Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • A administração de Donald Trump apresentou 15 condições ao Irão para o fim da guerra. Jared Kushner e Steve Witkoff, enviados dos EUA para o Médio Oriente, desenharam um plano que prevê um cessar-fogo de um mês, durante o qual as partes negociariam um acordo baseado em 15 pontos — a maioria exigências, mas também algumas cedências ao Irão.

    • Israel não participará nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irão, que estão previstas para ocorrer no Paquistão. O embaixador israelita na ONU, Danny Danon, sublinhou que, apesar destas negociações, as operações militares conjuntas entre os EUA e Israel contra o Irão continuarão. Danon também acusou o Irão de possuir mísseis de longo alcance, exemplificando com o lançamento de um míssil em direção a Diego Garcia.
    • O ministro da Defesa israelita confirmou planos para tomar o controlo do sul do Líbano, até ao rio Litani, com o objetivo de criar uma zona de segurança contra ataques do Hezbollah.
    • Houve movimentações suspeitas nos mercados financeiros minutos antes de Donald Trump anunciar medidas relativas ao Irão. Este fenómeno já havia ocorrido em eventos anteriores, quando o Presidente norte-americano fez anúncios significativos, levantando suspeitas de manipulação de mercado.

  • Plano de Paz? "Trump canta vitória, mas tensão no Irão piorou"

    Bernardo Valente, professor de relações internacionais no ISCSP, considera que Trump vai falar em vitória por desbloquear o estreito de Ormuz, mas a ofensiva dos EUA piorou a situação no Médio Oriente

    Ouça aqui a análise de Bernardo Valente na Rádio Observador

    Plano de Paz? “Trump canta vitória, mas tensão no Irão piorou”

  • Canadá condena planos de Israel para ocupar território no sul do Líbano

    O Canadá condena “veemente” os planos de Israel para ocupar um território no sul do Líbano, de acordo com uma publicação na rede social X do Ministério dos Negócios Estrangeiros do país.

    Na mesma publicação no X, pode ler-se que “a soberania e a integridade territorial do Líbano não devem ser violadas“.

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Canadá afirmou ainda que os ataques do Hezbollah contra Israel devem acabar, apelando ao desarmamento do grupo libanês.

  • Incêndio deflagra no Aeroporto Internacional do Kuwait depois de ataque com drones

    Um incêndio deflagrou no Aeroporto Internacional do Kuwait, depois de um ataque com drones ter atingido um tanque de combustível, de acordo com a autoridade de aviação civil do país, relata o The New York Times.

    O jornal norte-americano escreve ainda que o porta-voz da autoridade de aviação civil disse à agência de notícias estatal do Kuwait que os bombeiros estavam no local e que o ataque causou danos nas infraestruturas. No entanto, afirma que não fez nenhuma vítima.

  • Trump aprova envio de mais de mil soldados para o Médio Oriente

    Depois do The Wall Street Jornal ter relatado que o Pentágono ia enviar 3000 soldados da 82.ª Divisão Aerotransportada de infantaria para um possível embate com o Irão, novas fontes dizem que o envio terá menos de 1500 soldados, de acordo com a NBC News.

    O envio dos soldados da 82ª Divisão Aerotransportada para o Médio Oriente foi aprovado na noite de ontem pelo presidente norte-americano, Donald Trump, segundo os relatos de duas fontes à NBC News.

    A brigada completa tem mais de 3000 soldados, enquanto este envio terá menos de metade. Os militares ainda não saíram dos Estados Unidos, mas podem ser enviados para o Médio Oriente nos próximos dias.

  • Israel não vai fazer parte de negociações com o Irão e afirma que vai continuar operações militares com os EUA

    Depois das Forças de Defesa de Israel avisarem que os seus planos no Irão e no Líbano permanecem inalterados, o embaixador israelita na ONU, Danny Danon, afirmou que Israel não vai participar em nenhuma das negociações entre os Estados Unidos e o Irão, previstas para esta semana no Paquistão, escreve a Associated Press.

    “Neste momento, Israel e os EUA continuam a atacar alvos militares no Irão e continuarão a fazê-lo“, disse Danon aos jornalistas da ONU na terça-feira, citado pela AP.

    O embaixador de Israel na ONU acusou ainda o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano de ter dito que o Irão não tinha mísseis com um alcance superior a dois mil quilómetros, e de seguida ter lançado um míssil que percorreu quase quatro mil quilómetros. De acordo com a AP, o míssil era dirigido a Diego Garcia, uma ilha no Oceano Índico que alberga uma base militar conjunta do Reino Unido e dos EUA.

    Danny Danon aponta que Israel está determinado a garantir que o Irão não tem capacidade nuclear e mísseis balísticos, e que os ataques feitos até agora “conseguiram muito”, mas não tudo.

  • Nas tarifas e, agora, na guerra do Irão. "Tweet" de Trump volta a levantar suspeitas de manipulação de mercado

    Houve movimentações suspeitas nos mercados financeiros minutos antes do anúncio de Trump sobre o Irão. Já tinha acontecido o mesmo quando o Presidente dos EUA comunicou “pausa de 90 dias” nas tarifas.

    Nas tarifas e, agora, na guerra do Irão. “Tweet” de Trump volta a levantar suspeitas de manipulação de mercado

  • Macron pede ao Irão que "participe nas negociações de boa-fé" e a Israel que evite "uma escalada ainda maior" no Líbano

    O presidente da França, Emmanuel Macron, teve uma tarde agitada a nível diplomático, tendo realizado chamadas tanto ao seu homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian, como ao israelita, Isaac Herzog.

    No que toca à conversa com Pezeshkian, Macron revelou numa publicação na rede social X que apelou ao Irão que “se comprometa de boa-fé nas negociações” para que se abra “o caminho para a desescalada”.

    O presidente francês diz também ter reiterado “a necessidade absoluta de pôr fim aos ataques inaceitáveis contra os países da região, de preservar as infraestruturas energéticas e civis e de restabelecer a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz”, pedindo ainda a devolução de dois cidadãos franceses, Cécile Kohler e Jacques Paris.

    No que toca à conversa com Herzog, o tom é bastante mais conciliatório, começando por dizer — também numa publicação feita na mesma rede social — que expressou “a total solidariedade de França com o povo israelita face aos ataques diários do Irão e do Hezbollah”.

    Além de pedir a abertura do diálogo para pôr fim ao conflito, Macron afirma ter frisando também “a urgência de prevenir uma nova escalada do conflito no Líbano, cuja estabilidade e integridade territorial devem ser preservadas”.

    “O Hezbollah cometeu uma falta grave ao decidir atacar Israel. Perante esta situação, a prioridade de França é a desescalada”, continua. “Disse ao Presidente Herzog estar convicto de que a retoma de discussões diretas entre Israel e o Líbano é uma oportunidade que deve ser aproveitada. França está mobilizada nesse sentido”, afirmou também.

  • Central nuclear de Bushehr sofreu ataque nas proximidades, não se registando danos nem vítimas. AIEA pede contenção

    “Enquanto o inimigo americano e israelita continua as suas hostilidades (…), um projétil atingiu o interior da central de Bushehr”, relatou a Organização Iraniana de Energia Atómica, especificando que não tinham sido registados até ao momento “danos materiais ou técnicos, nem qualquer perda humana”.

    A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), por seu lado, voltou a apelar à “máxima contenção” após o anúncio do Irão de que a central nuclear de Bushehr tinha sido atingida por um ataque, sem danificar a própria instalação.

    A AIEA declarou que o Irão a tinha informado de que outro projétil tinha atingido hoje as instalações da central nuclear de Bushehr na terça-feira.

    “O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, reitera o seu apelo à máxima contenção para evitar qualquer risco na segurança nuclear em tempos de conflito”, afirmou a agência das Nações Unidas numa mensagem publicada no X.

  • Papa Leão lamenta que a guerra no Irão esteja "a piorar cada vez mais"

    Numa declaração aos jornalistas à saída da sua residência em Castel Gandolfo, Leão XIV disse lamentar que “o ódio esteja a aumentar e a violência a piorar cada vez mais” na guerra do Irão, avança a Reuters.

    “Quero renovar o meu apelo ao cessar-fogo, para trabalhar pela paz, não com armas, mas sim através do diálogo, procurando verdadeiramente uma solução para todos”, afirmou, lembrando que há”mais de um milhão de pessoas deslocadas e muitos mortos” como resultado do conflito.

  • Presidente executivo da Shell alerta que Europa pode sofrer escassez de combustível já em abril

    A participar numa conferência em Houston, no estado norte-americano do Texas, o presidente executivo da Shell, Wael Sawan, deixou um sério alerta relativamente aos efeitos do bloqueio do estreito de Ormuz na disponibilidade de combustíveis na Europa.

    Citado pelo The Times, Sawan afirmou que a contração na oferta global de petróleo e gás já começou a afetar os países asiáticos — obrigando-os a reduzir o consumo de energia — e que o “efeito de contágio” ameaça alastrar-se para ocidente dentro de dias.

    Segundo o CEO da petrolífera britânica, pode ser necessário que os governos europeus venham a tomar medidas semelhantes às da crise energética de 2022, provocada pelos efeitos da pandemia e da invasão da Rússia à Ucrânia.

    “É um efeito em cadeia. Estamos a ver o sul da Ásia a ser o primeiro a sofrer o impacto, depois isso estende‑se ao sudeste asiático, ao nordeste asiático e, à medida que entramos em abril, cada vez mais à Europa. Por isso, estamos a tentar trabalhar com os governos para alertá-los para os instrumentos que poderão ter de acionar”, avisou.

    Estes podem incluir “medidas do lado da procura, em relação ao armazenamento, e às compras de reservas”, entre outras, completou.

  • Sobe para 12 o balanço do número de feridos em cidades próximas de Telavive

    Doze pessoas ficaram esta terça-feira feridas, em duas cidades próximas de Telavive, na sequência do disparo de um ou vários mísseis provenientes do Irão, anunciaram os socorristas israelitas.

    Em Bnei Brak, as equipas de socorro estão a “prestar assistência médica” e a “transportar nove feridos” para os hospitais, entre os quais um homem de 23 anos que apresenta “ferimentos causados por estilhaços” e outras pessoas com ferimentos ligeiros, entre as quais seis menores, disse a Magen David Adom (MDA), equivalente israelita à Cruz Vermelha, em comunicado.

    A MDA indicou igualmente ter retirado três pessoas feridas na sequência de uma explosão em Givat Shmuel, cidade vizinha de Bnei Brak.

  • Estes são 14 dos 15 pontos propostos pelos EUA ao Irão, segundo o Channel 12

    De acordo com o que foi emitido pelo canal israelita Channel 12 — e replicado pelo Times of Israel — o plano apresentado pelos EUA ao Irão inclui pelo menos 11 exigências e três cedências a Teerão, sendo que o plano inclui 15 pontos mas um deles não foi revelado ainda.

    Citando “uma fonte ocidental”, como escreve o Times of Israel, são estes os pontos já revelados:

    Exigências:

    • O Irão deve desmantelar as suas capacidades nucleares atuais;
    • O Irão deve comprometer-se a nunca prosseguir com o desenvolvimento de armas nucleares;
    • Não haverá enriquecimento de urânio em território iraniano.
    • O Irão deve entregar o seu stock de cerca de 450 quilos de urânio enriquecido a 60 por cento à Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) num futuro próximo, segundo uma data a acordar.
    • As instalações nucleares de Natanz, Isfahan e Fordo devem ser desmanteladas.
    • A AIEA, o organismo de vigilância nuclear das Nações Unidas, deve receber acesso total, transparência e supervisão dentro do Irão.
    • O Irão deve abandonar o seu “paradigma” de ter aliados regionais por procuração [como o Hezbollah, o Hamas ou os Houthi];
    • O Irão deve cessar o financiamento, a direção e o armamento destes representantes regionais;
    • O estreito de Ormuz deve permanecer aberto e funcionar como um corredor marítimo livre;
    • O programa de mísseis do Irão deve ser limitado tanto em alcance como em quantidade, com limiares específicos a determinar numa fase posterior;
    • Qualquer uso futuro de mísseis ficará restrito à autodefesa.

    Cedências:

    • O Irão receberá o levantamento total das sanções impostas pela comunidade internacional;
    • Os Estados Unidos ajudarão o Irão a desenvolver o seu programa nuclear civil, incluindo a produção de eletricidade na central nuclear de Bushehr;
    • O chamado mecanismo de “reversão automática” (snapback), que permite a reimposição imediata de sanções caso o Irão não cumpra o acordo, será eliminado.

  • Portugal e Eslováquia assinam acordo de cooperação militar com interesse eslovaco em drones e KC-390

    Portugal e Eslováquia assinaram esta terça-feira um acordo de cooperação técnico-militar, com o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa eslovaco a manifestar interesse nos drones portugueses e nas aeronaves KC-390.

    A cerimónia decorreu no Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, na qual o ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, e o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa da Eslováquia, Robert Kalinák, assinaram o documento.

    “Na União Europeia estamos bem conscientes da necessidade de reforçarmos o pilar europeu de Defesa da NATO. Isso deve acontecer, desde logo, nos nossos países e através daquilo que são os entendimentos que entre países europeus podem levar a um maior e melhor desenvolvimento das indústrias de Defesa”, salientou Nuno Melo.

    Ao lado do ministro português, Robert Kalinák disse estar “muito feliz” e, questionado sobre quais poderão ser as capacidades militares portuguesas de interesse para o seu país, começou por referir a produção de drones.

  • Amnistia Internacional alerta que as ameaças de Trump a centrais elétricas iranianas envolvem perigo de crimes de guerra

    A Amnistia Internacional alertou hoje que bombardear centrais elétricas no Irão, como tem ameaçado o Presidente norte-americano, Donald Trump, teria “consequências devastadoras” para milhões de civis, que configurariam, à luz do Direito Internacional, crimes de guerra.

    Por essa razão, a organização não-governamental (ONG) de defesa dos direitos humanos sustentou que Trump “deve retirar as ameaças profundamente irresponsáveis de atos que causariam danos catastróficos a milhões de civis”.

    E especifica que tais danos incidiriam sobre “os direitos humanos à vida, à água, à alimentação, aos cuidados de saúde e a um nível de vida digno”.

    “Levar a cabo esses ataques teria consequências devastadoras a longo prazo e comprometeria gravemente o quadro jurídico internacional concebido para proteger os civis em tempo de guerra”, declarou a diretora sénior de Investigação, Sensibilização, Políticas e Campanhas, Erika Guevara-Rosas, num comunicado.

  • Estados Unidos discutem realização de uma cimeira de paz com Irão

    Dando força às notícias avançadas ao longo desta terça-feira, o Channel 12 — canal de televisão israelita — emitiu uma reportagem onde adianta que os Estados Unidos estão a discutir a realização de uma cimeira de paz com o Irão esta quinta-feira, em conjunto com o Paquistão, Egito e Turquia, escreve o The Times of Israel.

    A cimeira seria provavelmente realizada em Islamabad, a capital do Paquistão, afirma o mesmo canal televisivo israelita, embora o Irão ainda não tenha concordado com o encontro.

    Não é claro a que nível ocorreriam as negociações, de acordo com a reportagem do Channel 12, embora os EUA prefiram uma reunião de alto nível.

    Mujahidin Khamenei — o recém-eleito líder supremo do Irão e que ainda não fez qualquer aparição pública —, precisa de aprovar a participação do país na cimeira, reporta a emissora.

    Fontes norte-americanas e israelitas disseram ao canal que não acreditam num cessar-fogo nas próximas duas ou três semanas.

  • Administração Trump terá apresentado 15 condições ao Irão para o fim da guerra

    A administração de Donald Trump apresentou 15 condições ao Irão para o fim da guerra, segundo um canal televisivo israelita, citado pelo The Times of Israel.

    Jared Kushner e Steve Witkoff, enviados dos EUA para o Médio Oriente, desenharam um plano que prevê um cessar-fogo de um mês, durante o qual as partes negociariam um acordo baseado em 15 pontos — a maioria exigências, mas também algumas cedências ao Irão.

    De acordo com o The Times of Israel, o modelo é semelhante aos acordos anteriores mediados pela administração Trump com o Hamas em Gaza e com o Líbano.

    A notícia do canal televisivo detalhou 14 das 15 exigências dos Estados Unidos ao Irão. Entre elas, a administração Trump exige que o país desmantele as suas atuais capacidades nucleares, se comprometa a nunca mais desenvolver armas nucleares e cesse qualquer atividade de enriquecimento de urânio.

    “O cenário de um acordo rápido e ambíguo está a tirar o sono aos líderes políticos e de segurança de Israel”, acrescenta o mesmo canal, por poder favorecer o Irão e encerrar o conflito antes de estarem definidos termos claros e precisos.

  • Trump quer acordo ou prepara-se para a nova era do conflito?

    Donald Trump, sempre “errático”, confirma a previsão de negociações complexas com o Irão, refere João Albuquerque. Depois de negociações “construtivas”, paraquedistas a caminho. Incoerência ou tática?

    Ouça aqui o novo episódio de ‘Gabinete de Guerra’.

    Trump quer acordo ou prepara-se para a nova era do conflito?

  • Israel afirma que vai manter planos de combate contra o Irão e o Líbano independentemente de iniciarem-se negociações de paz

    As Forças de Defesa de Israel avisaram estar tarde que os seus planos no Irão e no Líbano permanecem inalterados, independentemente das negociações que possam estar em curso.

    “No que diz respeito a este ou aquele acordo, estamos atualmente a operar de acordo com um plano inalterado”, afirmou Effie Defrin, porta-voz das IDF, esta tarde, quando questionado sobre os esforços para iniciar um processo diplomático que possam pôr fim à guerra.

    “Estamos a agir, e continuaremos a agir para agravar os danos e eliminar ameaças existenciais, acrescentou Defrin, com ataques “tanto no Irão como no Líbano”.

  • Zelensky condena “depravação absoluta” da Rússia após ataques massivos

    O Presidente ucraniano condenou esta terça-feira a “depravação absoluta” da Rússia, após ataques diurnos massivos com drones por todo o país, nomeadamente no centro histórico da cidade de Lviv.

    “Os [drones] ‘Shahed’ iranianos, modernizados pela Rússia, atingiram uma igreja em Lviv: isto é de uma depravação absoluta e só alguém como [o Presidente russo Vladimir] Putin pode gostar disto”, disse Volodymyr Zelensky no seu discurso diário.

    “A dimensão deste ataque mostra claramente que a Rússia não tem absolutamente nenhuma intenção de pôr realmente fim a esta guerra”, acrescentou Zelensky, prometendo que Kiev “responderá certamente a qualquer ataque”.

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