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  • Livre defende que a esquerda não pode concorrer para ver quem faz melhor oposição

    O porta-voz do Livre afirmou na noite desta sexta-feira que a esquerda não pode estar a concorrer para ver quem é que faz melhor oposição, nem para ver quem é que fica “um pontinho à frente”.

    “Há 800 mil votos que transitaram da esquerda para a direita de pessoas, muitas delas, que têm valores de progresso, que tem causas de justiça social e que se revêm ainda nos ideais de esquerda”, disse Rui Tavares no lançamento da campanha para as eleições legislativas na Associação de Moradores da Bouça, no Porto.

    Num discurso de cerca de meia hora, Rui Tavares salientou que essas pessoas veem, contudo, que não há uma eleição normal desde 2019 e que o país vai para a terceira eleição nesta década na sequência de uma crise política, nomeadamente após o colapso da Geringonça, o caso Influencer (que envolveu o então primeiro-ministro socialista António Costa) e o “Montenegrogate” (relativo à polémica em torno da empresa do atual primeiro-ministro, Luís Montenegro).

  • Luís Montenegro diz que segurança “é prioritária” e critica PS nesta matéria

    O presidente do PSD alertou esta sexta-feira que a segurança em Portugal “é prioritária” e criticou o líder do PS por ter censurado as ações do Governo nesta área e, depois, ter alterado a sua estratégia.

    “Quando nós dissemos ao país que a segurança era prioritária, que era preciso fazer um policiamento de proximidade, que era preciso dar visibilidade às forças de segurança na rua, chamaram-nos muitos nomes”, recordou Luís Montenegro.

    O líder do PSD, que falava num jantar comício da AD – Coligação PSD/CDS-PP em Portalegre, no âmbito das eleições legislativas, recordou também que o seu “oponente” nestas eleições afirmou que o primeiro-ministro era o “mais extremista” dos primeiros-ministros desde o 25 de Abril.

  • Pedro Nuno Santos diz que Montenegro esgotou projeto para o país

    O secretário-geral do PS disse esta sexta-feira, em Aveiro, que o primeiro-ministro demissionário Luís Montenegro esgotou o seu projeto para o país, depois de ter esgotado a credibilidade.

    “Depois de distribuído o excedente herdado dos governos do PS não resta nada deste governo. Nós não sabemos qual é o projeto para o país. Não há estratégia, não há uma visão para Portugal”, disse, Pedro Nuno Santos.

    O líder dos socialistas falava em Aveiro, distrito por onde é cabeça de lista, num comício de pré-arranque da campanha eleitoral para as legislativas antecipadas, que só começa oficialmente no domingo.

  • Rui Tavares acusa Montenegro de “empurrar com a barriga” esclarecimentos sobre Spinumviva

    O porta-voz do Livre acusou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro, de estar a fugir ao escrutínio e de ir “empurrando com a barriga” os esclarecimentos sobre a empresa Spinumviva.

    “Parece-me que o primeiro-ministro está a fugir ao escrutínio e que vai empurrando com a barriga esclarecimentos e que de cada vez que nós achamos que a empresa da família do primeiro-ministro, que é a Spinumviva, é sobre uma coisa, passado algum tempo sabe-se que é sobre outra coisa”, afirmou Rui Tavares à margem do lançamento de campanha para as legislativas na Associação de Moradores da Bouça, no Porto.

    O deputado lembrou que, inicialmente, a Spinumviva era de gestão patrimonial, depois recebia avenças de empresas e, afinal, fazia consultoria de reestruturação de empresas.

    “Como é que um primeiro-ministro que ainda há um ano nos vendia ética, no tempo em que era líder da oposição, reagiria a uma situação destas?”, questionou.

    Rui Tavares sublinhou que, há um ano, o PSD dizia que jamais um primeiro-ministro poderia estar sob suspeita de um potencial conflito de interesses.

    “Não me basta a mim de maneira nenhuma que Luís Montenegro diga que não faz fretes porque a questão da integridade de um primeiro-ministro é uma questão que não depende da confiança pessoal”, reforçou.

    Na sua opinião, Luís Montenegro não podia, nem devia ser recandidato ao cargo de primeiro-ministro.

    “Luís Montenegro forçou a sua situação como recandidato do PSD, foi ele que, ao não se demitir, não deixou o seu partido procurar outro primeiro-ministro e foi ele que, ao não se demitir, não deixou nem o parlamento, nem o Presidente da República resolver uma crise que ele tinha criado”, atirou.

    O porta-voz do Livre lamentou ainda as declarações do deputado do PSD Hugo Carneiro, que sugeriu que as autoridades judiciárias acedessem a registos telefónicos para saber quem divulgou a nova lista de clientes da Spinumviva.

    Falando num atentado à liberdade de imprensa, Rui Tavares ressalvou que os jornalistas não têm de revelar as suas fontes e, muito menos, em casos que configuram uma situação de interesse público.

    “Este era um caso de interesse público e, portanto, um órgão de imprensa que divulga esta lista de clientes está a agir no interesse público, não está a revelar questões nem da intimidade, nem da privacidade, nem da esfera familiar e íntima do primeiro-ministro”, salientou.

  • Spinumviva: Montenegro tem "tiques" à Sócrates?

    Acusações sobre divulgação de notícia no caso Spinumviva: Montenegro faz lembrar o animal feroz? PSD quer condicionar liberdade de imprensa? E ainda os jerricans do governo a gerir o apagão.

    Ouça aqui o Fora do Baralho

    Spinumviva: Montenegro tem “tiques” à Sócrates?

  • Apagão. AD manifesta pesar e exige explicações sobre morte de mulher ventilada

    A AD – coligação PSD/CDS manifestou esta sexta-feira pesar e exigiu explicações sobre a morte de uma mulher ventilada durante o apagão de segunda-feira, apelando aos adversários políticos que tenham ponderação e evitem “aproveitamentos políticos demagógicos”.

    Numa conferência de imprensa na sede nacional do PSD, em Lisboa, o membro da Comissão Política Nacional dos sociais-democratas e ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, manifestou, em nome da AD, as condolências à família da mulher de 77 anos que terá morrido durante o corte geral de energia que afetou o país na segunda-feira.

    “Soubemos esta sexta que o Ministério da Saúde teve conhecimento desta situação ontem, dia 1 de maio, tendo já sido pedido ao IGAS a abertura de uma auditoria para o cabal esclarecimento deste caso. A AD congratula-se com esta decisão, pois esta infeliz morte tem de absolutamente ser explicada”, acrescentou.

  • Legislativas. Raimundo diz que declarações de deputado do PSD visam desviar atenções

    O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, classificou esta sexta-feira de “muito mau tom” as declarações do deputado do PSD Hugo Carneiro, considerando que são uma estratégia de “fuga para a frente para desviar a atenção dos problemas centrais”.

    “Só posso entender isso como de muito mau tom e de fuga para a frente para desviar a atenção dos problemas centrais”, afirmou Paulo Raimundo, durante uma visita à feira agropecuária Ovibeja, em Beja, ao ser questionado pelos jornalistas.

    O líder comunista foi interpelado sobre as declarações do deputado do PSD Hugo Carneiro, que sugeriu que as autoridades judiciárias acedessem aos registos telefónicos para verificar quem divulgou a nova lista de clientes da empresa da família do primeiro-ministro, Luís Montenegro.

  • Governo afirma que investimento em Defesa em 2024 representou 1,58% do PIB

    O Governo anunciou esta sexta-feira que o investimento em Defesa do país no ano passado ultrapassou as previsões e deverá situar-se nos 1,58% do Produto Interno Bruto (PIB), número que diverge da estimativa da NATO.

    Em comunicado, o Ministério da Defesa Nacional, tutelado pelo centrista Nuno Melo, escreve que “mesmo com uma revisão em alta do crescimento da economia nacional, a execução deverá fechar em 2024 em 1,58% do PIB, correspondente a 4.481,50 mil milhões de euros”.

    Contudo, de acordo com as estimativas divulgadas no final de abril pela NATO, no relatório anual do secretário-geral da Aliança Atlântica, Portugal terá investido 1,46% do PIB no ano passado, sendo o sexto país da aliança que menos investiu em Defesa em 2024, abaixo do limiar de 2% para despesas militares

  • "A AD congratula-se com a ação do Governo no apagão", diz Pinto Luz

    Miguel Pinto Luz recusa falar das declarações de Hugo Carneiro sobre a revelação dos clientes da Spinumviva.

    E volta a insistir que “a AD congratula-se com a ação do Governo em toda a gestão do dossiê” do apagão, depois de ouvir uma pergunta sobre o Executivo dizer que correu tudo bem quando se sabe que morreu uma pessoa.

    Pinto Luz volta a endereçar o voto de pesar e diz estar “expectante” à espera do relatório do IGAS. “O Governo agiu, pediu auditorias que não podem cair no éter e num prazo curto devem apresentar causas e soluções”.

    “O Governo falou, falou quando tinha de falar, antes do Governo espanhol e mais do que o Governo espanhol, da forma como podia falar, com todas as limitações desse dia”.

    “Um Governo em gestão não é um Governo parado. Isto é uma adversidade”, frisa Pinto Luz, sobre a decisão de lançar um estudo para a substituição do SIRESP.

  • Sistema para substituir SIRESP "deve assegurar comunicações entre órgãos de soberania"

    “Se na segunda-feira foi tempo de ação, agora é tempo de aprendizagem”, prossegue Miguel Pinto Luz. Diz que é preciso avaliar a resposta dos vários setores e os pontos a melhorar.

    “O Governo agiu”, frisa, congratulando-se pelas decisões de criar uma Comissão Técnica Independente e pedir uma auditoria europeia (requerida por lei) e auditorias setoriais à ANAC, ANACOM e IMT. Além disso, uma auditoria ao IGAS e o centro de Cibersegurança (que faz uma auditoria em conjunto com o congénere espanhol).

    Depois, constata que o SIRESP “voltou a mostrar limitações estruturais e operacionais, e Portugal precisa de um sistema de comunicações robusto, fiável e resiliente”, depois de o Governo ter anunciado um grupo de trabalho para substituir o sistema. O novo sistema deve assegurar comunicações entre os órgãos de soberania, as forças de segurança ou as diferentes entidades públicas e privadas responsáveis por infraestruturas críticas.

  • Pinto Luz rejeita críticas de falta de comunicação durante o apagão: "Governo deu sempre a cara"

    “Já todos sabemos que os tempos de campanha são pouco propícios à moderação”, diz Pinto Luz, mas pede que se evitem “aproveitamos políticos demagógicos e populistas”. Exemplo desses aproveitamentos são as críticas à demora na reação, diz, lembrando que Marcelo Rebelo de Sousa falou na rapidez de Portugal, comparando com Espanha.

    “Fomos mais lestos a recuperar a normalidade. A ferrovia em Espanha só ao meio dia de terça-feira recuperou”. Mas também não aceita “a narrativa de falta de comunicação”: “O Governo não se escondeu, deu sempre a cara”, frisa, mais uma vez em comparação com Pedro Sánchez.

  • Miguel Pinto Luz deixa pesar por mulher que morreu no apagão e diz que Governo soube do caso esta quinta-feira

    O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, que está a falar como dirigente do PSD na sede do partido, fala do apagão, elogiando a “enorme tranquilidade e sentido cívico” com que a população reagiu à “situação desafiante e absolutamente surpreendente”. E deixa uma “palavra devida de pesar” pela mulher de 77 anos que morreu na sequência do apagão.

    “O Ministério da Saúde teve conhecimento da situação ontem, dia 1 de maio”, esclarece, frisando que o Governo vai fazer uma “auditoria para cabal esclarecimento deste caso”.

  • Governo constitui grupo de trabalho para "substituição urgente" do SIRESP, após "limitações" evidenciadas no apagão

    O Governo determinou hoje a constituição de um grupo de trabalho para a criação de um novo sistema comunicações para substituir do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP). A decisão ocorre após as “limitações estruturais e operacionais” verificadas no apagão geral desta segunda-feira, de acordo com comunicado do ministério das Infraestruturas e Habitação.

    O despacho emitido pelos ministro Miguel Pinto Luz e pela ministra da Administração Interna Margarida Blasco dita que o grupo de trabalho deverá apresentar, nos próximos 90 dias, os resultados de “um estudo técnico-estratégico para a substituição urgente do SIRESP”.

    A constituição deste grupo de trabalho nesta altura é justificada pela “relevância estratégica das comunicações de emergência e proteção civil para a segurança e resiliência do Estado”. No comunicado enviado à imprensa, são referidas as “limitações estruturais e operacionais evidenciadas pelo SIRESP em cenários de elevada complexidade e exigência operacional, que se constataram, entre outras situações, no passado dia 28 de abril, durante o apagão”.

    O objetivo do Governo é assegurar “um sistema de comunicações robusto, fiável, resiliente, tecnologicamente adequado e plenamente interoperável” e “que responda eficazmente às exigências atuais e futuras das forças e serviços de segurança, emergência e proteção civil”.

  • Marcelo espera que partidos expliquem bases de apoio até às eleições

    O Presidente da República afirmou esta sexta-feira esperar que os partidos expliquem, até às eleições legislativas antecipadas de 18 de maio, com que bases de apoio pensam aplicar as suas propostas e evitar crises políticas.

    Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas depois de inaugurar a requalificação do Núcleo Museológico do Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas (MFA), na Pontinha, no concelho de Odivelas, distrito de Lisboa.

    Segundo o chefe de Estado, “os debates, de uma maneira geral, foram úteis e importantes”, com “grande audiência” e “apresentação de propostas”.

  • Legislativas. Cavaco diz que dimensão ética de Montenegro é igual ou superior à dos outros líderes

    O antigo Presidente da República Cavaco Silva considerou esta sexta-feira que Luís Montenegro tem uma dimensão ética igual ou superior à dos outros líderes e prometeu divulgar um texto para explicar que as propostas da AD são as mais favoráveis ao progresso de Portugal.

    “Luís Montenegro não fica atrás de nenhum dos outros líderes partidários no que se refere à dimensão ética na vida política”, sustentou Anibal Cavaco Silva, em declarações à Rádio Renascença, numa altura em que foram divulgadas notícias sobre novos clientes da Spinumviva, a empresa que pertenceu ao primeiro-ministro e foi recentemente cedida aos seus filhos.

    Na declaração à Renascença, o antigo líder do PSD prometeu divulgar um texto em breve para expor a opinião de que as propostas da AD são mais favoráveis ao desenvolvimento do país.

  • Legislativas. Rui Rocha chocado com sugestão do PSD defende liberdade de expressão

    O presidente da IL, Rui Rocha, assumiu-se chocado esta sexta-feira com a sugestão do deputado do PSD Hugo Carneiro para que as autoridades judiciárias procurem revelar as fontes de informação que divulgaram clientes da empresa familiar do primeiro-ministro.

    “Choca-me profundamente que um deputado da nação, que, aliás, respeito e [com quem] tenho uma boa relação, que ponha sequer a hipótese de que haja algum tipo de perseguição ou de tentativa de perseguição de quem fez o seu trabalho de jornalista”, afirmou.

    Rui Rocha foi questionado pelos jornalistas à margem de uma visita à feira Ovibeja, em Beja, sobre as declarações de Hugo Carneiro, que sugeriu que as autoridades judiciárias acedessem aos registos telefónicos dos jornalistas para saber quem divulgou a nova lista de clientes da empresa Spinumviva.

  • Legislativas. Ventura considera que primeiro-ministro não tem condições para se recandidatar

    O presidente do Chega acusou esta sexta-feira o primeiro-ministro de voltar a mentir no caso da empresa Spinumviva, insistindo que não tem condições para se recandidatar ao cargo.

    “O primeiro-ministro quis esconder isto do ato eleitoral e quis escondê-lo das pessoas. Isso é grave. Como é que um primeiro-ministro pode ter autonomia e integridade quando sabemos agora que a sua empresa familiar estava a receber dinheiro de entidades que aumentaram a faturação?”, questionou André Ventura, referindo-se aos novos dados divulgados sobre a Spinumviva, antes de iniciar uma arruada em Leiria.

    Para Ventura, “é lamentável” que a situação tenha chegado a este ponto.

    “Isto tem a ver com integridade. O primeiro-ministro não tem condições para ser candidato a primeiro-ministro. Acho que isto é simples e fácil de compreender”, sustentou.

  • Marcelo relaciona polémica com divulgação da lista de empresas da Spinumviva com "calor" e "lado emotivo" da campanha eleitoral

    Questionado sobre a polémica a envolver a divulgação da lista de empresas clientes da Spinumviva, Marcelo Rebelo de Sousa falou no “clima eleitoral” que se vive em que “há sempre um calor e um lado emotivo muito grande”.

    “Estamos a 15 dias de eleições, terminaram os debates, que de uma maneira geral foram úteis e importantes. Houve uma grande audiência dos debates, vamos entrar num período formal de campanha eleitoral onde os partidos vão apresentar as suas soluções”, afirmou ainda.

    O Presidente mostra-se mais preocupado com a “praticabilidade dessas soluções”.

    “Mas vai fazer como? E com que base de apoio? São essas as perguntas e acho que isso vai ser esclarecido até às eleições”, diz Marcelo.

    Volta a desviar-se da questão da divulgação da lista de empresas e diz que situações como esta acontece “nas democracias mais sofisticadas do mundo”.

    “Há um mundo de luta partidária que existe, é importante ter serenidade e esperar que as forças políticas expliquem, daqui até às eleições como é que se vão pôr no terreno e com que base de apoio, para que não haja crises políticas”, apela ainda.

  • Apagão. Rui Rocha diz que "as coisas não correram bem"

    O líder da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, fez um balanço da resposta do Estado ao apagão de segunda-feira, dizendo que “as coisas não correram bem”.

    Em declarações aos jornalistas, Rocha apontou como erros “a comunicação dos responsáveis políticos” e a “situação-limite em hospitais e no aeroporto de Lisboa”. “Mais uma vez”, acrescentou, “o INEM teve uma enorme dificuldade e, mais uma vez, o SIRESP não resolve os problemas quando há uma crise”.

    O líder da IL concluiu: “Tivemos sorte, coisas podiam ter corrido muito pior.”

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