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    Continue a par da atualidade internacional neste novo liveblog.

    Rubio procura separar as negociações Israel-Líbano do acordo com o Irão

  • IDF continuarão a "agir com determinação para neutralizar as ameaças" contra soldados e cidadãos

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, o ministro da Defesa, Israel KATZ, o chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, e o comandante do Comando Norte das IDF, Rafi Milo, reuniram-se esta segunda-feira e afirmaram que vão continuar a atacar o Líbano, apesar do cessar-fogo.

    “As Forças de Defesa de Israel (IDF) continuarão a agir com determinação para neutralizar as ameaças contra os nossos soldados e cidadãos, demolir as infraestruturas terroristas e manter a zona de segurança no Sul do Líbano”, escreveu o gabinete do primeiro-ministro israelita depois da reunião, numa publicação na rede social X.

    “O primeiro-ministro, o ministro da Defesa e o Chefe do Estado-Maior deixaram claro que a segurança dos cidadãos israelitas e das forças das FDI continuará a ser o seu princípio orientador, sem concessões”, pode ainda ler-se.

  • Ghalibaf: “O regime sionista opõe-se veementemente ao processo negocial porque vê a sua própria destruição nesse caminho e quer sabotá-lo”

    O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, elogiou as equipas de negociação por terem suspendido o bloqueio por meios diplomáticos, acrescentando que “a administração do Estreito de Ormuz nunca mais voltará à situação pré-guerra”, escreve a Al Jazeera.

    “Desconfiamos e desconfiamos dos americanos, e é natural que continuemos desconfiados no futuro”, disse Ghalibaf. “Se tivéssemos tentado resolver isto por meios militares, naturalmente teria sido uma guerra e teria causado danos; mas viram que o bloqueio foi levantado de um dia para o outro”.

    “O regime sionista opõe-se veementemente ao processo negocial porque vê a sua própria destruição nesse caminho e quer sabotá-lo”, acrescentou, referindo-se às negociações entre os EUA e o Irão.

  • Secretário da Energia dos EUA afirma que fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz regressou aos níveis pré-guerra

    O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, sugeriu que o fluxo de petróleo e de gás natural através do Estreito de Ormuz estão nos níveis anteriores à guerra com o Irão.

    “Poderíamos ultrapassar isto, vamos ultrapassar isto”, acrescentou Wright, relata o The Times of Israel.

    No entanto, segundo o jornal israelita, as afirmações do secretário da Energia dos EUA são falsas. De acordo com a empresa de dados e análises Kpler, foram registadas 71 passagens durante o fim de semana, com um máximo de 35 travessias no sábado. Antes do início da guerra, entre 100 e 130 navios atravessavam diariamente o Estreito de Ormuz.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã reúne-se com delegação iraniana

    O ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã reuniu-se com o seu homólogo iraniano, Abbas Araghchi, e com o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, para discutir o reforço da cooperação entre os dois países e aprofundar áreas de interesse comum, escreve a Al Jazeera.

    “Ambos os lados afirmaram a importância de utilizar o atual momento diplomático para apoiar os esforços de paz, melhorar a desescalada e a estabilidade, de acordo com os princípios do direito internacional e da boa vizinhança, de uma forma que reforce as oportunidades de desescalada”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Omã em comunicado, citado pela emissora.

    Acrescentou ainda que discutiram a preservação da segurança da região e “a segurança da navegação marítima no Estreito de Ormuz e nas vias navegáveis internacionais”.

  • Número de mortos em Gaza provocado por ataques israelitas sobe para 73,035

    O número de mortos em Gaza provocado por ataques israelitas desde outubro de 2023 subiu para 73,035, com 173,368 feridos, segundo informações da Wafa, citando fontes médicas locais, relata a Al Jazeera.

  • Irão aceitou estabelecer linha de comunicação para passagem segura no Estreito de Ormuz

    O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que Teerão aceitou estabelecer uma linha de comunicação para a passagem de navios no Estreito de Ormuz, de forma a evitar conflitos e incidentes na via navegável, relata o The Times of Israel.

    Em declarações à televisão estatal, citadas pelo jornal israelita, Ghalibaf acrescentou que a assinatura do acordo para a libertação de 12 mil milhões de dólares (cerca de 10,5 mil milhões de euros) em ativos iranianos congelados foi finalizada nas negociações.

  • Vice-presidente do Irão afirma que o país “não confia no inimigo”

    O primeiro vice-presidente do Irão, Mohammad Reza Aref, afirmou que o país “não confia no inimigo”, segundo a agência de notícias ISNA, relata a Al Jazeera.

    “Mesmo que haja um acordo com os Estados Unidos, não há garantia de que as ações hostis cessem”, disse Mohammad Reza Aref.

    “Portanto, manter a prontidão do país e aumentar o poder de dissuasão através do desenvolvimento da ciência e da tecnologia é uma necessidade permanente para a República Islâmica do Irão”, acrescentou.

  • Trump ataca NATO e levanta possibilidade de não ajudar países da aliança em caso de ataque

    O Presidente norte-americano voltou a atacar a NATO. “Gastámos biliões de euros para proteger a Europa. E quando pedimos ajuda, nada”, afirmou Donald Trump, referindo-se à ajuda que a aliança podia dar no Irão.

    “Eu estava apenas curioso”, ressalvou Donald Trump, apesar de ter reitarado: “Gastámos milhares de milhões de dólares. É uma loucura. E não estiveram lá para nós.”

    “Estamos a protegê-lo da Rússia, gastamos todo o dinheiro e talvez queríamos ajuda em algo pequeno… E eles disseram que não.É uma coisa estúpida de se dizer”, atirou, precisando que Itália e Alemanha estiveram “muito mal”.

    “O que gastamos na NATO é uma loucura”, repetiu, avisando: “Também podemos dizer que não se quiseremos. E podemos mesmo fazer isso”.

  • Apesar de Irão ter Presidente, Trump diz que "ninguém quer" assumir o cargo no país

    O Presidente norte-americano, ao responder a perguntas dos jornalistas, voltou a argumentar que a primeira e segunda “vaga de liderança” iraniana “desapareceu”.

    “A primeira vaga de líderes? Acabou. A segunda vaga de líderes? Acabou. A terceira? Quem quer ser Presidente? Ninguém quer ser Presidente”, disse Donald Trump.

    No entanto, o Irão tem efetivamente um Presidente. Masoud Pezeshkian nunca renunciou às funções e é chefe de Estado desde 2024.

    Sobre as negociações, Donald Trump reiterou que estão a ser “fantásticas”.

  • Trump: com fundos descongelados, o Irão pôde "comprar comida" a "agricultores dos EUA"

    O Presidente norte-americano referiu que os fundos descongelados ao Irão nas últimas horas serviram para “comprar comida”.

    Essa comida, assinalou, será “exclusivamente comprada aos agricultores dos Estados Unidos”.

  • Negociações com o Irão? "Vamos ver como vai correr", diz Trump

    O Presidente norte-americano referiu que a guerra do Irão “está a correr muito bem”.

    Em relações às negociações, Donald Trump atirou: “Vamos ver como vai correr”.

  • Trump diz que Estreito de Ormuz está "totalmente aberto" e assegura que "saiu muito petróleo"

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que as coisas estão a “correr bem” no Estreito de Ormuz e que “está totalmente aberto”.

    Numa conversa com os jornalistas na Sala Oval, Donald Trump disse que “saiu muito petróleo” através daquela via estratégica. “Nunca saiu tanto.”

  • "O Líbano e Israel são vítimas do Hezbollah"

    Ana Cavalieri sublinha que o governo libanês não controla o Hezbollah, dificultando acordos com Israel. Destaca também que o alívio de sanções ao Irão visa baixar os combustíveis nos EUA. Ouça o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    “O Líbano e Israel são vítimas do Hezbollah”

  • JD Vance já não está na Suíça e fala em "progressos" com "negociadores confusos" iranianos

    O vice-presidente norte-americano, JD Vance, já não está na Suíça, ainda que tenha dito que alguns membros da delegação dos Estados Unidos ficaram no país para continuar as negociadores iranianos.

    “Deixámos muito da nossa. Os iranianos deixaram muito da sua equipa no resort [suíço] onde continuam a trabalhar”, afirmou JD Vance aos jornalistas.

    O vice-presidente referiu que os negociadores iranainos são “confusos”, mas que houve reuniões — algumas de nove horas — em que JD Vance disse que houve “progressos”.

  • ONU assinala "primeiro dia" sem bombardeamentos no sul do Líbano

    A ONU assinalou hoje a suspensão dos disparos de mísseis entre Israel e o grupo xiita Hezbollah no sul do Líbano, pela primeira vez desde 2 de março.

    O porta-voz do secretário-geral da ONU, Stéphane Dujarric, afirmou que este domingo foi “o primeiro dia, desde o reinício das hostilidades em 2 de março no Líbano, em que o pessoal da FINUL [Força Interina das Nações Unidas no Líbano] não detetou nenhuma trajetória, nem observou nenhuma intercetação” no sul do Líbano.

    O porta-voz de António Guterres acrescentou que a ausência de atividade militar também continuou durante esta manhã.

    “Saudamos esta redução das hostilidades e esperamos sinceramente que esta tendência continue em benefício da população no terreno”, afirmou, na sede da ONU, em Nova Iorque.

  • Katz reitera “total liberdade de ação” das IDF para agir contra ameaças no Líbano e em Gaza

    O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, reiterou que as IDF têm “total liberdade de ação” para agir contra as ameaças no sul do Líbano e na Faixa de Gaza, relata o The Times of Israel.

    “Os comandantes e os soldados das IDF têm total apoio do primeiro-ministro, meu e do alto comando das IDF— e total liberdade de ação para agirem decisivamente contra qualquer ameaça: no sul do Líbano, na Faixa de Gaza e em qualquer lugar onde seja necessário defender o Estado de Israel”, afirmou num comunicado em vídeo, citado pelo jornal israelita.

    Katz afirmou ainda que as IDF “permanecerão na zona de segurança no Líbano para proteger as comunidades do norte, frustrar as ameaças e destruir a infraestrutura terrorista na área, subterrânea e aérea”.

  • Trump afirma que o Irão concordará com a inspeção de armas como parte do acordo

    Donald Trump afirmou que o Irão concordará com a inspeção de armas como parte do acordo com os Estados Unidos.

    “Todos sabem que o Irão aceitará submeter-se a grandes inspeções de armamento para garantir a «honestidade nuclear» durante um longo período”, escreveu o Presidente norte-americano na plataforma Truth Social.

    Truth Social/ @realDonaldTrump

  • Israel e Líbano vão realizar ronda de negociações em Washington nos próximos dias

    Israel e Líbano vão realizar mais uma ronda de negociações em Washington nos próximos dias, afirmou esta segunda-feira um porta-voz do Governo israelita, David Mencer, em conferência de imprensa.

    “Acreditamos que não há razão para que não se possa chegar a um acordo com o Líbano”, disse Mencer, citado pelo The New York Times.

  • Delegão iraniana desloca-se a Omã para discutir gestão e segurança do Estreito de Ormuz

    O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, deslocam-se a Omã para discutir a gestão e a segurança do Estreito de Ormuz, relata a Al Jazeera.

    De acordo com uma publicação de Ghalibaf no Telegram, a delegação iraniana terá como objetivo consolidar os acordos relativos à gestão do estreito e aprofundar os mecanismos de coordenação bilateral.

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