Momentos-chave
- Partido de Putin terá ganho as eleições com mais de 50% nos territórios ucranianos ocupados
- Administração Trump propõe fundo de 4,3 mil milhões de euros para reconstruir infraestrutura energética do Médio Oriente
- Vitimas civis da guerra do Irão são vítimas "incidentais", afirma embaixador americano na ONU. Trump vai criticar a ONU na Assembleia Geral
- Forças isrelitas cortam acessos a Ramallah. Colonos invadem casas sob proteção militar
- Concluída operação de inspeção do espaço aéreo polaco. Não foram registadas violações ao espaço aéreo
- Zelensky encontrou-se com diretor da CIA na Irlanda
- Reino Unido vai enviar ajuda militar para a Arábia Saudita
- Polónia anuncia inspeção do espaço aéreo após ataques russos à Ucrânia
- Irão espera aprofundar relações com países islâmicos no contexto da pressão económica contra o país
- Exército israelita diz que atacou infraestruturas do Hamas após carro das IDF ter sido atingido por um engenho explosivo
- Ataque israelita em Khan Younis mata uma pessoa. Mais de 73 mil pessoas foram mortas desde 7 de outubro de 2023
- Conflito no Iémen provocou 674 mortos e quase 130 mil deslocados desde agosto
- Estados Unidos não emitiram vistos a jornalistas iranianos para a Assembleia Geral da ONU
- União Europeia chegou a acordo para levantar sanções a dois oligarcas russos
- Reino Unido perto de apoiar militarmente a Arábia Saudita contra os houthis
- Antigo ministro da Defesa ucraniano diz que propôs realização de eleições em junho. Zelensky terá recusado por medo de derrota
- Trump e Zelenskyy falaram ao telefone este domingo. EUA exigiram fim dos ataques ucranianos e "gasóleo, gasóleo, gasóleo"
- Ataques russos à Ucrânia fazem dois mortos, incluindo um criança de três anos
- Secretário do Tesouro norte-americano promete fechar todas as companhias aéreas iranianas até quarta-feira
- Trump lamenta ataques ucranianos a refinarias russas. Zelensky pede fim dos ataques de Moscovo
- Forças ucranianas destroem pontes para travar ofensiva russa a Orikhiv
- Kremlin avisa que as novas sanções dos EUA à Rússia não contribuem para fim da guerra na Ucrânia
- Donald Trump terá aceitado atacar houthis no Iémen, após novo pedido saudita. Mas voltou a mudar de ideias
- Preço do petróleo desce quase 2% com algum otimismo de solução diplomática para o conflito no Médio Oriente
- Irão avisa que qualquer novo ataque irá alterar a "geografia" do conflito
- Europa deve enfrentar défice de combustível para aviação no final do ano
- Rússia atacou Ucrânia com mais de 2.000 drones numa semana
Histórico de atualizações
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Até já.
Macron fala de discussão “muito construtiva” com Trump sobre Ormuz e Ucrânia
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Partido de Putin terá ganho as eleições com mais de 50% nos territórios ucranianos ocupados
O Rússia Unida, partido de Vladimir Putin, terá ganho as eleições com 70% na região ucraniana ocupada de Kherson, avança Vladimir Saldo, governador russo, citado pela agência de notícias russa TASS.
Em Zaporijia, o partido venceu com 79,83% dos votos, enquanto em Donetsk obteve 80%. Ainda não existem resultados em relação a Luhansk. Na Crimeia, obteve 60,70% dos votos, com o partido a obter 58,49% em Sebastopol.
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Administração Trump propõe fundo de 4,3 mil milhões de euros para reconstruir infraestrutura energética do Médio Oriente
A administração Trump propôs a criação de um fundo de cinco mil milhões de dólares (4,3 mil milhões de euros) para ajudar os países do Médio Oriente a reconstruir a infraestrutura energética da região destruída durante a guerra do Irão. A informação é avançada por documentos e autoridades norte-americanas e regionais ao Wall Street Journal, que refere que o objetivo é reduzir a dependência destes países do Estreito de Ormuz.
“A medida é um reconhecimento tácito de que o conflito de sete meses abalou o mercado global de energia e destruiu oleodutos e refinarias regionais que serão caros de reconstruir”, sublinha o jornal.
O plano consistiria num fundo total de dez mil milhões de dólares (8,7 mil milhões de euros) financiado pelos Estados Unidos e pela Arábia Saudita, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Iraque, Omã, Bahrein e Kuwait. O fundo seria gerido pela Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos.
No entanto, os aliados norte-americanos na região afirmam que a criação de um fundo sem um acordo de paz com o Irão pode ser “prematura”, devido ao risco de ataques iranianos contra infraestruturas energéticas.
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Vitimas civis da guerra do Irão são vítimas "incidentais", afirma embaixador americano na ONU. Trump vai criticar a ONU na Assembleia Geral
O embaixador norte-americano nas Nações Unidas, Mike Waltz, afirmou que Donald Trump vai criticar a ONU durante o seu discurso na Assembleia Geral da organização, e sublinhou que as mortes de civis nos ataques não são intencionais e compara com os mortos das manifestações de janeiro contra o regime iraniano.
“Temos de lembrar às pessoas que, mesmo quando temos vítimas civis — e não estou a dizer que seja esse o caso, penso que ainda está sob investigação do Pentágono —, isso é não intencional e incidental no âmbito de um conflito, ao contrário do regime iraniano, que metralhou 40.000 [pessoas] do seu próprio povo no espaço de três ou quatro dias”, afirmou em entrevista ao New York Post.
Waltz afirma que as Nações Unidas fazem “equivalências morais ridículas”, após a organização ter acusado os Estados Unidos de crimes de guerra, e elogia Trump por negociar acordos de paz na Ucrânia e na Arménia, assim como a criação do Conselho da Paz.
Na semana passada, um relatório das Nações Unidas concluiu que os Estados Unidos podem ter sido responsáveis por dois ataques contra uma escola e um complexo desportivo no Irão, em fevereiro, que podem constituir crimes de guerra. Do mesmo modo, Teerão foi acusado de crimes contra a humanidade devido à repressão dos protestos contra o regime.
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Forças isrelitas cortam acessos a Ramallah. Colonos invadem casas sob proteção militar
As forças israelitas fecharam várias estradas e acessos à volta de Ramallah e al-Bireh, na Cisjordânia, avança a Al Jazeera.
De acordo com testemunhas citadas pelo canal, as forças israelitas estão a revistar veículos de palestinianos e fecharam a entrada norte em ambas as direções. Além disso, instalaram um posto militar à entrada da vila de Nabi Saleh, no noroeste da cidade e outro a este dela, perto da vila de Al-Mazra’a Ash-Sharqiya, segundo a agência de notícias palestiniana Wafa.
Do mesmo modo, na vila de Abu Falah, colonos armados invadiram casas, com o exército israelita a abrir fogo contra os moradores “enquanto tentavam enfrentar o ataque”, refere a Wafa.
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Concluída operação de inspeção do espaço aéreo polaco. Não foram registadas violações ao espaço aéreo
Foi concluída a operação de inspeção do espaço aéreo polaco feito pelo Comando Operacional das Forças Armadas, devido aos ataques russos contra a Ucrânia.
“Informamos que não foi observada qualquer violação do espaço aéreo da República da Polónia”, anunciou o Comando Operacional das Forças Armadas polacas nas redes sociais.
Zakończyło się operowanie wojskowego lotnictwa w polskiej przestrzeni powietrznej, prowadzone w celu zapewnienia bezpieczeństwa w trakcie uderzeń Federacji Rosyjskiej z wykorzystaniem środków napadu powietrznego na cele w Ukrainie.
Naziemne systemy obrony powietrznej oraz… pic.twitter.com/4Ulvt5TAbP
— Dowództwo Operacyjne RSZ (@DowOperSZ) September 21, 2026
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Zelensky encontrou-se com diretor da CIA na Irlanda
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, encontrou-se com John Ratcliffe, diretor da CIA, no Aeroporto Shannon, na Irlanda, quando o chefe de Estado ucraniano fazia escala para Nova Iorque. A informação é avançada por duas fontes familiarizadas com o assunto à Reuters, sem revelarem o assunto abordado.
A reunião terá acontecido hoje, de acordo com uma das fontes, mas outra não espeficicou a data. A segunda fonte afirmou que Zelensky e Ratcliffe falaram “informalmente enquanto os seus aviões estavam a ser reabastecidos”.
O encontro acontece cerca de um mês após Ratcliffe se ter encontrado com altos responsáveis do serviços secretos russos, em Moscovo.
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Reino Unido vai enviar ajuda militar para a Arábia Saudita
O Reino Unido vai ajudar a Arábia Saudita a combater os houthis do Iémen, confirmou Andy Burnham, primeiro-ministro britânico, citado pelo Telegraph.
“Recebemos um pedido do Reino da Arábia Saudita para apoio militar e, a conselho do secretário de Defesa e do secretário dos Negócios Estrangeiros, ontem à noite concordei com esse pedido de reabastecimento aéreo-ar defensivo”, referiu aos jornalistas, em Nova Iorque, antes da Assembleia Geral das Nações Unidas que começa amanhã.
A ajuda consiste no envio de uma aeronave da Força Aérea Real britânica com reabastecimento aéreo para “evitar ataques” nas instalações petrolíferas sauditas.
A Arábia Saudita tem sido alvo de ataques por parte dos houthis devido ao apoio ao Governo internacionalmente reconhecido do Iémen. Os rebeldes têm atacado navios sauditas no Mar Vermelho e no Estreito de Bab el-Mandeb, assim como instalações petrolíferas em solo saudita. Além disso, impuseram um bloqueio naval a Riade em julho.
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Polónia anuncia inspeção do espaço aéreo após ataques russos à Ucrânia
O Comando Operacional das Forças Armadas polacas anunciou o início de uma “operação de aviação militar” no espaço aéreo do país, após ataques aéreos russos à Ucrânia.
“Estas ações têm um caráter preventivo e visam garantir a segurança e a proteção do espaço aéreo, especialmente nas regiões adjacentes às zonas ameaçadas”, refere o órgão nas redes sociais.
Foram colocados em estado de prontidão os sistemas terrestres de defesa aérea e de reconhecimento de radar.
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Irão espera aprofundar relações com países islâmicos no contexto da pressão económica contra o país
O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, manifestou esperança em aproveitar a pressão económica norte-americana contra o país para continuar o aprofundamento da cooperação com os países islamicos. Pezeshkian esteve hoje reunido com o ministro da Administração Interna paquistanês.
“As ações e pressões dos Estados Unidos criaram as bases para um aumento da convergência e de uma interação contínua entre os países islâmicos”, sublinha, citado pela agência de notícias iraniana Fars.
Pezeshkian manifestou também interesse em aprofundar as relações com Islamabade, mais concretamente no “desenvolvimento de investimentos conjuntos e da facilitação da cooperação económica”.
پزشکیان در دیدار با وزیر کشور پاکستان: ایران و پاکستان از قدرتهای منطقه هستند
امیدواریم با توسعۀ سرمایهگذاریهای مشترک و تسهیل همکاریهای اقتصادی، شاهد تعمیق روابط باشیم.
اقدامات و فشارهای آمریکا، زمینهساز افزایش همگرایی و تعامل مستمر میان کشورهای اسلامی شده. pic.twitter.com/fBcZNg2dOy
— خبرگزاری فارس (@FarsNews_Agency) September 21, 2026
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Será que a "Cortina de Ferro" se está a levantar outra vez?
Helena Ferro Gouveia considera que o recuo das democracias e o reforço das autocracias alimentam o fosso ideológico e erguem barreiras entre Oriente e Ocidente.
Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.
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Exército israelita diz que atacou infraestruturas do Hamas após carro das IDF ter sido atingido por um engenho explosivo
As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa) afirmaram que um carro do exército foi atingido por um engenho explosivo durante uma operação de rotina no norte da Faixa de Gaza.
Como resposta, atacaram “infraestruturas da organização terrorista Hamas” que seriam usados para preparar ataques contra “os cidadãos do Estado de Israel e as forças das IDF”, afirma o exército nas redes sociais.
“Trata-se de uma violação flagrante do acordo de cessar-fogo da organização terrorista Hamas”, acusam.
בתגובה לפיצוץ מטען במרחב הקו הצהוב: צה"ל תקף תשתיות של ארגון הטרור חמאס ברצועת עזה
היום, במהלך פעילות שגרתית של כוחות צה״ל במרחב הקו הצהוב, כלי הנדסי עלה על מטען. אין נפגעים לכוחותינו.
מדובר בהפרה בוטה של הסכם הפסקת האש על ידי ארגון הטרור חמאס
— צבא ההגנה לישראל (@idfonline) September 21, 2026
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Acordo com EUA sobre o território ártico assinado na terça-feira na ONU
A Gronelândia, a Dinamarca e os Estados Unidos vão assinar o acordo sobre o território ártico na terça-feira em Nova Iorque, à margem da assembleia-geral das Nações Unidas, anunciou hoje o gabinete da primeira-ministra dinamarquesa em comunicado.
“A cerimónia de assinatura terá lugar no edifício das Nações Unidas às 10h30, hora local [15h30 em Lisboa]”, indicou o gabinete de Mette Frederiksen, que, segundo o comunicado, vai subscrever o acordo com o Presidente norte-americano, Donald Trump, e com o primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen.
Os chefes de governo da Dinamarca e da região autónoma da Gronelândia partiram no domingo para Nova Iorque, depois de as partes terem anunciado na sexta-feira um acordo sobre o território ártico, cujo conteúdo integral ainda não é conhecido.
Apesar de os detalhes não terem sido divulgados, o Governo dinamarquês destacou que o acordo sobre a Gronelândia respeita as “linhas vermelhas” de Copenhaga, ao garantir a sua soberania, mesmo que Washington mantenha o “controlo permanente” sobre a segurança do território.
O acordo “reconhece a soberania e a integridade territorial do Reino e o direito do povo gronelandês à autodeterminação”, realçou Mette Frederiksen.
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Ataque israelita em Khan Younis mata uma pessoa. Mais de 73 mil pessoas foram mortas desde 7 de outubro de 2023
Um ataque israelita com drones em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, matou uma pessoa, avançam fontes do Hospital Nasser à agência de notícias palestiniana Wafa.
Segundo fontes de saúde do enclave, foram mortas 73.914 pessoas desde 7 de outubro de 2023, enquanto outras 174.952 foram feridas.
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Conflito no Iémen provocou 674 mortos e quase 130 mil deslocados desde agosto
A Organização Mundial da Saúde afirmou que a escalada da guerra civil do Iémen provocou, desde 6 de agosto, 674 mortos e 2.998 feridos, refere a agência em comunicado.
Do mesmo modo, o conflito provocou 129.438 deslocados nas últimas semanas, segundo dados da Organização Internacional para as Migrações.
New IOM data show nearly 130,000 people have been displaced in #Yemen in weeks as insecurity escalates.
Many have already moved more than once. IOM is calling for urgent support for displaced families and host communities.
Read more ???? https://t.co/KJ7c9KqpCr
— IOM – UN Migration ???????? (@UNmigration) September 21, 2026
Nas últimas semanas, os houthis têm conquistado vários pontos estratégicos do país, incluindo a costa do Mar Vermelho e as ilhas localizadas no Estreito de Bab el-Mandeb.
No entanto, as forças do Governo internacionalmente reconhecido, apoiado pela Arábia Saudita, têm lançado ataques para reconquistar os territórios, incluindo confrontos hoje registados na região de Taiz, no sul e perto de Bab al-Mandeb, como noticiou a Al Jazeera.
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Estados Unidos não emitiram vistos a jornalistas iranianos para a Assembleia Geral da ONU
Os Estados Unidos não emitiram vistos aos jornalistas iranianos para cobrirem a Assembleia Geral das Nações Unidas, que começa amanhã. A informação é avançada por Habibollah Abbasi diretor-geral de Relações Públicas do Gabinete da Presidência do Irão, citado pela televisão pública turca TRT.
Apesar de não terem sido concedidos vistos, “os desenvolvimentos relativos às reuniões bilaterais [com o Presidente iraniano] serão partilhados com o público”, refere Abbasi.
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Guarda Revolucionária afirma estar preparada para dar "respostas decisivas e devastadoras" aos Estados Unidos e Israel
A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou que os Estados Unidos e Israel terão de, mais cedo ou mais tarde, sair do Médio Oriente, e garantiu estar preparada para responder ao dois países “em caso de erro de cálculo”.
“Os Guardas da Revolução, os bravos Basij e todos os devotados defensores do Irão forte, com máxima vigilância, estão prontos para dar respostas decisivas e devastadoras ao inimigo desgastado e agressor, em caso de erro de cálculo por parte do bloco adversário”, refere o órgão, citado pela agência de notícias iraniana Fars.
سپاه: آمریکا و اسرائیل دیر یا زود باید به خروج از منطقه تن بدهند
پاسداران انقلاب، بسیجیان دلاور و آحاد جانفدایان ایران قوی با هوشیاری همهجانبه، درصورت خطای محاسباتی جبهه خصم آمادۀ پاسخهای قاطع و ویرانگر به دشمن فرسوده و متجاوز هستند.— خبرگزاری فارس (@FarsNews_Agency) September 21, 2026
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União Europeia chegou a acordo para levantar sanções a dois oligarcas russos
Os estados-membros da União Europeia chegaram a acordo para levantar sanções aos oligarcas russos Alisher Usmanov e Mikhail Fridman, avançam diplomatas ao jornal francês Le Figaro.
A proposta foi feita pela França e pelo Luxemburgo, mas o acordo fundamental ainda não foi confirmado pelos 27, devido à forte oposição de países escandinavos e bálticos, que temem que a medida crie um “precedente perigoso”.
Paris afirma que a revogação das sanções se deve a “razões de segurança nacional”, sem mais explicações. No entanto, na semana passada, o Financial Times avançou que Paris estava a pedir a revogação das sanções a Usmanov para ajudar na libertação de cidadãos franceses detidos no Azerbaijão.
“Temos uma questão específica de segurança nacional e queremos responder positivamente aos nossos parceiros internacionais que se aproximam de nós sobre o Sr. Usmanov”, afirmou uma fonte diplomática francesa.
“A remoção da lista é inaceitável e enviaria um mau sinal para Moscovo num momento em que a pressão deve intensificar-se”, alertou Andriy Sybiha, ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano.
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Ataque russo em Zaporijia provoca um morto e três feridos
Um ataque russo contra um mini-autocarro em Komyshuva, em Zaporijia provoca um morto e três feridos. A informação é avançada por Mikhail Semikin, chefe da administração militar regional de Zaporijia, no Telegram.
“Os russos mataram uma mulher. Outras três pessoas ficaram feridas”, refere.
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Principal refinaria de Moscovo suspende operações após ataque ucraniano
A principal refinaria de Moscovo, propriedade da estatal Gazprom Neft, suspendeu as operações de processamento de crude, após um ataque ucraniano ter provocado um incêndio nas unidades de destilação de petróleo. A informação é avançada por três fontes do setor à Reuters.
As instalações atingidas têm uma capacidade de processamento de 21,400 toneladas cúbidas diárias de crude, cerca de 53% da sua capacidade total, refere a agência de notícias.