Histórico de atualizações
  • O que se sabe até agora:

    • Em Telavive, milhares de manifestantes saíram à rua para exigir uma comissão de inquérito independente sobre as falhas do governo israelita em impedir o ataque do Hamas ocorrido a 7 de outubro de 2023. O protesto contou com a presença de figuras políticas de diferentes espectros, incluindo Naftali Bennett, Benny Gantz e Yair Lapid.
    • O exército israelita declarou ter realizado ataques em Gaza em resposta a alegadas violações do cessar-fogo por parte do Hamas, resultando em 21 mortes, incluindo cinco membros séniores do Hamas, segundo Israel. O Hamas nega as acusações e acusa o governo israelita de procurar desculpas para terminar o acordo de cessar-fogo. O Ministério da Saúde de Gaza afirmou que 318 habitantes da região já foram mortos desde o início do cessar-fogo.
    • Depois de relatos iniciais, o Hamas negou estar disposto a abandonar o cessar-fogo, respondendo que Israel tem sistematicamente violado o cessar-fogo e “inventado desculpas” para pôr fim ao acordo. Este desenvolvimento surge enquanto os Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, continuam a apoiar as ações militares israelitas em Gaza.
    • Forças israelitas confirmaram realizar operações no Líbano, mirando membros do Hezbollah e destruindo elementos militares, como lançadores de rockets. Estas operações incluíram o assassinato de um membro do Hezbollah num ataque direcionado no sul do Líbano.

  • IDF confirmam morte de dois membros do Hezbollah em ataque com drones no sul do Líbano

    Em comunicado, o exército israelita diz ter “eliminado um terrorista na área de Mayfadoun, no sul do Líbano” que «participou no restabelecimento do Hezbollah» na região.

    Entretanto, as Forças de Defesa de Israel dizem também ter morto outro operacional do grupo radical libanês em Houla, dizendo que este “atuava como representante local da organização, responsável pela coordenação financeira e militar e pela apreensão de bens privados para uso terrorista”.

    “As atividades dos terroristas constituíram uma violação dos acordos entre Israel e o Líbano”, termina a nota.

  • Milhares saem à rua em Telavive para exigir comissão de inquérito independente sobre falhanço do governo israelita em impedir o 7 de Outubro

    Pela segunda semana consecutiva, foi organizado este sábado um protesto na praça Habima, em Telative, para exigir uma comissão estatal de inquérito sobre as falhas relacionadas ao ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023.

    A imprensa israelita dá conta de milhares de manifestantes presentes, muitos deles membros do Conselho de Outubro, que reúne famílias que perderam entes queridos no ataque de 7 de outubro e exigem uma investigação às falhas de prevenção.

    Os protestos deste sábado revestem-se de particular relevância porque o governo israelita votou no último domingo, 16 de novembro, pela criação da sua própria comissão de inquérito a nível executivo, em vez de uma comissão estatal que seria supervisionada pelo poder judicial.

    Segundo o Times of Israel, este não é um protesto apenas formado por membros da esquerda que se opõe a Benjamin Netanyahu, mas também ao centro e ao centro-direita sionistas.

    Entre as figuras presentes estiveram o ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, da Nova Direita, o ex-chefe das Forças de Defesa de Israel Benny Gantz, do Azul e Branco e o líder da oposição parlamentar, Yair Lapid, que também comanda o partido Yesh Atid. Participaram ainda Gadi Eisenkot, líder do novo partido político Yashar!, e o líder dos Democratas, o esquerdista Yair Golan.

    A estes juntaram-se ainda porta-vozes do Movimento por um Governo de Qualidade (MGQ – grupo anticorrupção), grupos antigovernamentais de reservistas e veteranos do exército e ativistas de esquerda.

    Israel é o único país com um modelo de comissão de inquérito “independente” nomeada pelo primeiro-ministro. Desde 1968, foram criadas 20 comissões deste tipo em Israel para investigar diversos assuntos, noticia a EFE.

    O primeiro-ministro tem recusado a criação de uma estrutura de investigação independente, apesar das recomendações do Supremo Tribunal e das sondagens que mostram uma maioria favorável à criação de uma comissão deste tipo, alegando que poderia afetar o curso da guerra na Faixa de Gaza, uma argumentação que os opositores dizem já não fazer sentido com a trégua em vigor no enclave palestiniano.

    Até à data, apenas o exército e o Shin Bet (serviços secretos internos) conduziram investigações internas sobre os acontecimentos de 07 de outubro.

    No entanto, um comité de peritos afirmou recentemente que a maioria das investigações levadas a cabo pelo exército em 2024 foram “incompletas e insuficientes”.

    *com Lusa

  • Israel atualiza balanço e diz ter morto ou capturado 17 elementos do Hamas que tentaram fugir por um túnel em Rafah

    Num comunicado partilhado nas redes sociais, as Forças de Defesa de Israel (IDF) dizerem ter capturado mais um elemento do Hamas “que tentou fugir da infraestrutura terrorista subterrânea no leste de Rafah”.

    “No final de uma perseguição de 24 horas, todos os 17 terroristas que tentaram fugir da infraestrutura terrorista subterrânea foram eliminados ou detidos”, apontam, discriminando os números entre 11 mortos e seis detidos, que serão alvo de interrogatório por parte dos serviços de segurança do Shin Bet.

  • Gabinete político do Hamas acusa Israel de "inventar desculpas para fugir do acordo" e quer saber identidade de alegado atirador

    Israel bombardeou a Faixa de Gaza este sábado após uma alegada violação do acordo de cessar-fogo por parte do Hamas. Contudo, essa ideia é disputada pelo coletivo palestiniano. Izzat al-Rishq, um membro do braço político do Hamas, lançou para cima da mesa a hipótese de Israel estar a mentir e de estar a aproveitar qualquer oportunidade para “inventar desculpas para fugir ao acordo e voltar à guerra de aniquilação”, cita o jornal Haaretz.

    Assim, em resposta às acusações israelitas desta manhã, al-Rishq diz que o Hamas “insta a administração norte-americana a pressionar Israel para revelarem a identidade do atirador que dizem ter sido enviado pelo Hamas” para atacar tropas israelitas.

    Refereindo que é Israel que “viola o acordo de cessar-fogo diariamente e sistematicamente”, o representante político do Hamas quer que os mediadores e os Estados Unidos da América “intervenham imediatamente” para forçar Telavive a cumprir os pontos presentes no documento assinado em outubro.

  • Israel diz ter morto cinco "terroristas seniores do Hamas". Grupo palestiniano dá nota de 21 mortos em Gaza

    21 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas na sequência de múltiplos ataque aéreos israelitas em Gaza este sábado, avança a AFP, citando a agência de defesa civil do enclave, naquilo que Israel alega terem acontecido após violações do acordo de cessar-fogo.

    Entre estas vítimas mortais, o gabinete do primeiro-ministro israelita indica que cinco “terroristas seniores do Hamas”. Nas redes sociais, escrevem ainda que Israel tem cumprido o cessar-fogo — ao contrário do Hamas — explicando que estas ofensivas só aconteceram porque “dezenas de terroristas do Hamas atravessaram as fronteiras israelitas para atacar os militares ao serviço de Israel”.

  • Hamas poderá estar pronto a abandonar cessar-fogo. EUA continuam a apoiar ataques israelitas em Gaza

    O Hamas estará pronto a quebrar o cessar-fogo com Israel, justificando com as sucessivas violações israelitas do acordo assinado em outubro, avança o The Times of Israel, que o grupo que controla Gaza já começou a transmitir esta mensagem aos EUA através dos mediadores árabes.

    Segundo o mesmo jornal, a administração Trump apoia os recentes ataques aéreos conduzidos por Israel contra o enclave palestiniano, alegando, por sua vez, violações do acordo levadas a cabo pelo Hamas.

  • Sete palestinianos mortos e 30 feridos por Israel em Gaza nas últimas 48 horas

    As forças israelitas mataram sete palestinianos e feriram outros 30 em Gaza, nas últimas 48 horas, apesar do cessar-fogo em vigor, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde da Faixa de Gaza.

    Aquele gabinete elevou para 318 o número de habitantes de Gaza mortos por Israel desde o início do cessar-fogo, em 10 de outubro, segundo um comunicado hoje divulgado.

    As forças israelitas feriram desde então 788 pessoas em Gaza, acrescentou o Ministério da Saúde, lembrando que ainda há vítimas sob os escombros e nas ruas do enclave, uma vez que as ambulâncias e as equipas de resgate não conseguem chegar a esses locais.

    O total de corpos de vítimas mortais recuperados dos escombros é, até agora, de 572, segundo os dados divulgados.

  • Israel mata três "terroristas" em Rafah e outros dois no norte de Gaza por terem atravessado "linha amarela"

    Três “terroristas” foram mortos este sábado após terem saído de um túnel em Rafah, anunciaram as IDF. De acordo com as Forças de Defesa de Israel, “o mais provável é que estes terroristas tenham abandonado infraestrutura terrorista na sexta-feira na zona oriental de Rafah e que depois se tenham tentado esconder”, cita o jornal Haaretz.

    Adicionalmente, em duas ocasiões separadas, outros dois “terroristas” foram mortos pelas IDF por terem atravessado a “linha amarela” e avançado de forma ameaçadora em direção ao exército israelita, avança o mesmo jornal.

  • Israel diz que matou dirigente do Hamas e terrorista armado que "explorava corredor humanitário"

    O exército israelita fez novo comunicado para explicar um outro ataque, desta vez em Gaza, em que diz que matou um “terrorista armado” que “explorou o corredor humanitário” em Gaza.

    O exército diz que o terrorista disparou contra os soldados israelitas que estavam na fronteira do corredor humanitário, tendo sido então morto.

    Entretanto, Israel diz ter matado um dirigente do Hamas, Alaa Hadidi, chefe do armazenamento de armas do grupo, num bombardeamento, segundo o Times of Israel.

    Uma fonte israelita disse ao jornal que o ataque aconteceu em resposta ao ataque a tiro de um palestiniano contra tropas na faixa de Gaza, possivelmente o mesmo que o exército referiu no já citado comunicado.

  • Israel atingiu lançadores de armas e locais com "atividade terrorista" no Líbano

    O exército israelita anunciou este sábado que atingiu vários lançadores (podem ser de mísseis ou de rockets) do Hezbollah que estavam distribuídos por “zonas militares no sul do Líbano”.

    Além disso, cita o Haaretz, os israelitas dizem ter atingido “dois locais onde foi detectada atividade terrorista”, incluindo armazéns de armas em Bekaa Valley.

    Estas informações chegam depois de Israel ter confirmado que matou um elemento do Hezbollah no sul do Líbano.

  • Ministério da Saúde palestiniano, controlado pelo Hamas, acusa Israel de matar nove pessoas em Gaza

    O ministério da Saúde palestiniano, controlado pelo Hamas, diz que Israel matou nove pessoas e feriu outras 30 na faixa de Gaza durante as últimas 48 horas.

    O ministério acusa o exército israelita de matar 318 pessoas desde que o atual cessar-fogo começou.

  • Israel mata elemento do Hezbollah em ataque no sul do Líbano

    O exército israelita anunciou que matou um operacional do Hezbollah num ataque direcionado a uma aldeia no sul do Líbano.

    Um comunicado citado pelo Haaretz e emitido este sábado refere-se ao operacional morto como um “terrorista que participou em ataques de terror contra o Estado de Israel”.

  • Bom dia,

    Neste liveblog vamos estar a acompanhar os acontecimentos relativos ao conflito no Médio Oriente.

    Aqui pode recordar as notícias que marcaram esta sexta-feira.

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