarros chegaram a Ramallah, na Cisjodânia, de acordo com os meios de comunicação libaneses citados pelo Haaretz.

    À Faixa de Gaza chegaram 91 prisioneiros. Destes, 70, muitos dos quais condenados a penas de prisão perpétua, foram expulsos para o Egito, e a partir daí serão distribuídos por outros países; os restantes 21 serão libertados para a Faixa de Gaza, dois dos quais pediram para não serem aí colocados por temerem pela própria vida, acabando depois por ceder.

  • Israel terá recuado e irá permitir que civis de Gaza regressem ao norte do enclave

    Segundo o Haaretz, Israel recuou na intenção de proibir a entrada de cidadãos de Gaza no norte do enclave. Esse ultimato tinha sido feito devido ao facto de não ter sido libertada uma refém israelita civil, o que violaria o acordo de cessar-fogo.

    Mas Israel terá obtido, entretanto, a confirmação do Hamas de que Arbel Yehoud está viva, segundo o Haaretz que cita uma fonte da Jihad Islâmica. E, por isso, vai recuar e permitir que os cidadãos de Gaza regressem ao norte do enclave.

  • Divulgadas imagens das reféns reunidas com as famílias

    As Forças de Defesa de Israel publicaram imagens do momento do reencontro das reféns com as famílias. Em todas elas estão abraçadas aos familiares que não viam há 477 dias.

    As jovens vão ser levadas para o hospital.

  • Prisioneiros palestinianos começam a ser libertados. Autocarros já partiram de duas prisões israelitas

    Autocarros com os prisioneiros palestinianos libertados hoje por Israel, ao abrigo do acordo de cessar-fogo, já saíram de duas prisões israelitas este sábado, de acordo com a AFP (citada pelo The Guardian).

    Os autocarros partiram das prisões de Ofer e de Ktziot. Este sábado deverão ser libertados cerca de 200 palestinianos detidos por Israel, em troca da libertação de quatro militares israelitas.

  • Hamas garante que civil refém Arbel Yehoud está viva e será libertada na próxima semana

    Segundo o Haaretz, o Hamas garantiu que a refém civil israelita Arbel Yehoud (que Israel queria ter visto ser libertada hoje) está viva e será libertada na próxima semana.

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