Histórico de atualizações
  • Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir o conflito no Médio Oriente neste novo artigo em direto.

    Guterres exige que Israel responda por ataques a médicos e à ONU

  • Israel procura "esperança de paz" com palestinianos e outros países árabes, diz Presidente

    O Presidente de Israel, Isaac Herzog, disse que o país procura a paz com os países árabes e, especialmente, com os palestinianos, numa reunião com embaixadores de vários países na ONU realizada em Jerusalém.

    “Temos de ter sempre presente que temos de ser muito fortes, juntamente com os nossos aliados, e continuar a perseguir a esperança de paz na nossa região, com os nossos vizinhos palestinianos e, esperemos, com os sauditas, para que possamos abrir o caminho para a aproximação entre judeus e muçulmanos”, disse Herzog, citado pelo The Times of Israel.

  • França pede que se "pare o massacre em Gaza"

    A porta-voz do Governo francês, Sophie Primas, pediu para que Israel “pare o massacre que está a acontecer hoje em Gaza”, numa conferência de imprensa citada pelo Le Parisien.

    Primas pediu ainda uma “renovação da Autoridade Palestiniana”, que passa pela desmilitarização do Hamas. Estas são, para o Governo francês, as principais condições para o reconhecimento do estado palestiniano, uma intenção já expressa também pelo Presidente francês, Emmanuel Macron.

  • 16 cozinhas humanitárias fecharam no fim-de-semana, diz ONU

    O porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, afirmou que 16 cozinhas humanitárias que funcionavam na Faixa de Gaza fecharam durante o fim de semana por falta de recursos.

    Citado pela Al Jazeera, o porta-voz disse que as “ações humanitárias continuam a ser gravemente limitadas” no enclave e que muitos palestinianos “dependem destas refeições como a sua única fonte consistente de assistência alimentar”.

    “Prevê-se que mais cozinhas encerrem esta semana por falta de mantimentos”, acrescentou.

  • 71 mortos nas últimas 24 horas em Gaza, dizem autoridades locais

    Os ataques israelitas nas últimas 24 horas causaram 71 mortos nas últimas 24 horas, anunciou o Ministério da Saúde de Gaza na sua atualização diária feita no Telegram.

    Contaram-se ainda um total de 153 feridos no enclave palestiniano, lê-se ainda no comunicado.

  • Israel atingiu mais de 50 alvos no Líbano apesar de cessar-fogo

    O exército israelita anunciou nesta segunda-feira que no último mês atingiu “mais de 50 alvos terroristas” no Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor desde final de novembro de 2024 entre Telavive e o movimento xiita libanês Hezbollah.

    “No último mês, o exército israelita atingiu mais de 50 alvos terroristas em todo o Líbano. Estes ataques foram realizados na sequência de violações do cessar-fogo e dos acordos feitos entre Israel e o Líbano”, justificou, em comunicado, aquele ramo das Forças Armadas de Israel, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).

  • Porta-voz dos houthis critica "brutalidade" dos EUA

    Um porta-voz dos houthis denunciou a “brutalidade” dos Estados Unidos na sequência de um ataque a um centro de detenção de migrantes que dizem ter partido das forças norte-americanas. Há registo de pelo menos 68 mortos e há dezenas de feridos, disseram os rebeldes.

    Mohammed Abdul Salam escreveu na rede social X que a “brutalidade” dos EUA “não pode encobrir o fracasso militar” e que “continuar a agressão não trará qualquer conquista.”

  • EUA sancionam empresas de transporte marítimo e navios que entregam petróleo e gás aos houthis

    O departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou que foram impostas sanções a três navios que forneceram petróleo e gás aos rebeldes houthis do Iémen e às suas empresas proprietárias.

    “A ação de hoje reforça o nosso compromisso em interromper os esforços dos houthis para financiar os seus ataques perigosos e desestabilizadores na região”, sublinhou o Secretário Adjunto do Tesouro, Michael Faulkender.

    O responsável garantiu que vão continuar a tomar todas as medidas para atingir “aqueles que procuram permitir que os Houthis explorem o povo do Iémen e continuem a sua campanha de violência.”

  • Explosão no Irão foi resultado de "negligência", diz ministro do Interior de Teerão

    O ministro do Interior do Irão disse que a explosão que no fim de semana provocou 46 mortos num porto foi provocado por “negligência” e falhas no cumprimento das medidas de segurança.

    “Foram identificados e convocados alguns culpados … Houve deficiências, incluindo descumprimento de medidas de precaução e negligência em termos de defesa passiva”, disse Eskandar Momenim à TV estatal, citado pelo jornal Guardian.

  • Irão: "Fantasia" de que Israel pode ditar o curso de ação de Teerão "não merece resposta"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão sublinhou que a ideia de que Israel pode determinar o curso de ação de Teerão é uma “fantasia” que “não merece resposta.” Criticou também as tentativas do primeiro-ministro israelita para ditar o que os Estados Unidos, que estão a negociar com o Irão sobre o acordo nuclear, devem fazer.

    “O Irão é forte e confiante o suficiente nas suas capacidades para frustrar qualquer tentativa de atores externos maliciosos de sabotar a nossa política externa ou ditar o seu curso. Só podemos esperar que nossos homólogos americanos sejam igualmente firmes”, escreveu na rede social X.

    Seyed Abbas Araghchi alertou ainda que se Israel lançar algum ataque sofrerá o mesmo destino.

  • Netanyahu vai visitar o Azerbaijão no dia 8 de maio

    O primeiro-ministro israelita deverá viajar para o Azerbaijão a 8 de maio. Durante a visita oficial está previsto um encontro com o Presidente Ilham Aliyev e com a comunidade judaica, avançou o Times of Israel.

    O jornal recorda que o Azerbaijão não é membro do Tribunal Penal Internacional, que emitiu no ano passado um mandado de captura contra Netanyahu que os estados que aderiram ao Estatuto de Roma estão obrigados a cumprir.

    TPI emite mandados de captura contra Netanyahu, Gallant e Deif. Primeiro-ministro israelita condena “decisão escandalosa”

  • Israel descreve audições no Tribunal Internacional de Justiça como "vergonhosas"

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel considera que as audições que arrancaram esta segunda-feira no Tribunal Internacional de Justiça, sobre as obrigações humanitárias do país na Faixa de Gaza, são parte de uma campanha de “perseguição sistemática e deslegitimação.”

    Numa conferência de imprensa citada pela Al Jazeera, Gideon Saar disse que o tribunal está a tornar-se “completamente politizado” e que as audições “são vergonhosas.”

    Saar também deixou críticas à agência para os refugiados palestinianos (UNWRA), que disse ter contratado “1.400 terroristas, muitos dos quais colaboraram nas atrocidades do 7 de outubro.”

    “Acuso a UNRWA. Acuso a ONU. Acuso o secretário-geral. Acuso todos aqueles que usam o direito internacional e suas instituições como armas para privar o país mais atacado do mundo, Israel, do seu direito mais básico de se defender”, afirmou numa altura em que tinham início as audições.

  • Hamas conta 17 mortos em Gaza após novo ataque aéreo israelita

    O Hamas disse esta segunda-feira que ataques aéreos israelitas contra o norte da Faixa de Gaza fizeram pelo menos 17 mortos durante a madrugada.

    De acordo com as autoridades sanitárias do enclave palestiniano, controladas pelo Hamas, um bombardeamento aéreo atingiu uma casa em Beit Lahiya, matando 10 pessoas.

    Um outro bombardeamento atingiu uma casa na cidade de Gaza, provocando a morte a sete pessoas, incluindo duas mulheres, de acordo com o serviço de emergência do Ministério da Saúde de Gaza.

  • Começam hoje no Tribunal Internacional de Justiça as audições sobre obrigações humanitárias de Israel

    O Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), em Haia, vai começar hoje as audiências sobre as obrigações humanitárias de Israel na Faixa de Gaza.

    O objetivo é avaliar se Israel pode impedir a presença internacional em Gaza ou se é obrigado a permitir que agências das Nações Unidas, Estados neutros e outras organizações não-governamentais atuem no enclave palestiniano. Estão previstos cinco dias de audições.

  • Houthis dizem ter recuperado 68 corpos após ataque norte-americano no Iémen

    Os rebeldes houthis do Iémen alegam que recuperaram 68 corpos depois do ataque norte-americano que atingiu um centro de detenção com migrantes africanos na cidade de Saada — um reduto do grupo que já tem sido alvo de ataques dos EUA. Haverá pelo menos 47 feridos, noticiou a Al Masirah, televisão associada ao grupo.

    O ministro do Interior do Iémen refere que estava no centro de detenção 115 migrantes antes do ataque.

  • Cruz Vermelha descreve “novo inferno” em Gaza

    A retoma da guerra em Gaza “desencadeou um novo inferno” no território palestiniano disse esta segunda-feira o diretor-geral do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Pierre Krähenbühl.

    “Gaza está a sofrer. São mortes, feridos, múltiplas deslocações de cidadãos, amputações, separações, desaparecimentos, fomes e negação de ajuda e dignidade em larga escala”, disse Pierre Krähenbühl.

    Em conferência de segurança em Doha, no Qatar, o diretor-geral do CICV lamentou que o cessar-fogo tenha dado esperanças a quem agora vive um novo inferno.

    “Justamente quando o cessar-fogo (…) fez as pessoas acreditarem que tinham sobrevivido ao pior, um novo inferno eclodiu”, disse Pierre Krähenbühl.

  • Netanyahu revela que Israel impediu aviões iranianos de chegar à Síria para resgatar Assad

    O primeiro-ministro israelita afirmou que Israel impediu que aviões iranianas chegassem à Síria durante o avanço dos rebeldes para derrubar o regime de Bashar al-Assad. Segundo Benjamin Netanyahu, foi assim possível impedir o Irão de enviar tropas e de resgatar o ditador.

    “Queriam resgatar Assad. Nós impedimos isso. Enviámos alguns F-16 para junto de aviões iranianos que estavam a fazer algumas rotas para Damasco”, explicou, citado pelo Times of Israel. “Eles voltaram para trás”, garantiu.

    Do pai ditador ao filho oftalmologista que tentou seguir as suas pisadas. A ascensão e a queda do regime dos Assad

  • Turquia pressionou o Hamas a aceitar concessões nas negociações de cessar-fogo

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Turquia pressionou o Hamas a aceitar concessões durante as negociações para um cessar-fogo que decorreram no domingo em Doha, revelaram fontes palestinianas citadas pelo Haaretz.

    O jornal refere que também que os EUA pediram que Ancara exercesse essa pressão junto do Hamas.

    No domingo, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia, Hakan Fidan, disse que as negociações com o Hamas mostram que o grupo está mais disposto a aceitar um acordo que vai além do cessar-fogo em Gaza e visa uma solução duradoura para a crise com Israel.

  • Desafios na faixa de Gaza entre os temas discutidos na reunião dos BRICS esta segunda-feira

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros do BRICS reúnem-se a partir desta segunda-feira no Rio de Janeiro e o primeiro dia será marcado por conversas sobre a reforma das instituições internacionais e guerras regionais.

    Neste primeiro dia de reuniões, os onze ministros vão abordar o papel do grupo de países emergentes perante os desafios globais e as crises geopolíticas que se vivem atualmente, como as guerras na Ucrânia e na Faixa de Gaza, explicou em conferência de imprensa o secretário de Assuntos Económicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores, o embaixador Mauricio Carvalho Lyro.

  • Ucrânia. Estaremos finalmente perto do fim?

    Orlando Samões diz que esta semana será decisiva para os EUA continuarem, ou não, a apoiar a guerra. O especialista em RI admite que as últimas negociações podem ser um avanço para o fim da guerra.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    Ucrânia. Estaremos finalmente perto do fim?

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