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    Trump afirma que os EUA “terminaram a guerra” com o Irão, mas Teerão diz que ainda “não chegou a uma conclusão final sobre o acordo”

  • O que se passou até agora

    • O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter cancelado um ataque ao Irão que estava planeado devido à proximidade de um potencial acordo de paz. Trump declarou que o Irão já concordou em não desenvolver armas nucleares no âmbito deste acordo em negociação.
    • O Irão, no entanto, não confirmou qualquer entendimento sobre um suposto acordo final com os Estados Unidos. De acordo com a Guarda Revolucionária Islâmica do Irão e outras fontes oficiais iranianas, não existe um consenso claro quanto aos pontos finais do acordo proposto.
    • As tensões no Médio Oriente aumentaram com o recomeço de confrontos militares entre EUA e Irão. A Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz, que é uma rota importante para o tráfego de petróleo, após ataques recentes, enquanto o Comando Central dos EUA declarou que o estreito permanece aberto ao trânsito comercial.
    • As tensões entre Israel e o Hezbollah também aumentaram, sendo relatados novos ataques israelitas em localidades no sul do Líbano. O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para uma escalada grave no conflito nessa região, apelando aos envolvidos para buscarem uma solução diplomática.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Forças iranianas impediram entrada de um petroleiro no Estreito de Ormuz após terem sido ouvidas explosões em Bandar Abbas

    As forças iranianas impediram a entrada de um petroleiro no Estreito de Ormuz sem autorização prévia, informou a imprensa estatal, pouco depois de terem sido ouvidas explosões nas proximidades da cidade portuária de Bandar Abbas, relata o The Times of Israel.

  • Barco de pesca iraniano atacado "pelo inimigo" perto de Sirik, no Irão

    A agência de notícias iraniana IRNA afirmou que um ataque a um barco de pesca iraniano, perto de Sirik, fez um ferido, escreve a Al Jazeera.

    O governador de Sirik, Reza Shahidian, citado pela emissora, disse que “o pescador estava a pescar em águas territoriais quando foi subitamente atacado pelo inimigo”.

    Acrescentou ainda que a “embarcação afundou durante o incidente, mas o pescador foi resgatado por outro barco que estava na zona”.

  • Netanyahu alegadamente apanhado de surpresa com decisão de Trump de cancelar ataques ao Irão

    Benjamin Netanyahu não foi informado com antecedência de que Donald Trump tinha cancelado novos ataques contra o Irão e de que um acordo poderia estar prestes a ser assinado, disse uma fonte ao Axios, segundo o The Times of Israel.

  • Teerão considera incluir interesses comerciais de Elon Musk no Médio Oriente na lista de alvos militares

    De acordo com a agência noticiosa semioficial iraniana Fars, o Irão está a ponderar incluir interesses comerciais ligados a Elon Musk em todo o Médio Oriente na sua lista de alvos militares, após acusar as empresas do bilionário de apoiarem as operações militares dos Estados Unidos e de Israel contra o país, escreve a CNN.

    A medida surge, segundo a Fars, depois de “os militares dos EUA e de Israel terem utilizado infraestruturas geridas por Elon Musk, incluindo a Starlink”, durante o conflito com o Irão.

    “As estações terrestres da Starlink localizadas em Israel, Qatar, Jordânia, Emirados Árabes Unidos e Omã, juntamente com acionistas da SpaceX — incluindo infraestruturas ligadas às empresas Alpha Dhabi e Mubadala — estão entre as entidades alegadamente incluídas no novo alvo do Irão”, noticiou a Fars, citada pela emissora norte-americana.

    Para Teerão, os militares norte-americanos, com o apoio de empresas ligadas a Musk, “atacaram infraestruturas hídricas no sul do Irão”. Por isso, o país considera que tem o “direito de atacar todas as instalações associadas a empresas controladas por Musk na região e em Israel”.

  • Presidente da Câmara de Teerão diz que funeral de Ali Khamenei será adiado

    O presidente da Câmara Municipal de Teerão, Alireza Zakani, anunciou que o funeral de Estado do antigo Líder Supremo do Irão Ali Khamenei, morto em sequência dos ataques conjuntos dos EUA e de Israel, foi adiado para o final de junho ou o início de julho, escreve o The Times of Israel.

    Segundo o jornal israelita, o Irão espera a presença de 20 milhões de pessoas.

  • Irão afirma que concorda com grande parte do texto prelimitar para um possível acordo mas que se mantém firme nas suas “linhas vermelhas”

    Em declarações divulgadas pela agência de notícias semioficial iraniana Tasnim, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, afirmou que Teerão concordou com grande parte do texto preliminar de um possível acordo, mas alegou que os EUA mudaram repetidamente de posição e que o país se mantém firme nas suas “linhas vermelhas”.

    Baghaei afirmou ainda que o Qatar e o Paquistão estão a empenhar-se ativamente nos esforços de mediação entre os lados, mas que as recentes ações dos EUA afetaram o processo diplomático, escreve a Al Jazeera.

  • Netanyahu diz que Israel não vai fazer parte de "memorando de entendimento emergente com o Irão"

    O gabinete de Benjamin Netanyahu afirma que Trump falou com o primeiro-ministro israelita sobre o “memorando de entendimento emergente com o Irão para iniciar negociações”, e que Israel não vai fazer parte do acordo.

    “Embora Israel não seja signatário do memorando de entendimento, o primeiro-ministro expressou o seu apreço pelo compromisso do presidente Trump de que o acordo final, no final das negociações, incluirá a remoção do urânio enriquecido, o desmantelamento das infraestruturas de enriquecimento, a limitação da produção de mísseis e a cessação do apoio do Irão aos seus grupos terroristas na região”, afirmou o gabinete do primeiro-ministro israelita, citado pela Al Jazeera.

  • Donald Trump afirmou que os recentes ataques dos EUA levaram o Irão a aceitar um acordo de paz

    Donald Trump disse que a mais recente ação militar dos Estados Unidos contra o Irão levou Teerão a finalmente concordar com um acordo de paz, avança a CNN.

    “Eles sofreram um grande impacto, um impacto como poucas pessoas poderiam suportar, e querem fechar o acordo muito mais do que eu”, disse Trump aos jornalistas no Salão Oval da Casa Branca.

    “Foram atingidos com muita força recentemente, como sabem, e não gosto de ter de fazer as coisas desta forma, mas senti que era necessário”, afirmou, acrescentando que cancelou os ataques ao Irão esta noite porque os dois lados estavam perto de um acordo.

    De acordo com a emissora, o Presidente norte-americano garantiu que os EUA detalham ao Irão os ataques previstos para esta noite antes de os cancelarem.

    “Atacámo-los com muita força nos últimos três dias, e esta noite atacaríamos ainda mais”, disse. “Não havia nada que pudessem ter feito a esse respeito, e ganhámos esta guerra militarmente muito cedo”.

  • Presidente dos EUA: "Não terão armas nucleares. Concordaram com isso"

    Donald Trump afirmou que o Irão se comprometeu a não desenvolver armas nucleares no âmbito do acordo atualmente em negociação. “Não terão armas nucleares. Concordaram com isso”, disse, citado pela Al Jazeera.

  • Donald Trump acredita que Líder Supremo do Irão aprovou acordo entre os países

    Questionado sobre se Mojtaba Khamenei, o Líder Supremo do Irão, aprovou o acordo que Donald Trump afirma estar em fase final de negociação entre os Estados Unidos e o Irão, o Presidente norte-americano respondeu: “Pelo que percebo, a resposta é sim”.

    Segundo a Al Jazeera, Trump acrescentou que, uma vez concluído o acordo, os Estados Unidos levantariam de imediato o bloqueio aos portos iranianos. “E os preços do petróleo vão cair a pique”, afirmou.

  • Embaixadores de França, Reino Unido e Alemanha em Moscovo debatem guerra na Ucrânia com vice-MNE russo

    Os embaixadores de França, Reino Unido e Alemanha em Moscovo reuniram-se hoje com o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Mikhail Galuzin, para discutir a guerra da Rússia na Ucrânia.

    Tratou-se de um passo sem precedentes destes países europeus desde a invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022.

    Segundo a agência de notícias russa TASS, Nicolas de Rivière, Nigel Casey e Alexander Lambsdorff participaram numa reunião que durou cerca de uma hora e meia e que representa uma aproximação destas nações europeias à Rússia no contexto da guerra na Ucrânia, enquanto se intensifica na Europa o debate sobre a nomeação de um negociador para facilitar negociações de paz entre Kiev e Moscovo.

  • Trump: cerimónia de assinatura do acordo com Irão deve ter lugar na Europa, com a presença de JD Vance

    Trump afirmou ainda que está prevista uma cerimónia de assinatura do documento do acordo em breve, possivelmente na Europa, com a presença do vice-presidente JD Vance.

    “Os documentos estão praticamente na sua forma final. E então veremos”, acrescentou, referindo que a assinatura deverá ser feita “bem rapidamente”.

    De acordo com a CNN Internacional, Trump garantiu ainda que tinha acabado de conversar com vários líderes mundiais, incluindo o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu e chefes de Estado dos países do Golfo.

  • Trump recua no Irão: estamos perto de um novo acordo de paz?

    João Albuquerque diz que o recuo de Donald Trump no Irão pode sinalizar uma abertura para um possível acordo. Acrescenta também que a Rússia intensificou os ataques após o apelo de Zelensky. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Trump recua no Irão: estamos perto de um novo acordo de paz?

  • Trump diz que acordo com o Irão deve ser assinado "muito brevemente", durante o fim de semana

    “O estreito será aberto oficialmente assim que assinarmos o acordo, o que pode acontecer muito brevemente”, afirma Donald Trump. “Talvez [aconteça] durante o fim de semana, na Europa”, acrescentou a partir da Casa Branca.

    “Não vou poder estar lá, mas JD Vance vai estar lá”, garante, mencionando ainda Steve Witkoff.

  • Governo aprova até 130,4 milhões de euros para apoio a Kiev

    O Conselho de Ministros autorizou hoje a realização de despesa até cerca de 130,4 milhões de euros para apoio à Ucrânia este ano, devido à guerra com a Rússia.

    De acordo com o comunicado divulgado pelo Governo, foi hoje aprovada uma resolução “que autoriza, no ano de 2026, a realização de despesa até cerca de 130,4 milhões de euros para apoio à Ucrânia, no âmbito dos compromissos internacionais assumidos por Portugal, designadamente no quadro da NATO e do Acordo de Cooperação de Segurança celebrado em 2024”.

    O diploma prevê a doação de equipamentos militares “letais e não letais”, bem como outros bens das Forças Armadas, e define que “a afetação dos recursos será determinada pelo ministro da Defesa Nacional, abrangendo várias áreas”.

  • Novos ataques israelitas a Tiro, Nabatieh e Bint Jbeil

    O exército israelita realizou uma série de novos ataques no sul do Líbano, visando os distritos de Nabatieh, Tiro e Bint Jbeil, segundo a Agência Nacional de Notícias do Líbano, escreve a Al Jazeera.

    Até ao momento, não há registo de vítimas, de acordo com a emissora.

  • Guarda Revolucionária Islâmica do Irão declarou que autoridades do país não confirmam nenhum acordo com os EUA

    A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão contestou as recentes declarações de Donald Trump, segundo as quais os “pontos finais” de um acordo com Teerão teriam sido aprovados, afirmando que as autoridades iranianas não confirmaram qualquer entendimento desse tipo.

    “Embora as autoridades iranianas ainda não tenham respondido às alegações de Trump, o relatório observa que, desde o início da guerra, Trump tem feito repetidamente declarações contraditórias e imprecisas“, afirmou a Guarda Revolucionária em comunicado, citado pela CNN.

    A agência de notícias semioficial iraniana Tasnim, segundo a emissora, também reagiu às declarações do Presidente dos EUA. “Até que qualquer possível entendimento ou acordo seja oficialmente anunciado pelo Irão, quaisquer declarações de Trump sobre este assunto devem ser vistas na mesma perspetiva que as suas declarações e mensagens anteriores”.

  • Alto responsável israelita afirma que Israel não foi informado sobre um acordo final entre os EUA e o Irão

    Um alto responsável afirmou ao Canal 12 israelita que Israel não foi informado sobre qualquer acordo final entre os Estados Unidos e o Irão, o que parece contrariar o anúncio do Presidente norte-americano, Donald Trump.

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