Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, caro leitor!

    Encerramos aqui este artigo em direto onde foi acompanhada a atualidade do conflito entre Israel e Hamas no Médio Oriente.

    Pode ler neste outro liveblog agora aberto as notícias sobre o conflito desta segunda-feira.

    Montenegro reúne-se hoje com homólogos do sul da UE para discutir crise em Gaza

  • "Somos todos Palestina" foi gritado nas ruas de Lisboa, em solidariedade com Gaza

    Ao longo da manifestação seguiram dirigentes políticos de esquerda e ativistas conhecidos. Foi organizada pela Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina (PUSP), composta pela Amnistia.

    “Somos todos Palestina” foi gritado nas ruas de Lisboa, em solidariedade com Gaza

  • IDF anunciam retoma do cessar-fogo em Gaza

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram a retoma do cessar-fogo na Faixa de Gaza, avisando, no entanto, que responderão a qualquer violação da trégua sempre que necessário.

    “De acordo com as diretrizes do poder político, e após uma série de ataques significativos, as IDF começaram a aplicar novamente o cessar-fogo após a sua violação pela organização terrorista Hamas”, sublinharam as IDF em comunicado, acrescentando que “continuarão a defender o acordo de cessar-fogo e responderão firmemente a qualquer violação” do mesmo.

  • Israel restabelece acesso de ajuda humanitária a Gaza

    O Governo israelita decidiu hoje restabelecer o acesso de ajuda humanitária à Faixa de Gaza, após o fim dos bombardeamentos lançados ao longo do dia contra o enclave, de acordo com ‘media’ israelitas.

    De acordo com o jornal Ynet, “o fluxo de camiões será retomado quando os bombardeamentos cessarem”, embora a passagem fronteiriça de Rafah permaneça encerrada até que o Hamas devolva os corpos dos 16 reféns que ainda detém.

    A emissora Canal 12 adiantou que o executivo seguiu uma recomendação do Exército para suspender temporariamente a entrada de ajuda humanitária após confrontos registados esta manhã em Rafah, no sul de Gaza, entre soldados israelitas e alegados polícias do Hamas — um episódio negado pelo movimento islamita.

  • Ana Gomes critica ação da diplomacia portuguesa em relação à Palestina

    A antiga embaixadora Ana Gomes criticou hoje a falta de ação da diplomacia portuguesa em relação à Palestina, contrariando uma tradição de defesa da solução dos dois Estados.

    “Portugal deveria estar ativo no plano europeu na primeira linha, a defender aquilo que a Europa sempre defende desde 1980”, que passa pela “desocupação da Palestina e a e a criação dos dois Estados nos termos das resoluções das Nações Unidas”, afirmou Ana Gomes à Lusa, à margem de uma manifestação em Lisboa.

    “Portugal é um país que deveria saber melhor que ninguém a centralidade do direito internacional, dos direitos humanos e a centralidade de lutar pelo direito à autodeterminação”, afirmou a diplomata, que lembrou o empenho português em Timor-Leste.

    Se não há respeito pelos direitos humanos, “não há solução pacífica para conflito nenhum” e o “primeiro dos direitos humanos é justamente o direito de autodeterminação dos povos”, salientou.

    “Com a ocupação na Palestina, com a ocupação de Gaza, com a ocupação da Cisjordânia, nunca haverá paz naquela zona do mundo e, portanto, não haverá paz para o resto do planeta e não haverá paz na Europa”, acrescentou, salientando que Portugal já foi muito ativo na busca de uma solução para o conflito.

    Ana Gomes lembrou o trabalho de Mário Soares, “o primeiro chefe de Estado a pernoitar em Gaza com [Yasser] Arafat [o líder histórico da Organização de Libertação da Palestina, OLP]”, nos esforços dos anos 1980 e 1990 para a paz no território.

    “A partir daí regrediu-se e é evidente que isto tem muito a ver com as forças reacionárias da extrema-direita que estão aí à solta no mundo inteiro, a começar nos próprios Estados Unidos”, que “foram absolutamente coniventes com a política de Israel de precipitar a guerra e de tudo utilizar para a conquista do território e inviabilizar a solução dos dois Estados”.

    Apesar da mobilização da sociedade civil em Lisboa, Ana Gomes considerou que “não é uma manifestação suficiente para a gravidade do que se passa” na Palestina e de como afeta a “dignidade coletiva” e a segurança do povo português.

    “Eu quero ter uma mobilização geral em Portugal como houve noutros países”, mas este é “um país em que muitos portugueses pouco se importam e estão muito ocupados com as suas vidas, a ver pela televisão”, lamentou a também antiga eurodeputada socialista.

  • Dois soldados israelitas morreram e três ficaram feridos no ataque em Rafah, revelam as IDF

    Dois soldados israelitas morreram e três ficaram feridos no ataque levado a cabo esta manhã por terroristas palestinianos em Rafah, revelaram as Forças de Defesa de Israel (IDF), citadas pelo Ynet.

    Um dos soldados mortos é Yaniv Kula, de 26 anos, comandante da companhia do 932º Batalhão da Brigada Nahal. O outro é o Sargento Itay Yavetz, de 21 anos. Ambos eram originários de Modi’in.

    No mesmo incidente, um engenheiro das IDF ficou gravemente ferido.

    Num outro incidente, que também teve lugar esta manhã, dois outros soldados sofreram ferimentos considerados moderados.

    De acordo com as IDF, três tiroteios separados foram registados em simultâneo na área de Rafah por volta das 10h30 da manhã deste domingo.

    Vários palestinianos terão surgido vindos de um túnel — onde aparentemente estavam presos — e dispararam um míssil antitanque contra um veículo das IDF. A equipe do 932º Batalhão estava a realizar uma operação de busca e demolição de túneis quando o míssil atingiu o veículo, matando Yaniv Kula e Itay Yavetz e ferindo o engenheiro na reserva, que não foi identificado.

    Momentos depois, outro grupo de palestinianos abriu fogo contra um segundo veículo de engenharia israelita, ferindo dois soldados.

    Um terceiro incidente, também um tiroteio, foi relatado minutos depois, embora não se tenham registado baixas.

  • Autoridades de Gaza dizem que ataques israelitas de hoje já provocaram 15 mortos

    A Defesa Civil de Gaza, sob a autoridade do Hamas, indicou hoje que pelo menos 15 pessoas morreram em todo o território na sequência dos ataques israelitas deste domingo, justificados por Telavive como sendo uma resposta à alegada violação do cessar-fogo que teve lugar esta manhã no sul da Faixa de Gaza.

    Entre as 15 vítimas mortais provocadas pelos ataques israelitas estão seis civis atingidos em Al-Zawaida, no centro, e uma mulher e duas crianças que estavam em tendas de deslocados perto de Khan Yunis.

    Israel afirmou estar a verificar as alegações, reiterando que os ataques foram uma resposta a disparos do Hamas, o que o movimento islamita nega.

  • Homem hasteou bandeira da Palestina na ponte 25 de abril. Foi retirado pela polícia

    Homem subiu a um dos pilares da ponte com uma corda, tendo sido retirado pela polícia e identificado. Incidente obrigou a PSP a cortar o trânsito numa das vias.

    Homem hasteou bandeira da Palestina na ponte 25 de abril. Foi retirado pela polícia

  • Milhares de manifestantes em Lisboa pedem respeito pelo cessar-fogo

    Milhares de manifestantes juntaram-se hoje, em Lisboa, para pedir a paz na Palestina e o cumprimento do cessar-fogo.

    A coluna de manifestantes estava a chegar ao fim da rua da Prata e ainda não tinham saído do Rossio todos os que se associaram à iniciativa da Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina (PUSP), composta pelas organizações não governamentais (ONG) Amnistia Internacional Portugal, pela Greenpeace Portugal, pela Médicos sem Fronteiras e pela Fundação José Saramago, entre outras organizações.

    “Em cada cidade, em cada esquina, somos todos Palestina”, “Viva a luta do povo palestino, Israel é um estado assassino” ou “abaixo o sionismo que vai cair”, eram as palavras de ordem que gritavam grupos barulhentos, procurando para chamar a atenção para a ocupação.

    A ver passar a manifestação, a judia norte-americana Miriam aplaudia efusivamente.

    “Sou judia e americana e hoje tenho vergonha disso” disse à Lusa a turista que reside em Espanha há dois anos.

  • Israel suspende entrada de ajuda humanitária após violação de cessar-fogo

    O governo israelita deu ordens às Forças de Defesa de Israel para suspender a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza até nova indicação, escreve o Haaretz.

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, aceitou a recomendação do chefe do Estado-Maior das IDF, Eyal Zamir, que tinha recomendado suspender a entrada toda a ajuda humanitária, depois de Israel ter acusado o Hamas de violar o cessar-fogo no esta manhã.

  • EUA empenhados em evitar que violência prejudique o cessar-fogo em Gaza

    Os EUA — promotores do plano de cessar-fogo que está em vigor na Faixa de Gaza — estão empenhados em evitar que os confrontos deste domingo (que provocaram vários mortos) prejudiquem a trégua em Gaza, escreve o jornal Axios.

    O jornal diz que os enviados dos EUA Steve Witkoff e Jared Kushner falaram com o Ministro de Assuntos Estratégicos israelita Ron Dermer e que os EUA pediram a Telavive para “responder proporcionalmente, mas com moderação” após o ataque desta manhã às forças israelitas no sul de Gaza.

  • Israel terá lançado ataques também em Khan Younis e Nuseirat. Pelo menos três pessoas morreram

    Depois do ataque contra a cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, as Forças de Defesa de Israel (IDF) terão também lançado ataques contra Khan Younis e o campo de refugiados de Nuseirat, no centro do enclave, escreve o jornal Haaretz, citando a imprensa árabe.

    Em Nuseirat, pelo menos três pessoas terão morrido na sequência do ataque israelita, disse um médico do Hospital Al-Aqsa ao correspondente da BBC em Gaza, Rushdi Abualouf.

    De forma oficial, as IDF disseram que começaram a atacar alvos terroristas do Hamas no sul da Faixa de Gaza, “em resposta à flagrante violação do acordo de cessar-fogo” no início deste domingo, quando as forças israelitas terão sido sido atacadas em Rafah, em pleno cessar-fogo.

  • Camiões com ajuda para Gaza voltam ao Egito depois de ataque de Israel

    Vários camiões com alimentos, material médico e de higiene regressaram ao lado egípcio da fronteira depois de Israel ter bombardeado a zona de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, avançou este domingo o Crescente Vermelho Egípcio. “Um grande número de camiões regressou”, disse uma fonte da organização, citada pela agência de notícias espanhola EFE, sem especificar o número de veículos que regressaram ao Egito, horas depois de um comboio de cerca de 200 camiões ter iniciado o caminho para as passagens de Kerem Shalom e de Al-Auja, controladas por Israel, para inspeção antes de entrar em Gaza.

    A passagem fronteiriça de Rafah, que liga diretamente o Egito à Faixa de Gaza, continua encerrada. Segundo a mesma fonte, “a entrada de camiões foi temporariamente suspensa” depois de o exército israelita ter bombardeado militantes de Gaza na zona de Rafah, em resposta ao “disparo de um míssil antitanque e tiros contra as tropas” israelitas na zona.

    A este propósito, uma fonte do lado egípcio da passagem de Rafah adiantou à EFE que a passagem não será aberta este domingo e que Israel a mantém fechada do lado de Gaza. A abertura da passagem de Rafah estava prevista para segunda-feira, anunciou no sábado a embaixada palestiniana no Cairo e a Organização Mundial de Saúde confirmou ao jornal israelita Haaretz.

  • Israel garante que cessar-fogo continua apesar de bombardeamentos

    O Governo israelita garantiu este domingo que o cessar-fogo em Gaza se mantém em vigor, apesar do bombardeamento que realizou contra “alvos terroristas em Gaza”, causando pelo menos seis mortos e nove feridos. A garantia foi dada pela porta-voz do Governo israelita, Shosh Bedrosian, pouco depois de o primeiro-ministro ter ordenado “ações vigorosas contra alvos terroristas” em Gaza.

    “Estamos atualmente num cessar-fogo, mas os soldados têm permissão para se protegerem”, disse a porta-voz numa conferência de imprensa virtual. Os ataques israelitas — com um drone num café do centro de Gaza e dois bombardeamentos ao campo de refugiados de Nuseirat — causaram pelo menos seis mortos e nove feridos, avançou a agência de notícias EFE com base em fontes da morgue do Hospital dos Mártires de Al-Aqsa, em Deir al-Balah, que recebeu os corpos.

    Vídeos divulgados pelos canais palestinianos mostram colunas de fumo a subir junto ao mar, depois de um café, localizado perto da estrada Rashid Highway, que atravessa Gaza de norte a sul, a poucos metros do mar, ter sido atacado.

    Momentos depois, o exército realizou mais dois ataques, um dos quais perto do estádio Al-Ahli, em Nuseirat, e outro perto da estação de televisão do Qatar Al-Jazeera, mas ainda se desconhece o número de vítimas.

    Estes bombardeamentos ocorreram pouco depois de o Governo israelita ter ordenado ao exército que “atacasse fortemente alvos terroristas” na Faixa de Gaza, em resposta aos combates que se desenrolaram em Rafah, no sul de Gaza.

  • Hamas encontrou mais um corpo de um refém israelita, mas entrega está dependente da escalada

    O braço armado do Hamas anunciou ter encontrado este domingo o corpo de um refém israelita durante operações de busca na Faixa de Gaza e alertou que qualquer escalada militar dificultará o regresso do cadáver a Israel.

    Num comunicado publicado nas redes sociais, as Brigadas al-Qassam garantiram que vão devolver o corpo durante o dia “se as condições no local o permitirem”.

    Qualquer “escalada do conflito” realizada por Israel vai dificultar a busca, a escavação e a recuperação dos corpos, o que vai atrasar o regresso, alertou o grupo.

  • Egito estima perdas de 7,7 mil milhões pela insegurança no Mar Vermelho

    Ministro das Relações Exteriores diz que Egito foi o país “o que mais perdeu” com a insegurança no Mar Vermelho devido à guerra em Gaza, estimando em 7,74 mil milhões de euros as perdas.

    Egito estima perdas de 7,7 mil milhões pela insegurança no Mar Vermelho

  • Exército israelita confirma ataques. Hamas diz desconhecer "incidentes ou confrontos" em Rafah

    O exército israelita confirmou oficialmente ter realizado ataques aéreos em Rafah, responsabilizando o Hamas pela resposta, após soldados israelitas terem sido atacados.

    No comunicado do exército, citado pela Al Jazeera, informa-se que combatentes palestinianos dispararam mísseis e tiros na direção dos seus soldados. As IDF responderam com ataques aéreos.

    Hoje, mais cedo, o correspondente da Al Jazeera noticiou a partir de Gaza que o Hamas tinha entrado em confronto com grupos armados apoiados por Israel em Gaza, acrescentando que os combates entre palestinianos e as forças israelitas começaram por causa disso.

    Já o Hamas, emitiu uma nota em que diz não ter conhecimento de “quaisquer incidentes ou confrontos ocorrendo na área de Rafah”.

    “Essas são zonas vermelhas sob o controlo da ocupação, e o contacto com os nossos grupos restantes foi cortado desde que a guerra recomeçou em março deste ano”, afirmou o grupo em comunicado.

  • Ataques das IDF em Gaza mataram oito palestinianos esta manhã

    Oito pessoas morreram e três ficaram feridas na Faixa de Gaza, em resultado de ataques das Forças de Defesa de Israel (IDF, na siga em inglês), informou este domingo o Ministério da Saúde de Gaza.

    O ministério diz que os corpos de 18 pessoas chegaram aos hospitais palestinianos nas últimas 24 horas, incluindo na contagem corpos retirados dos escombros.

  • Israel entregou corpos de 15 palestinianos

    Israel entregou hoje os corpos de 15 palestinianos através da Cruz Vermelha Internacional, informou o Ministério de Saúde de Gaza, citado pelo Haaretz.

    Um total de 150 corpos foram entregues por Israel desde o início do cessar-fogo, informou ainda o ministério, que dá conta de sinais claros de espancamento e abuso nos cadáveres, alguns deles ainda algemados e com vendas.

  • "Guerra!" Ministros israelitas apelam à retoma dos ataques na Faixa de Gaza

    Itamar Ben-Gvir, ministro da Segurança Nacional de Israel, pede ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu que retome os ataques a Gaza, depois dos acontecimentos desta manhã.

    “As falsas ilusões de que o Hamas irá mudar de atitude, ou sequer cumprir o acordo que assinou, estão a revelar-se, como seria de esperar, perigosas para a nossa segurança. A organização terrorista nazi deve ser completamente destruída — e quanto mais cedo, melhor”, escreveu em hebraico na rede social X.

    O ministro das Finanças israelita, Bezalel Smotrich, utilizou a mesma rede social para escrever “Guerra!”.

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