Momentos-chave
- Primeira ronda negocial entre Israel e Hamas terminou em impasse. Negociações retomadas esta segunda-feira
- IDF confirmam ataques contra alvos dos houthis no Iémen
- Porta-voz das IDF para o mundo árabe pede que população se retire de portos no Iémen. "IDF vão lançar ataques em breve"
- IDF atingiram bases militares do Hezbollah no sul do Líbano
- Declaração final do encontro dos BRICS defende solução de dois Estados no Médio Oriente
- Netanyahu admite que encontro com Trump possa “contribuir” para acordo com Gaza
- Netanyahu a caminho de Washington para se encontrar com Trump
- Documento-base para trégua inclui cessar-fogo de 60 dias, ajuda humanitária e reféns
- Movimentos palestinianos ameaçam atuar contra milícia inimiga em Gaza
- IDF dizem ter desmantelado "postos militares do antigo regime sírio"
- 80 pessoas foram mortas na Faixa de Gaza nas últimas 24 horas, informa ministério
- Líder de mílicia em Gaza confirma ter recebido ajuda das IDF e promete continuar luta contra Hamas mesmo com cessar-fogo
- Israel envia equipa de negociação ao Qatar apesar de condições “inaceitáveis”
Histórico de atualizações
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Primeira ronda negocial entre Israel e Hamas terminou em impasse. Negociações retomadas esta segunda-feira
A última ronda de negociações indiretas entre Israel e o Hamas acabaram este domingo em impasse, noticia a BBC citando um responsável palestiniano com conhecimento do processo.
As negociações decorreram durante perto de três horas e meia em dois edifícios separados na cidade de Doha, no Qatar. As duas delegações não estiveram juntas no mesmo edifício — os dois lados contactaram apenas através de mediadores do Qatar e do Egipto.
As negociações deverão continuar esta segunda-feira, mas do lado palestiniano há reservas quanto ao real poder da delegação israelita para aceitar alterações à proposta inicial.
Neste momento, apesar de respostas positivas de ambos os lados à proposta norte-americana, restam ainda diferendos: o Hamas quer que o resultado final das negociações seja o fim definitivo da presença militar de Israel em Gaza e o fim total e definitivo das hostilidades, ao passo que Israel não admite a continuação do Hamas no controlo de Gaza.
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Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador já abriu um novo para continuar a acompanhar, ao longo desta segunda-feira, os desenvolvimentos da guerra no Médio Oriente. Pode segui-lo aqui.
Netanyahu anuncia que nomeou Trump para o Prémio Nobel da Paz: “É bem merecido”
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Primeira ronda de negociações indiretas no Qatar termina de forma inconclusiva
A primeira ronda de negociações indiretas sobre um cessar-fogo entre Israel e o Hamas terminou de forma inconclusiva, avançaram fontes palestinianas à Reuters. A informação está a ser citada pela imprensa israelita.
Estas fontes alegam que a delegação israelita não tem “mandato suficiente” para chegar a um acordo com o Hamas.
O primeiro-ministro israelita está em Washington, para um encontro amanhã com Donald Trump na Casa Branca.
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Trump diz que há "uma boa hipótese" de acordo para cessar-fogo em Gaza esta semana
Donald Trump afirma que há “uma boa hipótese” de ser atingido um acordo de cessar-fogo em Gaza esta semana, que também poderá incluir a libertação de “uma boa quantidade de reféns”.
“Acho que há uma boa hipótese de termos um acordo com o Hamas durante a semana, durante esta semana que vem”, disse à imprensa na partida para Washington. As declarações são citadas pelo jornal Times of Israel.
Trump vai receber amanhã o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca.
Ontem, através de uma nota, Benjamin Netanyahu declarou que as exigências mais recentes do Hamas eram “inaceitáveis” para Israel. Ainda assim, enviou uma delegação para o Qatar, onde estão a decorrer negociações sobre Gaza.
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IDF confirmam ataques contra alvos dos houthis no Iémen
As Forças de Defesa de Israel confirmam que fizeram ataques aéreos contra várias localizações controladas pelos houthis no Iémen.
Numa publicação no X, as IDF indicam que atingiram os portos de Al Hudaydah, Ras Isa, Salif e a central elétrica de Ras Kanatib.
Estes ataques atingiram locais “usados para transferir armamento iraniano e atacar civis israelitas com drones e míssies”. As IDF referem ainda que tiveram como alvo “o navio Galaxy Leader, apreendido pelos houthis em 2023 e equipado com um sistema de radar para identificar embarcações internacionais para operações terroristas”.
As IDF dizem que “vão continuar a agir contra ameaças aos civis israelitas — sempre que seja necessário”.
⭕️ IAF jets, guided by intelligence, struck Houthi terror targets at the ports of Al Hudaydah, Ras Isa, Salif, and the Ras Kanatib Power Plant.
The strikes targeted sites used to transfer Iranian weapons and attack Israeli civilians with UAVs & missiles.
Among the targets: the… pic.twitter.com/xd33PwV1LC
— Israel Defense Forces (@IDF) July 6, 2025
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Residentes ouviram explosões em porto de Hodeidah, no Iémen
A agência Reuters avança, a partir de relatos de residentes, que foram ouvidas explosões no porto de Hodeidah, no Iémen.
Estes relatos surgem minutos depois do aviso feito pelas IDF para a população se retirar de vários portos e de uma central elétrica no Iémen.
O jornal Times of Israel contextualiza que os três portos mencionados no “aviso urgente” feito pelas IDF são controlados pelos houthis.
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Porta-voz das IDF para o mundo árabe pede que população se retire de portos no Iémen. "IDF vão lançar ataques em breve"
As IDF emitiram um “aviso urgente” à população do Iémen que está perto dos portos de Hodeidah, Ras Issa e Salif e também a quem está “na central elétrica de Hodeidah-Ras Al-Khatib, que está sob o controlo do regime terrorista Houthi”. O aviso foi feito por Avichay Adraee, porta-voz das IDF para o mundo árabe, na rede social X.
“As IDF lançarão em breve ataques nessas áreas devido às atividades militares que são lá realizadas”, explica. “Para sua segurança, pedimos a todos os que estão nas áreas designadas, bem como aos navios ancorados nas proximidades, que se retirem imediatamente.”
#عاجل ‼️إنذار عاجل إلى المتواجدين في موانئ الحديدة ورأس عيسى والصليف والى المتواجدين داخل محطة كهرباء الحديدة – راس الخطيب والتي تقع تحت سيطرة نظام الحوثي الارهابي
⭕️سيشن جيش الدفاع في الوقت القريب غارات في هذه المناطق نظرًا للأنشطة العسكرية التي تنفذ فيها
⭕️من اجل سلامتكم نحث… pic.twitter.com/0D8f9s3rPc— افيخاي ادرعي (@AvichayAdraee) July 6, 2025
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IDF atingiram bases militares do Hezbollah no sul do Líbano
As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram que atingiram várias bases militares do Hezbollah no sul do Líbano.
“A presença de armamento e atividades do Hezbollah na área constituem violações flagrantes do que foi acordado entre Israel e o Líbano”, cita o jornal israelita Haaretz.
Durante a manhã de hoje, a agência noticiosa libanesa avançou que vários drones israelitas pairaram sobre locais como Nabatieh, Iqlim al-Tuffah, Jabal al-Rafei, Arabsalim, Habboush, Arnoun e Yuhmor al-Shaqif.
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Líderes dos BRICS condenam “ataques militares” contra o Irão
Os chefes de Estado e de Governo do grupo BRICS condenaram hoje “os ataques militares” contra o Irão e mostraram preocupação com a “escalada da situação de segurança no Médio Oriente”.
“Condenamos os ataques militares contra a República Islâmica do Irão desde 13 de junho de 2025, que constituem uma violação do direito internacional e da Carta das Nações Unidas, e expressamos profunda preocupação com a subsequente escalada da situação de segurança no Médio Oriente”, lê-se na declaração de líderes do grupo formado por 11 países do chamado sul global e que incluiu países como o Brasil, China, Rússia, Índia e, desde 2024, o próprio Irão.
Na declaração, na qual o nome dos Estados Unidos e de Israel não foi mencionado, os países do grupo expressaram “séria preocupação com os ataques deliberados contra infraestruturas civis e instalações nucleares pacíficas sob totais salvaguardas da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), em violação ao direito internacional e a resoluções pertinentes da AIEA”.
Para os membros dos BRICS, “as salvaguardas e a segurança nucleares devem ser sempre respeitadas, inclusive em conflitos armados, para proteger as pessoas e o meio ambiente contra danos”.
A declaração surge na sequência da guerra de 12 dias lançada em meados de junho por Israel contra o Irão, na qual os Estados Unidos participaram bombardeando três instalações nucleares iranianas.
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araqchi, que chefia a delegação do seu país, membro dos BRICS desde 2024, e encontra-se no Rio de Janeiro para participar da reunião dos BRICS.
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Exército de Israel vai emitir 54 mil avisos para convocar estudantes ultra-ortodoxos
O exército de Israel revela que vai emitir 54 mil avisos para convocar estudantes judeus ultra-ortodoxos, escreve a Reuters. Este anúncio é feito depois de uma decisão do Supremo Tribunal ordenar o recrutamento destes jovens, que durante décadas não eram obrigados a cumprir serviço militar obrigatório.
Esta exceção foi estabelecida quando a comunidade de judeus ultra-ortodoxos representava uma fatia menor da população. Hoje em dia, vale 13% da população de Israel, contextualiza a agência.
O serviço militar é obrigatório para a maioria dos judeus israelitas a partir dos 18 anos. Habitualmente, cumprem serviço durante 24 a 32 meses.
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Tripulação de navio atacado no Mar Vermelho teve de abandonar o navio
A Associated Press avança que a tripulação do navio que foi atacado este domingo no Mar Vermelho teve de abandonar a embarcação. Os tiros e granadas incendiaram o barco.
Este é o primeiro incidente sério neste corredor vital para o comércio após uma campanha de vários meses dos houthis do Iémen.
O navio atacado tinha bandeira da Libéria. As autoridades ainda estão a investigar o incidente, até porque o ataque não foi até agora reivindicado.
Navio atacado no Mar Vermelho ao largo do Iémen com tiros e granadas
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Declaração final do encontro dos BRICS defende solução de dois Estados no Médio Oriente
A declaração final do encontro dos BRICS, a “Declaração do Rio de Janeiro”, foi divulgada esta tarde.
No extenso texto, há vários pontos ligados à situação em Gaza, que Lula da Silva, o Presidente brasileiro, classificou como “genocídio”. “Não podemos ficar indiferentes ao genocídio que está a ser cometido por Israel contra o povo da Palestina”, declarou Lula da Silva no discurso inicial da cimeira.
Já na carta, é expressa uma “profunda preocupação com a situação no território palestiniano ocupado” perante os “ataques contínuos de Israel contra Gaza e a obstrução à entrada de ajuda humanitária no território”.
“Reafirmamos que uma solução justa e duradoura para o conflito entre Israel e Palestina só pode ser alcançada por meios pacíficos e depende do cumprimento dos direitos legítimos do povo palestino (…)”, é possível ler. Os BRICS reafirmam o “apoio à adesão plena do Estado da Palestina às Nações Unidas no contexto do compromisso inabalável com a Solução de Dois Estados”.
É salientada também “a necessidade de representação adequada da Palestina em todas as organizações internacionais relevantes, incluindo instituições financeiras multilaterais, e acesso aos seus recursos”.
A declaração também destaca que ” a Faixa de Gaza é parte inseparável do Território Palestiano Ocupado”. “Salientamos, a este respeito, a importância de unificar a Cisjordânia e a Faixa de Gaza sob a Autoridade Palestina e reafirmamos o direito do povo palestino à autodeterminação, incluindo o direito a um Estado independente da Palestina.”
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Netanyahu admite que encontro com Trump possa “contribuir” para acordo com Gaza
O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu disse hoje que o seu encontro com o Presidente norte-americano Donald Trump poderá contribuir para a conclusão de um acordo de cessar-fogo e libertação de reféns em Gaza.
“Estamos a agir para chegar a esse acordo, nas condições que aceitámos. Enviei uma equipa de negociação com instruções claras. Penso que o encontro com o presidente Trump pode certamente contribuir para avançar neste resultado que todos esperamos”, afirmou Netanyahu aos jornalistas na pista do aeroporto Ben-Gurion, antes de partir para Washington, citado pela agência de notícias Agence France-Presse (AFP).
Netanyahu insistiu que o seu país está comprometido com os três objetivos que estabeleceu para a sua ofensiva: recuperar os 50 reféns que ainda estão na Faixa (destes apenas 20 estão vivos), eliminar as capacidades do Hamas e garantir que Gaza não representa uma ameaça.
Já a agência espanhola EFE destaca precisamente o facto de Benjamin Netanyahu ter insistido que Israel mantém o objetivo de eliminar as capacidades governamentais e militares do Hamas em Gaza, apesar das negociações de cessar-fogo.
“Estamos determinados a garantir que Gaza não represente mais uma ameaça. Uma ameaça para Israel. Isso significa que não permitiremos uma situação em que haja mais sequestros, mais assassinatos, mais decapitações, mais invasões. Isso significa uma coisa: eliminar a capacidade militar e governamental do Hamas”, disse antes de entrar no avião, em declarações divulgadas pelo seu gabinete e agora citada pela EFE.
Apesar de assegurar que está a trabalhar para alcançar um acordo de trégua no enclave, o líder afirmou que “o Hamas já não estará lá”.
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Delegação palestiniana da Jihad Islâmica chega ao Qatar para conversações sobre cessar-fogo
A delegação palestiniana da Jihad Islâmica já chegou a Doha, no Qatar, para discussões sobre o cessar-fogo em Gaza e a libertação de reféns.
Segundo o jornal Times of Israel, a delegação é liderada pelo líder da Jihad Islâmica Ziyad al-Nakhalah.
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Netanyahu a caminho de Washington para se encontrar com Trump
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, já está a caminho de Washington, capital dos Estados Unidos, onde se vai encontrar com o Presidente dos EUA, Donald Trump.
O encontro com o líder norte-americano está marcado para esta segunda-feira, às 18h30 na hora local (23h30 em Portugal Continental). Segundo o Haaretz, o encontro não será na Sala Oval, mas sim um jantar entre ambos os líderes.
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Documento-base para trégua inclui cessar-fogo de 60 dias, ajuda humanitária e reféns
Um cessar-fogo temporário de 60 dias, a libertação de reféns detidos pelo Hamas e a abertura de passagens terrestres para a entrada de ajuda humanitária são alguns dos pontos-chave do documento-base de negociação para alcançar uma trégua na Faixa de Gaza.
O documento, a que a agência espanhola Efe teve acesso, servirá de base para as negociações entre Israel e o movimento islamita Hamas, que terão lugar hoje em Doha, Qatar, onde se estão as delegações de ambas as partes para uma nova ronda de conversações indiretas.
O texto refere que durante os 60 dias de cessar-fogo, os Estados Unidos garantirão o compromisso de Israel com a trégua, bem como a suspensão diária dos voos militares durante 10 a 12 horas.
Durante este período, deverão ser libertados 10 reféns vivos e 18 israelitas: oito vivos no primeiro dia, cinco mortos no sétimo dia; cinco mortos no 30.º dia, um refém vivo no 50,º dia e oito mortos no 60.º dia, o último da trégua.
Em troca, Israel libertará um número ainda indeterminado de prisioneiros palestinianos detidos em prisões israelitas, mas o documento exige também que o Hamas forneça uma “prova de vida” dos reféns restantes antes do décimo dia.
Por outro lado, o texto prevê a autorização israelita para a entrada de ajuda humanitária “urgente”, bem como de materiais de construção destinados a reparar infraestruturas vitais como abastecimento de água, eletricidade ou centros de saúde.
A ajuda será distribuída pelas Nações Unidas e pelo Crescente Vermelho da Palestina.
Está igualmente prevista a retirada gradual das tropas israelitas do norte e sul da Faixa de Gaza para “locais específicos” ainda por determinar, bem como o cronograma para essa retirada e para a libertação dos prisioneiros palestinianos.
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Movimentos palestinianos ameaçam atuar contra milícia inimiga em Gaza
Vários movimentos armados palestinianos, incluindo o Hamas e a Jihad Islâmica, ameaçaram este domingo lutar contra os membros de uma nova milícia palestiniana liderada por Abu Shabab que atua em zonas da Faixa de Gaza sob controlo israelita.
O aviso surge depois de Abu Shabab ter admitido pela primeira vez, numa entrevista à estação de rádio israelita Makan, cooperar “a algum nível com Israel”.
“Não teremos misericórdia com nenhum deles, nem com ninguém que siga o seu caminho de apoio à ocupação. Serão tratados como merecem os traidores e colaboradores”, reagiram, num comunicado conjunto, vários movimentos armados palestinianos da Faixa de Gaza.
Para estas organizações, Abu Shabab é “um traidor a soldo” que, com o seu grupo, abandonou a nação.
“Foram completamente despojados da sua identidade palestiniana. Com o tempo, agarrar-se-ão às costas e aos tanques do inimigo como parasitas, quando o arrependimento já não lhes servir”, acrescentam na nota.
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IDF dizem ter desmantelado "postos militares do antigo regime sírio"
As forças armadas israelitas (IDF) dizem ter desmantelado “vários postos militares do antigo regime sírio” no sul da Síria, onde Israel mantem uma zona tampão.
Segundo o comunicado divulgado no site, os militares desmantelaram junto à zona do Monte Hérmon, parcialmente ocupado por Israel.
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Navio atacado no Mar Vermelho ao largo do Iémen com tiros e granadas
O ataque não foi reivindicado de imediato. Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido afirmou que uma equipa de segurança armada no navio respondeu ao fogo e que situação estava em curso.
Navio atacado no Mar Vermelho ao largo do Iémen com tiros e granadas
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80 pessoas foram mortas na Faixa de Gaza nas últimas 24 horas, informa ministério
80 pessoas foram mortas nas últimas 24 horas na Faixa de Gaza, segundo o ministério da Saúde do enclave palestiniano, governado pelo Hamas.
Para além das vítimas mortais, 304 pessoas chegaram ainda os hospitais da Faixa de Gaza com ferimentos, diz o ministério na atualização diária no Telegram.