Momentos-chave
Histórico de atualizações
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    EUA confirmam “longas conversas” com o Irão à margem da Assembleia Geral da ONU. Teerão exige “fim de atos de agressão”

  • Organização Marítima Internacional anuncia negociações sobre trânsito no Estreito de Ormuz

    O secretário-geral da Organização Marítima Internacional, Arsenio Dominguez, afirmou que estão a ser realizadas reuniões sobre o trânsito no Estreito de Ormuz, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, e assinala que as negociações são “o início da diplomacia mais uma vez”. No entanto, não são indicados quais os países ou entidades envolvidas nas reuniões.

    “Estamos prontos para colocar em prática qualquer ação necessária – ação operacional – para retomar a navegação pelo Estreito de Ormuz. Mas para isso precisamos que o estreito esteja seguro”, afirmou à Al Jazeera.

  • Ataque russo em Zaporijia mata uma pessoa

    Uma pessoa morreu em Kushuhum, em Zaporijia, vítima de um ataque russo contra a localidade. A informação é avançada por Mikhail Semikin, chefe da Administração Militar Regional de Zaporijia, no Telegram.

  • Presidente do Irão chega a Nova Iorque

    O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, acabou de chegar a Nova Iorque, onde amanhã vai intervir durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, avança a Al Jazeera.

  • Ataque russo a Kiev faz um morto

    Um ataque russo com drones em Kiev provocou um morto, avança Oleh Syniehubov, chefe da Administração Regional do Estado de Kharkiv, no Telegram.

  • Membros do Governo iraniano pediram que o Presidente do país não fosse à Assembleia Geral da ONU

    Vários membros do Governo iraniano, representados pelo vice-presidente para os Assuntos Executivos, Mohammad Jafar Ghaempanah, disseram ao Presidente do país, Masoud Pezeshkian, que este não deveria comparecer na Assembleia Geral das Nações Unidas, devido ao atual contexto internacional.

    “Considerando as circunstâncias atuais, transmiti a sugestão de alguns amigos de que o presidente Pezeshkian deveria renunciar à viagem a Nova Iorque”, afirmou Ghaempanah à Al Jazeera.

    No entanto, a viagem de Pezeshkian foi aceite com base no “consenso de especialistas e dos pilares da governação” para “articular a autoridade e as queixas do Irão ao mundo”.

  • Von der Leyen oferece a Zelensky mais 37 mil milhões de euros do crédito da UE para este ano

    A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse hoje ao Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que a Ucrânia pode aceder, até ao final de 2026, a mais 37 mil milhões de euros do crédito.

    “Mais apoio à defesa está a caminho. E, à medida que as reformas da Rada (Parlamento ucraniano) avançam, mais apoio orçamental também. Temos 37 mil milhões ainda disponíveis neste ano civil”, referiu Von der Leyen na rede social X, depois de se reunir com Zelensky à margem da Assembleia Geral da ONU.

    A União Europeia permite assim à Ucrânia aceder, até ao final de 2026, a mais 37 mil milhões de euros do crédito de 90 mil milhões que a União Europeia disponibilizou a Kiev para este ano e o próximo.

  • Cotação do crude para entrega em novembro desce 1,09% e fica abaixo dos 100 dólares

    A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em novembro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em baixa de 1,09%, para os 99,25 dólares.

    O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 1,09 dólares abaixo dos 100,34 com que encerrou as transações na segunda-feira.

    O Brent manteve a tendência de baixa, fechando mesmo abaixo do limiar simbólico dos 100 dólares, enquanto os investidores têm os olhos postos na Assembleia Geral da ONU, iniciada hoje, esperançados que sirva para avançar para um fim negociado da guerra israelo-norte-americana ao Irão e da invasão russa da Ucrânia.

    Donald Trump antecipou durante o evento que vai haver um acordo para acabar a guerra com o Irão depois das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, a 3 de novembro, porque, argumentou, Teerão está à espera para conhecer os resultados eleitorais. Estas palavras começaram por fazer subir a cotação do barril ao descartar uma trégua imediata, antes de voltar à tendência de queda.

  • Rússia está a preparar um "novo ataque massivo" contra a Ucrânia, diz Zelensky

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia está a preparar um “novo ataque massivo” contra a Ucrânia.

    “Os nossos serviços de informação estão agora a reportar que a Rússia está a preparar um novo ataque massivo contra a Ucrânia”, refere Zelensky nas redes sociais.

    A afirmação foi feita numa publicação sobre o encontro bilateral entre o Presidente ucraniano e o primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, em que Zelensky agradeceu o apoio de Londres ao setor energético e anunciou que vão haver novas contribuições para o inverno.

  • Ouvida uma explosão na ilha de Qeshm, no Estreito de Ormuz

    Foi ouvida “um forte estrondo” na ilha iraniana de Qeshm, no Estreito de Ormuz, avança a agência de notícias iraniana IRNA, citada pela Al Jazeera.

    As causas da explosão estão a ser apuradas.

  • Irão afirma que China e Rússia têm prestado apoio político e não-político a Teerão

    O conselheiro do Comandante Supremo das Forças Armadas iranianas, Rahim Safavi, afirmou que o país tem recebido vários tipos de apoios por parte da China e da Rússia, e sublinhou que esse apoio não se limita ao político nos fóruns internacionais.

    “Muitas das resoluções contra o Irão foram vetadas por estes dois países [China e Rússia], e esse próprio veto foi uma grande ajuda para nós. Claro que estes dois países também nos prestam algumas ajudas menores [não políticas]“, afirmou, citado pela agência de notícias Tasnim, sem adiantar mais pormenores.

    Safavi abordou o assunto enquanto falava do apoio militar dado pelo Reino Unido, França, Alemanha e países árabes a Saddam Hussein durante a guerra Irão-Iraque, na década de 1980.

    “A maioria dos países europeus, em particular o Reino Unido, a França e a Alemanha, apoiavam Saddam e até forneciam substâncias químicas ao Iraque; a maioria dos países árabes da região dava apoio financeiro ao Iraque”, referiu.

  • Carney anuncia ajuda de 87,2 milhões de euros para a Palestina

    O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, anunciou um pacote de ajuda de 100 milhões de dólares (87,2 milhões de euros) para a Palestina, que consiste em 80 milhões (69,7 milhões de euros) para ajuda humanitária e 20 milhões (17,4 milhões de euros) para “apoiar a paz e a construção da capacidade de segurança”.

    O anúncio foi feito à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas.

  • Gabinete de Netanyahu condena declarações de Macron sobre inexistência do Hamas na Cisjordânia

    O gabinete do primeiro-ministro israelita condenou a “absurdidade grotesca” de Emmanuel Macron, após o Presidente francês ter afirmado na Assembleia Geral da ONU que o Hamas não opera na Cisjordânia. De acordo com o gabinete de Netanyahu, o grupo tem realizado “ataques contra judeus quase todos os dias” na Cisjordânia.

    “No domingo, véspera de Yom Kippur, há apenas dois dias, Netanel Shukrun – um CIDADÃO FRANCÊS e pai de seis filhos – foi assassinado no seu carro por um terrorista do Hamas na Judeia e Samaria [nome israelita para Cisjordânia]. Com seu último suspiro, ele disse ao filho para correr”, refere o gabinete nas redes sociais.

    Esta noite, Macron condenou os ataques israelitas contra Gaza, mas também a violência dos colonatos na Cisjordânia, afirmando que o Hamas não opera no território palestiniano ocupado por Israel.

  • Suspensos voos de companhias aéreas iranianas para Bagdade e Mascate

    Foram suspensos voos de companhias aéreas iranianas para Bagdade e Mascate, após o secretário do Tesouro norte-americano ter prometido ontem fechar todas as companhias aéreas iranianas até quarta-feira.

    “A partir das 00h00 de hoje, o aeroporto de Bagdade deixará de aceitar voos iranianos”, refere o porta-voz da Organização da Aviação Civil iraniana, à agência de notícias iraniana Tasnim. “A entrada de passageiros iranianos no aeroporto de Omã também não está a ser realizada”, acrescentou.

    Ontem, Scott Bessent, secretário do Tesouro norte-americano, prometeu fechar todas as companhias aéreas iranianas até quarta-feira, no âmbito da pressão económica ao Irão. O objetivo, segundo Bessent, será atingido através da proibição de fornecimento de combustível e de serviços de aterragem, sob pena dos países serem excluídos do sistema do dólar.

  • Chefes da diplomacia europeia e iraniana falaram sobre o Estreito de Ormuz e a repressão contra dissidentes

    Os chefes da diplomacia europeia e iraniana estiveram hoje reunidos em Nova Iorque, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, e falaram sobre a guerra do Irão e a reabertura do Estreito de Ormuz sem portagens, mas também sobre o aumento das execuções de dissidentes políticos iranianos.

    “Abordámos as perspectivas diplomáticas para acabar com a guerra Estados Unidos-Irão e reabrir totalmente o Estreito de Ormuz. Não houve portagens ou taxas para a passagem antes da guerra, e não deveria haver nenhuma após a guerra”, refere Kaja Kallas, chefe da diplomacia europeia, nas redes sociais.

    Kallas pediu também o respeito pela liberdade de navegação em Ormuz e Bab al-Mandeb, e manifestou preocupação com o “aumento acentuado das execuções e das sentenças de morte” no Irão.

  • Irão confirma encontro com representantes dos Estados Unidos

    A televisão estatal iraniana IRIB confirmou a existência de um encontro com entre representantes de Teerão e de Washington à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, conforme foi afirmado por Donald Trump.

    Além disso, o chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, encontrou-se com o enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, a pedido deste último, refere a Al Jazeera, e falaram sobre as condições de Teerão para a reabertura do Estreito de Ormuz. Estas incluem o levantamento do bloqueio naval, a libertação de todos os ativos congelados e “o fim da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano”.

  • "A ONU está refém da rivalidade entre grandes potências"

    O especialista em relações internacionais Orlando Samões alerta que a ONU só funcionará se as potências médias agirem em bloco contra o bloqueio das grandes potências no Conselho de Segurança.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    “A ONU está refém da rivalidade entre grandes potências”

  • Zelensky confirma que aceita cessar-fogo energético, mas exige que Rússia também faça o mesmo

    O Presidente ucraniano garantiu que o país está “pronto” para aceitar um “cessar-fogo energético” — “qualquer tipo de formato”.

    No entanto, Volodymyr Zelensky anunciou uma exigência: “A Rússia não pode atacar a nossa infraestrutura energética”.

    Numa conferência de imprensa, o líder da Ucrânia assegurou que Vladimir Putin “não está a ganhar no campo de batalha”. “Para ele, é um problema, porque tem de mostrar isso à 0pinião pública interna.”

  • Trump e Zelensky concluem reunião "positiva". Ucrânia e EUA querem ver fim da guerra "antes do inverno", diz Presidente ucraniano

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, deu conta de que terminou o encontro com o líder norte-americano, Donald Trump, à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas. Foi “produtivo e positivo”, definiu.

    “Quer os EUA, quer a Ucrânia querem ver esta guerra russa sem sentido a terminar antes do inverno”, afirmou Volodymyr Zelensky numa nota no X. “Discutimos potenciais passos para uma desescalada que possa abrir caminho para a diplomacia.”

    Volodymyr Zelensky não confirmou que a Ucrânia vá produzir mísseis para os Patriots, mas indicou estar “grato” pelas delegações “continuarem a trabalhar” nesse assunto. “Isso vai proteger a população e ajudar a população este inverno.”

    O líder ucraniano adiantou que falou ainda com Donald Trump sobre a possibilidade de os Estados Unidos entregarem um pacote de equipamento de guerra — em particular, para a defesa aérea do país.

    “Agradeço ao Presidente Trump e ao povo norte-americano pelo seu apoio”, concluiu Volodymyr Zelensky.

  • Macron defende "direito legítimo do povo palestiniano" a ter um Estado e diz que Gaza é um "espetáculo que nos envergonha a todos"

    “Na Ucrânia, há quase cinco anos, a Rússia tem em curso uma guerra cruel contra os civis. Ocupa territórios”, denunciou Emmanuel Macron, garantindo que França vai continuar a apoiar o “povo ucraniano” contra a agressão de Moscovo.

    “Ao mesmo tempo, acolhemos os esforços para garantir negociações úteis entre a Rússia e a Ucrânia. Os ucranianos devem defender o setor energético e devem receber mais intercetores [de mísseis]”, afirmou o líder francês.

    “Não devemos ceder à tentação de usar dois pesos e duas medidas”, alertou o Presidente francês. “Uma vida é igual a outra, a paz e a segurança são indivisíveis e todos têm direito a elas”, continuou.

    Sobre este assunto, Emmanuel Macron elevou o discurso e indicou que o que se passa na Faixa de Gaza é um “espetáculo que nos envergonha a todos”.

    “Precisamos de respeitar o direito legítimo do povo palestiniano a ter o direito legítimo a existir. É um requisito para a segurança de hoje para a população de Israel”, sublinhou Emmanuel Macron.

    Emmanuel Macron condena ainda os colonatos na Cisjordânia e atira: “Não está lá o Hamas”.

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