Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora

    • O Presidente norte-americano garantiu que os EUA estão a dialogar com uma “figura de destaque” do regime iraniano para tentar pôr fim à guerra, mas não com o novo líder supremo, Mojtaba Khamenei. Anunciou mesmo um adiamento de cinco dias nos ataques previstos às centrais elétricas iranianas, face às conversações produtivas.

    • Donald Trump disse ainda que o Estreito de Ormuz vai ser “aberto muito em breve”, acrescentando que gostaria de ver esta rota marítima sob controlo conjunto de Washington e Teerão.

    • Vários líderes iranianos negaram os relatos de Trump sobre negociações. O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, acusou os EUA de disseminarem “fake news” para “manipular” os mercados financeiros.

    • O Presidente ucraniano assegurou que Kiev tem provas “irrefutáveis” de que a Rússia continua a passar informações secretas ao regime iraniano. Segundo Volodymyr Zelensky, Moscovo está a passar informações que obtém diretamente, mas também através dos seus parceiros no Médio Oriente.

    • O primeiro-ministro britânico Keir Starmer afirmou que o Reino Unido se deve preparar para a possibilidade de a guerra no Médio Oriente poder durar “algum tempo” e advertiu contra a “falsa sensação de segurança” de que o conflito possa terminar rapidamente.

    • Israel voltou a bombardear alegadas infraestruturas do grupo xiita Hezbollah, aliado do Irão, em Beirute, indicou o exército, após o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter declarado que os ataques no vizinho Líbano vão continuar.

    • Mohsen Rezaei, conselheiro militar sénior do líder supremo do Irão, prometeu que a guerra com os EUA e Israel vai continuar até Teerão ser compensado pelos danos provocados.

  • Encerramos aqui este liveblog.

    Pode continuar a acompanhar os conflitos e as tensões internacionais, com destaque para a guerra no Irão neste outro artigo em direto.

    Ataque iraniano causa seis feridos em Telavive. Emirados Árabes e Arábia Saudita perto de se juntarem a ataques contra o Irão

  • Reuters noticia possíveis negociações diretas em Islamabad esta semana para terminar guerra

    Supostas tentativas de diálogo para pôr fim ao conflito entre EUA, Israel e Irão estão a dominar o início da quarta semana de guerra. Duas fontes, incluindo uma paquistanesa, disseram à Reuters que negociações diretas para terminar as operações militares podem vir a tomar lugar Islamabad ainda esta semana.

  • Casa Branca recusa comentar "especulações sobre reuniões" entre EUA, Irão e intermediários

    Os Estados Unidos recusaram comentar a realização de uma possível reunião entre as autoridades norte-americanas, o Irão e os intermediários.

    “São discussões diplomáticas delicadas e os EUA não negociarão através da imprensa”, afirmou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, citada pela Sky News.

    “As especulações sobre reuniões não devem ser consideradas definitivas até que sejam formalmente anunciadas pela Casa Branca”, sublinhou.

  • Sete mortos e vários feridos em ataque numa base da Forças de Mobilização Populares do Iraque

    Pelo menos sete pessoas morreram e várias ficaram feridas num ataque aéreo contra uma base das Forças de Mobilização Populares (PMF, na sigla inglea) na região de Anbar, no Iraque, noticiou a Al Jazeera.

    Segundo fontes locais, o ataque, alegadamente levado a cabo pelos Estados Unidos, atingiu membros de alto nível do grupo.

    O ataque terá ocorrido no momento em que os comandantes da PMF estariam reunidos numa reunião dentro da base.

  • Ataque russo com mísseis a Kiev foi captado no espaço pela Estação Espacial Internacional

    A Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla inglesa) divulgou imagens que mostram um ataque russo com mísseis à cidade de Kiev, ocorrido na madrugada de 27 de dezembro de 2025.

    Os registos, analisados por especialistas, mostram dois rastos luminosos a deslocarem-se em direção à capital ucraniana, seguidos de explosões no céu, associadas à atuação da defesa aérea da Ucrânia.

    “Estamos a ver um ataque de mísseis a Kiev. Vemos a defesa aérea a operar dentro e à volta da cidade para travar esses ataques”, disse um analista citado pela agência Reuters.

    “O que é realmente interessante é que se pode ver a diferença entre a Ucrânia e a Rússia ou a Ucrânia e os vizinhos ocidentais, como a Polónia e os países Bálticos, que estão multo iluminados, a 27 de dezembro, mesmo pela noite dentro, comparado com Kiev, por exemplo”, sublinhou.

    O ataque fez parte de uma ofensiva de Moscovo que provocou pelo menos 11 feridos e danos em várias zonas da cidade.

  • Rockets disparados do Iraque em direção a base norte-americana na Síria

    Pelo menos sete rockets foram disparados a partir de Rabi’a, no Iraque, em direção a uma base norte-americana na Síria, revelaram à Reuters duas fontes iraquianas.

    A Al Jazeera refere que o grupo armado iraquiano Saraya Awliya al-Dam reivindicou na sua página de Telegram o ataque à base de Erbil.

  • Israel retoma ataques contra alvos do Hezbollah em Beirute

    Israel voltou esta segunda-feira a bombardear alegadas infraestruturas do grupo xiita Hezbollah, aliado do Irão, em Beirute, indicou o exército, após o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter declarado que os ataques no vizinho Líbano vão continuar.

    Os militares israelitas tinham emitido avisos de evacuação para os subúrbios sul da capital libanesa, um bastião do Hezbollah.

    No breve comunicado em que anunciou os novos ataques, as forças de Israel remeteram detalhes para mais tarde.

  • Guerra vai continuar até Irão ser compensado por danos, avisa conselheiro do líder supremo

    Mohsen Rezaei, conselheiro militar sénior do líder supremo do Irão, prometeu que a guerra com os EUA e Israel vai continuar até Teerão ser compensado pelos danos provocados.

    Num discurso televisivo citado pela CNN, Rezaei sublinhou que as forças iranianas estão a levar a cabo as operações militares “com força”. Acrescentou que “a guerra estava efetivamente terminada” há mais de uma semana e que os EUA estavam prontos para cessar os ataques. “Os entenderam claramente que não existia um caminho para a vitória”, afirmou.

    Rezaei disse ainda que foi o primeiro-ministro israelita que “empurrou” para a continuação do conflito.

  • Eslovénia impõe racionamento de petróleo

    As autoridades da Eslovénia implementaram um racionamento de petróleo numa tentativa de responder às disrupções provocadas pelo conflito no Médio Oriente.

    A medida foi anunciada perante o que as autoridades chamam “turismo de combustíveis”, noticiou a BBC. Isto porque condutores de países vizinhos, particularmente da Áustria, têm cruzado as fronteiras para aproveitar os preços mais baixos no país.

  • Porta-voz iraniano diz que Teerão controla Ormuz e não precisa de colocar minas

    O porta-voz militar iraniano Ebrahim Zolfaghari garantiu que o estreito de Ormuz continua sob controlo de Teerão. Sublinhou também, segundo a imprensa do Irão, que o país pode assegurar este controlo “sem recorrer” à colocação de minas.

  • Irão terá divulgado imagens de autocolantes com mensagem anti-guerra de Sánchez em supostos mísseis

    A imprensa de Espanha está a noticiar que o Irão divulgou imagens de autocolantes com mensagens anti-guerra do presidente do Governo espanhol. Os autocolantes terão alegadamente sido colocados em mísseis.

    O El Mundo, o El Pais e o ABC citam a agência Tasnim e referem que os autocolantes incluem, em inglês e farsi, a frase: “Esta guerra não é só ilegal, é também desumana. Obrigada, presidente”. A frase foi tirada de um discurso de Pedro Sanchez em Bruxelas. O líder espanhol recusou também na altura permitir aos EUA usarem as suas bases militares.

    O vídeo que mostra os autocolantes está a circular na rede social X e foi partilhado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel.

  • EUA lançou mais de 9 mil ataques contra o Irão, 140 embarcações atingidas ou afundadas

    O Comando Central dos EUA disse esta segunda-feira que as forças norte-americanas lançaram mais de nove mil ataques contra o Irão desde o início do conflito, a 28 de fevereiro.

    O CENTCOM adianta ainda, segundo o New York Times, que 140 embarcações foram atingidas ou afundaram.

  • Netanyahu diz que Trump vê hipóteses de acordo com Irão

    O primeiro-ministro israelita revelou hoje que falou com o Presidente norte-americano, destacando que Donald Trump vê a hipótese de um acordo com o Irão.

    Num vídeo divulgado pelo seu gabinete, Benjamin Netanyahu apontou que Trump vê a possibilidade de se aproveitar as “grandes conquistas” dos militares israelitas e norte-americanos para “alcançar os objetivos da guerra num acordo”. É um acordo “que vai preservar os nossos interesses vitais”, sublinhou.

    Netanyahu acrescentou que apesar disso Israel vai continuar a defender-se e a atingir o Irão e o Líbano.

  • Portugal e outros 12 países da NATO realizam maior treino do ano no Mar Negro

    Mais de 2.500 soldados de 13 países da NATO, incluindo Portugal, participam desde esta segunda-feira e até 03 de abril nas manobras navais “Sea Shield” 2026 na Roménia, o maior treino deste ano na região do Mar Negro.

    As manobras incluirão “cenários complexos adaptados aos atuais desafios de segurança”, afirmou o Ministério da Defesa da Roménia, um país que partilha mais de 600 quilómetros de fronteira com a Ucrânia, num comunicado citado pela agência noticiosa espanhola EFE.

    O objetivo é reforçar a cooperação entre os aliados para garantir a segurança na região do Mar Negro e no flanco oriental da NATO.

    Organizados pelas Forças Navais Romenas e com a participação de militares de Portugal, Espanha, Estados Unidos, Canadá, Turquia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Países Baixos, Polónia e Bulgária, os exercícios “Sea Shield” abrangem vários ambientes operacionais, desde o mar e o rio, até à terra e ao ar.

  • Navio com ajuda humanitária para Cuba chega terça-feira após novo adiamento

    O primeiro navio com ajuda humanitária destinado a Cuba no âmbito da iniciativa solidária “Comboio Nossa América” deverá chegar a Havana na terça-feira, após ter sido adiado pela segunda vez por razões meteorológicas.

    A embarcação partiu na passada sexta-feira de Progreso, no sudeste do México, transportando grande parte das cerca de 30 toneladas de ajuda recolhida por organizações da sociedade civil, incluindo alimentos, medicamentos, produtos de higiene e painéis solares.

    Segundo os organizadores, o mau tempo dificultou a travessia no Mar das Caraíbas, impedindo o cumprimento do calendário inicial, que previa a chegada no sábado, coincidindo com os principais eventos da iniciativa na capital cubana.

    Entretanto, um navio de apoio logístico da Marinha mexicana, com um novo carregamento de ajuda humanitária, poderá também chegar a Havana na terça-feira, constituindo o quarto envio promovido pelo Governo da Presidente Claudia Sheinbaum.

  • Embaixada dos EUA em Omã emite avisos à população

    A embaixada norte-americana em Muscat, Omã, emitiu avisos para que os cidadãos encontrem locais seguros para se abrigarem e tenham consigo reservas de comida e outros bem essenciais. O comunicado, citado pela CNN, diz também para a população se guiar pelos meios de comunicação para informações oficiais.

  • Portugal também disposto a ajudar na reabertura do Estreito de Ormuz

    Portugal juntou-se ao grupo de 30 países dispostos a ajudar na reabertura do Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irão desde o início da guerra, confirmou esta segunda-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

    Portugal subscreveu um texto onde 30 países afirmam estar prontos para “contribuir para os esforços destinados a garantir a passagem segura” pelo Estreito de Ormuz.

    Publicado inicialmente pelo Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão na quinta-feira, a declaração defende que “segurança marítima e liberdade de navegação beneficiam todos os países” e apela a todos os Estados para respeitarem o direito internacional e defendam os “princípios fundamentais da prosperidade e segurança globais”.

    Segundo a página do Governo britânico, além de Portugal, também subscreveram a declaração Trinidad e Tobago, República Dominicana, Croácia, Bulgária, Kosovo, Panamá e Macedónia do Norte, juntando-se à Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Dinamarca, Letónia, Eslovénia, Estónia, Finlândia, Noruega, Nova Zelândia, República Checa, Roménia, Suécia e Emirados Árabes Unidos.

  • Netanyahu e Vance discutiram possíveis termos de acordo entre EUA e Irão

    O primeiro-ministro israelita e o vice-presidente norte-americana falaram hoje sobre o conflito no Médio Oriente. A notícia é avançada pelo Channel 12, que refere que durante a conversa Benjamin Netanyahu e JD Vance falaram sobre os termos de um possível acordo entre os EUA e o Irão.

  • Ministro israelita sugere anexação do sul do Líbano

    O ministro das Finanças Bezalel Smotrich afirmou que Israel deve alargar as suas fronteiras para incluir o sul do Líbano, noticiou a Reuters.

    Smotrich sublinhou que a campanha no Líbano “deve acabar com uma realidade inteiramente, tanto quanto ao Hezbollah, mas também com a mudança das fronteiras de Israel”.

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