Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura do conflito no Médio Oriente.

    Pode acompanhar todos os desenvolvimento desta terça-feira no liveblog que agora abrimos.

    Obrigada por estar connosco.

    Hamas: “Não respondemos à proposta porque Israel não submeteu mapa de retirada das IDF”

  • Netanyahu vai reunir-se com as famílias dos reféns esta terça-feira

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, vai reunir-se com as famílias dos reféns esta terça-feira, avança o The Times of Israel, referindo que as negociações para a troca de prisioneiros se aproximam de uma conclusão.

  • Israel acusa o Hezbollah de tentar reconstruir-se com a ajuda do Irão

    A denúncia foi dirigida ao Conselho de Segurança por parte do embaixador de Israel na ONU, escreve a Reuters.

    Segundo Danny Danon, “embora as capacidades militares do Hezbollah tenham sido significativamente reduzidas durante a guerra, estão agora a tentar recuperar a força e rearmar-se com a ajuda do Irão”.

    Ao fim de mais de um ano de conflito, Israel e o Hezbollah do Líbano acordaram um cessar-fogo de 60 dias, com início a 27 de novembro, mediado pelos EUA. As condições exigem que o exército libanês se desloque para o sul do Líbano à medida que as tropas israelitas e o Hezbollah retiram as suas forças. No entanto, ambas as partes têm-se acusado mutuamente de violar o acordo.

    Danon deixou o aviso à ONU de que, apesar do cessar-fogo, “houve várias tentativas de transferir armas e dinheiro para o Hezbollah”, acusando a Força Interina das Nações Unidas no Líbano de “interpretar o seu mandato de forma indulgente, optando por não tomar todas as medidas necessárias para garantir que a sua área de operações não seja utilizada para atividades hostis de qualquer tipo”.

  • Israel recusa pedido do Hamas para entregar o corpo de Yahya Sinwar no acordo

    A informação está a ser adiantada pelo Haaretz. O corpo líder defunto do Hamas consta na lista avançada pelo grupo islâmico como moeda de troca de 33 reféns israelitas.

  • Ataques israelitas matam mais de 50 pessoas na cidade de Gaza segundo autoridades

    Uma série de ataques israelitas matou esta segunda-feira mais de 50 pessoas em Gaza, no norte do território palestiniano, segundo as equipas de socorro locais.

    De acordo com o porta-voz da Defesa Civil da Faixa de Gaza, Mahmoud Bassal, os ataques visaram a maior cidade do território durante todo o dia, atingindo “escolas, casas e até aglomerações”.

    Um desses ataques matou onze pessoas e feriu várias outras numa casa no bairro de Shujaiya, e outro visou um grupo de palestinianos, matando sete deles na rua Al-Maamal, segundo a Defesa Civil.

    Cinco pessoas foram também mortas num ataque a uma escola no bairro de Al-Darraj, de acordo coma mesma fonte.

    “Não há espaço nos hospitais para receber os feridos”, declarou Mahmoud Bassal à AFP.

  • Joe Biden admite estar "à beira" de um acordo sobre os reféns em Gaza

    “O acordo que estruturámos libertaria os reféns, colocaria um fim aos combates, proporcionaria segurança a Israel e permitir-nos-ia aumentar significativamente a assistência humanitária aos palestinianos que sofreram terrivelmente nesta guerra que o Hamas iniciou”, disse Joe Biden, em declarações no Departamento de Estado norte-americano.

    Biden, que tem ainda exatamente uma semana de mandato, referencia a proposta apresentada pelos Estados Unidos da América em junho, que está agora a ser utilizado como base para um novo acordo.

    Nestas declarações, o Presidente dos EUA destaca os esforços feitos pela sua administração para finalizar este acordo, mencionando as suas conversas com Netanyahu (ontem) e com o Emir do Qatar (hoje).

  • Hamas pede corpo de Yahya Sinwar na primeira fase de troca de reféns

    Entre as centenas de prisioneiros palestinianos mencionados na lista avançada pelo Hamas, o grupo incluiu o nome do antigo líder Yahya Sinwar como um dos corpos que querem reaver, em troca de 33 reféns israelitas, avança a imprensa saudita, citada pelo The Times of Israel.

  • Qatar recebe ronda de negociações na terça-feira para "finalizar detalhes relacionados com o acordo de cessar-fogo"

    O Qatar vai receber uma nova ronda de negociações na terça-feira, com representações israelitas, do Hamas e dos EUA para “finalizar detalhes relacionados com o acordo de cessar-fogo”, que está “mais próximo do que nunca”, de acordo com a Reuters, que cita um oficial próximo das negociações.

  • Cuba junta-se ao processo internacional contra Israel por genocídio em Gaza

    Cuba pediu formalmente para se juntar ao processo iniciado pela África do Sul no Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) contra Israel por alegado genocídio na Faixa de Gaza, anunciou esta segunda-feira o Governo de Havana.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodríguez, afirmou nas redes sociais que o país das Caraíbas “defenderá sempre a paz e contra as políticas genocidas”.

    “A comunidade internacional espera que o TIJ se pronuncie contra a impunidade de Israel e dos seus cúmplices, que há décadas massacram civis inocentes, na sua maioria mulheres e crianças”, acrescentou o chefe da diplomacia cubana.

    Da mesma forma, num vídeo publicado nas redes sociais pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros cubano, a embaixadora da ilha nos Países Baixos — a sede do tribunal é em Haia –, Anet Pino, sublinhou que Havana espera que o “caso perante o principal órgão de justiça das Nações Unidas seja compreendido e atendido”.

  • Diplomatas israelitas admitem que negociações estão em "fase avançada" e revelam detalhes da proposta de cessar-fogo em Gaza

    Diplomatas israelitas admitem estar em “fases avançadas das negociações” com o Hamas para um acordo de cessar-fogo em Gaza, que também leve à troca de reféns, noticia o The Times of Israel.

    Esta proposta, avançada esta segunda-feira em Doha, prevê uma libertação faseada dos reféns e prisioneiros, tanto em Gaza como em Israel, conforme detalham os diplomatas.

    Na primeira fase, o Hamas libertaria 33 “reféns humanitários”, ou seja, crianças, mulheres, idosos e doentes. Os diplomatas adiantam que estes primeiros 33 integram a lista de reféns que Israel acredita ainda estarem vivos, mas que não têm confirmação do seu estado de saúde.

    Se esta primeira etapa for um sucesso então, no 16º dia após a implementação do acordo, as duas partes regressam à mesa de negociações para a segunda fase de libertação de reféns, desta vez soldados e homens maiores de idade, juntamente com os corpos dos cativos já mortos.

    Confirmada a resolução de todos os pontos do acordo, Israel deverá então retirar as suas forças militares da “maior parte” da Faixa de Gaza, e libertar prisioneiros palestinianos, incluindo “terroristas que levaram a cabo ataques mortais”.

  • Imprensa saudita diz que Hamas concorda com proposta de cessar-fogo

    O Hamas terá concordado com a versão final do acordo de cessar-fogo apresentado, e os termos serão anunciados depois da delegação israelita aprovar a proposta, informaram fontes egípcias ao canal saudita Al Arabiya, que é citado pelo jornal israelita Haaretz.

  • Presidente do Líbano escolhe juiz do TIJ para primeiro-ministro

    Nawaf Salam, atual juiz do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), foi nomeado pelo recém-eleito Presidente do Líbano para ocupar a pasta de primeiro-ministro do país.

    “O Presidente da República convidou o juiz Nawaf Salam para o encarregar da formação de um governo, sabendo que este se encontra atualmente no estrangeiro. Foi decidido que regressará amanhã”, lê-se no comunicado emitido pelo gabinete de Joseph Aoun, citado pela agência France Presse.

  • Órgãos de comunicação sauditas dizem que Hamas submeteu resposta final ao acordo sem comentários. Israel nega

    Vários órgãos de comunicação sauditas, incluindo o canal de televisão AlHadath, está a avançar que o Hamas “acabou de submeter a sua resposta final sem comentários ao rascunho do acordo de Gaza”, segundo o Haaretz. O mesmo foi noticiado pelo site Al-Arabiya.

    Porém, segundo o The Times of Israel, altos funcionários israelitas já vieram negar que o Hamas tenha enviado uma resposta.

  • EUA admitem "possibilidade distinta" de acordo ainda esta semana

    O conselheiro de segurança nacional dos EUA Jake Sullivan disse num evento da Bloomberg que há uma “possibilidade distinta de conseguirmos fechar este acordo esta semana, antes de o Presidente Biden deixar o cargo”.

    “Já estivemos aqui antes, já estivemos perto antes e não fomos capazes de cruzar a meta, então não posso fazer nenhuma previsão”, sublinhou ainda, citado pelo Axios. Mas disse haver uma “perceção geral de que o processo está a avançar na direção certa”. “A questão que se coloca nos próximos tempos é: ‘Será que o Hamas consegue chegar ao sim?'”, questionou.

  • Hamas tem até à meia-noite para responder à proposta de acordo e terá dado lista ao Qatar com nomes de reféns vivos

    O israelita Canal 12 avança, segundo o The Times of Israel, que os mediadores do Qatar deram ao Hamas até à meia-noite (menos duas horas em Lisboa) para o grupo se pronunciar sobre o rascunho “final” do acordo.

    O Hamas, por sua vez, terá dado ao Qatar uma lista dos reféns que estão vivos, como Israel tem exigido. Na semana passada, foi divulgada uma lista com 34 nomes que o Hamas teria aceitado libertar, mas não divulgou na altura o estado de saúde de cada um dos reféns. Na primeira fase do acordo, prevê-se que os reféns que estão vivos e constem na lista sejam libertados.

  • Hamas reconhece que está "muito próximo de um acordo" com Israel

    Israel e o Hamas estão “muito próximos de um acordo” de cessar-fogo e libertação de reféns, de acordo com um alto representante do Hamas, citado pela CNN Internacional.

    Jon Finer, um dos principais conselheiros do Presidente dos EUA, Joe Biden, indicou à CNN que houve um “progresso significativo”. “Há um acordo em cima da mesa que o Hamas deve aceitar”, acrescentou.

    Segundo a Reuters, uma fonte do Hamas acrescentou que ainda há negociações a decorrer em relação a alguns temas, que deverão estar concluídas “em breve”.

  • Acordo à vista? Hamas confirma progressos nas negociações

    Depois da notícia de que o Qatar enviou às partes uma versão “final” do rascunho para um acordo de cessar-fogo, o Hamas reagiu em comunicado, dizendo que os seus prisioneiros em prisões israelitas estão perto da liberdade, de acordo com o Haaretz e o The Times of Israel.

    “Renovamos o nosso compromisso com o nosso povo firme e paciente e com os nossos heróicos prisioneiros, e afirmamos que a sua liberdade está próxima“, segundo o comunicado.

  • Ministro das Finanças de Israel diz que nova proposta de acordo é "catástrofe" para segurança nacional

    Nem o Hamas nem Benjamin Netanyahu se pronunciaram sobre a nova versão de proposta de acordo entregue pelo Qatar. Mas o ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, já veio caracterizá-la como uma “catátrofe para a segurança nacional de Israel”. Pelo que o partido sionista a que pertence será contra.

    “Não faremos parte de um acordo de rendição que inclua a libertação de terroristas, o fim da guerra e a dissolução das conquistas que foram conseguidas com muito sangue”, disse em comunicado.

    “Este é o momento de continuar com toda a força, de ocupar e limpar toda a Faixa de Gaza, de assumir finalmente o controlo da ajuda humanitária do Hamas e de abrir as portas do inferno em Gaza até que o Hamas se renda completamente e todos os reféns regressem”, acrescenta.

  • Qatar entrega a Israel e ao Hamas um rascunho "final" de um acordo de cessar-fogo

    O Qatar, como mediador, entregou a Israel e ao Hamas um rascunho “final” de um acordo de cessar-fogo e libertação de reféns, revelou um alto funcionário com conhecimento das negociações à Reuters.

    O avanço foi alcançado em Doha, já depois da meia-noite, após negociações que envolveram líderes dos serviços secretos de Israel, o enviado do Presidente eleito, Donald Trump, ao Médio Oriente, e o primeiro-ministro do Qatar.

  • Irmão de Sinwar protagoniza "esforços para revitalizar o Hamas"

    O Wall Street Journal escreve esta segunda-feira que o Hamas tem “outro Sinwar”, que está a protagonizar os esforços do grupo de se reerguer após a morte do líder por Israel, em outubro.

    O jornal escreve que há outro Sinwar “ao comando” que tem “gerido tudo”. Chama-se Mohammed Sinwar, terá cerca de 50 anos e está “no centro dos esforços de revitalização do Hamas”.

    O jornal não o apelida como o novo líder do grupo — desde a morte de Yahya Sinwar, o grupo decidiu formar uma liderança coletiva em vez de designar um novo líder. Mas o Wall Street Journal escreve que os militantes em Gaza não alinharam nessa estratégia e “operam agora autonomamente sob [o comando] do novo Sinwar”, de acordo com mediadores árabes envolvidos nas negociações com Israel.

    O Hamas tem, nos últimos tempos, reforçado a política de recrutamento. Segundo o jornal, Israel diz que o Hamas tem recrutado “várias centenas de pessoas nos últimos meses” em Gaza, com um foco no norte do enclave. Fontes árabes afirmam que receberam de Israel a informação de que o recrutamento pode chegar aos milhares de novos elementos.

    O Hamas estará a recrutá-los com a promessa de mais comida e ajuda médica, incluindo para as suas famílias.

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