Histórico de atualizações
  • Encerramos aqui este artigo de acompanhamento sobre a guerra na Ucrânia. Continue a seguir as últimas informações sobre este conflito durante esta segunda-feira nesta nova ligação.

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  • Zelensky diz que Rússia vai "tentar enganar os EUA". "Não o permitiremos"

    O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, prevê que a Rússia vá tentar “enganar” os EUA na reunião da próxima sexta-feira, entre Donald Trump e Vladimir Putin, no Alasca.

    “Entendemos a intenção dos russos é tentar enganar a América — não permitiremos isso”, disse Zelensky, citado pelo Kyiv Independent, no seu discurso à nação deste domingo.

    A Ucrânia está em “comunicação constante” com parceiros dos EUA sobre para abordar formas garantir a paz, disse Zelensky.

    O presidente ucraniano disse que a Rússia não demonstrou interesse real na paz e deu como exemplo o ataque contra uma estação de autocarros, este domingo, em Zaporíjia, que provocou 20 feridos. “Todos podem ver que a Rússia não deu um único passo real em direção à paz“, afirmou Zelensky, pedindo um aumento da pressão sobre Moscovo.

    “É por isso que as sanções são necessárias, que pressão é necessária. A força é necessária — em primeiro lugar, a força dos Estados Unidos, a força da Europa, a força de todas as nações do mundo que querem paz e tranquilidade nas relações internacionais. Se a Rússia não quer parar a guerra, então devemos parar a economia russa“, defendeu.

  • EUA vão tentar acordo entre Rússia e Ucrânia com base na atual linha da frente, diz JD Vance

    O vice-presidente dos EUA disse, em entrevista à Fox News, que os Estados Unidos vão tentar fazer com que Ucrânia e Rússia cheguem a um acordo — que teria como base a “atual linha de contacto”, ou seja, a linha da frente.

    “Na verdade, é muito simples. Se levarmos em conta onde está a atual linha de contacto entre a Rússia e a Ucrânia, vamos tentar encontrar algum acordo negociado com o qual os ucranianos e os russos possam viver, onde possam viver em relativa paz, que faça matança parar”, explicou JD Vance, citado pelo The Telegraph.

    O vice-presidente norte-americano admite que a proposta norte-americana “não vai deixar ninguém super feliz”, referindo-se aos dois países em guerra. Recorde-se que o presidente ucraniano já disse que não aceitará ceder território, enquanto que a Rússia não abdica das quatro regiões ucranianas que anexou em 2022 (Lugansk, Donetsk, Kherson e Zaporíjia).

  • Ucrânia atinge refinaria de petróleo russa a mais de dois mil quilómetros da fronteira

    Um ataque ucraniano, com recurso a drones, atingiu uma refinaria de petróleo na cidade de Ukhta, na região de Komi, na Rússia, a cerca de 2 mil quilómetros da fronteira ucraniana, disse uma fonte da agência de informações militar da Ucrânia (HUR) ao Kyiv Independent.

    Este é o primeiro ataque realizado pela Ucrânia contra a região de Komi, no noroeste da Rússia.

    O ataque, que teve lugar este domingo, levou à suspensão de voos no aeroporto regional mais próxima, segundo o jornal Novaya Gazeta.

    O governador interino da região de Komi, Rostislav Goldshteyn, garantiu já que os trabalhadores das empresas na rota de voo dos drones foram retirados e que não houve vítimas.

  • Ataque russo a estação de autocarros em Zaporíjia faz 12 feridos

    As forças russas atacaram, com recursos a bombas aéreas guiadas, um estação de autocarros na cidade de Zaporíjia, fazendo pelo menos 12 feridos, segundo o Kyiv Independent, que cita o governador da região Ivan Fedorov.

    Várias pessoas podem ainda estar presas debaixo dos escombros. Enquanto a primeira bomba atingiu uma estação de autocarros, uma segunda bomba uma clínica médica universitária.

  • Minas subaquáticas matam três pessoas ao largo de Odessa

    Três pessoas foram mortas por minas subaquáticas enquanto nadavam em zonas proibidas no mar negro, ao largo da região de Odessa, escreve o Kyiv Independent, citando o governo Oleh Kiper.

    Um homem morreu junto a uma praia a cerca de 60 quilómetros a sul da cidade de Odessa, enquanto outro homem e uma mulher também morreram numa praia em Zatoka, ainda mais para sul, de acordo com as autoridades locais. Nesta altura do ano, as temperaturas em Odessa ultrapassam os 30 graus.

    “Isto prova mais uma vez que estar em áreas de águas perigosas (que poderão ter minas) pode ser mortal”, escreveu Kiper no Telegram, pedindo aos habitantes que desfrutem apenas das cerca de 30 praias autorizadas.

    A Rússia tem vindo a implantar minas subaquáticas no mar negro desde o início da guerra

  • Vice-presidente dos EUA diz que a Casa Branca está a trabalhar numa reunião Putin-Zelensky

    O vice-presidente dos EUA, JD Vance, disse que Washington está a trabalhar para que se possa concretizar uma reunião entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente ucraniano, Volodomyr Zelensky.

    Em entrevista à Fox News, este domingo, JD Vance adiantou que os EUA estão a tentar perceber quando os dois líderes se poderão reunir, de forma a colocar um fim à guerra.

    Vance acrescentou que não acha produtivo ter Putin e Zelenskyy sentados lado a lado antes da reunião entre Putin e Trump, que decorrerá na próxima sexta-feira, no Alasca.

  • Reunião tripartida admitida, mas Casa Branca trabalha no encontro bilateral

    A CNN cita neste domingo um alto representante da Casa Branca indicando que o Presidente norte-americano está “aberto a uma cimeira trilateral com ambos os líderes [Putin e Zelensky]”, mas que “a Casa Branca está a fazer planos para a cimeira bilateral [Putin e Trump]”.

    Isto depois da NBC ter noticiado no sábado que a Casa Branca admitia convidar Zelensky para a reunião marcada para 15 de agosto entre Trump e Putin.

  • Três pessoas morreram por minas no Mar Negro

    Três pessoas morreram por minas plantadas no mar Negro quando se banhavam em áreas ditas proibidas, indicou o governador regional de Odesa, Oleh Kiper, citado pelo Kyiv Independent.

    Um homem morreu numa praia a 60 quilómetros do porto de Odesa. Numa outra área na praia de Zatoka morreu um homem e uma mulher.

    As minas terão sido colocadas pelas forças russas.

    As entidades oficiais acrescentam existirem 32 áreas em que são permitidos banhos na água na região de Odesa, incluindo 30 na cidade.

  • Ucrânia atinge refinaria na Rússia

    As Forças Armadas da Ucrânia indicam que atingiram, neste domingo, uma refinaria na região russa de Saratov com um ataque de drones.

    Em comunicado, o Estado Maior indicou que o ataque à refinaria causou explosões e um incêndio, segundo a Reuters.

  • Ucrânia diz ter recuperado localidade na região de Sumy

    A Ucrânia diz ter recuperado uma localidade na região de Sumy.

    “As forças ucranianas libertaram e limparam completamente de ocupantes russos a localidade de Bezsalivka, na região de Sumy”, indicam no Telegram as Forças Armadas da Ucrânia.

    “Na operação participaram unidades do 33.º Regimento de Assalto Independente e do 24.º Batalhão de Assalto Independente. Durante os combates, os soldados ucranianos eliminaram 18 invasores russos”, acrescentam.

  • Chefe da diplomacia da Ucrânia diz que "qualquer concessão convida a novas agressões"

    “Nenhuma recompensa ou presente ao agressor”. É assim que o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrei Sibiga, comenta, na rede X, a proposta de cedência pela Ucrânia de território à Rússia, em cima da mesa na reunião entre Trump e Putin.

    “Somente a força e a unidade podem forçar a Rússia a pôr fimà sua guerra. Qualquer concessão [à Rússia] é um convite a novas agressões” e garante que “continuamos comprometidos em garantir uma paz justa e duradoura, baseada na Carta da ONU e no direito internacional, juntamente com nossos parceiros americanos e europeus”.

  • Líderes europeus apelam a uma "diplomacia ativa" com apoio à Ucrânia e pressão sobre a Rússia

    Líderes europeus defenderam que “só uma abordagem que combine diplomacia ativa, apoio à Ucrânia e pressão sobre a Federação Russa” poderá ter sucesso para acabar com a guerra entre Ucrânia e Rússia.

    “Acolhemos o trabalho do Presidente (dos Estados Unidos, Donald) Trump para interromper o massacre na Ucrânia e estamos prontos para apoiar esse trabalho diplomaticamente, bem como manter substancial apoio militar e financeiro à Ucrânia e manter e impor medidas restritivas contra a Federação Russa”, disseram os líderes num comunicado conjunto.

    O documento hoje divulgado foi assinado pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, pela primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, pelo primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, pela Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e pelo Presidente finlandês, Alexander Stubb, antes do encontro da próxima sexta-feira entre Donald Trump e Vladimir Putin, no Alasca.

    No sábado, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, rejeitou qualquer cedência territorial à Rússia para garantir a paz, antes da reunião planeada entre Putin e Trump.

  • Rússia diz ter abatido 121 drones da Ucrânia

    Já a Rússia diz ter destruído 121 drones ucranianos durante a noite, oito sobre a região de Saratov, informa o Ministério de Defesa.

  • Ucrânia diz ter neutralizado 70 dos 100 drones lançados pela Rússia

    A Força Aérea da Ucrânia diz ter neutralizado, durante a última noite, 70 drones, de um total de 100 lançados contra território ucraniano pela Rússia.

    Foram lançados das regiões russas de Shatalovo, Kursk e Primorsko-Ajtarsk, bem como da península anexada da Crimeia. Os alvos foram Dnipropetrovsk (centro), Járkov (nordeste), Sumi e Chernígov (norte).

  • Zelensky: "O fim da guerra tem de ser justo"

    Volodymyr Zelensky, na sua conta da rede X, agradece aos líderes europeus que apoiam a participação da Ucrânia na reunião entre Trump e Putin.

    Na sua mensagem desta manhã, o Presidente da Ucrânia afirma que “o fim da guerra tem de ser justo. Estou agradecido a todos os que apoiam a Ucrânia e o nosso povo”.

    E assume apoio ao comunicado conjunto entre Macron, Meloni, Merz, Tusk, Starmer, Stubb e Ursula von der Leyen ontem divulgado.

  • Navalny esteve quase para ser libertado antes de morrer e com intervenção de Abramovich

    Alexei Navalny, o opositor de Vladimir Putin, estaria em vias de poder ser libertado quando morreu em fevereiro de 2024.

    A história é contada no Wall Street Journal, que publica uma adaptação da investigação que está no livro e Drew Hinshaw e Joe Parkinson “Swap: A Secret History of the New Cold War”.

    Alexei Navalny iria ser trocado por Krasikov que acabou mesmo por ser alvo de troca, meses mais tarde.

    O Wall Street Journal tem dois textos adaptados com o que consta do livro sobre as negociações para libertar Navalny. O primeiro foi publicado na sexta-feira e o segundo neste sábado.

    A ideia de que Navalny estava nas negociações para ser trocado já tinha sido noticiado. Agora o Wall Street Journal conta os bastidores dessas negociações que teve o envolvimento de Roman Abramovich.

    Putin quis de volta o seu “assassino favorito” e Ocidente aceitou para “salvar inocentes”. As negociações da troca histórica de prisioneiros

  • Bom dia

    Abrimos este liveblog para acompanhar os acontecimentos na Guerra na Ucrânia, numa altura em que se aproxima a reunião entre Trump e Putin, marcada para 15 de agosto.

    Ontem, a NBC noticiou que a Casa Branca estará a ponderar convidar Volodymyr Zelensky para esse encontro, mas não há confirmação oficial dessa informação.

    O Presidente da Ucrânia tem contestado a reunião sem a Ucrânia, sendo apoiado por vários líderes europeus. Ontem num comunicado conjunto a Comissão Europeia com vários desses líderes reforçou isso mesmo.

    Para ver o que aconteceu no sábado veja o liveblog que agora fechamos.

    Trump estará a ponderar convite a Zelensky para encontro com Putin, diz NBC

    Continua connosco.

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