Momentos-chave
- Ucrânia terá atacado um depósito de petróleo russo na Crimeia
- Peskov diz que Rússia não tem intenção de avançar com testes nucleares, mas que irá agir se os EUA avançarem
- Zelensky anuncia adoção de novas sanções contra a Rússia
- Ataques russos fizeram três mortos e 18 feridos nas regiões de Donetsk e Kherson
- Central nuclear de Zaporijia restaura acesso à energia de reserva pela primeira vez nos últimos seis meses
- Angelina Jolie destaca ameaça "constante e pesada" dos drones russos sobre a população ucraniana
- Peskov garante que Vladimir Putin não deu ordens para iniciar preparativos para testes nucleares
- Rússia abate 44 drones ucranianos sobre as regiões de Briansk e Rostov, junto à fronteira com a Ucrânia
- Pokrovsk concentra a maioria dos combates entre russos e ucranianos nas últimas 24 horas
- Lavrov avisa que a Rússia tomará medidas recíprocas se Bruxelas avançar com o uso de ativos russos na Ucrânia
- Central térmica russa de Voronezh sofre explosão durante a noite
- Lavrov garante estar pronto para uma reunião presencial com Rubio sobre guerra na Ucrânia
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora:
- O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, assegurou que o Presidente russo, Vladimir Putin, não emitiu ordens para retomar os testes nucleares, apesar do recente anúncio de Donald Trump sobre a possibilidade de os Estados Unidos reiniciarem os seus próprios ensaios nucleares. Peskov enfatizou que tal decisão precisaria de ser cuidadosamente ponderada e baseada em avaliações meticulosas.
- A central nuclear de Zaporijia, sob a ocupação russa, conseguiu recuperar o acesso à energia de reserva após seis meses, graças a um cessar-fogo temporário mediado pela Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) para permitir reparações críticas nas linhas de energia danificadas. Rafael Grossi, diretor-geral da AIEA, destacou a importância deste avanço para a segurança nuclear, apesar de a situação geral continuar precária.
- Sergey Lavrov criticou duramente a União Europeia pelas intenções de utilizar ativos russos congelados para financiar a reconstrução da Ucrânia, classificando tais ações como roubo e engano. Lavrov advertiu que a Rússia responderá a estas medidas de acordo com os princípios de reciprocidade, e apelou à recuperação do bom senso por parte de Bruxelas e outras capitais ocidentais.
- As defesas antiaéreas russas abateram 44 drones ucranianos na noite anterior nas regiões de Briansk e Rostov. Estes drones tinham como alvo principal as infraestruturas energéticas, com a Ucrânia a procurar dificultar o fornecimento de combustível ao exército russo e diminuir a capacidade de exportação de crude da Rússia. Não houve relatos de vítimas em resultado destas operações.
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Bom dia,
Este liveblog fica por aqui. Mas neste link pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos na guerra na Ucrânia. Fique connosco!
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Ucrânia terá atacado um depósito de petróleo russo na Crimeia
A Ucrânia terá atacado um depósito de petróleo russo perto da aldeia de Gvardeyskoye, na Crimeia ocupada, na noite de 9 de novembro, informou o canal de media russo ASTRA no Telegram.
Muitos residentes relataram ter ouvido várias explosões perto do depósito de petróleo. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que as defesas aéreas abateram 10 drones ucranianos sobre a península.
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Peskov diz que Rússia não tem intenção de avançar com testes nucleares, mas que irá agir se os EUA avançarem
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, já tinha garantido que Vladimir Putin não tinha dado ordens para arrancar com testes nucleares, em reação ao anúncio de Donald Trump de que os EUA deveriam voltar aos ensaios nucleares. Porém, deixou este domingo o aviso de que a Rússia, apesar de não ter intenção de avançar com os testes, agirá em reciprocidade.
“Não temos intenção de realizá-los. Mas, se o outro lado o fizer, teremos que agir da mesma forma”, advertiu. O responsável russo contrariou também as palavras do Presidente norte-americano acerca de supostos testes nucleares conduzidos por Moscovo ou Pequim. “Sabemos com certeza que nem a Rússia nem a China estão a realizar testes de armas nucleares”, vincou.
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Zelensky anuncia adoção de novas sanções contra a Rússia
Volodymyr Zelensky anunciou este domingo a assinatura de “novas decisões de sanções” da Ucrânia contra a Rússia, numa mensagem partilhada na rede social X, considerando-as “especiais” pelos efeitos que acredita poderem ter no atual contexto da guerra.
“A Rússia está a tentar prolongar a guerra, expandindo os seus esforços para justificar a agressão e ‘normalizar’ a ocupação dos territórios ucranianos. A Rússia também tomou recentemente uma decisão política demonstrativa de impor ‘sanções’ contra funcionários ucranianos, em particular contra o primeiro-ministro da Ucrânia. Tal comportamento por parte da Rússia merece uma pressão global muito maior e um âmbito mais alargado dessa pressão — contra todas as fontes e esquemas que financiam a máquina de guerra da Rússia e contra todos os indivíduos que espalham propaganda e obstruem decisões destinadas a alcançar uma paz genuína”, afirmou.
I have signed new sanctions decisions of Ukraine. And these now are special ones.
Russia is trying to prolong the war, expanding its efforts to justify aggression and “normalize” the occupation of Ukrainian territories. Russia has also recently made a demonstrative political…
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) November 9, 2025
Sublinhando que irá partilhar estas propostas de sanções com os parceiros e aliados da Ucrânia, o Presidente ucraniano reiterou que “tudo na Rússia que esteja orientado para a guerra deve ser bloqueado” e avançou alguns detalhes sobre as sanções propostas.
“As decisões de hoje sobre as sanções ucranianas incluem indivíduos que trabalham nas estruturas governamentais de Putin e aqueles envolvidos na pilhagem de territórios ucranianos temporariamente ocupados, um dos seus cobradores, um funcionário da inteligência militar russa e um colaborador. Estamos também a lançar uma ação contra editoras russas envolvidas na justificação da agressão e na divulgação da propaganda russa em todo o mundo”, concluiu.
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Ataques russos fizeram três mortos e 18 feridos nas regiões de Donetsk e Kherson
Três mortos e pelo menos 18 feridos é o balanço dos mais recentes ataques russos nas regiões de Donetsk e Kherson nas últimas 24 horas, avançaram este domingo as autoridades ucranianas, segundo o jornal Kyiv Independent.
Quanto à região de Donetsk, duas pessoas morreram na cidade de Kostiantynivka e uma na cidade de Oleksandrivka, segundo relatou o governador Vadym Filashkin. Foram registados 19 episódios de bombardeamentos russos na região, da qual tiveram de ser retiradas 137 pessoas (incluindo 24 crianças).
Já em Kherson, drones, artilharia e ataques aéreos russos feriram sete pessoas e causaram danos em cinco prédios de apartamentos e 10 moradias, segundo a administração militar da região. Já esta tarde uma nova ronda de ataques russos fez mais dois feridos civis.
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Central nuclear de Zaporijia restaura acesso à energia de reserva pela primeira vez nos últimos seis meses
A Agência Internacional de Energia Atómica anunciou que a central nuclear de Zaporijia, atualmente ocupada pela Rússia, restaurou o acesso à energia de reserva pela primeira vez em seis meses, após a reparação da sua segunda linha de energia, adiantou o jornal Kyiv Independent.
Na sequência dos danos causados nas linhas de energia situadas em zonas de combate, a AIEA alcançou um cessar-fogo temporário entre russos e ucranianos para permitir as necessárias reparações técnicas.
In a crucial step for nuclear safety, 330 kV Ferosplavna-1 line was reconnected to Ukraine’s ZNPP at 19:43 local time after today’s repairs, providing much-needed back-up power for first time in six months, DG @rafaelmgrossi said. “Along with last month’s restoration of 750 kV… pic.twitter.com/SF4FNuCsmx
— IAEA – International Atomic Energy Agency ⚛️ (@iaeaorg) November 8, 2025
“Imediatamente após a central nuclear de Zaporijia ter perdido toda a energia externa em 23 de setembro, começámos a trabalhar em estreita colaboração com a Federação Russa e a Ucrânia para permitir a reparação de ambas as linhas de energia, que são indispensáveis para manter a segurança nuclear no local durante esta guerra devastadora”, afirmou o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, continuando: “É um bom dia para a segurança nuclear, embora a situação geral continue altamente precária”.
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Angelina Jolie destaca ameaça "constante e pesada" dos drones russos sobre a população ucraniana
A atriz Angelina Jolie realçou a ameaça dos drones russos como “uma presença constante e pesada” sobre a população ucraniana, na sequência de uma visita à Ucrânia da antiga embaixadora da ONU para a boa vontade.
“Visitei Mykolaiv e Kherson, na Ucrânia, esta semana para encontrar famílias que vivem na linha de frente. A ameaça dos drones era uma presença constante e pesada. Ouve-se um zumbido baixo no céu. Tornou-se conhecido localmente como um ‘safari humano’, com drones usados para rastrear, caçar e aterrorizar pessoas, constantemente”, refere.
Numa publicação no Instagram, a atriz, de 50 anos, partilhou mesmo o relato de um momento em que a passagem de um drone a obrigou a parar. “Eu estava com equipamento de proteção e, para mim, foram apenas alguns dias. As famílias aqui vivem com isso todos os dias”, descreveu, apelando à comunidade internacional para intensificar os esforços diplomáticos com vista ao fim da guerra com a Rússia.
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Peskov garante que Vladimir Putin não deu ordens para iniciar preparativos para testes nucleares
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, revelou que o Presidente russo, Vladimir Putin, não transmitiu indicações para o reinício dos testes nucleares, na sequência do anúncio de Donald Trump de que os EUA deveriam avançar com a retoma dos ensaios com armas nucleares.
“O presidente não deu nenhuma ordem para iniciar os preparativos. Primeiro, precisamos entender se precisamos fazer isso. Essa deve ser uma decisão muito séria, bem fundamentada e cuidadosamente ponderada. É nisso que nossos especialistas estarão agora a trabalhar”, afirmou, em declarações citadas pela agência TASS.
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Rússia abate 44 drones ucranianos sobre as regiões de Briansk e Rostov, junto à fronteira com a Ucrânia
As defesas antiaéreas russas abateram, no sábado à noite, 44 drones ucranianos sobre duas regiões do país, informou este domingo o Ministério da Defesa da Rússia no seu canal de Telegram.
“Durante a noite passada, entre as 23h00 locais (20h00 em Lisboa) de 8 de novembro e as 07h00 (04h00 de hoje) de 9 de novembro, os sistemas de defesa antiaérea intercetaram e destruíram 44 aeronaves não tripuladas ucranianas”, indica o comunicado militar.
O comando militar russo precisou que 43 drones foram abatidos na região de Briansk e o restante sobre a de Rostov, ambas fronteiriças com a Ucrânia. O principal objetivo dos ataques ucranianos com drones contra o território russo são as infraestruturas energéticas. Até agora, não foram reportados mortos ou feridos.
Com estas ações, a Ucrânia procura, por um lado, dificultar o fornecimento de combustível ao Exército russo e, por outro, reduzir a capacidade de exportação de crude e derivados da Rússia, uma das principais fontes de divisas do país.
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Pokrovsk concentra a maioria dos combates entre russos e ucranianos nas últimas 24 horas
A Ucrânia adiantou este domingo que, nas últimas 24 horas, foram registados 196 combates, a maioria deles concentrados na zona de Pokrovsk, onde as forças russas lançaram 73 ataques. A conquista de Pokrovsk parece ter-se tornado uma prioridade para a Rússia devido à importância estratégica do local, que lhe permitiria lançar uma ofensiva para ocupar toda a região de Donetsk.
Os russos lançaram um ataque com mísseis e 54 ataques aéreos contra posições e zonas povoadas ucranianas, com 41 mísseis, 126 bombas aéreas guiadas e 5.276 drones ‘kamikaze’, e realizaram ataques de artilharia contra posições das forças de defesa da Ucrânia.
A cidade está sitiada pelos russos e a guerra levou a um êxodo maciço dos seus habitantes. Antes da guerra, Pokrovsk tinha 60.000 habitantes e agora estima-se que apenas cerca de 1.500 pessoas vivam na cidade.
Entretanto, ataques noturnos ucranianos interromperam o fornecimento de energia e aquecimento a duas grandes cidades russas próximas à fronteira com a Ucrânia, informaram hoje as autoridades locais russas.
Um ataque com drones causou apagões temporários e interrompeu o aquecimento em partes de Voronezh, disse o governador regional Alexander Gusev. Outro ataque com mísseis no sábado também causou “danos graves” aos sistemas de energia e aquecimento que abastecem a cidade de Belgorod, informou o governador local Vyacheslav Gladkov na manhã de domingo, acrescentando que cerca de 20.000 famílias foram afetadas.
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Lavrov avisa que a Rússia tomará medidas recíprocas se Bruxelas avançar com o uso de ativos russos na Ucrânia
Sergey Lavrov não poupa críticas a Bruxelas sobre as intenções europeias de poder vir a utilizar ativos russos congelados no âmbito da invasão da Ucrânia para financiar a reconstrução do país presidido por Volodymyr Zelensky.
“O cinismo com que a Comissão Europeia interpreta a Carta da ONU e outras normas jurídicas internacionais, incluindo as disposições sobre imunidade soberana e inviolabilidade dos ativos dos bancos centrais, há muito deixou de surpreender. Tais ações constituem puro engano e roubo. Aparentemente, os instintos ancestrais de colonizadores e piratas despertaram nos europeus. Não importa como o esquema para extorquir dinheiro russo seja orquestrado, não há maneira legal de fazê-lo”, afirmou.
Em entrevista à agência Ria Novosti, o ministro russo dos Negócios Estrangeiros frisou que Kiev “será incapaz de pagar as suas dívidas” e defende que “nem todos na União Europeia” estarão disponíveis para avançar com o uso dos ativos russos, avisando para o risco de adoção de medidas recíprocas por parte de Moscovo.
“A Rússia responderá adequadamente a quaisquer ações predatórias, de acordo com o princípio da reciprocidade, com base nos interesses nacionais e na necessidade de compensar os danos causados. Bruxelas e outras capitais ocidentais ainda podem recuperar o bom senso”, adiantou.
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Central térmica russa de Voronezh sofre explosão durante a noite
A central térmica russa de Voronezh, no sudoeste da Rússia, terá sido alegadamente atacada durante a última noite, segundo avança este domingo o jornal Kyiv Independent, a partir relatos locais e de partilhas em canais russos do Telegram.
Os residentes em Voronezh declararam ter ouvido explosões e sofrido cortes temporários de energia. No início da noite de sábdo, o governador regional já tinha alertado para o risco de ameaça de mísseis e atividade de drones na zona. No entanto, as autoridades locais não confirmaram ainda o ataque, nem existem relatos de vítimas ou danos.
Por outro lado, canais russos do Telegram afirmaram que a central tinha, efetivamente, sido atacada. A região de Voronezh faz fronteira com a região ucraniana de Kharkiv e é frequentemente usada como ponto de lançamento dos ataques russos na linha de frente, bem como na cidade de Kharkiv.
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Lavrov garante estar pronto para uma reunião presencial com Rubio sobre guerra na Ucrânia
O ministro russo dos Negócios Estrangeiros declarou estar preparado para se encontrar pessoalmente com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, a fim de discutir uma solução para a guerra na Ucrânia.
“Nós, juntamente com o Secretário de Estado Marco Rubio, compreendemos a necessidade de uma comunicação regular — é importante para discutir a questão da Ucrânia e para avançar na agenda bilateral. Portanto, conversamos por telefone e estamos prontos para realizar reuniões presenciais sempre que necessário”, indicou Sergey Lavrov, depois de ter falado pela última vez com Rubio no dia 21 de outubro para preparar uma cimeira em Budapeste que acabou por ser cancelada.
Em entrevista à agência Ria Novosti, o chefe da diplomacia russa considerou também que Washington estará a ter dificuldades para controlar o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e sinalizou que Moscovo espera que os acordos alcançados no encontro de Donald Trump e Vladimir Putin no Alasca continuem de pé.
“Os entendimentos alcançados sobre a Ucrânia durante a cúpula russo-americana no Alasca, em 15 de agosto, foram formulados com base nas condições para uma solução justa e duradoura, delineadas pelo presidente Vladimir Putin em junho de 2024. Também levamos em consideração as propostas que nos foram transmitidas pelo enviado especial do presidente dos EUA, Steve Witkoff, pouco antes de Anchorage. Naquela ocasião, os americanos nos asseguraram que seriam capazes de garantir que Volodymyr Zelensky não impedisse a conquista da paz. Aparentemente, surgiram algumas dificuldades nesse sentido”, referiu.
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Bom dia.
Iniciamos agora um novo artigo liveblog para seguir todos os desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia ao longo deste domingo. Pode rever as últimas informações publicadas durante o sábado sobre a invasão russa da Ucrânia nesta ligação.
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