Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora

    • O cenário geopolítico no Médio Oriente está a ser intensamente discutido, com os Estados Unidos a afirmarem a existência de uma reunião iminente com o Irão em Doha, Qatar, para debater termos de um acordo, enquanto Teerão nega a realização de tal encontro. Esta divergência nas declarações sublinha a fragilidade do entendimento entre os dois países e expõe o panorama complexo de negociações na região.
    • O Irão emitiu um aviso sério ao Bahrein, ameaçando retaliação caso seja provocado, após alegações de que bases norte-americanas na região foram usadas para lançar ataques contra território iraniano. Esta situação agravou-se com um contra-ataque iraniano a uma base americana, demonstrando as tensões crescentes entre Teerão e Washington.
    • Na Faixa de Gaza, um ataque israelita com drone resultou na morte de três pessoas, incluindo uma criança, tendo este ataque como alvo um membro da Jihad Islâmica Palestiniana. Esta ação ocorreu a despeito de um cessar-fogo, destacando a contínua instabilidade e conflito no território.
    • No sul do Líbano, o Hezbollah reafirma o seu direito à defesa face aos ataques israelitas, ao mesmo tempo que Israel declara não ter ambições territoriais na área, embora admita uma presença prolongada até ao desarmamento do Hezbollah. Estas declarações evidenciam a complexidade e a tensão duradoura na relação entre os dois países.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura dos conflitos mundiais, com especial foco na guerra da Ucrânia e na guerra dos EUA e Israel e Irão.

    Pode acompanhar todos os novos desenvolvimentos no liveblog que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.

    Netanyahu não descarta nova vaga de ataques ao Irão “se for necessário”

  • Pezeshkian: "Se o lado americano obedecer ao acordo, também vamos cumprir os nossos compromissos"

    “Se o lado americano obedecer ao acordo, também vamos cumprir os nossos compromissos”, escreveu o Presidente do Irão na rede social X.

    Para Masoud Pezeshkian, o “entendimento mútuo é uma rua de dois sentidos”, apelando aos Estados Unidos para o cumprimento dos termos estabelecidos no Memorando de Entendimento.

    “A nossa abordagem face a demonstrações de força injustificadas e ameaças infundadas consiste em basear a tomada de decisões na racionalidade e na dignidade humana e em defender de forma decisiva e destemida quando chega a altura de agir”, justificou.

  • "A questão do Líbano seria a mais difícil de contornar"

    O Tenente-General Marco Serronha explica como o conflito entre Israel e o Hezbollah, e a exigência de retirada do sul do Líbano, podem levar à rotura do acordo entre Washington e Teerão.

    Ouça aqui a nova edição de ‘Gabinete de Guerra’.

    “A questão do Líbano seria a mais difícil de contornar”

  • Ataques russos a Zaporíjia e Dnipro mataram 10 pessoas e deixaram dezenas feridos

    Dnipro e Zaporíjia voltaram a ser os alvos da Rússia, esta segunda-feira, resultando na morte de uma dezena de pessoas em vários pontos do país, avança a agência Reuters citando as autoridades ucranianas.

    Em Dnipro, um míssil matou seis pessoas e deixou outras 29 feridas, de acordo com o governador Oleksandr Hanzha, que aponta para danos numa escola, em casas e carros na cidade. Já em Zaporíjia, a ofensiva russa focou-se num minibus, que vitimou dois homens e uma mulher, deixando outras oito pessoas feridas.

  • Oito palestinianos mortos hoje em ataques israelitas a Gaza

    Os ataques israelitas no sul e no centro de Gaza causaram hoje a morte de, pelo menos, oito pessoas, incluindo duas crianças, e feriram pelo menos 20, de acordo com autoridades de saúde e serviços de emergência, avança a Aljazeera.

  • A imprensa libanesa noticia ataque israelita contra cidades do sul do Líbano

    Um ataque israelita atingiu o sul do Líbano na “área entre as cidades de Qantara e Deir Seryan, no sul do Líbano”, notícia a imprensa estatal libanesa, segundo a Aljazeera.

    O ataque ocorreu apesar de os dois países terem assinado, na semana passada, um acordo-quadro com o objetivo de garantir um acordo de paz.

  • ONU insta Moscovo e Kiev a evitar medidas que possam alargar guerra

    A ONU instou hoje a Rússia e a Ucrânia a evitarem medidas que possam levar a um alastramento da guerra, ao alertar para a possibilidade de uma perigosa escalada “com implicações regionais e globais”.

    O alerta foi deixado pela representante do Departamento de Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz da ONU Martha Pobee, numa reunião do Conselho de Segurança convocada pela Bielorrússia para abordar o ataque com um alegado drone ucraniano que, em 17 de junho, atingiu um autocarro que transportava estudantes bielorrussos na região russa de Bryansk.

    “Esta é a sétima vez em seis semanas que o Conselho de Segurança da ONU se reúne em relação à guerra na Ucrânia. A frequência destas reuniões reflete a perigosa escalada desta guerra e os riscos crescentes de maior deterioração, com implicações regionais e globais”, afirmou Pobee.

    “Estamos alarmados com a recente retórica de escalada e com a possibilidade de um maior alastramento desta guerra. Tudo deve ser feito para evitar que isso aconteça. Por conseguinte, instamos a Federação Russa, a Ucrânia e todos os Estados-membros envolvidos a evitarem quaisquer medidas que possam fazer com que esta guerra — intencionalmente ou não — se propague ainda mais”, apelou.

  • Ucrânia: Eurodeputados pedem em Kiev mais sanções à Rússia e consideram adesão irreversível

    Um grupo de eurodeputados reuniu-se hoje em Kiev com membros do parlamento ucraniano, tendo apelado a um reforço das sanções à Rússia e considerando que a adesão da Ucrânia à União Europeia (UE) é um “processo irreversível”.

    A 18.ª reunião do Comité Parlamentar de Associação entre a União Europeia (UE) e a Ucrânia reúne deputados do Parlamento Europeu (PE) e do parlamento ucraniano e na qual participaram os eurodeputados do PS André Franqueira Rodrigues e Marta Temido.

    Em declarações à agência Lusa, André Franqueira Rodrigues referiu que, da reunião, saiu uma declaração conjunta com quase 50 pontos, na qual se reitera “o apoio total à Ucrânia por parte da UE e do PE, a condenação dos crimes de guerra e dos ataques russos às infraestruturas civis e energéticas” e “a exigência da devolução das dezenas de milhares de crianças que foram sequestradas pelos russos”.

    A declaração pede também um reforço das sanções à Rússia, numa altura em que a UE está a preparar o seu 21.º pacote de sanções, e a utilização dos ativos russos congelados na UE.

    André Franqueira Rodrigues indicou ainda que a adesão da Ucrânia à UE foi igualmente abordada, com os eurodeputados a transmitirem aos seus pares ucranianos que, do seu ponto de vista, o processo “é irreversível”, depois de, em 15 de junho, o bloco ter formalmente aberto o primeiro capítulo das negociações de adesão.

  • Irão e Omã vão redifinir tráfego pelo Estreito de Ormuz "nos próximos dias"

    O Irão e Omã vão começar a redefinir o tráfego pelo Estreito de Ormuz “nos próximos dias”, avança o ministro-adjunto dos Negócios Estrangeiros iraniano Kazem Gharibabadi, referindo que Teerão vai obstruir embarcações que sigam fora dos trajetos definidos, cita a agência Reuters.

  • O que aconteceu até agora

    • O governo iraniano confirmou a visita de uma delegação iraniana a Doha, no Qatar, mas negou qualquer encontro agendado com representantes dos Estados Unidos, apesar de Donald Trump, horas antes, ter anunciado que uma reunião entre as delegações norte-americana e iraniana ocorreria esta terça-feira na capital qatari para discutir os termos de um acordo entre os dois países.
    • A situação no Estreito de Ormuz está a gerar tensões internacionais, com França e Omã a anunciar um acordo de cooperação para desminar a área, enquanto o Irão insiste que as operações de desminagem serão exclusivamente conduzidas por si. Esta disputa reflete a complexidade do cenário geopolítico na região.
    • Na Faixa de Gaza, ocorreu um ataque israelita com um drone que resultou em três mortos, incluindo uma criança. O ataque tinha como alvo um membro da Jihad Islâmica Palestiniana, embora um cessar-fogo estivesse em vigor. Esta situação sublinha a contínua instabilidade e os conflitos na região.
    • As autoridades israelitas estão prontas para começar a construção de três colonatos no norte da Faixa de Gaza, anunciou esta segunda-feira o ministro das Finanças de Israel. Bazalel Smotritch adianta que só aguarda a “aprovação política” para seguir em frente.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Rutte confiante que Andy Burnham vai aumentar investimento do Reino Unido em defesa

    O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, diz estar confiante que o presumido próximo primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, vai aumentar o investimento do Reino Unido na Defesa por quase 30 mil milhões de libras por ano (34,8 mil milhões de euros). “Primeiros-ministros trabalhistas mostram um compromisso constante com a NATO”, admite, citado pelo The Guardian.

    “Consigo imaginar que o próximo primeiro-ministro vai estar extremamente interessado no tema do crescimento económico e criação de emprego”, acrescenta o ex-chefe do Governo holandês, indicando que o aumento na despesa associada ao setor da Defesa “faz ambas as coisas ao mesmo tempo”.

    “Um é a primeira prioridade enquanto Governo: manter o país em segurança. Mas em segundo lugar, temos o impacto [económico] do investimento em defesa”, continua Rutte.

  • Irão admite visita de delagação a Doha, mas nega encontro com os EUA esta semana

    Donald Trump anunciou um encontro amanhã em Doha, no Qatar, entre as delegações norte-americanas e iranianas para discutir os termos do acordo entre os dois países.

    No entanto, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão refere que não existe qualquer encontro marcado entre as duas delegações esta semana, mas que uma comitiva iraniana vai viajar para a capital do Qatar nos próximos dias — sem ligação à visita dos EUA.

    Segundo Esmaeil Baghaei, citado pela agência Reuters, Teerão ainda não deu início ao processo negocial para o acordo final, uma vez que este requer a implementação total de pontos do Memorando de Entendimento, que é a “prioridade” do Irão neste momento.

  • Irão desmente Macron e diz que operações de desminagem serão exclusivas de Teerão

    Em resposta ao anúncio feito esta segunda-feira por Emmanuel Macron, o ministro-adjunto dos Negócios Estrangeiros do Irão garante que as operações de desminagem serão feitas exclusivamente por Teerão — não por França e Omã, como previamente indicado pelo Presidente francês.

    “A remoção de minas é realizada exclusivamente pelo Irão e por nenhum outro país e, fundamentalmente, não permitimos tal coisa. A situação é sensível e complexa. Aconselhamos vivamente a França a não complicar ainda mais a situação com as suas provocações”, respondeu, citado pelo The Times of Israel.

  • "Onde não há colonatos, não há segurança". Smotrich diz que só aguarda "aprovação política" para colonizar norte de Gaza

    As autoridades israelitas estão prontas para começar a construção de três colonatos no norte da Faixa de Gaza, anunciou esta segunda-feira o ministro das Finanças de Israel. Bazalel Smotritch adianta que só aguarda a “aprovação política” para seguir em frente.

    “As Forças de Defesa de Israel (IDF) controlam atualmente cerca de 70% da Faixa de Gaza. Temos de concluir a conquista do território restante, derrotar o Hamas e estabelecer um cinturão de colonatos judeus que sirva de zona tampão de segurança para Sderot e as comunidades fronteiriças de Gaza”, afirmou o governante esta segunda-feira, numa visita à cidade de Sderot, citado pelo Haaretz.

    De acordo com Smotrich, “onde não há colonatos, não há segurança”, pelo que esta medida, que já estará pronta a implementar, cumprirá o propósito de “não voltar à realidade pré-7 de outubro”.

  • França e Omã anunciam esforço conjunto para desminar Estreito de Ormuz

    Emmanuel Macron anunciou um acordo de cooperação assinado esta segunda-feira entre França e Omã, com o objetivo de reduzir as tensões no Médio Oriente.

    “Decidimos colaborar, em coordenação com os nossos parceiros, na desminagem do Estreito, a fim de proteger as rotas marítimas e garantir a passagem livre e incondicional pelo Estreito de Ormuz”, escreveu o Presidente francês na rede social X, após uma reunião com o sultão Haitham bin Tarik.

    Macron acrescenta que os dois países estão a “reforçar a sua parceria através de acordos históricos nos setores económico, científico, cultural e industrial”.

  • Trump à espera do Irão para saber se há mais negociações

    Bruno Cardoso Reis diz que posições contrárias de Irão e EUA sobre encontro em Doha é sinal de “fragilidade” do entendimento entre países. Destaca ainda o impacto da situação no estreito de Ormuz.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    Trump à espera do Irão para saber se há mais negociações

  • Ministro da Defesa de Israel rejeita "ambições territoriais no Líbano", mas admite permanência "a longo prazo"

    O ministro da Defesa de Israel garante que Telavive “não tem ambições territoriais no Líbano”, mas que o exército israelita não se vai retirar “nem um milímetro” até que o Hezbollah seja desarmado, escreve o The Times of Israel.

    “As pessoas não devem ficar na expectativa a perguntar-se qual será o próximo local de onde Israel se retirará no Líbano, porque isso não acontecerá enquanto o Hezbollah não for desarmado”, afirmou Israel Katz em declarações à imprensa israelita.

    Sobre o compromisso reforçado pelo Presidente do Líbano, o governante israelita não acredita que as forças libanesas vão “transformar-se em leões a atacar o Hezbollah”, pelo que prevê uma presença “a longo prazo” de Israel no sul do Líbano.

  • Países Baixos: Rússia poderá atacar NATO após fim da guerra na Ucrânia

    A Rússia poderá lançar uma campanha militar limitada contra um país da NATO cerca de um ano depois do fim da guerra na Ucrânia, alertou hoje o Ministério da Defesa dos Países Baixos.

    No seu relatório anual sobre a sua estratégia de defesa, o Ministério holandês afirmou que a Europa se encontra numa “zona cinzenta” entre a guerra e a paz, prometendo aumentar o investimento do país na defesa, particularmente em equipamentos que não necessitem de pilotos, como os drones.

    “Os serviços de informações holandeses acreditam que a Rússia está a preparar-se para um confronto de longo prazo com a Europa”, explicou o relatório.

    “No pior dos cenários, uma guerra limitada contra os membros da NATO seria concebível dentro de um ano após o fim da guerra travada pela Rússia na Ucrânia”, disseram as autoridades.

  • Presidente do Líbano compromete-se a reforçar presença militar no sul do país

    O Presidente do Líbano manifestou o seu compromisso para reforçar a presença militar no sul do país, próximo da fronteira com Israel, garantiu Joseph Aoun junto do Comando Central dos EUA, citado pela agência France Presse.

    “O Estado libanês está comprometido em alargar a sua autoridade, através das suas forças armadas, até à fronteira sul”, disse ao almirante norte-americano Brad Cooper, durante uma discussão sobre a implementação do acordo trilateral entre o Líbano, Israel e os Estados Unidos.

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