Momentos-chave
- Starmer disposto a enviar tropas de manutenção de paz para a Ucrânia
- Trump poderá encontrar-se com Putin "em breve"
- Zelensky chega aos Emirados Árabes Unidos
- Rubio diz que Ucrânia vai participar nas "verdadeiras" negociações de paz
- Gabinete de Macron confirma cimeira. MNE pede que encontro não seja "dramatizado"
- Macron fala com príncipe herdeiro saudita sobre paz na Ucrânia com "Europa no centro do processo"
- Administração Trump quer cessar-fogo até à Páscoa
- Enviado especial dos EUA confirma viagem à Arábia Saudita para encontro com a Rússia
- As perguntas dos EUA aos países europeus sobre as garantias de segurança à Ucrânia
- Ucrânia não deve participar das negociações na Arábia Saudita
- Olaf Scholz estará presente na cimeira de emergência em Paris
- Ministro dos Negócios Estrangeiros polaco diz que estratégias dos EUA para a Ucrânia são "não ortodoxas"
- França, Reino Unido, Alemanha, Polónia, Itália, Espanha e Dinamarca participam em cimeira de emergência em Paris
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O primeiro-ministro britânico mostrou-se disposto para enviar tropas de manutenção de paz para a Ucrânia no âmbito de um acordo de paz. Keir Starmer também se comprometeu a fornecer três mil milhões de libras por ano até 2030 para apoiar a defesa e segurança da Ucrânia.
- Donald Trump, Presidente norte-americano, admitiu que poderá encontrar-se com o Presidente russo, Vladimir Putin, em breve, para discutir o conflito na Ucrânia. A administração Trump está interessada em pôr fim à guerra o mais rápido possível e, segundo a Bloomberg, disse a representantes europeus que quer um cessar-fogo até à Páscoa.
- Os líderes europeus planeiam reunir-se em Paris para uma cimeira de emergência sobre a Ucrânia, com a presença de chefes de governo de vários países da União Europeia, incluindo o Reino Unido, Alemanha, e França. Na cimeira também vão estar em destaque questões de segurança europeia.
- O Secretário de Estado norte-americano garantiu que a Ucrânia e a Europa vão participar em quaisquer negociações de paz formais. As declarações de Marco Rubio contrariam as palavras do enviado especial dos EUA à Ucrânia, que na Conferência de Munique afirmou que os países europeus não teriam um lugar à mesa de negociações e apenas seriam consultados.
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Bom dia, arquivamos agora este liveblog onde acompanhámos ao minuto o que se passou na guerra da Ucrânia este domingo. Passamos a cobertura do conflito armado para esta nova página.
Rutte garante que Europa está “preparada” para liderar garantias de segurança para a Ucrânia
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Starmer disposto a enviar tropas de manutenção de paz para a Ucrânia
O primeiro-ministro britânico disse que está pronto para enviar tropas britânicas para a Ucrânia como parte de uma eventual força de manutenção de paz mobilizada no pós-guerra.
Keirs Starmer sublinhou que não tomou a decisão de considerar colocar militares britânicos “em perigo” levianamente, mas defendeu que garantir uma paz duradoura na Ucrânia é essencial para dissuadir o presidente russo de novas agressões.
O líder britânico escreveu no jornal Daily Telegraph que “está pronto para desempenhar um papel de liderança” na defesa e segurança da Ucrânia”. Comprometeu-se também a fornecer 3 mil milhões de libras por ano até 2030.
Starmer notou que se trata de uma questão “existencial” para a Europa e que, quando chegar, a paz não pode ser uma mera pausa temporária antes de Putin voltar a atacar.
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Trump poderá encontrar-se com Putin "em breve"
O Presidente norte-americano admitiu que poderá encontrar-se com o homólogo russo “muito em breve” para discutir o conflito na Ucrânia.
Em declarações aos jornalistas, citadas pela Reuters, Donald Trump disse que está a trabalhar para alcançar a paz e que acredita que tanto Vladimir Putin como Volodymyr Zelensky querem o fim da guerra.
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Zelensky chega aos Emirados Árabes Unidos
Depois de marcarem presença na Conferência de Munique, o Presidente ucraniano e a primeira dama chegaram esta noite aos Emirados Árabes Unidos.
“A prioridade é garantir que mais pessoas regressam do cativeiro. Também nos vamos focar nos investimentos e parcerias económicas, bem como num grande programa humanitário”, escreveu Volodymyr Zelensky na rede social X.
Official visit to the United Arab Emirates together with the First Lady @ZelenskaUA.
Our top priority is bringing even more of our people home from captivity.
We will also focus on investments and economic partnership, as well as a large-scale humanitarian program. pic.twitter.com/rlVBT38TIV— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) February 16, 2025
A viagem aos Emirados Árabes Unidos faz parte de um périplo regional que também inclui uma paragem na Arábia Saudita, onde representantes norte-americanos e russos se vão reunir na próxima semana, e Turquia.
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Rubio diz que Ucrânia vai participar nas "verdadeiras" negociações de paz
O secretário de Estado norte-americano garantiu hoje que a Ucrânia e a Europa serão parte de quaisquer “verdadeiras negociações” para pôr fim ao conflito. As declarações, à CBS News, contrariam as palavras do enviado especial dos EUA à Ucrânia, que na Conferência de Munique afirmou que os países europeus não teriam um lugar à mesa de negociações e apenas seriam consultados.
“Se isso [as negociações] acontecer a Ucrânia terá de estar envolvida porque foram eles que foram invadidos. E os europeus terão que estar envolvidos porque também têm sanções contra Putin e a Rússia”, afirmou no programa Meet the Press.
Marco Rubio disse também que as próximas semanas e dias “vão determinar” se o Presidente russo, Vladimir Putin, está a levar a sério o tema da paz na Ucrânia.
O diplomata norte-americano, que nos últimos dias esteve em Jerusalém para um encontro com o primeiro-ministro israelita, vai viajar para a Arábia Saudita para uma reunião com representantes russos. Também estarão presentes o conselheiro de segurança nacional, Mike Waltz, e o enviado especial dos EUA para o Médio Oriente, Steve Wilkoff.
Questionado pela CBS sobre o encontro, o secretário de Estado não entrou em detalhes sobre o que pensa dizer ao homólogo, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov. Lembrou apenas que ainda não está de pé um processo de negociação formal para mediar e solucionar o conflito.
“O que temos agora é um telefonema entre o Presidente Putin e o Presidente Trump, em que ambos os lados expressaram interesse em pôr fim ao conflito”, afirmou. “Um telefonema não faz a paz”, acrescentou.
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Gabinete de Macron confirma cimeira. MNE pede que encontro não seja "dramatizado"
O ministro dos Negócios Estrangeiros francês confirmou hoje que o Presidente Emmanuel Macron vai encontrar-se na segunda-feira com líderes europeus. Jean-Noël Barrot sublinhou, no entanto, que a cimeira não deve ser “dramatizada.”
Num comunicado à CBS News, o gabinete do Presidente francês confirmou também a reunião informal com líderes da Alemanha, Reino Unido, Itália, Polónia, Espanha, Países Baixos e Dinamarca, bem como os presidentes do Conselho Europeu e da Comissão Europeia e secretário-geral da NATO. O encontro deverá forcar-se na Ucrânia e na segurança europeu.
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Macron fala com príncipe herdeiro saudita sobre paz na Ucrânia com "Europa no centro do processo"
O Presidente francês revelou que falou hoje com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita. A conversa centrou-se principalmente no conflito no Médio Oriente, mas os dois também discutiram a guerra na Ucrânia, numa altura em que uma comitiva norte-americana segue para Riade para um encontro com representantes russos.
“Falei com o príncipe herdeiro sobre a guerra russa na Ucrânia e o papel que a Arábia Saudita pode ter em promover uma paz sólida e duradoura, com os europeus no centro do processo”, escreveu Emmanuel Macron na rede social X.
This afternoon, I spoke on the phone with Saudi Arabia’s Crown Prince Mohammed bin Salman to review the situation in the Near and Middle East.
Regarding the situation in Gaza, I commended Saudi Arabia’s efforts alongside the Arab League—work that France will support…
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) February 16, 2025
As declarações de Macron surgem um dia depois de Keith Kellogg, o enviado especial dos EUA à Ucrânia, ter dito que a Europa não terá um lugar à mesa de negociações para pôr fim ao conflito. Admitiu, no entanto, que os países europeus possam ser consultados.
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Administração Trump quer cessar-fogo até à Páscoa
A administração Trump disse a representantes europeus que quer assegurar um cessar-fogo na Ucrânia até à Páscoa, segundo avançou a Bloomberg, citando fontes com conhecimento das discussões.
Algumas das fontes alertaram, no entanto, que o ritmo das conversações, que devem arrancar esta semana na Arábia Saudita, com reuniões entre representantes norte-americanos e russos, é ambicioso e possivelmente irrealista.
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Enviado especial dos EUA confirma viagem à Arábia Saudita para encontro com a Rússia
Steve Witkoff, o enviado especial dos EUA para o Médio Oriente, confirmou que vai viajar ainda hoje para a Arábia Saudita para conversações com representantes da Rússia sobre como pôr fim à guerra na Ucrânia. Será acompanhado pelo conselheiro de segurança nacional, Mike Waltz.
A viagem foi inicialmente noticiada pela Reuters, mas só agora confirmada oficialmente. “Teremos reuniões sob a orientação do Presidente e esperamos fazer algum progresso realmente bom”, disse Witkoff em entrevista à Fox News.
Estas reuniões serão as primeiras discussões presenciais de alto nível entre representantes russos e norte-americanos. O ministro dos Negócios Estrangeiros russo e o secretário de Estado norte-americano já tinham acordado manter contacto regular para preparar um encontro entre os Presidentes Vladimir Putin e Donald Trump.
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As perguntas dos EUA aos países europeus sobre as garantias de segurança à Ucrânia
A imprensa internacional avançou no sábado que os Estados Unidos enviaram às capitais europeias um questionário com perguntas sobre que garantias de segurança estão dispostas a dar à Ucrânia como parte de uma eventual negociação para pôr fim à guerra.
Segundo a agência Reuters, que teve acesso ao documento enviado por Washington, estas são as seis questões:
- O que considera ser uma garantia de segurança, apoiada pela Europa, que sirva de dissuasão para a Rússia e, ao mesmo tempo, garanta que o conflito termine com um acordo de paz duradouro?
- Que países europeus e/ou terceiros acredita que poderiam ou deveriam participar em tal acordo? Há algum país que considere indispensável? O vosso país estaria disposto a enviar tropas para a Ucrânia como parte de um acordo de paz?
- Se forças militares de países terceiros fossem mobilizadas para a Ucrânia como parte de um acordo de paz, qual deveria ser o tamanho desse contingente liderado pela Europa? Como é que essas forças seriam enviadas, para onde e por quanto tempo?
- Que medidas deveriam os EUA, aliados e parceiros estar preparados para tomar se a Rússia atacar essas forças?
- Que tipo de apoio dos EUA o vosso governo considera necessário para participar neste acordo de segurança? Especificamente, que recursos dos EUA, a curto e longo prazo, considera necessários?
- Que capacidades adicionais, equipamentos está o governo do vosso país disposto a oferecer à Ucrânia para melhorar a sua posição nas negociações e aumentar a pressão sobre a Rússia? Que mais está o vosso governo disposto a fazer para aumentar as sanções contra a Rússia?
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Presidência da França confirma nomes de líderes que estarão na cimeira em Paris
A presidência da França confirmou a presença do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, do chanceler alemão, Olaf Scholz, do secretário-geral da NATO, Mark Rutte e da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na cimeira de emergência que se realiza na próxima segunda-feira, 17 de fevereiro, em Paris, de acordo com o que publica o The Guardian.
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Zelensky avisa aliados que Rússia irá declarar à guerra à NATO se EUA cortarem apoio
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse hoje que a Rússia vai declarar guerra à NATO, se Trump reduzir o seu apoio a esta aliança, pedindo que os aliados reforcem as forças armadas.
“Pensamos que Putin vai declarar guerra à NATO [Organização do Tratado do Atlântico Norte]”, defendeu Zelensky, numa entrevista à NBC, à margem da Conferência de Segurança de Munique.
O Presidente da Ucrânia pediu, assim, aos aliados europeus que reforcem as forças armadas face aos blocos americano e russo.
Volodymyr Zelensky referiu que o ataque da Rússia deverá acontecer perante um “enfraquecimento da NATO”, em consequência de os EUA retirarem o seu apoio militar à Europa.
“Não sei se eles [russos] vão querer 30% ou 50% da Europa”, apontou.
Alguns líderes europeus vão reunir-se esta segunda-feira, em Paris, para discutir temas como a segurança europeia, numa altura em que a administração norte-americana pretende negociar diretamente com a Rússia uma solução para o conflito.
Zelensky sublinhou ainda que Putin não quer a paz, pedindo à União Europeia que não confie no Presidente russo.
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John Major, antigo primeiro-ministro britânico, condena discurso de JD Vance na Conferência de Munique
John Major, primeiro-ministro do Reino Unido entre 1990 e 1997, reagiu ao discurso do vice-presidente norte-americano na Conferência de Segurança de Munique, durante uma entrevista à rádio BBC. “Não foi o que esperávamos da principal nação do mundo livre. Certamente não é uma atitude de um estadista, e potencialmente apresenta sinais muito perigosos”, disse.
“É extremamente estranho abordar a Europa, num contexto de democracia e liberdade de expressão, ao mesmo tempo em que abraça Putin”, criticou John Major. “Na Rússia de Putin, as pessoas que discordam dele desaparecem, morrem ou fogem do país, ou, num nível estatisticamente improvável, caem de janelas altas algures em Moscovo”.
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Ucrânia não deve participar das negociações na Arábia Saudita
A Ucrânia não foi convidada e não vai mandar uma comitiva para as negociações pela paz previstas para os próximos dias na Arábia Saudita, de acordo com uma fonte do governo, ouvida pela BBC.
O enviado especial norte-americano à Ucrânia, Keith Kellogg, disse anteriormente que as conversas entre Estados Unidos e Rússia também iriam envolver Kiev. Entretanto, o presidente da Ucrânia já tinha revelado que não foi convidado para estas conversas, tendo avisado o vice-presidente JD Vance que o país não se ia comprometer com a Rússia antes de consultar os parceiros estratégicos.
Do lado americano irão o secretário de Estado Marco Rubio, o consultor de segurança nacional Mike Waltz e o enviado especial ao Médio Oriente, Steve Wilkoff.
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Kremlin diz que Trump pode visitar a Rússia quando quiser
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse numa entrevista à estação Russia 1, citado pelo El País, que Donald Trump pode visitar a Rússia quando desejar. Ao responder a pergunta do jornalista Pavel Zarubin sobre se o governo estaria preparado para receber o presidente norte-americano, Peskov foi direto: “certamente”.
Sobre a conversa entre Putin e Trump por telefone na última quinta-feira, dia 13, o porta-voz diz que esteve focada na paz. “Estão a passar uma mensagem forte de que, de agora em diante, vamos tentar resolver os problemas através do diálogo. E a partir de agora, vamos falar de paz, não de guerra”, disse, citado pela agência russa TASS. Peskov disse ainda que as visões de Trump são apelativas para qualquer pessoa sensata e que a Rússia não comunicava com a administração anterior, de Joe Biden.
The recent phone talks between the Russian and US presidents, Vladimir Putin and Donald Trump, means that Moscow and Washington will from now on focus on peace, Kremlin Spokesman Dmitry Peskov said in an interview with television host Pavel Zarubin:https://t.co/VsspHrIxG1 pic.twitter.com/094awy3bEb
— TASS (@tassagency_en) February 16, 2025
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Olaf Scholz estará presente na cimeira de emergência em Paris
Fontes do governo alemão confirmaram à Reuters que o chanceler alemão estará no encontro de líderes europeus que decorre amanhã, 17 de fevereiro, em Paris. Além de Olaf Scholz, também o primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, deve estar presente, conforme informou um membro do parlamento.
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"Danos importantes" na central nuclear de Chernobyl devido ao impacto de drone com explosivos
Volodymyr Zelensky já tinha dado conta de que um drone russo carregado de explosivos tinha atingido uma estrutura que evita fugas de radiação na central nuclear de Chernobyl, no norte da Ucrânia.
“Danos importantes” na central nuclear de Chernobyl devido ao impacto de drone com explosivos
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Ministro dos Negócios Estrangeiros polaco diz que estratégias dos EUA para a Ucrânia são "não ortodoxas"
Radoslaw Sikorski disse, citado pelo The Guardian, que os Estados Unidos da América partilharam com ele os planos para a Ucrânia.
“O general Kellog apresentou-me a mim e ao círculo de aliados europeus pessoalmente as táticas de negociação norte-americanas”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros polaco aos jornalistas. “Não as vou revelar. Suscitam algumas esperanças. São estratégias não ortodoxas, mas desejamos sorte”.
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França, Reino Unido, Alemanha, Polónia, Itália, Espanha e Dinamarca participam em cimeira de emergência em Paris
De acordo com cinco diplomatas europeus ouvidos pelo The Guardian, o encontro na próxima segunda-feira, 17, em Paris, inclui líderes de pelo menos sete países: França, Reino Unido, Alemanha, Polónia, Itália, Espanha e Dinamarca.
O secretário geral da NATO, Mark Rutte, também deve estar presente na cimeira de emergência convocada pelo presidente francês Emmanuel Macron. O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noel Barrot, confirmou a reunião à rádio France Inter.
A reunião servirá para debater as garantias de segurança que a Europa pode providenciar a Kiv. Diz o Guardian que se há, nomeadamente, uma proposta para conceder automaticamente o estatuto de membro da NATO à Ucrânia caso a Rússia não cumpra o acordo de cessar-fogo.