Momentos-chave
- Irão não consegue aumentar tráfego no Estreito de Ormuz por não localizar minas, dizem autoridades ao New York Times
- O que se passou até agora:
- Principal negociador iraniano diz que há “boa vontade", mas não confiança antes de conversações com os EUA
- EUA alertam que Irão mantém milhares de mísseis e pode recuperar capacidade militar, diz Wall Street Journal
- ONU apela a EUA e Irão para aproveitarem “oportunidade diplomática” nas negociações no Paquistão
- Sirenes soam no norte de Israel após ataques do Hezbollah. Grupo confirma ataques a posições israelitas no sul do Líbano
- Apesar das negociações acordadas e dos pedidos do Governo libanês e da administração Trump, Israel recusa cessar-fogo com o Hezbollah
- Líbano e administração Trump pedem a Israel “pausa” nos ataques antes de negociações com o Hezbollah
- Negociações de sábado: EUA e Irão vão definir agenda com contactos indiretos via Paquistão antes de reuniões presenciais diretas
- Trump garante que EUA vão abrir o Estreito de Ormuz “com ou sem” os iranianos e diz que 99% do acordo é “nenhuma arma nuclear”
- Pelo mar, terra e ar: EUA reforçam presença militar no Médio Oriente em vésperas das negociações com o Irão
- Trump promete apoio económico dos EUA à Hungria e elogia prosperidade sob “liderança contínua” de Orbán
- Líbano e Israel reúnem-se terça-feira no Departamento de Estado em Washington para discutir cessar-fogo
- Delegação iraniana chega a Islamabad para negociações com os EUA
- Médio Oriente. Sobe para 357 número de mortos em ataques israelitas no Líbano
- Primeiro-ministro do Paquistão diz que negociações EUA–Irão estão num “momento de tudo ou nada”
- O que aconteceu até agora:
- Teerão vê JD Vance como figura mais favorável a acordo, dizem fontes à Reuters
- Paquistão destaca “orgulho do mundo muçulmano” por mediação em negociações EUA–Irão
- Papa Leão XIV condena os que “hoje lançam bombas”: "Deus não abençoa nenhum conflito"
- Yolanda Díaz reage às críticas de Netanyahu a Espanha: “Toda a hostilidade contra criminosos de guerra e maníacos genocidas, sim”
- Caças polacos intercetam avião russo de reconhecimento sobre o Báltico. É a segunda vez esta semana
- Ataques a Beirute passam a exigir aprovação pessoal de Netanyahu após telefonema de Trump
- Trump diz que Teerão “não tem cartas” além de “extorsão" temporária
- Casa Branca desaconselha aos funcionários apostas em mercados de previsão em plena guerra no Irão
- Trump avisa que prepara forças militares caso negociações com o Irão falhem: “Estamos a carregar os navios”
- Exército iraniano diz estar “com o dedo no gatilho” antes de negociações com Washington e Telavive
- Pedro Sánchez: "Não permitamos uma nova Gaza no Líbano"
- Irão exige cessar-fogo no Líbano e desbloqueio de ativos para negociar com Washington
- EUA devem prolongar exceção às sanções sobre petróleo russo, avança a Reuters
- Negociadores dos EUA vão pedir ao Irão para libertar cidadãos norte-americanos detidos
- Netanyahu acusa Espanha de "hostilidade" após exclusão do centro de coordenação de Gaza
- Israel ataca escola no Líbano alegando que local era usado pelo Hezbollah
- Hezbollah diz ter atacado base naval de Israel
- JD Vance diz estar "entusiasmado com a negociação" para um acordo de paz com o Irão
- Hezbollah continua ataques no norte de Israel
- Israel ataca ambulâncias e carros dos bombeiros no Líbano
- Israel diz que destruiu mais de 200 lançadores de rockets do Hezbollah
- Ucrânia agradece adesão de Portugal ao acordo que irá lançar o Tribunal Especial para o Crime de Agressão contra o país
- Israel vai continuar a "expandir operações" contra o Hezbollah no Líbano
- Num mês, ataques no Líbano mataram ou feriram 600 crianças
- Hezbollah ataca soldados israelitas no sul do Líbano e atinge cidade no norte de Israel
- Crise nos hospitais de Beirute agrava-se após 100 ataques em 10 minutos
- JD Vance chega hoje ao Paquistão para as negociações de paz
- Espanha responde a Rutte: "A NATO não terá qualquer participação nesta guerra"
- Reino Unido responde a Trump: "Temos uma Marinha Real forte"
- Paquistão terá chamado Israel de "maldição para a humanidade" — mas apagou a publicação pouco depois
- Pelo menos um morto em ataque aéreo no sul do Líbano
- Zelensky diz que equipas ucranianas no Médio Oriente abateram drones do Irão
- Zelensky pede que voltem a impor sanções à Rússia após cessar-fogo com o Irão
- Paquistão prepara-se para receber negociações históricas entre Irão e os EUA
- Irão: Mais de 70 países condenam ataques contra capacetes azuis e população civil no Líbano
- Ataques israelitas contra o Líbano continuaram durante a noite
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora:
- As negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irão estão programadas para ocorrer em Islamabad, Paquistão. Apesar da violência entre Israel e o Hezbollah no Líbano, as autoridades paquistanesas estão determinadas a prosseguir com as negociações de paz. Espera-se que as primeiras rondas de discussões comecem no sábado, com a participação de representantes de ambos os países.
- O conflito no Líbano intensificou-se com vários ataques israelitas. A UNICEF comunicou que desde o início de março, cerca de 600 crianças foram mortas ou feridas devido aos ataques.
- O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfatizou que a prioridade nas negociações com o Irão é garantir que o país não desenvolva armas nucleares. A administração Trump está preparada para retomar os ataques caso as negociações falhem.
- O Irão propôs que as taxas de trânsito pelo Estreito de Ormuz fossem pagas em moeda iraniana. Esta medida pretende fortalecer a posição do Irão no cenário internacional através do uso do rial para transações importantes.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
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Este liveblog vai ficar por aqui. Pode continuar a acompanhar os acontecimentos internacionais no novo liveblog que abrimos este sábado, dia de negociações entre Estados Unidos e Irão.
Obrigada por ter estado connosco.
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Irão não consegue aumentar tráfego no Estreito de Ormuz por não localizar minas, dizem autoridades ao New York Times
O Irão tem tido dificuldades em aumentar o tráfego de navios no Estreito de Ormuz porque não consegue localizar todas as minas que terá colocado na via marítima e não dispõe de meios para as remover.
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Principal negociador iraniano diz que há “boa vontade", mas não confiança antes de conversações com os EUA
O principal negociador iraniano afirmou que Teerão encara o processo com esperança, mas sem confiança na parte norte-americana, à chegada ao aeroporto de Islamabad para as negociações com Washington.
“Temos boa vontade, mas não confiamos”, disse Mohammad Bagher Ghalibaf à imprensa estatal iraniana, segundo a imprensa internacional.
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EUA alertam que Irão mantém milhares de mísseis e pode recuperar capacidade militar, diz Wall Street Journal
Avaliações dos serviços de informações dos Estados Unidos indicam que o Irão ainda detém milhares de mísseis balísticos e pode voltar usá-los através da recuperação de lançadores armazenados em complexos subterrâneos, avança o The Wall Street Journal, citando responsáveis norte-americanos.
As mesmas fontes alertam que Teerão poderá estar a aproveitar a pausa nos combates para reorganizar e recuperar parte da sua capacidade de ataque com mísseis.
Apesar de os serviços secretos norte-americanos estimar que mais de metade dos lançadores iranianos tenham sido destruídos, danificados ou permaneçam inacessíveis em túneis subterrâneos, vários dos sistemas ainda existentes poderão ser reparados ou retirados dessas estruturas, permitindo a recuperação do arsenal.
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ONU apela a EUA e Irão para aproveitarem “oportunidade diplomática” nas negociações no Paquistão
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou aos Estados Unidos e ao Irão para aproveitarem a “oportunidade diplomática” aberta pelas negociações em curso no Paquistão, de acordo com a imprensa internacional.
O porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, referiu que Guterres considera que estas negociações podem representar um momento importante para a “desescalada” e para evitar um eventual regresso das hostilidades entre as partes.
O enviado pessoal do secretário-geral, Jean Arnault, que se encontra atualmente em Teerão, irá permanecer na região para apoiar os esforços diplomáticos em curso, acrescentou o porta-voz.
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Falta de financiamento trava plano de reconstrução de Gaza de Trump, dizem fontes à Reuters. Conselho nega
O plano de reconstrução de Gaza lançado pelo Presidente dos Estados Unidos está a enfrentar fortes dificuldades devido à falta de financiamento, avançaram fontes citadas pela Reuters.
Segundo essas fontes, o Conselho de Paz responsável pela iniciativa terá recebido menos de mil milhões de dólares (cerca de 850 milhões de euros), muito abaixo dos 17 mil milhões de dólares (14,5 mil milhões de euros) prometidos. Dos dez países que assumiram compromissos, apenas três — Emirados Árabes Unidos, Marrocos e os Estados Unidos — terão efetivamente contribuído.
Uma das fontes, com conhecimento direto do processo, indicou que a guerra com o Irão acabou por agravar ainda mais o cenário, dificultando a mobilização de novos fundos e interrompendo dinâmicas anteriores de apoio.
De acordo com um responsável palestiniano, o conselho terá informado grupos como o Hamas de que não existem atualmente condições financeiras para avançar com operações no terreno. “Não há verbas disponíveis no momento”, terá sido comunicado, segundo o responsável, citando o enviado do conselho, Nickolay Mladenov.
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Sirenes soam no norte de Israel após ataques do Hezbollah. Grupo confirma ataques a posições israelitas no sul do Líbano
No norte de Israel, sirenes de alerta foram acionadas em Kiryat Shmona e nas áreas circundantes, na sequência de uma série de ataques com rockets lançados a partir do Líbano, atribuídos ao Hezbollah, segundo a imprensa israelita.
Os disparos provenientes do território libanês têm provocado sucessivas ativações de alertas nas últimas horas na região da Galileia Panhandle, mantendo a população local em estado de alerta permanente.
Até ao momento, os serviços de emergência israelitas não reportaram quaisquer feridos na sequência dos ataques.
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Apesar das negociações acordadas e dos pedidos do Governo libanês e da administração Trump, Israel recusa cessar-fogo com o Hezbollah
Numa primeira conversa telefónica com o seu homólogo libanês, o embaixador israelita nos Estados Unidos, Yechiel Leiter, afirmou que Israel não pretende cessar os ataques contra o Hezbollah, de acordo com o comunicado citado pelo The Times of Israel.
Apesar do acordo alcançado para o início de negociações formais na próxima terça-feira — e dos pedidos do Governo do Líbano e da administração Trump, noticiados pelo Axios — Telavive terá recusado discutir um cessar-fogo com o grupo armado, que acusa de continuar a atacar território israelita e de ser o principal obstáculo à paz entre os dois países, segundo Leiter.
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Líbano e administração Trump pedem a Israel “pausa” nos ataques antes de negociações com o Hezbollah
O Governo do Líbano e a administração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terão pedido a Israel uma “pausa” nas suas operações militares contra o Hezbollah antes do início de negociações diretas entre Israel e o Líbano na próxima semana, avança o jornal Axios.
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Viktor Órban "tem sido um agente do Kremlin"
Em véspera de eleições na Hungria, Bernardo Valente sublinha que primeiro-ministro húngaro “tem conseguido atuar no esforço de guerra da Rússia” e duvida que Putin aceite os resultados “de bom grado”.
Ouça aqui o episódio na íntegra.
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Negociações de sábado: EUA e Irão vão definir agenda com contactos indiretos via Paquistão antes de reuniões presenciais diretas
As negociações de alto nível entre Washinton e Teerão, previstas para sábado em Islamabad, deverão combinar contactos diretos e indiretos entre as duas delegações, segundo um responsável norte-americano e uma fonte regional citados pela CNN.
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Trump garante que EUA vão abrir o Estreito de Ormuz “com ou sem” os iranianos e diz que 99% do acordo é “nenhuma arma nuclear”
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Teerão está “militarmente derrotado” e garantiu que a navegação no Estreito de Ormuz será reaberta “com ou sem” a participação iraniana, em declarações aos jornalistas na base militar de Andrews, no estado de Maryland.
Questionado sobre o que consideraria um bom acordo, Trump respondeu: “Nenhuma arma nuclear. Acho que já houve mudança de regime, mas nunca tivemos isso como critério. Nenhuma arma nuclear, isso é 99%.”
Sobre o Estreito de Ormuz, acrescentou: “Vai abrir automaticamente. Caso contrário, não ganham dinheiro. Vamos abrir o estreito de qualquer forma. Não se esqueçam: nós não usamos o estreito. São outros países que o utilizam”.
Apesar de não ver necessidade de alternativas caso as negociações falhem — “Não precisamos de um plano B”, referiu —, Trump desejou “sorte” ao vice-presidente JD Vance e à equipa envolvida nas negociações, acrescentando: “Vamos ver como corre”.
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Pelo mar, terra e ar: EUA reforçam presença militar no Médio Oriente em vésperas das negociações com o Irão
Apesar dos preparativos para novas negociações — e da chegada de uma delegação iraniana ao Paquistão — os Estados Unidos continuam a reforçar o dispositivo militar no Médio Oriente, avança o The Wall Street Journal.
Segundo dados de rastreio de voos e um responsável norte-americano citado pelo jornal, foram recentemente enviados caças e aeronaves de ataque para a região. A mesma fonte indicou ainda que entre 1.500 e 2.000 militares da 82.ª Divisão Aerotransportada (uma unidade de elite do Exército) poderão ser destacados nos próximos dias.
O reforço inclui também forças navais. O porta-aviões USS George H.W. Bush e os navios que o acompanham partiram da Virgínia no final de março e encontram-se atualmente no Atlântico, a caminho do Médio Oriente, segundo um responsável da Marinha. Já o USS Boxer e o respetivo grupo naval, que transporta a 11.ª Unidade Expedicionária dos Fuzileiros, saíram da Califórnia em meados de março e seguem no Pacífico, devendo demorar mais de uma semana a chegar à região.
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Trump promete apoio económico dos EUA à Hungria e elogia prosperidade sob “liderança contínua” de Orbán
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que está disponível para mobilizar “todo o poder económico” do país para apoiar a economia da Hungria, “caso o primeiro-ministro Viktor Orbán e o povo húngaro alguma vez precisem”.
“Estamos entusiasmados por investir na prosperidade futura que será gerada pela liderança contínua de Orbán!”, acrescentou Trump na Truth Social.
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Líbano e Israel reúnem-se terça-feira no Departamento de Estado em Washington para discutir cessar-fogo
O Líbano e Israel vão realizar na terça-feira a sua primeira reunião no Departamento de Estado norte-americano, em Washington, com o objetivo de discutir um possível anúncio de cessar-fogo e definir uma data para o início de negociações formais.
Os dois países já estabeleceram um primeiro contacto hoje, através de um telefonema entre os respetivos embaixadores em Washington, de acordo com a presidência libanesa citada pela imprensa internacional.
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Delegação iraniana chega a Islamabad para negociações com os EUA
Uma delegação iraniana, liderada pelo presidente do Parlamento, Mohammad Ghalibaf, chegou à capital do Paquistão para participar em negociações com responsáveis norte-americanos, avançam os meios de comunicação iranianos, citados pela imprensa internacional.
Arrival of the delegation of the Islamic Republic of Iran for Islamabad Talks pic.twitter.com/aJYU9cx5t2
— Ministry of Foreign Affairs – Pakistan (@ForeignOfficePk) April 10, 2026
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Médio Oriente. Sobe para 357 número de mortos em ataques israelitas no Líbano
Os ataques israelitas de quarta-feira no Líbano mataram pelo menos 357 pessoas, anunciou hoje o Ministério da Saúde libanês, enquanto Israel afirmou ter morto mais de 180 membros do movimento Hezbollah nesses ataques.
O novo balanço aponta para “357 mártires e 1.223 feridos”, indicou o Ministério libanês num comunicado, precisando que “este balanço não é definitivo”, uma vez que as operações de busca nos escombros e de identificação das vítimas continuam.
Um balanço anterior das autoridades libanesas dava conta de pelo menos 303 mortos.
Por seu lado, o exército israelita afirmou, momentos após o comunicado do Ministério libanês, ter matado na quarta-feira mais de 180 combatentes do grupo xiita Hezbollah, apoiado pelo Irão, durante os ataques no Líbano.
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Primeiro-ministro do Paquistão diz que negociações EUA–Irão estão num “momento de tudo ou nada”
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, descreveu o atual momento diplomático como uma fase de “tudo ou nada”, apelando ao êxito das negociações em curso.
“Este é o momento de tudo ou nada”, afirmou Sharif no discurso ao país divulgado pela imprensa internacional. “Peço a todos que rezem para que estas negociações sejam bem-sucedidas, para que inúmeras vidas sejam salvas e para que o mundo conheça a paz”, acrescentou.
O líder paquistanês destacou ainda o papel do chefe do Exército, Field Marshal Asim Munir — aliado próximo de Donald Trump — e do ministro dos Negócios Estrangeiros, Ishaq Dar, no esforço para “apagar as chamas da guerra”.
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O que aconteceu até agora:
- O conflito entre Israel e o Hezbollah intensificou-se com ataques contínuos de ambos os lados. Israel anunciou planos para “expandir as suas operações” no Líbano. Em resposta, o Hezbollah confirmou ataques a cidades no norte de Israel.
- Trump declarou que o Irão “não parece perceber que não tem cartas”, acusando o país de recorrer a uma “extorsão de curto prazo ao mundo ao usar as vias marítimas internacionais”.
- Há esforços diplomáticos em curso, com delegações dos EUA e Irão a prepararem-se para negociações de paz em Islamabad.
- A associação de aeroportos ACI Europe, manifestou preocupações sobre uma eventual crise sistémica de combustível caso o trânsito pelo Estreito de Ormuz não seja restabelecido. Este desfecho pode provocar perturbações no transporte aéreo e impactar significativamente as economias europeias, especialmente durante a época alta de verão.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.