Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Ucrânia assina acordo de 2,7 mil milhões de euros com o Reino Unido para "necessidades militares"

    O ministro das Finanças ucraniano, Sergii Marchenko, anunciou no X que a Ucrânia e o Reino Unido assinaram um acordo de 2,26 mil milhões de libras (cerca de 2,7 mil milhões de euros), destinado a fortalecer as “necessidades militares” da Ucrânia.

    Segundo o governante, esses fundos “serão garantidos por ativos congelados russos”.

    O acordo foi assinado com a ministra das Finanças do Reino Unido, Rachel Reeves.

  • A história por trás da foto de Zelensky rodeado por líderes europeus

    A foto, tirada na segunda-feira, mostra líderes europeus e o primeiro-ministro do Canadá reunido com o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em Kiev.

    A história por trás da foto de Zelensky rodeado por líderes europeus

  • Zelensky já saiu de Downing Street

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, já saiu de Downing Street. O líder ucraniano esteve reunido cerca de uma hora e meia com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer.

    Os dois líderes não prestaram declarações à imprensa. Está previsto que os dois falem amanhã, dia da cimeira britânica que vai contar Volodymyr Zelensky e outros líderes europeus.

  • JD Vance ia passar férias a Vermont, mas foi recebido por protestos pró-Ucrânia — e foi transferido para uma localização não definida

    O vice-presidente dos Estados Unidos da América (EUA), JD Vance, foi recebido por protestos pró-Ucrânia na sua chegada ao estado de Vermont, onde passaria o fim de semana com a família numa estância de ski, na cidade de Sugarbush.

    De acordo com a Fox News, por conta dos protestos, JD Vance teve mesmo de mudar o plano das suas férias — e foi obrigado a ser transferido da estância de ski para uma localização não definida.

    JD Vance estava presente na discussão entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky ontem na Sala Oval. O vice-presidente norte-americano foi criticado pelos opositores políticos pela sua postura na Casa Branca, onde criticou abertamente o líder ucraniano.

  • Oposição russa liderada por Navalnaya organizou manifestação contra Putin em Berlim

    A oposição russa liderada pela viúva de Alexei Navalny, Yulia Navalnaya, organizou hoje uma manifestação contra o Presidente russo, Vladimir Putin, na capital alemã.

    No X, Yulia Navalnaya escreveu que a oposição não “deve desistir e não se deve render” ao poder de Vladimir Putin.

  • "Zelensky foi humilhado." Lula lamenta "cena grotesca" na Sala Oval e avisa que UE pode acabar "prejudicada"

    O Presidente do Brasil, Lula da Silva, lamentou o que disse ser a “cena grotesca desrespeitosa” que aconteceu ontem na Sala Oval.

    “Não sou diplomata, mas desde que a diplomacia foi criada não se via uma cena tão grotesca e desrespeitosa como a que aconteceu na Sala Oval da Casa Branca. Há uma parcela da sociedade que vive em desrespeito ao outro. E não é possível falar em democracia se não há respeito ao outro ser humano”, disse Lula da Silva, citado pela Globo.

    Na ótica do Presidente brasileiro, o seu homólogo ucraniano “foi humilhado”. “Acho que na cabeça do Trump, o Zelensky merecia isso.”

    O discurso de Volodymyr Zelensky também vai afetar negativamente a União Europeia (UE), apontou Lula da Silva.

    “Acho que a União Europeia foi prejudicada com o discurso do Zelensky. É bem possível que a Europa fique responsável pela reconstrução da Ucrânia. É bem possível que fique responsável pela manutenção da NATO e seja responsabilizada pelo desastre que está acontecendo”, disse.

  • Secretário do Tesouro revela que Zelensky recusou por duas vezes assinar acordo sobre exploração de terras-raras

    O secretário norte-americano do Tesouro, Scott Bessent, revelou hoje que o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, recusou por duas vezes assinar o acordo sobre a exploração de terras-raras com os Estados Unidos da América (EUA).

    Em entrevista à Fox News, Scott Bessent indicou que Volodymyr Zelensky se recusou assinar o acordo quer quando o próprio foi a Kiev, quer numa reunião com o vice-presidente, JD Vance, e com o secretário de Estado, Marco Rubio.

    Scott Bessent referiu que o Presidente ucraniano quis ir aos EUA assinar o contrato, mas lamentou que o desfecho não tenha sido positivo. “Foi um dos maiores percalços diplomáticos de todos os tempos pelo Presidente Zelensky.”

    “Era suposto ser um grande dia e alcançar um dos grandes objetivos da história diplomática”, prosseguiu o secretário do Tesouro, que referiu ter ficado “chocado” sobre o que aconteceu na Sala Oval.

    “Ele deu um tiro no pé e estava mais interessado em discutir assuntos que deviam ter sido discutidos atrás das cortinas”, declarou.

  • Zelensky agradece apoio da população britânica

    O Presidente da Ucrânia agradeceu as palavras de Keir Starmer. “Vi muitas pessoas e quero agradecer às pessoas do Reino Unido todo o apoio desde o início da guerra.”

    Em Downing Street, Volodymyr Zelensky agradeceu igualmente ao Rei Carlos III por ter aceitado o convite para se encontrar com ele.

  • Starmer assegura a Zelensky que "tem todo o apoio" do Reino Unido e que apoia uma "paz duradoura"

    O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, garantiu ao Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que “tem todo o apoio” do Reino Unido, antes do encontro que os dois líderes vão ter esta tarde.

    Keir Starmer aproveitou para mencionar a manifestação de apoio à Ucrânia à porta de Downinig Street. “Vieram a apoiar a Ucrânia. Mantemo-nos determinados para apoiar a Ucrânia.”

    Keir Starmer garantiu que o apoio britânico será “irrestrito”, que apoia uma “paz duradoura” para a Ucrânia e que respeita “a soberania e a segurança para a Ucrânia”, algo que é “tão importante para a Europa e para o Reino Unido”.

  • Zelensky chega a Downing Street para se encontrar com Keir Starmer

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acaba de chegar a Downing Street, onde se vai encontrar com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer.

    Os dois líderes deram um abraço. Não está previsto que haja declarações à imprensa após o encontro.

  • Presidente polaco pede que Zelensky para "voltar à mesa das negociações" com os EUA

    O Presidente da Polónia, Andrzej Duda, pediu hoje ao seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, que regresse à “mesa das negociações” com os norte-americanos.

    “Volodymyr Zelenskyy deve regressar à mesa das negociações. Deve sentar-se e ficar calmo à mesa e negociar uma solução que tornará a Ucrânia segura”, afirmou Andrzej Duda, citado pelo canal estatal TVP.

    Para o Chefe de Estado polaco, apenas os Estados Unidos “estão em posição” de ajudar a terminar a guerra. “Eles têm o potencial para alcançar isso. Mais ninguém.”

    De qualquer forma, o Presidente da Polónia assegurou que o país via continuar a apoiar a Ucrânia, de “uma forma que a Rússia não consiga atacar mais ninguém”.

  • Alemanha fala numa "nova era de infâmia" após tensão entre Trump e Zelensky

    A ministra dos Negócios Estrangeiros alemã, Annalena Baerbock, considerou hoje ter começado uma “nova era de infâmia” depois do confronto verbal de sexta-feira, na Sala Oval da Casa Branca, entre os presidentes norte-americano e ucraniano.

    “Ontem (sexta-feira) à noite, como todos compreendemos, começou uma nova era de infâmia. Uma era de infâmia em que devemos, mais do que nunca, defender a ordem internacional baseada em regras e na força da lei contra a lei do mais forte”, afirmou a chefe da diplomacia alemã cessante.

    Nas declarações feitas hoje, a governante estimou se não houver respeito pela lei internacional “nenhum país livre com um vizinho mais poderoso poderá ficar descansado”.

    Um dia depois do confronto em Washington entre Volodymyr Zelensky e Donald Trump, a governante alemã recusou ainda a inversão dos papéis de vítima e de agressor na guerra da Rússia contra a Ucrânia, que completou três anos.

  • Portugal ausente da cimeira de domingo em Londres sobre a Ucrânia

    Na reunião participam vários líderes europeus, além da Presidente da Comissão Europeu e do Presidente do Conselho Europeu. Luís Montenegro não estará presente.

    Portugal ausente da cimeira de domingo em Londres sobre a Ucrânia

  • Rei Carlos III vai encontrar-se com Zelensky

    Na visita do Presidente ucraniano ao Reino Unido, o Rei Carlos III vai encontrar-se com Volodymyr Zelensky em Sandringham, avança a imprensa britânica.

  • Trump acusou Zelensky de "ingratidão". Mas Presidente da Ucrânia já terá agradecido pelo menos 33 vezes aos EUA desde 2022

    O Presidente Donald Trump e o vice-presidente JD Vance acusaram Zelensky de “ingratidão” pelo apoio militar e pelos esforços para acabar com a guerra.

    Trump acusou Zelensky de “ingratidão”. Mas Presidente da Ucrânia já terá agradecido pelo menos 33 vezes aos EUA desde 2022

  • Orbán envia carta a Costa a pedir que UE negocie com a Rússia

    O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, enviou uma carta ao presidente do Conselho Europeu, António Costa, a pedir que a União Europeia (UE) negocie com a Rússia o fim da guerra na Ucrânia.

    Segundo a AFP, que teve acesso à carta, Viktor Orbán escreveu que “está convencido que a União Europeia — seguindo o exemplo dos Estados Unidos — deve começar negociações diretas com a Rússia sobre um cessar-fogo e uma paz sustentável na Ucrânia”.

  • Zelensky "tem de encontrar forma" de recuperar a relação com Trump, diz líder da NATO

    Mark Rutte, o secretário-geral da NATO, avança à BBC que já falou duas vezes com Zelensky após o encontro com Trump na Sala Oval.

    Rutte “não tem liberdade para falar sobre o que foi discutido” mas declara que disse a Zelensky que “há que respeitar” o que Trump fez pela Ucrânia até agora.

    Declara ainda que o Presidente da Ucrânia “tem de encontrar uma forma” de recuperar a relação com Trump após o confronto na Casa Branca.

    Rutte lembra que “realmente há que dar crédito a Trump”, recordando que na primeira administração, de 2016 a 2020, foram os EUA que aprovaram a venda do sistema anti-tanque Javelin que permitiu à Ucrânia “responder” quando a Rússia invadiu o país.

  • "A diplomacia falha quando os parceiros de negociação são humilhados à frente de todo o mundo", critica Presidente alemão

    Frank-Walter Steinmeier, o Presidente alemão, critica o confronto na Casa Branca ontem.

    “A diplomacia falha quando os parceiros de negociação são humilhados à frente de todo o mundo”, disse à agência alemã DPA.

    “A cena de ontem na Casa Branca fez-me perder o fôlego. Nunca teria acreditado que um dia seria preciso proteger a Ucrânia dos EUA”, cita o Guardian.

  • Correspondente que perguntou a Zelensky pelo fato volta a criticar vestuário do Presidente da Ucrânia. "Pode-se julgar um livro pela capa"

    Brian Glenn, o correspondente da Casa Branca do site e canal de televisão conservador Real America’s Voice, continua a defender a pergunta que fez a Zelensky sobre o motivo para não usar um fato no encontro com Trump.

    “Tenho uma extrema empatia para com o povo da Ucrânia e todos aqueles que estão envolvidos nesta guerra destrutiva”, escreveu na rede social X, numa “resposta oficial à questão do fato”.

    “A guerra precisa de acabar”, frisa, usando o argumento da questão da ajuda financeira dada pelos EUA à Ucrânia, “que são dólares de impostos dos americanos”.

    Glenn, que é namorado da conservadora Marjorie Taylor Green, considera que a indumentária do Presidente da Ucrânia “reflete o seu desrespeito não só pelo país, como pelo Presidente e pelos cidadãos norte-americanos que tornaram possível apra a Ucrânia sobreviver até este ponto (falando financeiramente)”.

    Brian Glenn considera que “momentos após a troca de palavras com o Presidente Zelensky se começou a ouvir um tom ligeiramente diferente” vindo do governante ucraniano. “Por isso, sim, é possível julgar um livro pela capa.”

  • Nigel Farage diz que confronto na Sala Oval "foi lamentável e que fará Putin parecer o vencedor"

    Nigel Farage, o líder do Reform UK, considera que o confronto entre Zelensky e Trump “foi lamentável e que fará Putin parecer o vencedor”.

    “Mas isto não é o fim da história, longe disso”, escreve numa publicação na rede social X.

    “Um acordo e paz é essencial e a Ucrânia precisa de ter as garantias certas de segurança.”

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