Histórico de atualizações
  • O que está a acontecer na guerra da Ucrânia

    • O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou que ninguém pode sair vencedor de uma guerra nuclear, advertindo o presidente russo, Vladimir Putin, para não continuar com a retórica e os testes de mísseis com capacidade nuclear.
    • A Ucrânia continua a sofrer ataques massivos por parte da Rússia, com infraestruturas energéticas e alvos residenciais a serem atingidos. Em recentes ataques, pelo menos seis pessoas morreram e várias regiões ficaram sem eletricidade.
    • A Ucrânia está a trabalhar com parceiros internacionais, incluindo os EUA, para adquirir mais sistemas de defesa antiaérea Patriot, após um ataque russo massivo que incluiu centenas de drones e mísseis. A defesa aérea ucraniana conseguiu abater uma parte significativa dos drones, mas continua a enfrentar desafios em relação aos mísseis balísticos. A Alemanha já entregou recentemente dois sistemas Patriot a Kiev.
    • A Rússia criticou os testes de mísseis balísticos pelos EUA, alertando para potenciais consequências. Este aviso segue-se ao teste do míssil Minuteman III, que foi o primeiro deste tipo desde que Donald Trump anunciou o regresso dos testes nucleares. A situação reflete o aumento das tensões entre as superpotências em relação a questões nucleares.

  • Encerramos este artigo liveblog sobre o acompanhamento da guerra da Ucrânia. Pode continuar a seguir os últimos desenvolvimentos sobre este conflito nesta nova ligação.

    Obrigado por seguir connosco.

  • "Rússia está deliberadamente a pôr em risco a segurança nuclear na Europa", afirma ministro ucraniano

    As forças russas atacaram subestações de energia que abastecem as centrais nucleares de Khmelnytskyi e Rivne, afirmou este sábado o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sybiha, citado pelo The Kyiv Independent.

    “Não se tratou de ataques acidentais, mas sim de ataques bem planeados. A Rússia está deliberadamente a pôr em risco a segurança nuclear na Europa”, afirmou Sybiha na rede social X.

  • Mais de 20 mil pessoas sem eletricidade na região russa de Belgorod após ataque ucraniano

    Ataques ucranianos na região russa de Belgorod deixaram mais de 20 mil pessoas sem energia elétrica, afirmou este sábado o governador Vyacheslav Gladkov.

    Vários órgãos de comunicação russos, citados pelo The Kyiv Independent, dizem que Belgorod foi atacada por sistemas de lançamento múltiplo de foguetes e que os destroços das armas intercetadas atingiram uma central térmica local.

    A região russa faz fronteira com as regiões ucranianas de Sumy, Kharkiv e Luhansk.

  • Queda de helicóptero faz cinco mortos na República do Daguestão (Rússia)

    A queda de um helicóptero russo KA-226 na República do Daguestão, na Rússia, causou a morte de cinco pessoas, quatro das quais funcionários da Kizlyar Electromechanical Plant (KEMZ), uma empresa russa de defesa especializada em equipamentos de aviação.

    A informação foi adiantada pela própria empresa este sábado, citada pelo Kyiv Independent, que revelou que o helicóptero caiu perto da aldeia de Achi-Su, na República do Daguestão, na Rússia, ao longo do Mar Cáspio. Entre as vítimas estava o vice-diretor geral de construção e apoio ao transporte da fábrica.

  • Ataques russos da última madrugada provocaram pelo menos seis mortos

    Os ataques russos da última madrugada na Ucrânia provocaram pelo menos seis mortos, depois de centenas de drones e mísseis terem sido lançados contra infraestruturas energéticas e alvos residenciais.

    De acordo com a imprensa ucraniana, um dos alvos foi um prédio de apartamentos em Dnipro, onde morreram duas pessoas e 12 ficaram feridas. Já na localidade de Zaporíjia morreram três pessoas.

    Ao todo, 25 locais em toda a Ucrânia, incluindo a capital Kiev, foram atingidos pelos drones e mísseis, causando a rutura do abastecimento de eletricidade e aquecimento.

  • Lavrov garante que Trump não deu explicações à Rússia sobre o anúncio de recomeço dos testes nucleares

    O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergey Lavrov, revelou hoje que a Rússia não recebeu qualquer explicação oficial dos Estados Unidos na sequência do anúncio do presidente norte-americano, Donald Trump, de que o país iria retomar os testes nucleares.

    “Ainda não recebemos nenhuma explicação por meio de canais diplomáticos sobre o que o presidente Trump quis dizer quando anunciou a retomada dos testes nucleares”, declarou Lavrov, citado pela agência Ria Novosti.

    Sergey Lavrov destacou também que “os comentários das autoridades de Washington que vieram a público indicam que não têm um entendimento comum sobre o que o presidente dos EUA quis dizer”.

  • Ataque russo destrói todas as centrais térmicas da empresa estatal ucraniana Centrenergo

    A elétrica estatal ucraniana Centrenergo anunciou que todas as suas centrais termoelétricas deixaram de funcionar após “o maior ataque russo de sempre”, anunciou a empresa.

    Segundo a Centrenergo, as centrais Trypillia (região de Kiev), Zmiivska (Kharkiv) e Vuhlehirska (Donetsk) foram todas atingidas por drones e mísseis russos, incluindo drones Shahed, que atacaram “a cada minuto”.

    A Força Aérea da Ucrânia afirmou ter abatido 406 dos 458 drones lançados, bem como nove dos 45 mísseis disparados. A Centrenergo referiu que o ataque destruiu toda a capacidade que tinha sido recentemente restaurada, deixando o país sem produção de energia a partir das suas centrais térmicas.

    A empresa lamentou o impacto do ataque, sublinhando que “menos de um mês após a última ofensiva, todos os centros de geração foram novamente atingidos em simultâneo”.

  • Eslováquia não irá aceitar que se usem ativos financeiros russos para apoiar a Ucrânia

    A Eslováquia, membro da União Europeia, não irá aceitar que se usem ativos financeiros russos congelados para apoiar o esforço de guerra da Ucrânia. A garantia foi dada pelo primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, neste sábado.

    O que está em causa são ativos financeiros russos avaliados em mais de 200 mil milhões de euros, a maioria dos quais “parqueados” na Europa. Alguns países propõem que sejam usados para financiar a reconstrução da Ucrânia e apoiar a defesa do país.

    Alguns países da UE, como a França e a Alemanha, receiam que uma iniciativa desse género viole o direito internacional e comprometa a estabilidade dos mercados financeiros, enquanto outros, como a Polónia e os estados bálticos, defendem que a Rússia deve pagar pelos danos causados pela guerra.

    A Comissão Europeia está a estudar soluções intermédias, como usar os lucros gerados por esses ativos, em vez de confiscar o capital.

  • Ucrânia. Um drone russo mata homem que seguia de bicicleta, outro destrói autocarro

    Um homem morreu e três pessoas ficaram feridas em dois ataques russos com drones FPV na região de Donetsk, só nesta manhã de sábado, informou o portal Ukrinform.

    Em Kostiantynivka, um civil foi morto quando o drone o atingiu enquanto andava de bicicleta, segundo Serhii Horbunov, chefe da administração militar da cidade.

    As autoridades locais acrescentaram que não houve danos em infraestruturas ou edifícios residenciais. Horbunov apelou à evacuação da população para zonas mais seguras.

    Horas depois, na comunidade de Druzhkivka, distrito de Kramatorsk, outro drone atingiu um pequeno autocarro usado para transporte privado, ferindo o motorista de 47 anos e dois passageiros, de 71 e 86 anos. As vítimas sofreram queimaduras e concussões – e foram hospitalizadas.

  • Comandante ucraniano acusado de negligência após ataque russo atingir cerimónia militar

    Um comandante de um batalhão de sistemas não tripulados da Ucrânia foi acusado de negligência por ter organizado uma cerimónia de condecoração em Dnipropetrovsk, apesar da proibição de reunir militares em zonas próximas da frente de combate.

    O evento, realizado a 1 de novembro, foi atingido por um ataque russo que matou 12 soldados e sete civis, deixando 36 feridos, informou o gabinete do Procurador-Geral. O responsável militar não interrompeu a cerimónia nem dispersou os participantes durante o alerta aéreo, segundo a investigação.

    A Rússia terá atingido o local com três drones Geran e dois mísseis Iskander. Entre as vítimas está o fotógrafo e militar Kostiantyn Huzenko, da 35.ª Brigada de Fuzileiros Navais.

    Se for considerado culpado, o comandante poderá enfrentar até oito anos de prisão.

  • Ucrânia negocia com os EUA compra de mais sistemas Patriot após novo ataque russo

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou que a Ucrânia está a trabalhar com os parceiros internacionais, incluindo os EUA, para adquirir mais sistemas de defesa antiaérea Patriot.

    Num comunicado publicado no Facebook, Zelensky referiu que o país continua os esforços de recuperação após um ataque russo massivo durante a noite, que envolveu pelo menos 25 mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e mais de 450 drones.

    Segundo o presidente, as forças ucranianas neutralizaram mais de 400 drones, num “resultado notável” das unidades de drones, aviação do exército e grupos móveis de fogo. Explicou, também, que os sistemas de guerra eletrónica foram eficazes e que alguns mísseis foram intercetados, embora o combate a mísseis balísticos continue a ser “extremamente difícil”, dada a escassez de sistemas capazes de os travar.

    Zelensky sublinhou que a Ucrânia precisa de um número significativamente maior de sistemas Patriot para proteger todo o território e agradeceu o apoio de líderes e aliados da Europa, América e Ásia. A 4 de novembro, a Alemanha entregou dois sistemas Patriot a Kiev.

  • União Europeia prepara 20.º pacote de sanções contra Rússia e medidas contra Bielorrússia

    A União Europeia já está a trabalhar no 20.º pacote de sanções contra a Rússia devido à guerra em curso na Ucrânia, segundo o portal noticioso lituano Delfi.

    O debate sobre o novo pacote decorreu a 7 de novembro entre o ministro das Finanças da Lituânia, Kristupas Vaitekunas, e a comissária europeia para Serviços Financeiros, Maria Luís Albuquerque. Vaitekunas destacou a necessidade de reforçar as medidas contra a Bielorrússia, alinhando-as com as aplicadas à Rússia e introduzindo restrições adicionais.

    Maria Luís Albuquerque sublinhou que as ações contra a Bielorrússia ainda estão numa fase inicial e que a UE colabora com países terceiros que possam facilitar a evasão face às sanções.

  • "Ninguém pode sair vencedor de uma guerra nuclear", diz secretário-geral da NATO

    “Ninguém pode sair vencedor de uma guerra nuclear“, diz secretário-geral da NATO, Mark Rutte, advertindo o Presidente russo, Vladimir Putin, que não deve continuar com a retórica e os testes de mísseis com capacidade nuclear.

    Rutte afirmou que o sucesso do exercício nuclear anual da Aliança, realizado no início deste mês, reforça a sua confiança na credibilidade da dissuasão nuclear da NATO face às ameaças russas. O responsável sublinhou, ainda, que a retórica nuclear de Moscovo não deve gerar pânico nos países da Aliança, que têm um potente arsenal dissuasor.

    Putin deve saber que uma guerra nuclear nunca pode ser vencida e nunca deve ser travada”, acrescentou.

    Desde a invasão da Ucrânia em 2022, Putin tem ameaçado o Ocidente com potenciais consequências nucleares, afirmando recentemente que Moscovo poderia recorrer a armas nucleares se o seu território fosse atacado com mísseis convencionais, considerando qualquer ataque apoiado por um Estado nuclear como um assalto conjunto.

  • Rússia avisa que testes de mísseis pelos EUA irão ter "consequências"

    A Rússia avisou, neste sábado, que os testes de mísseis balísticos anunciados há poucos dias pelos EUA irão ter “consequências“.

    A comunicação oficial do Kremlin, que não se alonga em detalhes, surge depois de as forças armadas dos EUA terem testado, na quarta-feira, o míssil balístico intercontinental Minuteman III.

    O projétil, desarmado, foi lançado desde uma base aérea norte-americana na Califórnia e foi a primeira vez que as forças armadas testam um míssil com capacidade nuclear desde que Donald Trump anunciou o regresso dos testes deste tipo de mísseis.

    EUA testam míssil intercontinental Minuteman III com capacidade nuclear. Projétil percorreu quase sete mil quilómetros

  • Orbán foi à Casa Branca em busca da isenção para a Hungria das sanções contra petrolíferas russas. E conseguiu (por um ano)

    Num encontro marcado por elogios mútuos, Orbán defendeu a Hungria como sendo o “único país pró-paz” na Ucrânia, para além dos EUA. Trump elogiou o visitante, chamando-o de “grande líder”.

    Orbán foi à Casa Branca em busca da isenção para a Hungria das sanções contra petrolíferas russas. E conseguiu (por um ano)

  • Rússia bombardeia Dnipro e atinge prédio residencial, matando duas pessoas

    A Rússia lançou um ataque com drones contra a cidade ucraniana de Dnipro nesta madrugada, matando pelo menos duas pessoas e ferindo 12, incluindo duas crianças, segundo as autoridades locais citadas pelo The Kyiv Independent.

    Vários apartamentos de um edifício de vários andares ficaram destruídos e um incêndio deflagrou no local. Imagens partilhadas nas redes sociais mostram danos estruturais significativos entre o quarto e o sexto andar do prédio.

    O governador da região de Dnipropetrovsk, Vladyslav Haivanenko, informou que entre os feridos há uma criança de 2 anos e outra de 13. Sete pessoas precisaram de hospitalização. As equipas de resgate continuam no terreno, e admite-se que o número de vítimas possa aumentar.

    A zona de Dnipro, situada perto das regiões da linha da frente, tem sido alvo frequente dos ataques russos. Moscovo mantém uma campanha de bombardeamentos aéreos contra cidades ucranianas, que ao longo do ano têm batido recordes sucessivos de mísseis e drones lançados.

    O ataque a Dnipro ocorreu no contexto de uma ofensiva mais ampla contra várias cidades ucranianas na mesma noite, com sirenes de alerta aéreo a soarem em todo o centro e leste do país devido à ameaça de mísseis balísticos. Em Kiev, registaram-se também incêndios provocados por drones russos.

  • Bom dia.

    Vamos concentrar neste artigo liveblog todas as últimas notícias relacionadas com a guerra na Ucrânia, ao longo deste sábado.

    EUA aceitam que Hungria compre petróleo russo apesar de sanções

    Deixamos, aqui, a ligação para o liveblog de ontem, sexta-feira, que terminou com a informação de que os EUA aceitaram que Hungria compre petróleo russo apesar das sanções.

    Muito obrigado por nos acompanhar.

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