Histórico de atualizações
-
Bom dia,
Vamos encerrar este liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a política nacional deste fim de semana.
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
-
Ventura acusa Montenegro de "estratégia caricata" sobre lei laboral
Líder do Chega defende que “baixar ou começar a baixar a idade da reforma não é um requisito esotérico, é uma exigência de um país que trabalha”.
Ventura acusa Montenegro de “estratégia caricata” sobre lei laboral
-
Chega quer explicações urgentes do Governo sobre escolha para o SIRESP
“Continuar a nomear os mesmos é um prémio à incompetência ou à corrupção, uma das duas coisas”, disse André Ventura.
Chega quer explicações urgentes do Governo sobre escolha para o SIRESP
-
IL quer ouvir com urgência MAI, presidente do SIRESP e secretário-geral adjunto demissionário
Partido considera “extremamente graves” as acusações formalizadas pelo ex-número dois do Ministério da Administração Interna no pedido de demissão.
IL quer ouvir com urgência MAI, presidente do SIRESP e secretário-geral adjunto demissionário
-
Luís Montenegro pede apoio para pacote laboral aos jovens do congresso da JSD
O presidente do PSD pediu aos cerca de 600 jovens no congresso da JSD para não se deixarem acorrentar por discussões mediatizadas e maledicência das redes socais.
Luís Montenegro pede apoio para pacote laboral aos jovens do congresso da JSD
-
PS acusa Governo de atuar como "agente imobiliário invertido" por vender edifícios que podiam receber casas públicas
O PS acusou o Governo de se comportar como um “agente imobiliário invertido” e quer ouvir ministro Pinto Luz. Ministério das Finanças nega vendas abaixo do preço de mercado.
-
Madeira pediu à República garantia de serviços minimos de abastecimento na greve de 3 de junho
Governo Regional da Madeira solicitou ao Executivo que sejam garantidos os serviços mínimos na greve geral de 3 de junho, para assegurar o abastecimento de bens alimentares e de saúde à população.
Madeira pediu à República garantia de serviços minimos de abastecimento na greve de 3 de junho
-
PAN. Montenegro tem de mudar forma como governa para evirar ir a outra vez a eleições
A líder do partido Pessoas Animais Natureza (PAN), Inês Sousa Real, considerou em Penafiel que Luís Montenegro “tem que mudar o paradigma da forma como governa” se quer evitar ir novamente a eleições.
O presidente do PSD e recandidato ao cargo disse na sexta-feira que o povo não quer eleições e que em 2029 avaliará o desempenho do Governo, mas também das oposições.
“O povo não quer eleições, eu até diria, está farto de eleições. O povo já fez a sua opção e em 2029 fará a próxima. Em 2029 avaliará o desempenho do Governo”, afirmou Luís Montenegro.
O líder social-democrata falava em Vila Pouca de Aguiar, distrito de Vila Real, numa sessão de apresentação da sua recandidatura às eleições diretas de 30 de maio.
Num comentário a estas declarações, Inês Sousa Real disse à Lusa que “é uma pena que as forças políticas que hoje estão no poder não tenham tido esta visão e esse mesmo apelo à contenção quando estavam na oposição”.
-
Governo prejudicou país ao manter SIRESP sem presidente durante dois anos
O líder do PS, José Luís Carneiro, considerou que o Governo prejudicou o país ao manter o sistema de comunicações SIRESP sem presidente durante dois anos para depois ter ido buscar novamente Viegas Nunes.
“Durante dois anos, a mais importante infraestrutura de comunicação do Estado esteve sem presidente e qual foi a notícia que soubemos ontem [sexta-feira]: o Governo foi buscar ao fim de dois anos o general Viegas Nunes para voltar a assumir a presidência”, disse o secretário-geral do PS.
Em Coimbra, à entrada para uma reunião do Conselho Estratégico, o líder socialista salientou aos jornalistas que, durante dois anos, “o Governo prejudicou o interesse estratégico e crítico do país”.
Segundo José Luís Carneiro, quando o PS saiu do Governo, em 2024, deixou concluído o relatório para garantir a transição tecnológica do SIRESP, num trabalho preparado pelo general Viegas Nunes.
“Foi feito um trabalho que cumpriu três objetivos: o concurso internacional que estava a decorrer, a interoperabilidade das comunicações nas regiões autónomas e no continente e conseguiu também a interoperabilidade dos serviços de comunicação civis com os militares e a Jornada Mundial da Juventude permitiu testar essa resposta”, sublinhou.
-
Mau tempo: Líder do PS acusa o Governo de ser desmazelado na resposta aos momentos críticos
Líder do PS acusou o Governo de ser desmazelado na resposta aos momentos mais críticos, sobretudo nas tempestades que assolaram o país em com base no relatório da Presidência da República.
Mau tempo: Líder do PS acusa o Governo de ser desmazelado na resposta aos momentos críticos
-
PAN encontrou animais maltratados em Penafiel e apresenta queixa-crime
Inês Sousa Real denunciou falta de condições em que encontrou um grupo de cães, pertencentes a caçadores, mas acolhidos em espaço arrendado pela autarquia de Penafiel, junto ao canil municipal.
PAN encontrou animais maltratados em Penafiel e apresenta queixa-crime
-
Relatório da Presidência Aberta deve ter ação consequente do Estado, defende autarca
O presidente da Câmara de Leiria disse hoje que o relatório da Presidência Aberta sobre a depressão Kristin confirmou que o país mantém défice estrutural de resiliência e considerou que as conclusões devem ter ação consequente do Estado.
Numa declaração enviada à agência Lusa, Gonçalo Lopes começou por assinalar que o relatório confirma o que “os municípios têm vindo a alertar desde o primeiro dia”, que a depressão Kristin, em 28 de janeiro, “não foi apenas um fenómeno extremo circunscrito aos dias da emergência”.
“Os seus efeitos prolongaram-se muito para além desse momento, deixando impactos profundos” em habitações, empresas, infraestruturas, floresta e na vida de milhares de pessoas, afirmou o autarca.
Segundo o presidente do município, o documento confirma também que o país continua “a enfrentar um défice estrutural de preparação e resiliência perante fenómenos extremos”.
-
Mau Tempo. Seguro diz que crise “exige que se acelerem apoios, clarifiquem medidas e se melhore coordenação”
O Presidente da República considera que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que “se acelerem apoios, se clarifiquem medidas” e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.
No relatório da Presidência Aberta na zona centro do país, realizada por António José Seguro entre 6 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades — hoje divulgado pelo jornal Público e a que a Lusa teve acesso -, o chefe de Estado avisa, na introdução, que “para muitas famílias, empresas e comunidades, esta crise ainda não terminou”.
As consequências desta crise persistem e continuarão a persistir ao longo do tempo. E também por isso deve continuar a vigilância sobre os apoios, sobre a reconstrução e sobre a capacidade do país, e em particular do Estado, para retirar deste episódio as conclusões e as lições necessárias”, diz.
Para Seguro, ao longo da semana em que esteve no terreno e ouviu populações, autarcas, agentes económicos e muitos outros, “tornou-se claro que o problema não se esgota no momento da destruição inicial”.
“O que aconteceu exige mais do que a reparação dos danos. Exige que se acelerem apoios, que se clarifiquem medidas, que se adequem respostas a realidades muito concretas, que se melhore a coordenação entre entidades, que se reforcem as infraestruturas críticas e que se corrijam vulnerabilidades acumuladas”, defendeu.
Num documento de quase cem páginas, com conclusões, prioridades e lições estratégicas para o futuro, António José Seguro defendeu que “a capacidade de improvisação, sendo valiosa, tem de ser acompanhada por melhor organização, melhor planeamento, maior preparação institucional e uma cultura mais sólida de responsabilidade e autoproteção”.
-
Montenegro diz que "o povo está farto de eleições"
O presidente do PSD e recandidato ao cargo disse sexta-feira que o povo não quer eleições e que em 2029 avaliará o desempenho do Governo, mas também das oposições.
“O povo não quer eleições, eu até diria, está farto de eleições. O povo já fez a sua opção e em 2029 fará a próxima. Em 2029 avaliará o desempenho do Governo”, afirmou Luís Montenegro.
O líder social-democrata falava em Vila Pouca de Aguiar, distrito de Vila Real, numa sessão de apresentação da sua recandidatura às eleições diretas de 30 de maio.
“Daqui até 2029, cabe-nos a todos, cada um, fazer o seu trabalho, cumprir a sua missão e depois colocar-se na avaliação soberana do povo português”, referiu ainda num discurso de quase 50 minutos.
O presidente do PSD e primeiro-ministro falou sobre agricultura, ensino, sobre trabalho, pensões e impostos.
“Isso é fazer Portugal maior. Aqueles que não veem nisto uma transformação estrutural, eu digo, não estão a perceber, mas nós vamos continuar a explicar. Baixar os impostos sobre o trabalho, sobre o trabalho das pessoas e sobre o trabalho das empresas é o nosso modelo económico, é mesmo estratégico e estruturante da sociedade que nós queremos”, sublinhou.
Luís Montenegro falou ainda da reforma do Estado realçando que o “processo de simplificação é para levar mesmo muito a sério” recusando que as pessoas percam tanto tempo à espera de uma resposta da administração” e que isto não “é falta de transparência”.
E acrescentou: “Só que quando nós queremos fazer, aqueles que dizem que é preciso fazer têm dúvidas e no fim do dia querem que tudo fique na mesma”.
-
Bom dia.
Vamos concentrar neste artigo liveblog todas as últimas notícias relacionadas com a atualidade política deste fim de semana.
Deixamos, aqui, a ligação para o liveblog de ontem, sexta-feira, que terminou com a informação de que Paulo Viegas Nunes regressou à liderança do SIRESP.
Muito obrigado por nos acompanhar.