Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora:

    • As negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irão estão programadas para ocorrer em Islamabad, Paquistão. Apesar da violência entre Israel e o Hezbollah no Líbano, as autoridades paquistanesas estão determinadas a prosseguir com as negociações de paz. Espera-se que as primeiras rondas de discussões comecem no sábado, com a participação de representantes de ambos os países.
    • O conflito no Líbano intensificou-se com vários ataques israelitas. A UNICEF comunicou que desde o início de março, cerca de 600 crianças foram mortas ou feridas devido aos ataques.
    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfatizou que a prioridade nas negociações com o Irão é garantir que o país não desenvolva armas nucleares. A administração Trump está preparada para retomar os ataques caso as negociações falhem.
    • O Irão propôs que as taxas de trânsito pelo Estreito de Ormuz fossem pagas em moeda iraniana. Esta medida pretende fortalecer a posição do Irão no cenário internacional através do uso do rial para transações importantes.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Este liveblog vai ficar por aqui. Pode continuar a acompanhar os acontecimentos internacionais no novo liveblog que abrimos este sábado, dia de negociações entre Estados Unidos e Irão.

    Estados Unidos e Irão falham acordo após 21 horas de negociações. JD Vance diz que EUA vão abandonar o Paquistão

    Obrigada por ter estado connosco.

  • Irão não consegue aumentar tráfego no Estreito de Ormuz por não localizar minas, dizem autoridades ao New York Times

    O Irão tem tido dificuldades em aumentar o tráfego de navios no Estreito de Ormuz porque não consegue localizar todas as minas que terá colocado na via marítima e não dispõe de meios para as remover.

    Segundo responsáveis norte-americanos citados pelo The New York Times, esta limitação ajuda a explicar a dificuldade de Teerão em responder rapidamente às exigências da administração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem apelado à abertura da passagem a mais tráfego marítimo.

  • Principal negociador iraniano diz que há “boa vontade", mas não confiança antes de conversações com os EUA

    O principal negociador iraniano afirmou que Teerão encara o processo com esperança, mas sem confiança na parte norte-americana, à chegada ao aeroporto de Islamabad para as negociações com Washington.

    “Temos boa vontade, mas não confiamos”, disse Mohammad Bagher Ghalibaf à imprensa estatal iraniana, segundo a imprensa internacional.

    Apesar de ter afirmado que a experiência do Irão em negociações com os Estados Unidos “tem sempre terminado em fracasso e no incumprimento de compromissos”, Mohammad Ghalibaf acrescentou que, se Washington estiver “pronto para um acordo genuíno”, Teerão também poderá corresponder.

  • EUA alertam que Irão mantém milhares de mísseis e pode recuperar capacidade militar, diz Wall Street Journal

    Avaliações dos serviços de informações dos Estados Unidos indicam que o Irão ainda detém milhares de mísseis balísticos e pode voltar usá-los através da recuperação de lançadores armazenados em complexos subterrâneos, avança o The Wall Street Journal, citando responsáveis norte-americanos.

    As mesmas fontes alertam que Teerão poderá estar a aproveitar a pausa nos combates para reorganizar e recuperar parte da sua capacidade de ataque com mísseis.

    Apesar de os serviços secretos norte-americanos estimar que mais de metade dos lançadores iranianos tenham sido destruídos, danificados ou permaneçam inacessíveis em túneis subterrâneos, vários dos sistemas ainda existentes poderão ser reparados ou retirados dessas estruturas, permitindo a recuperação do arsenal.

    Os responsáveis citados acrescentam ainda que o Irão mantém um reduzido inventário de mísseis de cruzeiro, que poderiam ser usados contra navios no Golfo Pérsico ou forças norte-americanas caso as negociações falhem ou a situação volte a escalar.

  • ONU apela a EUA e Irão para aproveitarem “oportunidade diplomática” nas negociações no Paquistão

    O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou aos Estados Unidos e ao Irão para aproveitarem a “oportunidade diplomática” aberta pelas negociações em curso no Paquistão, de acordo com a imprensa internacional.

    O porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, referiu que Guterres considera que estas negociações podem representar um momento importante para a “desescalada” e para evitar um eventual regresso das hostilidades entre as partes.

    O enviado pessoal do secretário-geral, Jean Arnault, que se encontra atualmente em Teerão, irá permanecer na região para apoiar os esforços diplomáticos em curso, acrescentou o porta-voz.

  • Falta de financiamento trava plano de reconstrução de Gaza de Trump, dizem fontes à Reuters. Conselho nega

    O plano de reconstrução de Gaza lançado pelo Presidente dos Estados Unidos está a enfrentar fortes dificuldades devido à falta de financiamento, avançaram fontes citadas pela Reuters.

    Segundo essas fontes, o Conselho de Paz responsável pela iniciativa terá recebido menos de mil milhões de dólares (cerca de 850 milhões de euros), muito abaixo dos 17 mil milhões de dólares (14,5 mil milhões de euros) prometidos. Dos dez países que assumiram compromissos, apenas três — Emirados Árabes Unidos, Marrocos e os Estados Unidos — terão efetivamente contribuído.

    Uma das fontes, com conhecimento direto do processo, indicou que a guerra com o Irão acabou por agravar ainda mais o cenário, dificultando a mobilização de novos fundos e interrompendo dinâmicas anteriores de apoio.

    De acordo com um responsável palestiniano, o conselho terá informado grupos como o Hamas de que não existem atualmente condições financeiras para avançar com operações no terreno. “Não há verbas disponíveis no momento”, terá sido comunicado, segundo o responsável, citando o enviado do conselho, Nickolay Mladenov.

    O Conselho de Paz reagiu às informações publicadas, afirmando no X que “não existem constrangimentos de financiamento” e que, até ao momento, todos os pedidos de fundos foram “atendidos de forma imediata e integral”. Na mesma publicação, a organização garante que se trata de uma estrutura “leve e focada na execução”, que solicita financiamento apenas quando necessário.

  • Sirenes soam no norte de Israel após ataques do Hezbollah. Grupo confirma ataques a posições israelitas no sul do Líbano

    No norte de Israel, sirenes de alerta foram acionadas em Kiryat Shmona e nas áreas circundantes, na sequência de uma série de ataques com rockets lançados a partir do Líbano, atribuídos ao Hezbollah, segundo a imprensa israelita.

    Os disparos provenientes do território libanês têm provocado sucessivas ativações de alertas nas últimas horas na região da Galileia Panhandle, mantendo a população local em estado de alerta permanente.

    Até ao momento, os serviços de emergência israelitas não reportaram quaisquer feridos na sequência dos ataques.

    O Hezbollah confirmou entretanto ter atingido posições israelitas no sul do Líbano.

  • Apesar das negociações acordadas e dos pedidos do Governo libanês e da administração Trump, Israel recusa cessar-fogo com o Hezbollah

    Numa primeira conversa telefónica com o seu homólogo libanês, o embaixador israelita nos Estados Unidos, Yechiel Leiter, afirmou que Israel não pretende cessar os ataques contra o Hezbollah, de acordo com o comunicado citado pelo The Times of Israel.

    Apesar do acordo alcançado para o início de negociações formais na próxima terça-feira — e dos pedidos do Governo do Líbano e da administração Trump, noticiados pelo Axios — Telavive terá recusado discutir um cessar-fogo com o grupo armado, que acusa de continuar a atacar território israelita e de ser o principal obstáculo à paz entre os dois países, segundo Leiter.

  • Líbano e administração Trump pedem a Israel “pausa” nos ataques antes de negociações com o Hezbollah

    O Governo do Líbano e a administração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terão pedido a Israel uma “pausa” nas suas operações militares contra o Hezbollah antes do início de negociações diretas entre Israel e o Líbano na próxima semana, avança o jornal Axios.

  • Viktor Órban "tem sido um agente do Kremlin"

    Em véspera de eleições na Hungria, Bernardo Valente sublinha que primeiro-ministro húngaro “tem conseguido atuar no esforço de guerra da Rússia” e duvida que Putin aceite os resultados “de bom grado”.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    Viktor Órban “tem sido um agente do Kremlin”

  • Negociações de sábado: EUA e Irão vão definir agenda com contactos indiretos via Paquistão antes de reuniões presenciais diretas

    As negociações de alto nível entre Washinton e Teerão, previstas para sábado em Islamabad, deverão combinar contactos diretos e indiretos entre as duas delegações, segundo um responsável norte-americano e uma fonte regional citados pela CNN.

    As duas partes deverão começar por definir a agenda das negociações através de contactos indiretos mediados pelo Paquistão, antes de avançarem mais tarde no mesmo dia para encontros presenciais entre as delegações.

  • Trump garante que EUA vão abrir o Estreito de Ormuz “com ou sem” os iranianos e diz que 99% do acordo é “nenhuma arma nuclear”

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Teerão está “militarmente derrotado” e garantiu que a navegação no Estreito de Ormuz será reaberta “com ou sem” a participação iraniana, em declarações aos jornalistas na base militar de Andrews, no estado de Maryland.

    Questionado sobre o que consideraria um bom acordo, Trump respondeu: “Nenhuma arma nuclear. Acho que já houve mudança de regime, mas nunca tivemos isso como critério. Nenhuma arma nuclear, isso é 99%.”

    Sobre o Estreito de Ormuz, acrescentou: “Vai abrir automaticamente. Caso contrário, não ganham dinheiro. Vamos abrir o estreito de qualquer forma. Não se esqueçam: nós não usamos o estreito. São outros países que o utilizam”.

    Apesar de não ver necessidade de alternativas caso as negociações falhem — “Não precisamos de um plano B”, referiu —, Trump desejou “sorte” ao vice-presidente JD Vance e à equipa envolvida nas negociações, acrescentando: “Vamos ver como corre”.

    O Presidente voltou ainda a defender que a capacidade militar iraniana foi neutralizada: “A marinha já desapareceu, a força aérea já desapareceu, todas as defesas antiaéreas já desapareceram, os líderes já desapareceram”.

  • Pelo mar, terra e ar: EUA reforçam presença militar no Médio Oriente em vésperas das negociações com o Irão

    Apesar dos preparativos para novas negociações — e da chegada de uma delegação iraniana ao Paquistão — os Estados Unidos continuam a reforçar o dispositivo militar no Médio Oriente, avança o The Wall Street Journal.

    Segundo dados de rastreio de voos e um responsável norte-americano citado pelo jornal, foram recentemente enviados caças e aeronaves de ataque para a região. A mesma fonte indicou ainda que entre 1.500 e 2.000 militares da 82.ª Divisão Aerotransportada (uma unidade de elite do Exército) poderão ser destacados nos próximos dias.

    O reforço inclui também forças navais. O porta-aviões USS George H.W. Bush e os navios que o acompanham partiram da Virgínia no final de março e encontram-se atualmente no Atlântico, a caminho do Médio Oriente, segundo um responsável da Marinha. Já o USS Boxer e o respetivo grupo naval, que transporta a 11.ª Unidade Expedicionária dos Fuzileiros, saíram da Califórnia em meados de março e seguem no Pacífico, devendo demorar mais de uma semana a chegar à região.

  • Trump promete apoio económico dos EUA à Hungria e elogia prosperidade sob “liderança contínua” de Orbán

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que está disponível para mobilizar “todo o poder económico” do país para apoiar a economia da Hungria, “caso o primeiro-ministro Viktor Orbán e o povo húngaro alguma vez precisem”.

    “Estamos entusiasmados por investir na prosperidade futura que será gerada pela liderança contínua de Orbán!”, acrescentou Trump na Truth Social.

  • Líbano e Israel reúnem-se terça-feira no Departamento de Estado em Washington para discutir cessar-fogo

    O Líbano e Israel vão realizar na terça-feira a sua primeira reunião no Departamento de Estado norte-americano, em Washington, com o objetivo de discutir um possível anúncio de cessar-fogo e definir uma data para o início de negociações formais.

    Os dois países já estabeleceram um primeiro contacto hoje, através de um telefonema entre os respetivos embaixadores em Washington, de acordo com a presidência libanesa citada pela imprensa internacional.

  • Delegação iraniana chega a Islamabad para negociações com os EUA

    Uma delegação iraniana, liderada pelo presidente do Parlamento, Mohammad Ghalibaf, chegou à capital do Paquistão para participar em negociações com responsáveis norte-americanos, avançam os meios de comunicação iranianos, citados pela imprensa internacional.

    A chegada foi confirmada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros através de um vídeo publicado no X, que mostra a delegação a ser recebida com flores e cumprimentos.

  • Médio Oriente. Sobe para 357 número de mortos em ataques israelitas no Líbano

    Os ataques israelitas de quarta-feira no Líbano mataram pelo menos 357 pessoas, anunciou hoje o Ministério da Saúde libanês, enquanto Israel afirmou ter morto mais de 180 membros do movimento Hezbollah nesses ataques.

    O novo balanço aponta para “357 mártires e 1.223 feridos”, indicou o Ministério libanês num comunicado, precisando que “este balanço não é definitivo”, uma vez que as operações de busca nos escombros e de identificação das vítimas continuam.

    Um balanço anterior das autoridades libanesas dava conta de pelo menos 303 mortos.

    Por seu lado, o exército israelita afirmou, momentos após o comunicado do Ministério libanês, ter matado na quarta-feira mais de 180 combatentes do grupo xiita Hezbollah, apoiado pelo Irão, durante os ataques no Líbano.

  • Primeiro-ministro do Paquistão diz que negociações EUA–Irão estão num “momento de tudo ou nada” 

    O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, descreveu o atual momento diplomático como uma fase de “tudo ou nada”, apelando ao êxito das negociações em curso.

    “Este é o momento de tudo ou nada”, afirmou Sharif no discurso ao país divulgado pela imprensa internacional. “Peço a todos que rezem para que estas negociações sejam bem-sucedidas, para que inúmeras vidas sejam salvas e para que o mundo conheça a paz”, acrescentou.

    O líder paquistanês destacou ainda o papel do chefe do Exército, Field Marshal Asim Munir — aliado próximo de Donald Trump — e do ministro dos Negócios Estrangeiros, Ishaq Dar, no esforço para “apagar as chamas da guerra”.

  • O que aconteceu até agora:

    • O conflito entre Israel e o Hezbollah intensificou-se com ataques contínuos de ambos os lados. Israel anunciou planos para “expandir as suas operações” no Líbano. Em resposta, o Hezbollah confirmou ataques a cidades no norte de Israel.
    • Trump declarou que o Irão “não parece perceber que não tem cartas”, acusando o país de recorrer a uma “extorsão de curto prazo ao mundo ao usar as vias marítimas internacionais”.
    • Há esforços diplomáticos em curso, com delegações dos EUA e Irão a prepararem-se para negociações de paz em Islamabad.
    • A associação de aeroportos ACI Europe, manifestou preocupações sobre uma eventual crise sistémica de combustível caso o trânsito pelo Estreito de Ormuz não seja restabelecido. Este desfecho pode provocar perturbações no transporte aéreo e impactar significativamente as economias europeias, especialmente durante a época alta de verão.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

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