Momentos-chave
- Pelo menos 84 palestinianos mortos em ataques israelitas em Gaza desde o amanhecer
- "Uma gota no oceano". ONU diz que nove camiões de ajuda entraram em Gaza
- Cinco camiões de ajuda humanitária entraram em Gaza. São os primeiros a entrar em mais de dois meses.
- ONU confirma conversas com Israel para retomar ajuda a Gaza
- Pelo menos 60 mortos em ataques israelitas esta segunda-feira
- Israel autoriza entrada de camiões com ajuda humanitária na Faixa de Gaza
- Qatar condena "agressão brutal" de Israel à Faixa de Gaza
- Karoline Leavitt diz que Trump foi muito claro sobre a situação em Gaza: "quer ver este conflito terminado"
- Suécia critica declaração de Netanyahu sobre "assumir o controlo" de Gaza
- Pelo menos 136 mortos e mais de 360 feridos nas últimas 24 horas em Gaza
- Presidente de Israel apoia o reinício da ajuda humanitária a Gaza
- Plano de Israel de ajuda limitada a Gaza é "insuficiente", diz ministro holandês
- Sobe para 46 o número de mortos nos ataques israelitas desta segunda-feira
- Não houve progressos nas negociações de cessar-fogo no Qatar, diz Hamas
- "Paz no Médio Oriente só pode ser alcançada com a implementação de uma solução de dois Estados", diz António Costa
- Sánchez diz que Israel não deveria participar na Eurovisão tal como a Rússia
- 92% das casas em Gaza foram danificadas ou destruídas, diz UNRWA
- Netanyahu elogia discurso do ministro da Defesa em relação à nova ofensiva israelita na Faixa de Gaza
- Pelo menos três mortos em ataques israelitas no norte de Gaza
- Forças israelitas declaram Khan Younis como zona de combate e pedem para população evacuar a região
- Israel garante que nova ofensiva será diferente: "Agora conquistamos, limpamos e ficamos até que o Hamas seja destruído"
- Ataques a Gaza fazem 22 mortos enquanto Turquia pede fim da guerra
- Irão diz que negociações com os EUA "não vão a lado nenhum" se Casa Branca insistir que enriquecimento de urânio é uma linha vermelha
- Netanyahu responde às críticas internacionais e garante: "Vamos assumir o controlo de toda a Faixa de Gaza e permitir a entrada de ajuda"
- Ataques no sul de Gaza provocam, pelo menos, seis mortos
- Imprensa árabe diz que IDF realizam operação de resgate de reféns em Gaza
- Witkoff sobre entrada de ajuda humanitária em Gaza: "A logística é complicada"
- Israel continua operação de larga escala e ataca hospital no sul de Gaza
Histórico de atualizações
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com o conflito no Médio Oriente ao longo do dia de ontem, segunda-feira.
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
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O que se passou até agora
- Os ataques israelitas à Faixa de Gaza intensificaram-se, resultando em pelo menos 84 mortes apenas nesta segunda-feira, segundo fontes médicas locais. Este aumento na violência vem numa altura em que as Forças de Defesa de Israel (IDF) declararam Khan Younis como uma zona de combate e pediram à população que evacuasse a área em preparação para um “ataque sem precedentes”.
- A comunidade internacional tem pressionado Israel a permitir a entrada de ajuda humanitária em Gaza, após um bloqueio que dura há 11 semanas. Nove camiões da ONU conseguiram finalmente entrar no território, mas a quantidade de ajuda é considerada uma “gota no oceano” face às necessidades urgentes da população, que enfrenta uma crise humanitária severa incluindo a fome.
- Líderes de 22 países, incluindo Portugal, uniram-se para exigir que Israel retome a ajuda humanitária a Gaza através da ONU e de organizações não-governamentais. A pressão internacional tem aumentado com críticas de múltiplos países e organizações, articulando que a situação atual é intolerável e que medidas concretas serão tomadas caso a ofensiva militar israelita não seja parada.
- Paralelamente, negociações para um cessar-fogo entre Israel e o Hamas permanecem estagnadas, com o Hamas a exigir um cessar-fogo duradouro e a retirada total de Israel do enclave em troca da libertação de reféns. A situação agrava-se com a insistência de Israel em controlar toda a Faixa de Gaza, o que tem gerado críticas internacionais, incluindo a condenação da Turquia, que pede um fim à guerra.
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Pelo menos 84 palestinianos mortos em ataques israelitas em Gaza desde o amanhecer
O número de palestinianos mortos esta segunda-feira em ataques aéreos israelitas em Gaza desde o amanhecer subiu para 84, garantiram fontes médicas à Al Jazeera, ao final da tarde.
Desde a manhã que se dá conta de dezenas de vítimas mortais em resultado dos ataques israelitas.
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Portugal junta-se a mais de 20 países para exigir ajuda a Gaza
Vinte e dois países, incluindo Portugal, França, Alemanha e Reino Unido, exigiram hoje que Israel “retome imediatamente a ajuda total à Faixa de Gaza” e que esta seja conduzida pela ONU e por organizações não-governamentais.
A ONU e as organizações humanitárias “não podem apoiar” o novo modelo de entrega de ajuda ao território palestiniano decidido pelo Governo israelita, defenderam as diplomacias de 22 países, que incluem o Canadá, Japão e Austrália e também a UE, na declaração conjunta divulgada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão.
O Governo de Benjamin Netanyahu anunciou que ia permitir o acesso à Faixa de Gaza de camiões de transporte de comida para bebés e nove veículos da ONU receberam autorização, anunciou o chefe humanitário das Nações Unidas, considerando que se trata de uma “gota de água no oceano” após 11 semanas de bloqueio.
A decisão foi divulgada por Netanyahu, com o receio de que as imagens de fome dos palestinianos levassem os aliados a retirar apoio militar e diplomático ao país.
O povo da Faixa de Gaza “está a enfrentar fome” e “precisa de receber a assistência de que necessita desesperadamente”, pediram os 22 países, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP), numa lista que se estende ainda à Dinamarca, Estónia, Finlândia, Islândia, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Países Baixos, Nova Zelândia, Noruega, Eslovénia, Espanha e Suécia.
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Líderes francês, britânico e canadiano ameaçam Israel com “medidas concretas”
França, Reino Unido e Canadá avisaram nesta segunda-feira que não vão ficar “de braços cruzados” perante as “ações escandalosas” de Israel na Faixa de Gaza, ameaçando com “medidas concretas” se não parar a ofensiva militar.
“Opomos-nos firmemente à expansão das operações militares israelitas em Gaza”, afirmaram o Presidente francês, Emmanuel Macron, e os primeiros-ministros britânico, Keir Starmer, e canadiano, Mark Carney, numa declaração conjunta, considerando que o “nível de sofrimento humano” no enclave palestiniano é “intolerável”.
Os três líderes referiram-se à conferência planeada para junho nas Nações Unidas “para construir um consenso internacional sobre a criação do Estado da Palestina.
“Estamos determinados a reconhecer um Estado palestiniano como um contributo para alcançar uma solução de dois Estados e estamos prontos para trabalhar com outros para esse fim”, declararam.
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"Uma gota no oceano". ONU diz que nove camiões de ajuda entraram em Gaza
Nove camiões com ajuda humanitária da ONU entraram na Faixa de Gaza, revelou o chefe do escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), Tom Fletcher, num comunicado publicado no site.
“Mas é uma gota no oceano do que é urgentemente necessário, e tem de ser autorizada a entrada de mais ajuda em Gaza, a partir de amanhã de manhã”, disse ainda Fletcher.
O chefe afirmou que estava “grato” pela garantia que o “trabalho [humanitário] será facilitado através de mecanismos existentes e comprovados”.
“Estou grato por essa garantia e pelo facto de Israel ter concordado com as medidas de notificação humanitária que reduzem as enormes ameaças à segurança da operação. Estou determinado a que a nossa ajuda chegue aos mais necessitados e a que o risco de roubo por parte do Hamas ou de outros grupos armados seja minimizado”, acrescentou.
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Cinco camiões de ajuda humanitária entraram em Gaza. São os primeiros a entrar em mais de dois meses.
O COGAT, organismo israelita para os territórios palestinianos, confirmou a entrada de cinco camiões de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, os primeiros a entrarem desde o retomar do bloqueio a 2 de março.
Segundo o COGAT, os camiões que transportavam “ajuda humanitária, incluíndo alimentos para bebés”, entraram pela passagem de fronteira de Kerem Shalom.
“Toda a ajuda foi transferida após uma inspeção de segurança minuciosa efectuada”, lê-se ainda no comunicado publicado na rede social X.
“As IDF continuarão a facilitar a assistência humanitária na Faixa de Gaza, fazendo todos os esforços para garantir que a ajuda não chegue ao Hamas”, disseram ainda.
????UPDATE:
Following the recommendation of professional @IDF officials and in accordance with the directive of the political echelon, 5 @UN trucks carrying humanitarian aid, including food for babies, were transferred today (Monday) via the Kerem Shalom Crossing into the Gaza…
— COGAT (@cogatonline) May 19, 2025
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Porta-voz israelita diz que "pequenas quantidades" de ajuda humanitária devem entrar em Gaza ainda hoje
“Pequenas quantidades” de ajuda humanitária devem entrar na Faixa de Gaza esta segunda-feira, contou o porta-voz das forças armadas israelitas (IDF), Nadav Shoshani, citado pela Reuters.
“Se não estou em erro, os camiões vão entrar, estão previstos entrar já hoje”, contou o porta-voz numa conferência de imprensa.
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ONU confirma conversas com Israel para retomar ajuda a Gaza
O Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) informou esta segunda-feira estar em negociações com Israel sobre as modalidades do restabelecimento da entrega de ajuda humanitária à Faixa de Gaza.
“As autoridades israelitas contactaram-nos para retomar a entrega de ajuda limitada, e estamos atualmente em discussões sobre como isso ocorreria, dadas as condições no local”, disse o OCHA num comunicado, sem dar mais pormenores.
No domingo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou o retomar do fluxo de ajuda humanitária para Gaza, que estava bloqueado desde 2 de março. As autoridades israelitas apresentaram um plano apoiado pelos Estados Unidos para a criação de pontos de entrega de ajuda, que seriam geridos através de uma fundação recém-criada. A proposta de Telavive gerou críticas internacionais, incluindo da ONU.
Recentemente, as Nações Unidas admitiram que a fundação apoiada pelo Governo norte-americano poderia ser um mecanismo “para controlar e restringir ainda mais os fornecimentos”. Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou que pelo menos 57 crianças morreram de fome em Gaza desde março e alertou que, se a terrível situação humanitária se mantiver, quase 71 mil crianças com menos de cinco anos poderão sofrer de subnutrição aguda nos próximos 11 meses.
Já segunda-feira, Netanyahu assegurou que as tropas israelitas assumirão o controlo de todo o território da Faixa de Gaza, mas voltou a defender a sua decisão de permitir a entrada de ajuda humanitária, reconhecendo que esta medida foi motivada pela pressão exercida pela comunidade internacional.
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Pelo menos 60 mortos em ataques israelitas esta segunda-feira
O número de mortos nos ataques israelitas desta segunda-feira subiu para 60, de acordo com a Al Jazeera, que cita o Ministério da Saúde de Gaza.
Antes deste novo balanço, o número de vítimas mortais fixava-se em 46, como o Observador deu conta neste liveblog.
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Israel autoriza entrada de camiões com ajuda humanitária na Faixa de Gaza
Pela primeira vez desde março, Israel autorizou a entrada de alimentos para bebés em Gaza esta segunda-feira, de acordo com a Al Jazeera.
“Hoje, Israel facilita a entrada de camiões com alimentos para bebés em Gaza”, afirmou aos jornalistas o diretor-geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita, Eden Bar Tal.
“Nos próximos dias, Israel facilitará a entrada de dezenas de camiões de ajuda”, acrescentou.
Netanyahu tinha anunciado a flexibilização do bloqueio à ajuda humanitária no enclave, como o Observador noticiou neste mesmo liveblog.
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Qatar condena "agressão brutal" de Israel à Faixa de Gaza
Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar condenou o ataque de Israel ao Hospital Hamad, uma instalação financiada pelo Qatar na Cidade de Gaza que presta cuidados especializados.
“A agressão brutal e contínua da ocupação na Faixa de Gaza, incluindo o ataque repetido a civis, hospitais, centros de deslocação e instalações vitais, faz parte da guerra de genocídio contra o nosso povo palestiniano irmão”, afirmou o ministério, citado pela Al Jazeera.
#Statement | Qatar Strongly Condemns Israeli Occupation's Bombing of Hamad Hospital for Rehabilitation and Prosthetics in Gaza#MOFAQatar pic.twitter.com/MUbT9wTCVW
— Ministry of Foreign Affairs – Qatar (@MofaQatar_EN) May 19, 2025
A comunidade internacional deve assumir as responsabilidades morais e legais para colocar imediatamente termo a esta guerra brutal”, acrescentou.
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Karoline Leavitt diz que Trump foi muito claro sobre a situação em Gaza: "quer ver este conflito terminado"
Numa conferência de imprensa esta segunda-feira, Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca, reagiu às declarações de Benjamin Netanyahu sobre “assumir o controlo” de Gaza. A porta-voz diz que não teve a oportunidade de falar com Trump sobre o tema e que vai deixar o Presidente responder, entretanto, destacou que Trump “foi muito claro anteriormente. Quer ver este conflito terminado e quer que os reféns sejam libertados”. Leavitt destaca ainda que o Presidente norte-americano ficou feliz com a libertação de Edan Alexander pelo Hamas na última semana.
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Suécia critica declaração de Netanyahu sobre "assumir o controlo" de Gaza
A ministra dos Negócios Estrangeiros da Suécia, Maria Malmer Stenergard, reagiu às declarações de Benjamin Netanyahu de que Israel vai “assumir o controlo” da Faixa de Gaza. Em declarações à AFP, citada pelo The Guardian, a representante da Suécia critica o primeiro-ministro israelita.
“Se isto significa a anexação, é contra a lei internacional. A Suécia permanece firme na crença de que o território de Gaza não deve ser alterado ou reduzido. Nas nossas conversas, apelámos repetidamente ao governo de Israel para que permita o acesso e a distribuição de ajuda humanitária, com base nos princípios humanitários”.
“Um cessar-fogo e um fim das hostilidades são necessários e os reféns devem ser libertados — não é preciso mais declarações ou planos do governo israelita que exacerbem a situação dos civis em Gaza”.
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Keir Starmer e Ursula von der Leyen dizem que situação em Gaza é "intolerável"
À margem da cimeira entre Reino Unido e Europa, durante uam conferência de imprensa ao lado de Ursula von der Leyen, o primeiro-ministro britânico disse que a situação em Gaza é “intolerável”.
“É uma situação muito séria, inaceitável e intolerável, na qual estamos a trabalhar intensivamente para coordenar com outros líderes como responder”, disse Starmer, citado pelo Times of Israel.
Ursula von der Leyen concorda com Keir Starmer, e apela à abertura para que a ajuda humanitária chegue ao território palestiniano. “Há dois meses que nenhum suprimento humanitário entra em Gaza. A ajuda deve chegar aos civis que precisam imediatamente e o bloqueio em Gaza deve ser levantado agora”, disse.
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Pelo menos 136 mortos e mais de 360 feridos nas últimas 24 horas em Gaza
Pelo menos 136 pessoas foram mortas na sequência de ataques israelitas na Faixa de Gaza nas últimas 24 horas, avança o Haaretz, que cita a Ministério da Saúde do enclave.
De acordo com o Ministério, há ainda registo de 364 feridos.
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Presidente de Israel apoia o reinício da ajuda humanitária a Gaza
O Presidente de Israel, Issac Herzog, elogiou a decisão do governo de permitir o reinício da ajuda humanitária a Gaza, considerando-a “fundamental para manter as condições humanas básicas”, avança a Al Jazeera.
“Este passo é vital para que Israel possa manter as suas capacidades militares, atuar de acordo com o direito humanitário internacional e, mais importante, para que possamos manter a nossa humanidade nesta tragédia”, afirmou Herzog.
O Presidente condenou, ainda, o Hamas como um “inimigo cruel e sinistro”, acrescentando: “Nós somos melhores. Não permitiremos que o nosso inimigo nos desumanize. Temos de ser melhores. Vamos sempre liderar com a nossa humanidade”.
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Plano de Israel de ajuda limitada a Gaza é "insuficiente", diz ministro holandês
O ministro dos Negócios Estrangeiros holandês, Caspar Veldkamp, criticou o anúncio feito por Netanyahu de que Israel vai autorizar a entrada de uma ajuda limitada no enclave, considerando-o “insuficiente”.
“É urgentemente necessária uma ajuda humanitária maciça para acabar com a escassez alimentar e o sofrimento humano em Gaza”, afirmou Veldkamp na rede social X.
De aankondiging van premier Netanyahu om een minimale hoeveelheid hulp Gaza binnen te laten is gebrekkig en onvoldoende. Voor de catastrofale situatie in Gaza is massale humanitaire hulp onmiddellijk nodig om een einde te maken aan voedselnood en menselijk lijden. 1/2
— Caspar Veldkamp (@ministerBZ) May 19, 2025
“Tem de haver um cessar-fogo imediato e o Hamas tem de libertar todos os reféns”, concluiu.
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Sobe para 46 o número de mortos nos ataques israelitas desta segunda-feira
O número de vítimas mortais na sequência dos ataques israelitas desta segunda-feira subiu para 46, de acordo com a Al Jazeera.
O Ministério da Saúde de Gaza avança, ainda, que a maioria das vítimas mortais estão em Khan Younis, onde Israel ordenou o deslocamento forçado e alertou para um ataque “sem precedentes”.
Antes deste novo balanço, o número de vítimas mortais fixava-se em 32, como o Observador noticiou neste liveblog.
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Não houve progressos nas negociações de cessar-fogo no Qatar, diz Hamas
De acordo com o Times of Israel, que cita um alto funcionário do Hamas, não houve progressos nas negociações de cessar-fogo realizadas no Qatar.
Segundo o responsável, Israel insiste num acordo parcial para libertar alguns reféns sem se comprometer a colocar fim à guerra.
O Hamas só libertará os restantes reféns em troca de um cessar-fogo duradouro e da retirada total de Israel do enclave.