Momentos-chave
- Hamas terá recrutado mais de 10 mil membros desde o início do conflito com Israel, avançam EUA
- Israel avisa ONU: UNRWA tem de sair de Jerusalém até dia 30 de janeiro
- UNRWA regista morte de 272 dos seus trabalhadores em Gaza desde início da guerra
- Famílias de reféns confirmam nomes de 4 mulheres a libertar sábado
- Israel espera que reféns sejam libertadas na manhã de sábado
- "Urgentemente necessário". Casa Branca pede "extensão temporária" de cessar-fogo entre Israel e Líbano
- Qatar terá garantido a Israel que refém civil será libertada na próxima semana
- Israel confirma ataque na zona de Jenin e diz que eliminou "mais de 10 terroristas"
- Israel aceita avanço de libertação de reféns apesar de violação do acordo pelo Hamas
- Novo ataque em Jenin, na Cisjordânia, faz vários mortos
- O que se passou até agora
- Hamas estará a violar termos do cessar-fogo ao libertar militares antes de civis, diz imprensa israelita
- Karina, Daniella, Naama e Liri. Mais quatro reféns (todas soldados) vão ser libertadas amanhã
- Hamas vai divulgar nas próximas horas os nomes de mais quatro reféns a libertar
- Israel não vai sair totalmente do Líbano até final do prazo, admite Netanyahu
- O que se passou até aqui
- Antissemitismo e e "retórica de ódio" contra judeus está a crescer rapidamente, diz comissário dos direitos humanos da ONU
- Itália liberta e, logo a seguir, deporta general líbio suspeito de crimes de guerra por "perigo social"
- Trump diz (agora) que acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas "deve aguentar-se"
- ONU diz que Israel matou 34 pessoas, incluindo crianças, na Cisjordânia este ano
- Hamas terá executado vários "colaboracionistas", mostra vídeo partilhado no Telegram
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O Hamas anunciou a libertação de quatro reféns israelitas, todas mulheres militares, num ato que a imprensa israelita considera uma violação do acordo de cessar-fogo. O pacto estipulava que a libertação deveria começar por mulheres civis. Karina Ariev, Daniella Gilboa, Naama Levy e Liri Albag são os nomes das reféns soldado a serem libertadas.
- Há diligências em curso por parte do governo israelita devido a esta alegada violação do acordo por parte do Hamas. De acordo com o The Times of Israel, ainda existem sete mulheres civis em cativeiro que deveriam ter sido libertadas na primeira fase do acordo.
- O comissário de direitos humanos da ONU, Volker Türk, alertou para o crescimento do antissemitismo e da retórica de ódio contra os judeus em várias partes do mundo. Destacou que a intimidação, ameaças e violência física contra a comunidade judaica estão a aumentar, apelando à defesa da dignidade e dos direitos humanos.
- A Organização das Nações Unidas (ONU) relatou que as forças armadas de Israel mataram 34 pessoas na Cisjordânia este ano, incluindo crianças. As operações militares israelitas intensificaram-se recentemente, afectando gravemente a circulação e o fornecimento de bens essenciais.
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Bom dia! Obrigada por nos ter acompanhado neste liveblog. As notícias deste sábado, incluindo a libertação de mais reféns (desta vez são quatro e todas elas mulheres militares), serão atualizadas neste novo link.
Hamas não cumpriu ponto do acordo e ainda não revelou lista de reféns a libertar na primeira fase
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Departamento de Estado suspende financiamento de programas de ajuda externa. Mas mantém apoio militar a Israel
O Departamento de Estado avançou com a aplicação da ordem executiva de Donald Trump, que põe fim aos programas de ajuda externa ao enviar uma ordem a todas as embaixadas norte-americanas que proíbe novos gastos orçamentais. Os programas que já estão em vigor só poderão manter-se com o financiamento atual, mas não devem ser alocados novos fundos, escreve a Associated Press, que teve acesso aos documentos.
A ordem aplica-se a programas de saúde, educação, desenvolvimento, formação de emprego. No entanto, tem duas exceções: os Estados Unidos continuarão a financiar programas humanitários de alimentação e a entregar ajuda militar a Israel e ao Egito.
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Hamas terá recrutado mais de 10 mil membros desde o início do conflito com Israel, avançam EUA
O Hamas terá recrutado entre 10 a 15 mil novos membros desde o início do conflito com Israel, de acordo com dados avançados pelos serviços secretos norte-americanos, citados pelo The Times of Israel.
Ao mesmo tempo, a informação revela que, no mesmo período de tempo, morreu um número semelhante de militares do grupo palestinianos.
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Israel avisa ONU: UNRWA tem de sair de Jerusalém até dia 30 de janeiro
A missão permanente de Israel nas Nações Unidas avisou o secretário geral da ONU, António Guterres, que a agência de apoio aos refugiados palestinianos (UNRWA), “tem de cessar as suas operações em Jerusalém, e evacuar todas as instalações em que atua”, cita a agência Reuters.
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UNRWA regista morte de 272 dos seus trabalhadores em Gaza desde início da guerra
A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente (UNRWA) declarou hoje que 272 dos seus trabalhadores foram mortos durante os 15 meses de guerra na Faixa de Gaza.
Numa atualização sobre a situação em Gaza, a UNRWA lamentou que as condições humanitárias continuem a ser “catastróficas”, apesar do cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas, que entrou em vigor no domingo, 19 de janeiro.
Gaza, segundo a agência, é “o local mais perigoso para os trabalhadores humanitários”
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Famílias de reféns confirmam nomes de 4 mulheres a libertar sábado
O Fórum das Famílias dos Reféns israelitas publicou hoje os nomes de quatro mulheres militares que deverão ser libertadas no sábado, na segunda troca, com o movimento palestiniano Hamas, por prisioneiros palestinianos detidos por Israel.
O Fórum “congratula-se com a libertação esperada de Daniella Gilboa, Karina Ariev, Liri Albag e Naama Levy, após 477 dias de cativeiro”, anunciou em comunicado o grupo de defesa que representa os familiares dos israelitas detidos em Gaza pelo Hamas.
“Uma nação inteira lutou por elas e aguarda ansiosamente o seu tão esperado regresso aos braços das suas famílias”, acrescentou o grupo no mesmo comunicado.
Nos termos do acordo de cessar-fogo, que suspendeu a guerra de 15 meses entre Israel e o movimento islamita palestiniano Hamas após entrar em vigor no domingo passado, Israel deverá libertar 200 prisioneiros palestinianos em troca das quatro mulheres, incluindo 120 militantes que cumprem penas de prisão perpétua.
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63% dos israelitas querem demissão de Netanyahu
Segundo um inquérito realizado pelo Canal 12 israelita, 63% da população quer ver a demissão de Benjamin Netanyahu do cargo de primeiro-ministro. Os resultados da sondagem, citados pelo The Times of Israel, indicam também que 53% dos israelitas confia mais em Donald Trump para libertar os reféns que estão em cativeiro em Gaza, em comparação com o chefe do governo de Israel.
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Israel espera que reféns sejam libertadas na manhã de sábado
Enquanto que a primeira vaga de reféns foi libertada durante a tarde do passado domingo, Israel está à espera que as próximas quatro reféns sejam libertadas durante a manhã deste sábado, avança o jornal israelita Haaretz.
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"Urgentemente necessário". Casa Branca pede "extensão temporária" de cessar-fogo entre Israel e Líbano
O porta-voz do Conselho de Segurança da nova administração dos EUA afirmou, esta sexta-feira, que Donald Trump estava “comprometido a garantir a segurança dos cidadãos israelitas no seu regresso ao norte do país” mas, para isso, era “urgentemente necessário” implementar uma “extensão curta, temporária” do cessar-fogo com o Líbano.
Com isto, Brian Hughes, citado pelo Haaretz, reforça que o objetivo de Trump é “assegurar que o Hezbollah não tem as capacidades para ameaçar os cidadãos libaneses ou os seus vizinhos”, reiterando o apoio pelo seu homólogo, Joseph Aoun, e o novo governo eleito no mês passado.
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Qatar terá garantido a Israel que refém civil será libertada na próxima semana
O primeiro-ministro do Qatar, Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, terá garantido a Israel que vai assegurar-se de que a refém israelita civil que continua em cativeiro será incluída na lista dos que serão libertados na próxima semana.
A libertação de quatro reféns militares quando ainda há reféns civis em cativeiro é uma violação do acordo por parte do Hamas, como tem apontado o governo israelita.
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Israel confirma ataque na zona de Jenin e diz que eliminou "mais de 10 terroristas"
As forças armadas israelitas confirmaram que lançaram esta sexta-feira um ataque com recurso a um drone na cidade de Qabatiya, perto de Jenin, na Cisjordânia — um ataque que já tinha sido noticiado nas últimas horas e que terá feito vários mortos.
De acordo com a imprensa israelita, o ataque — que aconteceu numa altura em que a cidade palestiniana de Jenin está a ser alvo de um forte avanço militar israelita — visou um grupo de homens armados.
As forças israelitas dizem que o ataque levou à eliminação de “mais de 10 terroristas” e à detenção de cerca de 20 pessoas. Várias armas foram ainda apreendidas.
כוחות צה"ל, שב"כ ומג"ב ממשיכים במבצע לסיכול טרור בצפון השומרון, במסגרתו חוסלו למעלה מעשרה מחבלים, נעצרו כ-20 מבוקשים והוחרמו אמצעי לחימה נוספים.
במסגרת המבצע, כלי טיס של חיל האוויר תקף לפני זמן קצר, בהכוונה מודיעינית של שב"כ, רכב ובו חוליית מחבלים במרחב קאבטיה שבחטיבת מנשה>> pic.twitter.com/GqkCokW8LD
— צבא ההגנה לישראל (@idfonline) January 24, 2025
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Israel aceita avanço de libertação de reféns apesar de violação do acordo pelo Hamas
As autoridades israelitas já terão informado os mediadores do acordo de cessar-fogo que aceitam a libertação das quatro reféns anunciadas para este sábado — embora tenham também deixado a sua posição de que a libertação de quatro militares enquanto ainda há civis em cativeiro significa uma violação dos termos do cessar-fogo.
Por outro lado, o Hamas terá informado os mediadores que continua empenhado no cumprimento do acordo de cessar-fogo — mas que haverá um problema técnico a impedir a libertação de Arbel Yehud, uma das mulheres civis ainda em cativeiro, que Israel esperava que fosse libertada este sábado.
De acordo com o Hamas, esta refém estará com elementos da Jihad Palestiniana e não com elementos do Hamas.
Segundo a imprensa israelita, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, conferenciou com os responsáveis de segurança do país e decidiu que a libertação de reféns deveria avançar na mesma, mesmo com a violação do acordo.
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Novo ataque em Jenin, na Cisjordânia, faz vários mortos
Há relatos nos meios de comunicação palestinianos, citados pela imprensa israelita, de mais um ataque lançado pelas forças de Israel contra a zona de Jenin, na Cisjordânia.
O ataque terá acontecido na cidade de Qabatiya, perto de Jenin, e haverá vários mortos. As forças israelitas, porém, ainda não comentaram o assunto, diz o The Times of Israel.
اللحظات الأولى بعد قصف طيران الاحتلال مركبة في بلدة قباطية جنوب جنين. pic.twitter.com/ozANxJRtBg
— شبكة قدس الإخبارية (@qudsn) January 24, 2025
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Hamas estará a violar termos do cessar-fogo ao libertar militares antes de civis, diz imprensa israelita
A imprensa israelita está a avançar que o anúncio da libertação de quatro reféns israelitas por parte do Hamas representa uma violação dos termos do acordo de cessar-fogo.
Isto porque as quatro reféns que serão libertadas este sábado são militares — e o acordo previa que, na primeira fase, deveriam ser libertadas todas as mulheres civis.
Segundo o The Times of Israel, da lista de 33 reféns inicialmente incluídos na primeira fase do acordo (correspondente aos primeiros 42 dias da suspensão das hostilidades), ainda há sete mulheres em cativeiro, incluindo duas civis.
O mesmo jornal dá conta de que há neste momento diligências a serem conduzidas por parte de altos responsáveis do governo israelita acerca deste assunto.
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Karina, Daniella, Naama e Liri. Mais quatro reféns (todas soldados) vão ser libertadas amanhã
O Hamas já divulgou os nomes de mais quatro reféns que vão ser libertados no sábado. São quatro mulheres e são todas soldados. Eis os seus nomes:
- Karina Ariev, com 20 anos de idade;
- Daniella Gilboa, também com 20 anos;
- Naama Levy, com 20 anos;
- e Liri Albag, a mais nova do grupo, com 19 anos.
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Hamas vai divulgar nas próximas horas os nomes de mais quatro reféns a libertar
O Hamas vai divulgar nas próximas horas os nomes de mais quatro reféns a libertar – todos mulheres. A expectativa é que as reféns sejam libertadas no sábado, afirmou Bassem Naim, responsável do Hamas, à agência de notícias AFP.
Em simultâneo, Israel deverá libertar também um grupo de prisioneiros palestinianos. E assim que esta troca for feita, os palestinianos deslocados em Gaza poderão começar a regressar às suas casas no norte, acrescentou Naim.
“Os deslocados regressarão do sul para o norte pela Estrada Al-Rashid, uma vez que as forças israelitas devem retirar de lá de acordo com o acordo”, salientou.
O mesmo responsável acrescenta que o acordo de cessar-fogo está a ser mantido “apesar de algumas violações por parte da ocupação israelita”, mas não deu mais detalhes sobre aquilo a que se refere.
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Israel não vai sair totalmente do Líbano até final do prazo, admite Netanyahu
As forças armadas de Israel não vão sair do território libanês até ao final do prazo previsto, que seria o próximo domingo, admitiu nesta sexta-feira o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu.
No acordo de cessar-fogo com o Hezbollah, estava prevista a retirada total do sul do Líbano num prazo de 60 dias. Mas, agora, o gabinete de Netanyahu diz em comunicado que “o processo de retirada das Forças de Defesa de Israel (IDF) está condicionado à implantação do exército libanês no sul do Líbano e à aplicação total e eficaz do acordo”.
Netanyahu diz que, como o Líbano “ainda não cumpriu integralmente” as suas obrigações ao abrigo do cessar-fogo, “o processo de retirada gradual vai continuar, em total coordenação com os EUA”.
Por outro lado, o primeiro-ministro acrescenta que os termos do acordo foram redigidos “com o entendimento de que o processo de retirada pode continuar para além dos 60 dias”. O que está escrito é que o processo de retirada “não deve exceder os 60 dias”.
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O que se passou até aqui
- O antissemitismo está a aumentar rapidamente em várias partes do mundo, alertou o comissário Volker Türk da ONU. Segundo este responsável, a retórica de ódio contra os judeus tem vindo a crescer nas ruas e na internet, aumentando a intimidação, ameaças e violência física contra a comunidade judaica. Türk apelou à defesa da dignidade humana e dos direitos humanos para combater esta tendência preocupante.
- A ONU divulgou um relatório que revela que as forças armadas de Israel mataram 34 pessoas na Cisjordânia este ano, incluindo crianças. Essas ações militares intensificaram-se recentemente, com uma incursão em Jenin que resultou em bombardeamentos aéreos e mais de 50 feridos. A ONU também alertou para novas barreiras erguidas, que prejudicam o comércio e o fornecimento de bens essenciais.
- O Presidente dos EUA, Donald Trump, expressou confiança de que o acordo de cessar-fogo em Gaza “deve aguentar-se”, apesar de ter manifestado anteriormente dúvidas sobre a sua sustentação até ao final das fases planeadas. Trump caracterizou o Médio Oriente como um “lugar muito complicado”, refletindo a volatilidade da situação naquela região.
- Em Itália, o governo liderado por Georgia Meloni foi criticado pelo Tribunal Penal Internacional pela libertação de um general líbio, conhecido como “Almasri”, suspeito de crimes de guerra. O general foi deportado por “perigo social”, mas a decisão de libertá-lo levantou preocupações sobre as questões de direitos humanos associadas a estes procedimentos legais.
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Antissemitismo e e "retórica de ódio" contra judeus está a crescer rapidamente, diz comissário dos direitos humanos da ONU
O antissemitismo e a “retórica de ódio” contra os judeus está a crescer rapidamente em várias partes do mundo, avisou nesta sexta-feira Volker Türk, líder do alto comissariado dos direitos humanos da Organização dos Direitos Humanos (ONU).
Num discurso a marcar o Dia da Lembrança do Holocausto, o responsável lamenta que, “hoje, a retórica de ódio está a reverberar em muitas partes do mundo”.
SALVATORE DI NOLFI/EPA
“O antissemitismo é galopante, nas nossas ruas e na internet, os judeus enfrentam intimidação cada vez maior, ameaças e violência física”, avisou, pedindo a todos que defendam a dignidade humana e os direitos humanos.