Histórico de atualizações
  • Bom dia, este liveblog fica por aqui e vai ser arquivado. Obrigada por nos ter acompanhado.

    Continue a par dos desenvolvimentos da política nacional neste novo liveblog.

    Livre condena agressão a ator Adérito Lopes. Mariana Mortágua expressa solidariedade com A Barraca

  • Deputado municipal Bruno Martins é candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Évora

    Comissão Coordenadora Distrital do BE aprovou o nome de Bruno Martins para candidato do partido à Câmara de Évora e o de João Pinheiro para cabeça de lista à assembleia municipal.

    Deputado municipal Bruno Martins é candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Évora

  • Marcelo tenciona "sair de levezinho" do cargo e depois ir a todas as cerimónias oficiais

    Marcelo explica fórmula para os próximos meses: “Sair de levezinho, ir saindo. Ir saindo e dando o palco, exceto naquilo em que o Presidente tem de ser Presidente.”

    Marcelo tenciona “sair de levezinho” do cargo e depois ir a todas as cerimónias oficiais

  • Eanes é o "único representante vivo" do ciclo dos fundadores da democracia, recorda Marcelo

    Marcelo admite emoção na condecoração de antigo Presidente e diz que condecoração de Eanes representa “virar de página”.

    Eanes é o “único representante vivo” do ciclo dos fundadores da democracia, recorda Marcelo

  • Marcelo defende que duplas comemorações de 10 de junho, com Presidente e primeiro-ministro juntos, "foi boa ideia"

    Na última vez que participou como Presidente nas celebrações do 10 de junho, Marcelo defendeu modelo que promoveu ao longo dos últimos 10 anos.

    Marcelo defende que duplas comemorações de 10 de junho, com Presidente e primeiro-ministro juntos, “foi boa ideia”

  • Rui Tavares pede reflexão da comunicação social sobre cobertura excessiva da extrema-direita

    Porta-voz do Livre defende que instabilidade política que se tem vivido em Portugal nos últimos anos tem beneficiado os partidos que apresentam “propostas que assentam no ressentimento das pessoas”.

    Rui Tavares pede reflexão da comunicação social sobre cobertura excessiva da extrema-direita

  • Montenegro quer Estado sem intromissões e "dirigismos ideológicos"

    Num vídeo publicado no Instagram, o primeiro-ministro disse acreditar num “Portugal onde o Estado sirva de base para cada um ser aquilo que quiser, sem intromissões nem dirigismos ideológicos”.

    Montenegro quer Estado sem intromissões e “dirigismos ideológicos”

  • PSD e IL formam coligação em Vila Real encabeçada por Alina Vaz

    Partidos revelaram que a coligação “Uma nova ambição” pretende marcar uma nova etapa e devolver o futuro e a ambição ao município.

    PSD e IL formam coligação em Vila Real encabeçada por Alina Vaz

  • CDS-PP rompe acordo com o PSD para as eleições em Santo Tirso

    Presidente da concelhia do CDS diz que rutura acontece “após várias rondas de negociações e sucessivos alertas por parte da concelhia do CDS-PP Santo Tirso”.

    CDS-PP rompe acordo com o PSD para as eleições em Santo Tirso

  • Lanternas nos telemóveis, foguetes e paraquedistas a iluminar os céus de Lagos. O último 10 de Junho de Marcelo como Presidente

    As comemorações começaram ainda no dia 9. Entre cumprimentar as tropas, tirar selfies com turistas e beijos a portugueses, Marcelo Rebelo de Sousa celebrou o seu último 10 de Junho como Presidente.

    Lanternas nos telemóveis, foguetes e paraquedistas a iluminar os céus de Lagos. O último 10 de Junho de Marcelo como Presidente

  • PSD e IL formam coligação em Vila Real encabeçada por Alina Vaz

    O PSD e a Iniciativa Liberal (IL) vão avançar juntos na corrida à Câmara Municipal de Vila Real nas próximas eleições autárquicas, numa coligação encabeçada por Alina Vaz e hoje formalizada.

    Em comunicado, os partidos revelaram que a coligação “Uma nova ambição” pretende marcar uma nova etapa e devolver o futuro e a ambição ao município.

    “Vila Real tem tudo para liderar a região, todos sabemos que é possível fazer mais e melhor, mas foram 12 anos à margem e sempre à espera que as soluções viessem de Lisboa ou do Largo do Rato [sede do PS em Lisboa], enquanto outras cidades avançavam com estratégia e visão”, afirmou Alina Vaz, citada na nota.

    A diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e presidente da concelhia social-democrata, que já havia sido anunciada como candidata social-democrata àquela câmara, referiu que a coligação nasce para pôr fim “a esse ciclo de taticismo e conformismo” de 12 anos de governação do PS.

    Na sua opinião, há potencial e talento para valorizar, e há oportunidades para aproveitar.

    “Enquanto outras capitais de distrito avançaram com estratégias claras, atraindo investimento, criando polos de inovação, fixando jovens, impulsionando as suas economias, Vila Real ficou à margem e perdeu em toda a linha”, considerou.

    Alina Vaz sublinhou que o concelho tem de voltar a inspirar a região, tem de reassumir a liderança e tem de crescer com visão, estratégia e propósito.

    “É tempo de criar soluções de habitação que fixem os jovens e as suas famílias, é tempo de apoiar os pequenos empresários e de dar espaço às ideias que nascem e que resistem no nosso território e é tempo de reconhecer o trabalho dos profissionais da autarquia”, frisou.

    Já o coordenador do Núcleo de Vila Real da IL, António Carvalho, ressalvou que a coligação entre estes “dois partidos humanistas e reformistas” é uma união de esforços e “um sinal claro de que Vila Real voltará a ter futuro após as próximas eleições autárquicas”.

    No concelho, para além de Alina Vaz pela coligação PSD/IL, já foi também anunciada a candidatura do atual presidente do executivo, Alexandre Favaios, pelo PS, e de Alberto Moura, pelo Chega.

  • Marcelo rejeita que haja excessiva polarização nem democracia em causa

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, rejeitou hoje que haja excessiva polarização política em Portugal, considerando que há diferentes pontos de vista, mas sem que a liberdade e a democracia estejam em causa.

    “O país não se pode dizer que esteja muito polarizado. Os portugueses polarizados estavam, porventura, quando houve a sucessão de regimes, monarquia e república, quando houve o problema de ditadura e democracia”, declarou o chefe de Estado à comunicação social, em Lagos.

    Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, nesses períodos históricos, sim, houve “polarizações totais”, mas o contexto atual não é extremado nem coloca em causa a democracia.

    “Agora, dentro da democracia, haver vários pontos de vista, sem que nenhum deles coloque em causa a liberdade e a democracia, temos de admitir que é muito boa notícia quando olhamos para o mundo e há mais ditaduras no mundo do que democracias”, considerou.

    Marcelo Rebelo de Sousa falava à comunicação social enquanto caminhava a pé, na Avenida dos Descobrimentos, em Lagos, no distrito de Faro, no fim da cerimónia militar comemorativa Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

  • Eanes agradece generosidade da condecoração que recebeu e comenta discurso de Marcelo. Portugueses "enfrentam um desafio terrível"

    Ramalho Eanes agradeceu a condecoração de Marcelo Rebelo de Sousa e comentou o discurso do Presidente, realçando os desafios que os portugueses enfrentam.

    Eanes agradece generosidade da condecoração que recebeu e comenta discurso de Marcelo. Portugueses “enfrentam um desafio terrível”

  • Gouveia e Melo ouve gritos de traição em homenagem a ex-combatentes. "O almirante Gouveia e Melo está entregue aos traidores", ouviu-se

    O candidato presidencial Gouveia e Melo participou numa cerimónia de homenagem aos ex-combatentes em Lisboa, à mesma hora em que Marcelo Rebelo de Sousa estava a discursar.

    Gouveia e Melo ouve gritos de traição em homenagem a ex-combatentes. “O almirante Gouveia e Melo está entregue aos traidores”, ouviu-se

  • Presidente de Angola destaca robustez da relação com Portugal

    O Presidente angolano, João Lourenço, felicitou hoje o Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, e o povo português, pela celebração do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, destacando a robustez e abrangência das relações bilaterais.

    Numa mensagem oficial divulgada pela Secretaria de Imprensa do Palácio Presidencial, João Lourenço expressou os votos de “boa saúde, bem-estar pessoal e de sucesso para a Nação portuguesa”, apontando a solidez do relacionamento entre os dois países.

    “As relações históricas entre Angola e Portugal são marcadas hoje por uma cooperação profunda, multifacetada e bastante abrangente, registando contactos permanentes a todos os níveis e em diferentes áreas, o que ilustra a robustez do intercâmbio entre os nossos países”, lê-se na mensagem.

    O chefe de Estado angolano salientou ainda o “grande potencial de crescimento” da cooperação bilateral, considerando que a concretização de iniciativas e ações diversificadas irá contribuir para o progresso, o desenvolvimento e o bem-estar dos respetivos povos.

  • CDS destaca justiça na decisão de Marcelo de condecorar Ramalho Eanes

    O líder parlamentar do CDS elogiou hoje a condecoração do antigo Presidente da República Ramalho Eanes, considerando que o general teve um papel decisivo na consolidação da democracia, destacando a operação militar de 25 de Novembro.

    Esta posição foi defendida por Paulo Núncio em declarações aos jornalistas, no final da sessão solene comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em Lagos, no distrito de Faro, que foram presididas pelo chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa.

    Numa cerimónias que tiveram a presença do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, e do primeiro-ministro, Luís Montenegro, o líder parlamentar do CDS referiu que “no dia 10 de Junho se deve comemorar Portugal”.

    “É um dia para sentirmos orgulho de ser portugueses, sentirmos orgulho da nossa História, sentirmos orgulho do nosso presente e do nosso futuro. Portugal tem todas as condições para ser um extraordinário país agora e no futuro”, rematou.

    Paulo Núncio destacou depois o ato de Marcelo Rebelo de Sousa condecorar o antigo Presidente da República, o general Ramalho Eanes

    “Foi de uma enorme justiça a distinção do general António Ramalho Eanes. É um homem hoje reconhecido por todos os portugueses como um extraordinário patriota, um homem militar, um general, reconhecido pelos seus camaradas”, sustentou.

    O líder parlamentar acrescentou que Ramalho Eanes foi “um homem que teve um papel importante na transição da ditadura para a democracia e que depois teve um papel central no 25 de Novembro 1975.

  • BE destaca “ideia de Portugalidade aberta” no discurso de Marcelo

    A dirigente do Bloco de Esquerda (BE) Joana Mortágua destacou hoje “a ideia de uma Portugalidade aberta” no discurso do Presidente da República no Dia de Portugal, que relacionou com o da escritora Lídia Jorge.

    “Tentar abrir o sentido de Portugalidade é uma mensagem importante em tempos de crescimento da xenofobia, do racismo e dos conflitos construídos aparentemente em torno das identidades”, afirmou à Lusa.

    “É a ideia de uma Portugalidade aberta, de que a identidade fechada não faz sentido historicamente”, salientou, considerando que “querer definir o que é ser português a partir de determinadas características fechadas é uma mentira histórica”.

    Joana Mortágua salientou também a parte do discurso em que o chefe de Estado defende melhores cuidados sobretudo para os pobres, reconhecendo que “há noção” de que em Portugal se vive “também tempos de profunda desigualdade económica”.

    “A centralidade dos problemas das pessoas comuns continua a estar na desigualdade económica, na crise da habitação, na pobreza, na necessidade de cuidarmos uns dos outros, de mantermos uma comunidade que se constrói a partir dessa solidariedade e não a partir de uma falsa ideia de identidade”, sublinhou.

    Sobre a intervenção de Lídia Jorge, conselheira de Estado que falava enquanto presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do 10 de Junho em Lagos, a dirigente bloquista defendeu que “é um discurso que merece ser estudado”.

    “É não só uma crítica à ignorância, mas uma crítica ao elogio da ignorância que parece fazer parte dos nossos tempos e uma capacidade extraordinária de falar da história de Portugal a partir de Camões, mas sem o fazer de um lugar purista, cristalizado, ossificado”, vincou.

    Para Joana Mortágua, a presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do 10 de Junho em Lagos foi “capaz de fazer o elogio do povo que lutou pela liberdade e contra a opressão e que cedeu à diversidade”.

    “É um discurso que demonstra um enorme amor a Portugal e à História de Portugal, não a partir de sentimentos e de atitudes de exclusão e ódio, mas a partir, precisamente, do contrário, de sentimentos de liberdade, da possibilidade de repensar a história”, realçou.

    A dirigente do Bloco destacou também a “menção à escravatura” no discurso de Lídia Jorge, notando que essa alusão “ainda é rara ser feita quando se aborda a história de Portugal”.

    “Mas é importante e faz parte da nossa história termos lançado essa tragédia, sendo parcialmente responsáveis por essa tragédia humanitária”, acrescentou.

  • Marcelo ataca pureza nacionalista, regista fim de ciclo e vê almirante a "fazer pela vida". O último 10 de Junho de Marcelo

    Presidente contesta a “pureza” da nacionalidade, pede que se cuide melhor da “nossa gente” e condecorou Ramalho Eanes. No seu último 10 de Junho, ainda comentou evento simultâneo de Gouveia e Melo.

    Marcelo ataca pureza nacionalista, regista fim de ciclo e vê almirante a “fazer pela vida”. O último 10 de Junho de Marcelo

  • José Luís Carneiro realça apelo à tolerância e compreensão de todos no discurso de Marcelo

    José Luís Carneiro, candidato à liderança do PS, considerou a mensagem do Presidente, no 10 de Junho, “construtiva e humanista”.

    “Ser português é ser universal. Temos uma forma singular de estar no mundo”, realçando o “apelo à tolerância e à compreensão, de uns para com os outros, e para aqueles que requerem um olhar mais atento” nomeadamente do Estado.

    Por isso, conclui, em declarações transmitidas pela SIC Notícias, “o combate à pobreza e às desigualdades tem de ser uma das nossas prioridades políticas”.

  • Discurso de Marcelo aponta para um "fim de ciclo"

    José Manuel Fernandes e Nuno Gonçalo Poças analisam o discurso de Marcelo Rebelo de Sousa no 10 de Junho em Lagos. “Há uma ideia de fim de ciclo” nas palavras do Presidente da República.

    Discurso de Marcelo Rebelo de Sousa aponta para um “fim de ciclo”

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