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  • Trump pede a Egipto e Jordânia que acolham mais palestiniano para "limpar" a Faixa de Gaza

    O Presidente dos EUA afirmou querer que o Egipto e a Jordânia acolham mais palestinianos da Faixa de Gaza, o suficiente para “simplesmente limpar” a zona de guerra.

    No sábado, a bordo do avião presidencial, Trump disse aos jornalistas que mencionou o plano num telefonema com o rei Abdullah II da Jordânia e que falaria hoje com o Presidente do Egito, Abdel Fattah el-Sissi.

    “Gostaria que o Egipto levasse as pessoas”, disse Donald Trump, citado na Al Jazeera. “Estamos a falar de, provavelmente, um milhão e meio de pessoas, e nós limpamos aquilo tudo e dizemos: ‘Sabem, acabou’.”

    Esta remoção em massa de palestinianos “poderá ser temporária ou de longo prazo”, afirmou o líder norte-americano, acrescentando que, “ao longo dos séculos”, a região onde se situa a Faixa de Gaza teve “muitos, muitos conflitos”.

    Com Agência Lusa

  • Bom dia,

    Arquivamos agora este liveblog sobre o conflito no Médio Oriente. Pode continuar a acompanhar a nossa cobertura nesta nova ligação ao longo desta segunda-feira, dia em que que os palestinianos começaram a regressar ao norte de Gaza.

    Hamas diz que 300.000 deslocados já regressaram a Gaza. São precisas 120 mil tendas para albergar desalojados no norte da Faixa

  • Secretário da Defesa dos EUA falou com Netanyahu e reiterou apoio a Israel

    O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, falou com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, este domingo, de acordo com o Haaretz.

    Na chamada, Hegseth sublinhou que os EUA estão comprometidos a “garantir que Israel tem as capacidades de que precisa para se defender”.

  • Líbano e Israel prolongam cessar-fogo até 18 de fevereiro

    O Líbano confirmou que acordou com Israel prolongar o cessar-fogo até 18 de fevereiro, de acordo com um comunicado do gabinete do primeiro-ministro libanês. O acordo surge depois de Israel não ter cumprido o prazo anterior para retirar as suas forças do sul do Líbano.

    Segundo a Casa Branca, o Líbano, Israel e os EUA “vão também começar as negociações para o regresso de prisioneiros libaneses capturados após 7 de outubro de 2023”.

  • Hamas vai libertar seis reféns: três na quinta-feira (incluindo a civil Arbel Yehoud) e três no sábado

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, confirmou que Israel chegou a acordo com o Hamas sobre a libertação de mais reféns. E anunciou que três pessoas serão libertadas na quinta-feira — a civil Arbel Yehoud, que Israel esperava que tivesse sido libertada ontem; a militar Agam Berger e uma terceira pessoa cujo nome não foi divulgado.

    Já no sábado serão libertados mais três reféns.

    Israel também diz ter recebido do Hamas um documento com a informação do estado de saúde de cada um dos reféns que ainda estão em cativeiro e que se espera que sejam libertados nesta fase.

    Em troca, Israel vai permitir a entrada de palestinianos de Gaza no norte do enclave a partir de amanhã de manhã. Essa entrada estava proibida enquanto não fosse acordada a libertação da civil Arbel Yehoud. No sábado, Israel acusou o Hamas de violar o acordo ao libertar três militares antes dos civis.

    Em comunicado, o gabinete de Netanyahu diz agora que Israel chegou a acordo com o Hamas depois de negociações “fortes e determinadas” e reitera que não vai tolerar “nenhuma violação do acordo”.

  • Pai de refém libertada critica deputados que votaram contra acordo de reféns: "Desprezo-vos"

    Na mesma conferência de imprensa, Eli Albag, pai de Liri Albag, uma das reféns libertadas no sábado, agradeceu aos membros do Knesset (o Parlamento israelita) que apoiaram o acordo para a libertação de reféns. Mas deixou críticas aos deputados que votaram contra.

    “Ao primeiro-ministro, aos membros do governo, da coligação e da oposição, aos que apoiaram o acordo: o meu coração está convosco, continuem até ao fim. Para aqueles que votaram contra o acordo: o povo israelita fará o acerto de contas convosco. Eu desprezo-vos”, disse.

  • Mãe de uma das reféns libertadas diz que filha chegou "magra e pálida"

    A mãe de Daniella Gilboa, uma das reféns israelitas libertadas no sábado pelo Hamas, disse que a filha regressou “magra e pálida” e “passou por sofrimento em cativeiro”.

    “Exijo que o acordo seja cumprido até ao fim”, disse ainda Orly Gilboa, citada pelo Haaretz, numa conferência de imprensa.

  • Autoridade Palestiniana também rejeita proposta de Trump: "Povo palestiniano não abandonará a sua terra"

    O líder da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, também condenou “qualquer projeto” de realocar palestinianos de Gaza no Egito ou na Jordânia, como sugerido por Donald Trump.

    Segundo um comunicado do gabinete de Abbas citado pela AFP, o líder da Autoridade Palestiniana “expressou uma forte rejeição e condenação de quaisquer projetos destinados a deslocar o nosso povo da Faixa de Gaza”. O povo palestiniano “não abandonará a sua terra e os seus locais sagrados“.

  • Ministro da Jordânia contraria sugestão de Trump para deslocar palestinianos

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia, Ayman Safadi, disse este domingo que o país rejeita qualquer deslocação forçada de palestinianos da Faixa de Gaza, contrariando assim a sugestão feita por Donald Trump.

    “A nossa rejeição da deslocação de palestinianos é firme e não vai mudar. A Jordânia é para os jordanos e a Palestina é para os palestinianos”, afirmou Ayman Safadi, num comunicado citado pela AFP.

  • Há acordo para a libertação da civil israelita Arbel Yehoud? Fonte de Israel diz que ainda não

    Há notícias contraditórias sobre a libertação da civil israelita Arbel Yehoud, que está com a Jihad Islâmica. Como já escrevemos neste liveblog, a Al Jazeera avançou que os mediadores chegaram a acordo para libertar a refém — que deveria ter sido libertada este sábado — antes da próxima troca de prisioneiros.

    Mas o Haaretz cita uma fonte israelita familiarizada com as negociações segundo a qual “ao contrário das notícias, não há ainda um acordo sobre a libertação de Arbel Yehoud e as negociações com os mediadores ainda estão a decorrer”.

    A mesma fonte indicou que Israel “não vai permitir que os residentes de Gaza entrem no norte da Faixa de Gaza até que a questão esteja esclarecida”.

    Pouco antes, o Haaretz também tinha noticiado que o Hamas e a Jihad Islâmica “estão disponíveis para libertar Arbel Yehoud na sexta-feira, antes da libertação agendada para sábado”.

  • Enviado de Trump viaja até Israel para supervisionar o cessar-fogo

    Escolhido por Trump, o enviado dos Estados Unidos Steve Witkoff vai viajar até Israel na próxima quarta-feira para supervisionar o cessar-fogo em Gaza, avançou o Canal 13 Israel, citado na Reuters.

  • Número de mortes por fogo israelita no sul do Líbano sobe para 15

    O número de mortes provocadas hoje por fogo israelita no sul do Líbano subiu para 15, havendo também a relatar quase uma centena de feridos, segundo o mais recente balanço dos confrontos elaborado pelo Ministério da Saúde libanês.

    “Os ataques do inimigo israelita contra cidadãos que tentavam regressar às suas aldeias ainda sob ocupação deixaram 15 mortos, incluindo um soldado e três mulheres”, lê-se no comunicado do ministério libanês, que, num balanço anterior, dava conta de 11 mortes e de 83 feridos, indicou a agência noticiosa France-Presse (AFP).

    Por seu lado, a agência noticiosa Associated Press (AP) refere que os confrontos começaram quando as forças israelitas no sul do Líbano abriram fogo contra manifestantes que exigiam a sua retirada em conformidade com o acordo de cessar-fogo.

  • Macron pede a Netanyahu para "retirar as tropas presentes no Líbano"

    O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para retirar as suas forças que ainda continuam no Líbano.

    “O Presidente da República sublinhou ao Primeiro-Ministro a importância de garantir que nada comprometa os esforços das novas autoridades libanesas para restaurar a autoridade do Estado em todo o território do seu país”, refere o comunicado do gabinete de Macron, citado no The Guardian.

  • Mediadores chegam a acordo para libertar refém Arbel Yehud

    O Movimento da Jihad Islâmica na Palestina avançou à Al Jazeera que os mediadores chegaram a acordo para libertar a refém Arbel Yehud — que deveria ter sido libertada este sábado — antes da próxima troca de prisioneiros.

  • Netanyahu agradece a Trump por apoiar Israel

    O primeiro-ministro israelita partilhou no X um vídeo a agradecer a Donald Trump por cumprir a sua promessa e dar a “Israel as ferramentas que precisa para se defender, para confrontar os nossos inimigos e assegurar um futuro de paz e prosperidade”.

  • Sugestão de Trump de deslocar palestinianos "vai continuar a ser uma mera ilusão"

    O gabinete de comunicação social do governo em Gaza condenou as declarações de Trump sobre deslocar os palestinianos da Faixa de Gaza para o Egipto e Jordânia afirmando que a ideia “vai continuar a ser uma mera ilusão”.

    “Afirmamos que esta ideia continuará a ser uma mera ilusão nas mentes daqueles que a propõem, destinada ao fracasso, tal como todos os planos e tentativas de deslocação anteriores ao longo das últimas décadas”, afirmou em comunicado citado na Al Jazeera.

    “Alertamos para a exploração da situação humanitária catastrófica em Gaza, causada pelo genocídio cometido pela ocupação. Exigimos uma ação rápida para responder às diversas necessidades de vida e humanitárias dos residentes de Gaza e acelerar os esforços de abrigo, socorro e reconstrução.”

    “É essencial que o nosso povo possa determinar o seu próprio destino, libertar-se da ocupação e estabelecer um Estado independente com Jerusalém como capital”, defende.

  • Israel culpa Hezbollah pelos ataques no sul do Líbano

    O exército israelita culpou o Hezbollah pelos seus ataques ao sul do Líbano, afirmando que o grupo enviou “desordeiros” para a zona com o objetivo de causar problemas.

    “O Hezbollah não se preocupa com os interesses do Líbano. As imagens que vêm de certas zonas do sul do Líbano são evidência disso”, disseram as IDF num comunicado citado pela Al Jazeera. “O partido derrotado está a utilizar todos os seus meios de comunicação social para pôr em causa os interesses libaneses e desviar a atenção do pecado dos seus dirigentes que conduziram o sul do Líbano a esta realidade”, continuam.

    As tropas dispararam tiros de aviso para “eliminar as ameaças numa série de áreas onde foram identificados suspeitos a aproximarem-se”. Estes suspeitos foram detidos e estão a ser interrogados.

    “Quem enviou os desordeiros foi o Hezbollah, que está a tentar aquecer a situação para reforçar o seu estatuto e a sua posição”, defendem.

  • ONU: ainda não há condições para cidadãos regressarem em segurança para o sul do Líbano

    A coordenadora especial das Nações Unidas para o Líbano, Jeanine Hennis-Plasschaert, afirmou que ainda não condições para um regresso seguro dos civis para o sul do Líbano.

    “Em muitas zonas do sul do Líbano, centenas de milhares de pessoas puderam regressar às suas cidades e aldeias. As Forças Armadas Libanesas (LAF) demonstraram determinação ao se deslocarem para posições das quais as IDF se estão a retirar. Com o apoio da Unifil, as LAF estão a ajudar a restaurar os serviços e a facilitar o acesso às comunidades mais afetadas pelo conflito…”, escreveu em comunicado no X.

    “Como foi visto tragicamente esta manhã, ainda não estão criadas as condições para o regresso seguro dos cidadãos às suas aldeias ao longo da Linha Azul”.

  • Israel agradece a Trump desbloqueio de bombas de alta destruição

    O ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Gideon Saar, agradeceu hoje ao Presidente norte-americano, Donald Trump, a decisão de desbloquear o envio de bombas pesadas interrompido pelo seu antecessor, Joe Biden, para impedir que fossem utilizadas na Faixa de Gaza.

    “Obrigado, Presidente Trump, por mais uma demonstração de liderança ao descongelar importantes remessas de defesa para Israel. A região fica mais segura quando Israel tem o que precisa para se defender”, escreveu Saar nas redes sociais.

    Segundo o portal de notícias norte-americano Axios, Trump ordenou ao Pentágono o levantamento da suspensão imposta por Biden ao fornecimento de 1.800 bombas MK-84 a Israel.

    Estas bombas, conhecidas como “Martelos” pelo seu enorme poder de destruição, serão colocadas num navio e entregues a Israel nos próximos dias, acrescentou o portal, citando três responsáveis israelitas.

  • Exército libanês diz que IDF mataram soldado no sul do Líbano

    O exército libanês disse que um dos seus soldados foi morto e outro ferido nos bombardeamentos israelitas ao sul do país. De acordo com o Times of Israel, as IDF ainda não comentaram.

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