Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Chega ao fim este liveblog.

    Pode continuar a acompanhar as notícias sobre os conflitos armados ativos no mundo no artigo em direto que agora abrimos.

    Dois mortos no “maior ataque de sempre” com drones em Moscovo, no último dia de eleições legislativas na Rússia

  • Israel lança ataques aéreos no sul do Líbano

    As Forças Armadas israelitas lançaram pelo menos dois ataques aéreos consecutivos no sul do Líbano, nas localidades de Nabatieh al-Fawqa e Kfar Tebnit. A informação foi avançada pela agência noticiosa libanesa e citada pela Al Jazeera.

  • Arábia Saudita confirma ataque dos houthis, mas diz ter sido intercetado

    O porta-voz das Forças Armadas da Arábia Saudita confirmou que Riade foi alvo de um ataque com um míssil balístico dos houthis. Contudo, o ataque foi intercetado e o míssil destruído, detalhou o porta-voz, citado pela Al Jazeera.

    Riade acusa os houthis de estarem a escalar os ataques contra alvos civis na capital saudita e noutros pontos do país, mas relata que os ataques têm sido intercetados. Todavia, as Forças Armadas prometem tomar “medidas apropriadas para deter a conduta da milícia houthi”.

  • Irão nega declarações das Forças Armadas dos EUA sobre trânsito em Ormuz

    Um porta-voz das Forças Armadas iranianas negou as declarações do Centcom sobre a passagem de um milhão de barris de petróleo no Estreito de Ormuz ao longo dos últimos dois meses.

    Abolfazl Shekarchi classificou as declarações como uma “operação psicológica falhada” que tem como objetivo justificar os “custos financeiros e humanos exorbitantes” da guerra. As declarações foram partilhadas pela agência estatal Fars e citadas pela Al Jazeera.

  • Zelensky diz que Ucrânia testou com sucesso novos drones intercetores

    Os serviços de segurança da Ucrânia (SSU) testaram este sábado um novo modelo de drone intercetor, capaz de travar ataques com drones russos com propulsão a jato. A informação foi avançada por Volodymyr Zelensky nas redes sociais, onde partilhou dois vídeos dos testes. No primeiro vídeo, o drone destrói com sucesso um drone Shahed, de fabrico iraniano. No segundo teste, o alvo é um drone Geran-5, de fabrico russo.

  • Houthis do Iémen dizem ter atacado alvos "sensíveis" na Arábia Saudita

    Os houthis do Iémen afirmaram ter atacado alvos “sensíveis” em Riade, com recurso a drones e mísseis balísticos, segundo um porta-voz do grupo rebelde citado pela Al Jazeera.

    A Arábia Saudita não confirmou qualquer ataque neste sentido.

  • Conselho de Segurança Nacional do Irão atualiza condições para negociar fim da guerra com os EUA

    A Al Jazeera publicou novos excertos da entrevista a Mohsen Rezaei, secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irão, em que este detalha quais as condições para negociar com os EUA que foram transmitidas através dos mediados. São elas: “o fim da guerra em todas as frentes, o descongelamento dos ativos congelados e o fim do bloqueio naval”.

    Estas condições são as mesmas que já tinham sido negociadas antes do verão, quando foi assinado o Memorando de Entendimento que foi, entretanto abandonado.

  • Pentágono não revelou número completo de soldados mortos na guerra do Irão, noticia Washington Post

    O Washington Post noticiou esta sexta-feira que a base de dados pública do Pentágono relativa a soldados norte-americanos mortos em combate, conhecida como Sistema de Análise de Baixas da Defesa, não reflete o número total de membros das Forças Armadas dos EUA que já morreram nos últimos seis meses de guerra no Irão.

    A informação é avançada com base nos relatos de seis responsáveis do Departamento de Defesa que trabalham com este sistema. Na base de dados, estão contabilizados 18 mortos, mas as fontes citadas pelo Washington Post falam em 22 ou 23 mortos. Os detalhes das mortes não são tornados públicos pelo Pentágono.

    O Departamento de Defesa não respondeu às questões colocadas pelo jornal, mas Pete Hegseth reagiu à notícia classificando-a como “NOJENTA, FALSA e uma completa MENTIRA”. “Que vergonha para o Washington Post — são piores que a imprensa estatal iraniana”, escreveu o secretário de Defesa em resposta à notícia.

  • Jornalistas da CNN e da MS NOW impedidos de entrar na Casa Branca

    Os jornalistas dos canais norte-americanos CNN e MS NOW foram hoje impedidos de entrar na Casa Branca, um dia depois de o presidente dos EUA ter dito que seria proibida a entrada daqueles meios e do Politico.

    As credenciais de imprensa da Casa Branca da equipa da MS NOW foram apreendidas pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos durante um controlo de segurança no exterior da Ala Oeste, segundo informou o canal de notícias no seu ‘site’.

    “A Casa Branca pertence ao povo norte-americano e as decisões que são tomadas no seu interior são financiadas com os nossos impostos”, afirmou a MS NOW em comunicado.

    A MS NOW assegurou que apoia os seus apresentadores, repórteres e redatores e que continuará a “informar sobre o Presidente, a Administração e os temas que afetam o povo norte-americano”.

    A CNN também confirmou hoje que tinha sido negado aos seus jornalistas o acesso à Casa Branca.

    “A missão da CNN de informar sobre o Governo dos EUA continuará independentemente de qualquer tentativa de restringir o acesso físico à Casa Branca e a outros edifícios governamentais, ou de qualquer outra tentativa de obstruir o nosso jornalismo”, declarou a CNN em comunicado.

    CNN, MS NOW e Politico banidos da Casa Branca pela “constante divulgação de notícias falsas”, anuncia Donald Trump

  • Teerão apresentou aos EUA lista de condições para retomar negociações de paz

    O secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irão afirmou hoje que foi enviada aos Estados Unidos, através dos mediadores qataris e paquistaneses, a lista de condições de Teerão para a retoma das negociações de paz. Em entrevista à Al Jazeera, Mohsen Rezaei declarou que o Irão está a seguir uma nova abordagem na sequência da retirada dos EUA do Memorando de Entendimento.

    Rezaei renovou ainda as ameaças contra Washington, avisando que “é do seu interesse aceitá-las”, que o Irão está preparado para uma nova fase de guerra aberta e que as ameaças de Donald Trump não terão qualquer efeito nesta nova abordagem.

  • EUA facilitaram passagem de mais de mil milhões de barris de petróleo pelo estreito de Ormuz

    O exército dos Estados Unidos facilitou a passagem de mais de mil milhões de barris de petróleo bruto pelo estreito de Ormuz, segundo anunciou hoje o comandante do Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM), Brad Cooper.

    “Alcançámos este marco significativo enquanto prestávamos assistência a mais de 2.000 passagens de navios comerciais pelo estreito, proporcionando proteção coordenada. É evidente que o impulso está a crescer. As principais rotas de trânsito no estreito estão livres de minas”, assegurou o militar num vídeo publicado na conta oficial do CENTCOM.

    Cooper gabou-se das conquistas do Exército ao afirmar que “milhares de navios passaram pelo estreito”, enquanto “o Irão não exportou nem um único barril” graças ao seu “bloqueio férreo”.

    O militar afirmou que “o esforço está a dar frutos”, uma vez que “o volume de petróleo bruto, carga e gás natural liquefeito nas últimas duas semanas é superior ao registado em qualquer outro momento dos últimos seis meses”.

  • Kiev pede à União Europeia financiamento adicional de 32,6 mil milhões de euros

    O ministro das Finanças da Ucrânia, Sergii Marchenko, voltou hoje a pedir à União Europeia (UE) um financiamento adicional ao país de 32.600 milhões de euros até 2027, pedido que Bruxelas promete analisar, reconhecendo a intensificação da agressão russa.

    A revelação foi feita pelo comissário europeu para a Economia, Valdis Dombrovskis, numa conferência de imprensa após a reunião informal dos ministros da Economia e das Finanças da UE, realizada em Dublin, na Irlanda.

    O responsável comunitário referiu que ambas as partes estão a trabalhar para determinar as necessidades de financiamento de Kiev, embora ainda não consigam “quantificar o défice” económico face às previsões para o próximo ano.

    No entanto, salientou que “a situação está a clarificar-se” e que ainda são necessárias determinadas contribuições do Fundo Monetário Internacional (FMI), enquanto as equipas de ambas as partes trabalham “em estreita colaboração”.

    “Num prazo relativamente curto, estaremos em condições de quantificar o défice e ver como gerir a situação com vista a 2027”, indicou Dombrovskis.

  • Bruxelas disponível para discutir uso de ativos russos congelados a favor da Ucrânia

    A Comissão Europeia disse hoje estar disponível para retomar as discussões sobre a utilização dos ativos soberanos russos congelados para apoiar financeiramente a Ucrânia, admitindo analisar “diferentes modalidades” que permitam chegar a um consenso na União Europeia (UE).

    “Por parte da Comissão Europeia, temos sido muito claros. Já no ano passado apresentámos uma proposta legislativa concreta e estamos agora preparados para apoiar essas discussões, bem como para analisar diferentes modalidades e facilitar o processo, de modo a podermos chegar a decisões”, afirmou o comissário europeu da Economia, Valdis Dombrovskis.

    Em conferência de imprensa após a reunião informal dos ministros das Finanças da UE, realizada em Dublin pela presidência irlandesa do Conselho, o responsável admitiu que, apesar de o assunto não ter constado deste encontro, “vários Estados-membros da UE e também um número bastante significativo de membros do Parlamento Europeu retomaram esta discussão”.

    A declaração surge depois de a UE não ter alcançado consenso sobre a utilização dos ativos russos imobilizados para financiar as necessidades da Ucrânia em 2026 e 2027, tendo antes avançado com um empréstimo de 90 mil milhões de euros financiado através de dívida contraída pela União nos mercados de capitais.

  • Irão diz que segurança da região não pode ser ditada a partir de fora

    O Irão avisou que a segurança no Médio Oriente “não pode ser ditada a partir de fora”, acusando Israel e Estados Unidos de utilizarem a força militar para “redesenhar o panorama político e de segurança” da região.

    “Acreditamos que a segurança sustentável pode ser alcançada através do diálogo, da criação de confiança, da cooperação e do respeito mútuo entre os países da região, e não através da presença militar de potências estrangeiras e da imposição da sua vontade”, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abás Araqchí, numa intervenção por videoconferência no Fórum de Diálogo Global 2026, organizado pela Associação de Política Externa da Indonésia.

    O chefe da diplomacia iraniana condenou os ataques israelitas contra Gaza e o Líbano, bem como a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, iniciada a 28 de fevereiro, que qualificou de “injusta” e “ilegal”.

    “Formou-se um padrão perigoso, em que a força militar já não é utilizada como último recurso, mas tornou-se um mecanismo permanente para redesenhar o panorama político e de segurança da região”, sublinhou.

    Araqchi considerou que a guerra contra o seu país “faz parte de um padrão mais amplo de agressões impunes” e que, se não houver “uma resposta eficaz da comunidade internacional”, acabará por eliminar gradualmente os limites do direito internacional.

    O governante iraniano afirmou que o mundo “precisa, mais do que nunca, de uma mudança de rumo fundamental, porque a guerra, a intervenção, as sanções e o uso da força se tornaram instrumentos habituais da política”.

  • “Perturbações graves” no aeroporto de Riade com voos cancelados ou atrasados — Flightradar24

    O aeroporto internacional de Riade regista atualmente “perturbações graves”, indicou hoje o portal especializado FlightRadar24, depois de habitantes terem relatado à AFP ter visto chamas e fumo negro nas proximidades.

    O portal classifica o aeroporto no nível máximo de perturbação, com voos cancelados ou atrasados.

    “Vimos fumo negro e chamas na direção do aeroporto”, declaram testemunhas à agência noticiosa France-Presse.

  • Departamento de Estado americano aprova venda de equipamento de defesa aérea à Ucrânia, no valor de 2,3 mil milhões de euros

    O Departamento de Estado norte-americano aprovou a potencial venda de equipamento de defesa aérea, cotado em 2,68 mil milhões de dólares (2,33 mil milhões de euros) à Ucrânia, segundo uma notificação do Congresso dos EUA divulgada esta sexta-feira.

    O órgão federal que gere a política externa do país admitiu ter aprovado uma “possível Foreign Military Sale [venda em que o Governo dos EUA é intermediário] ao Governo da Ucrânia”, para a aquisição de atualizações para o desenvolvimento da defesa aérea e equipamentos e serviços relacionados.

    “Se a compra proposta for efetuada, a Ucrânia financiá-la-ia com uma combinação de contribuições europeias e o Financiamento Militar Estrangeiro dos EUA aprovado na anterior administração [Biden]”, continua o texto, citado pela CBS. A proposta ainda está sujeita a aprovação no Congresso.

  • Grupo de hackers que invadiu o sistema de votação russo denuncia aparelho "opaco" que facilita a fraúde eleitoral

    O grupo de hackers anónimos CikLeak afirma ter invadido os servidores do sistema eleitoral russo para denunciar que a Comissão Central de Eleições “criou um sistema de votação eletrónica remota completamente opaco” que permite a fraude eleitoral.

    Por esse motivo, apelaram aos russos para que se deslocassem às mesas de voto apenas no último dia das eleições, no domingo, “para dificultar a falsificação dos resultados”.

    As autoridades admitem que a maioria dos habitantes da capital e da região de Moscovo votou por via eletrónica. No total, segundo o Governo, 70% dos russos que tinham solicitado a opção de voto eletrónico votaram dessa forma na sexta-feira, o que suscitou suspeitas por parte de observadores e da oposição.

  • Polónia responde aos ataques de drones russos com caças

    Pela quarta vez esta semana, a Força Aérea polaca lançou “operações de aviação militar”, em resposta aos sucessivos ataques com drones russos na Ucrânia.

    “Os sistemas de defesa aérea baseados em terra e os sistemas de reconhecimento por radar entraram em estado de prontidão”, informaram as forças armadas numa publicação na rede social X, citadas pela Sky News.

    “Estas ações têm um caráter preventivo e visam garantir a segurança e a proteção do espaço aéreo, sobretudo nas áreas adjacentes às zonas sob ameaça.”

  • Sistema de votos russo alvo de um "forte ciberataque" durante as eleições legislativas

    O sistema online de votos da Rússia foi atingido por um “forte ciberataque” — que está sob controlo, de acordo com a presidente da Comissão Central de Eleições, citada pela Sky News.

    “Literalmente, durante toda a noite, o sistema de Moscovo foi alvo de um ataque muito potente”, afirmou Ella Pamfilova, citada pela Lusa, à comunicação social local, dando conta de que se tratou de um ataque “praticamente contínuo” e “abrangente e intenso”.

    A responsável avançou que os sucessivos ataques foram repelidos com sucesso, sem colocarem obstáculos ao processamento dos votos nas eleições legislativas que acontecem no país até domingo.

    Além do primeiro “ataque” noticiado, o Ministério do Desenvolvimento Digital russo afirmou que também se verificaram tentativas de sabotagem das linhas de comunicação da região mais oriental do país. A comunicação inicialmente corrompida já foi reposta nas regiões afetadas.

  • EUA e Coreia do Sul discutem a "desnuclearização completa" da Coreia do Norte

    Na mesmo encontro entre os governantes norte-americano e sul-coreano, as duas partes reafirmaram também o compromisso com a “desnuclearização completa” da península coreana, no âmbito dos esforços de diálogo promovidos por Washington entre Pyongyang e Seul.

    Marco Rubio insistiu na importância de avançar com os esforços diplomáticos destinados a promover o diálogo com a Coreia do Norte e alcançar a desnuclearização da Península Coreana, com as autoridades sul-coreanas a disponibilizarem-se para facilitar uma eventual retoma do diálogo entre a Casa Branca e o Governo de Kim Jong-un.

    A Coreia do Norte rejeitou hoje uma resolução da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA) que exige a desnuclearização do país, afirmando que não terá qualquer impacto na sua posição de deter armas nucleares, informou a agência estatal KCNA.

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