Momentos-chave
- Conselho Nacional do PSD dá apoio "esmagador" a Marques Mendes. Só houve um voto contra
- Líder do CDS-PP diz que a formação do governo compete ao primeiro-ministro
- César propõe Delgado Alves para liderança parlamentar do PS de forma interina
- Seguro diz que Gouveia e Melo foi "previsível". E assume que quer ser candidato, mas ainda não sabe se deve
- Montenegro elogia Mendes e faz crítica velada a Gouveia e Melo
- Montenegro adia revisão constitucional. "Há coisas a mudar, mas não é para agora"
- Montenegro diz que Portugal deve tirar partido da crise internacional. "Somos um país mais seguro e mais estável"
- Montenegro antecipa "dinâmica diferente" no Parlamento e pressiona oposição a cumprir promessas de "estabilidade"
- Montenegro vai governar "contando com todos", para "agregar e unir". Governo terá "muitos elementos" da equipa anterior
- Luís Montenegro já foi indigitado primeiro-ministro pelo Presidente
- Montenegro já está de volta a Belém para ser indigitado primeiro-ministro
- Montenegro sai de Belém sem declarações. Só fala "depois do Presidente"
- Chega ainda não decidiu se terá candidato a Belém e espera pela Justiça para decidir sobre CPI à Spinumviva
- Chega também viabiliza Governo e deve aprovar PAR, mas empurra PSD para os braços do PS
- Nuno Melo sobre buscas no Estado-Maior da Força Aérea : "Habituei-me a ver grandes parangonas de jornais com processos que acabam em nada"
- André Ventura já está em Belém
- César confirma: PS deixa passar programa do Governo e candidato a PAR
- Carlos César já está em Belém para audiência com Marcelo
- Associação “Também somos portugueses” pede revisão urgente da lei eleitoral
- Ministra da Saúde revela que SIGIC vai ser alterado. "Ter o médico a codificar o ato que vai depois executar não é boa prática"
- Carneiro disponível para viabilizar Orçamento, mas não de cruz: "Vamos vê-lo"
- Presidenciais. Gouveia e Melo apresenta candidatura a Belém esta quinta-feira. PSD vota apoio a Marques Mendes
- Marcelo ouve hoje PSD, Chega e PS e tenciona indigitar primeiro-ministro
Histórico de atualizações
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com atualidade política nacional ao longo do dia de ontem, quinta-feira.
Ventura critica Montenegro e garante que Chega irá avançar com revisão constitucional
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
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Conselho Nacional do PSD dá apoio "esmagador" a Marques Mendes. Só houve um voto contra
Sem surpresas, o Conselho Nacional do PSD aprovou de forma “esmagadora” o apoio à candidatura presidencial de Luís Marques Mendes, proposto por Luís Montenegro.
No final da reunião, Hugo Soares anunciou aos jornalistas que “de forma muito entusiástica e convicta” o órgão deu o seu “esmagador apoio” a Marques Mendes, uma vez que numa “sala repleta” houve “apenas um voto contra” (não sabendo dizer ao certo qual era o universo de votantes, mas “certamente mais de cem”).
Com “grande regozijo”, Hugo Soares fez questão de frisar, horas depois da apresentação de candidatura de Gouveia e Melo, que foi aprovada uma candidatura de “perfil adequado” para um cargo que é “eminentemente político”.
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Líder do CDS-PP diz que a formação do governo compete ao primeiro-ministro
O presidente do CDS-PP, Nuno Melo, afirmou hoje que a formação do próximo governo compete ao primeiro-ministro, recusando adiantar se se vai manter como ministro da Defesa Nacional.
“Um governo tem um líder, é o primeiro-ministro. A formação do governo compete ao primeiro-ministro, e há um processo que está em curso, em relação ao qual eu, necessariamente, não antecipo passos. Chegará o tempo em que sobre isso direi qualquer coisa”, afirmou Nuno Melo, que falava aos jornalistas na sede nacional do CDS-PP, onde esteve reunido o Conselho Nacional do partido.
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César propõe Delgado Alves para liderança parlamentar do PS de forma interina
O presidente do PS, Carlos César, vai propor que o deputado Pedro Delgado Alves assuma a liderança parlamentar socialista de forma interina até à eleição do secretário-geral, adiantaram à Lusa fontes do partido.
Esta proposta foi anunciada por Carlos César numa reunião do Secretariado Nacional do PS, que decorre esta noite, segundo confirmaram à Lusa fontes socialistas.
Esta tarde, à saída da audiência com o Presidente da República, o presidente do PS disse já tinha tomado uma decisão em relação à liderança parlamentar socialista e que a iria transmitir ao Secretariado Nacional de hoje, escusando-se então a avançar nomes ou um perfil.
“É uma matéria sobre a qual também já tomei uma decisão, que vou transmitir hoje ao Secretariado Nacional do Partido, e no dia 3 de manhã ao Grupo Parlamentar, e que não me parece difícil nem polémica de tomar”, apontou.
Carlos César — que assumiu de forma interina a liderança do PS após a demissão de Pedro Nuno Santos – referiu que a seu tempo iria comunicar a sua decisão, sobretudo “depois de hoje ainda falar com o Secretariado Nacional, que se mantém em funções”.
Questionado sobre o perfil, Carlos César considerou que isso “é muito rebuscado”.
“Além disso, o perfil de que me estou a lembrar da pessoa, poderia caber num número vasto de pessoas, portanto, induziria em engano, e não estou disposto a fazer isso”, respondeu.
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Seguro diz que Gouveia e Melo foi "previsível". E assume que quer ser candidato, mas ainda não sabe se deve
António José Seguro disse esta noite, no comentário na CNN Portugal, que o discurso de Gouveia e Melo foi “previsível” e que não sabe sequer se “há uma marca do discurso que possa associar-se a uma visão do candidato Gouveia e Melo para o país.”
Quanta à sua própria ponderação sobre Belém, Seguro diz que continua a reflectir e mantém o calendário ja definido. Tinha apontado para a primavera ou início do verão: “Ainda temos um mês ou três semanas para o início do verão”.
Quanto à vontade que tem em correr para Belém, sintetiza assim: “Quero e posso, mas não sei se devo”. Para Seguro, “a situação política exige quem um cidadão que se predisponha faça uma avaliação do papel do próximo Presidente”. Defende que essa seja uma figura “vigilante” e com uma “atitude discreta e eficiente de desbloquear sistema político que está muito bloqueado”.
Disse também que não se reuniu com José Luís Carneiro, o candidato único a líder do PS, sobre a candidatura a Belém. O jornal Público revelou hoje que o candidato socialista se reuniu com António Vitorino.
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Montenegro elogia Mendes e faz crítica velada a Gouveia e Melo
Luís Montenegro fala agora de Luís Marques Mendes, cujo o apoio formal o PSD decide esta noite, no Conselho Nacional do partido.
O líder social-democrata refere-se ao seu antecessor como sendo uma pessoa “altamente qualificada”, que o partido e o país conhecem “muito bem”. “Apresenta características muito adequadas”, nota Montenegro.
À cabeça, Montenegro sinaliza as mostras de “neutralidade” que Luís Marques Mendes foi dando ao longo dos últimos anos, desde logo porque “nem sempre concorda com o PSD”. “Mas isso é característica dos Presidentes que conseguimos eleger”, ironiza o social-democrata, provocando risos na sala.
A seguir, Montenegro faz uma crítica velada a Henrique Gouveia e Melo, ao dizer que Mendes “conhece muito bem os desafios do país, o alcance das competências do Presidente da República e como os órgãos de soberania se devem relacionar”.
“Ficaremos em muito boas mãos para podermos projetar nos próximos cinco anos um período de funcionamento regular das instituições democráticas. Sabendo com o que podemos contar e que não vem aí nenhuma surpresa”, assinala Montenegro.
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Montenegro adia revisão constitucional. "Há coisas a mudar, mas não é para agora"
Essas serão as suas prioridades, além de reforçar as políticas de imigração ou segurança. “Não vamos distrair a nossa atenção com o politiquês do discurso e da discussão. Não vamos perder tempo a tratar das coisas de que alguns querem tratar só para divertimento intelectual e político”. Mesmo sobre assuntos relevantes, como a Constituição, há tempo “lá mais para a frente” para olhar para a revisão, depois do que é “prioritário estar orientado”. “Esse assunto está arrumado até haver uma altura considerada adequada”.
Montenegro relembra que o PSD tem histórico e doutrina nas revisões constitucionais e diz que até é um “apaixonado” por essa matéria, tendo participado em vários desses processos. “Não é para agora”, resume. “Não quero e proponho-vos que o PSD, nos próximos tempos, não olhe para isso”. Há coisas a mudar, admite, e “lá chegaremos” — mas o assunto “também não vai ficar para as calendas”, assegura.
Diz que não é adequado nem legítimo frustrar as expectativas das pessoas — “não me lembro de ter discutido esse assunto na campanha como prioridade”, diz, atacando quem o faz.
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Montenegro diz que Portugal deve tirar partido da crise internacional. "Somos um país mais seguro e mais estável"
Montenegro prossegue diz que o Governo vai aproveitar o “momento histórico desafiante” que vivemos, consciente de que os “ventos que sopram” na Europa e no mundo trazem “incertezas, constrangimentos, às vezes influências negativas”. “Não viemos para o Governo para lamentarmos os problemas. Quisemos vir para ultrapassar o que é difícil, vencer os obstáculos e mostrar que somos capazes de ver oportunidades nas dificuldades”.
“Não desejamos o mal dos outros, nomeadamente dos nossos parceiros”, continua. Mas nota que há espaços mesmo na Europa com “constrangimentos” que Portugal não tem, e diz que mesmo com solidariedade é preciso aproveitar ser um país “mais seguro, com maior estabilidade financeira, estabilidade política mais consistente, com capital tecnológico e recursos humanos”. Por isso, é preciso aproveitar toda a capacidade do país e atrair mais capital de empresas e humano.
“Não devemos contemplar a crise na Europa e as dificuldades geopolíticas e comerciais — isso exige e tem impacto, mas temos de ter soluções e até de tirar partido das dificuldades”. Portugal tem assim de se “desenvolver” e aproveitar as oportunidades num mercado em crise. Tudo isto para vencer as dificuldades no SNS, cumprir o programa de construção na Habitação (e diminuir os preços), facilitar a mobilidade no país e reter jovens em Portugal.
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PM promete reforma sem paralelo da Administração Pública
Continua Luís Montenegro. “Iniciaremos este mandato com um propósito de governar a pensar nas pessoas, no espírito de transformação que já demonstrámos no mandato anterior”
“Primazia absoluta ao crescimento económico, à capacidade de o país poder aumentar o seu investimento e, por via disso, aumentar o rendimento das famílias, dos trabalhadores e das empresas”, sublinha o primeiro-ministro.
“A Administração Pública é fundamental para o crescimento económico. Faremos da modernização da Administração a trave-mestra daquilo que queremos que seja a capacidade de sermos mais competitivos”, diz o social-democrata, prometendo lançar uma reforma sem paralelo da Administração Pública.
“O país tem de perceber que se quer quebrar este ciclo de burocracia e de atraso tem de saber que isto traz mudanças e que estas mudanças exige confiança e que a confiança exige penalização de quem violar essa confiança.”
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Montenegro antecipa "dinâmica diferente" no Parlamento e pressiona oposição a cumprir promessas de "estabilidade"
Montenegro diz que estão criadas as condições para a “estabilidade” que foi “pedra dominante” nos discursos da campanha e que agora deve sê-lo também na prática.
Cumprimenta agora os outros partidos, pela forma como fizeram as suas campanhas, pelos resultados e pelo “sentido de responsabilidade que anunciaram” e que disseram que marcará a sua postura nos próximos anos. “É assim que a democracia deve funcionar”.
Assim, o PSD terá a obrigação de governar e está “empenhadíssimo” em formar Governo nos próximos dias, depois em apresentar o programa e executá-lo. Quem for escolhido para integrar o Executivo receberá a orientação imediata para “não perder tempo com lateralidades, debates estéreis e politiquices” e “pôr mãos à obra, começar a resolver problemas e corresponder às expectativas criadas” na campanha.
Promete que haverá diálogo com os partidos, a sociedade civil, dos funcionários públicos e entidades do Estado aos setores privado e social: “Não prescindimos em termos de cooperação e parceria para sermos um país mais próspero e justo”.
Montenegro frisa que não desejava estas eleições, mas que estas deixaram um quadro “diferente” do anterior, no qual a força que ganhou tem mais deputados sozinha do que toda a oposição com exceção de um partido — PS, IL e todos os outros com exceção do Chega; ou o Chega, IL e os outros, sem o PS. Ou seja, “a situação é muito diferente” no Parlamento, porque no ano anterior este quadro não existia e as “condições de relacionamento com o Governo” são diferentes. “Fazem antever uma dinâmica diferente na relação da AR com o Governo”.
Não significa que não vá ter uma postura de “respeito” para com os deputados e partidos, sublinha. Mas este “figurino parlamentar” oferece uma relação “fundamental”, geradora de uma estabilidade política maior.
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Montenegro: "Ganhámos as eleições de uma forma inequívoca"
Discursa agora Luís Montenegro, no Conselho Nacional do PSD, que arranca com uma hora de atraso — justificado com o facto de o primeiro-ministro ter estado no Palácio de Belém, onde foi novamente indigitado como chefe de Governo.
“Fizemos uma grande campanha eleitoral. Já não lembrava há muito tempo de termos tido tanta alegria e tanto empenho”, celebra Montenegro.
“O resultado foi excelente. Ganhámos as eleições de uma forma inequívoca, conseguimos um resultado a nossa diferença face à segunda e terceira forças políticas aumentou de forma muito significativa. Fica muito claro que a escolha que os portugueses e portuguesas fizeram foi inequívoca. Estão criadas as condições para que possamos ter uma legislatura.”
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Almirante precisa de braçadeiras para presidenciais?
O almirante vem pronto para dar “raspanetes” ao país e para ser o candidato “onde cabe tudo”? Gouveia e Melo, o exaltador; Marques Mendes, o entalado? Ou ainda trocam?
Ouça aqui o episódio na íntegra.
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“Precisamos de um Presidente diferente”. Ouça aqui a apresentação de Gouveia e Melo às presidenciais
Almirante Gouveia e Melo oficializa a sua candidatura à presidência em que promete “Unir Portugal” e defende uma “casa comum” para todos os portugueses.
Ouça aqui o episódio na íntegra.
“Precisamos de um Presidente diferente”. Ouça aqui a apresentação de Gouveia e Melo às presidenciais
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Marcelo diz que tomada de posse do Governo será na próxima semana "em princípio"
À saída da Cordoaria Nacional, Marcelo Rebelo de Sousa é abordado pelos jornalistas e questionado sobre a tomada de posse do próximo Governo. O Presidente da República afirma apenas que Luís Montenegro irá formar Governo e que este irá tomar posse “na próxima semana, em princípio”.
No entanto, o chefe de Estado manteve-se em silêncio quando foi questionado sobre as propostas de revisão constitucional — que Montenegro disse não ser uma prioridade — ou sobre as eventuais mudanças no Executivo, face ao elenco anterior.
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Zelensky felicita Montenegro e diz que "valoriza profundamente apoio firme e amizade constante de Portugal"
Volodymyr Zelensky felicitou Luís Montenegro depois de ter sido novamente indigitado como primeiro-ministro de Portugal. “A Ucrânia valoriza profundamente o apoio firme e a amizade constante de Portugal face à brutal agressão russa”, escreveu o Presidente ucraniano numa mensagem deixada nas suas redes sociais em três línguas: inglês, ucraniano e português.
O chefe de Estado ucraniano deixou ainda desejos para que os dois países continuem a colaborar e a “fortalecer” a sua “estreita e frutuosa cooperação”. A mensagem de Zelensky termina com “votos de muito sucesso”.
Felicito Luís Montenegro pela sua recondução ao cargo de Primeiro-Ministro. A Ucrânia valoriza profundamente o apoio firme e a amizade constante de Portugal face à brutal agressão russa.
Estou confiante de que a nossa parceria continuará a fortalecer-se com sucesso na construção…
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) May 29, 2025
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Almirante quer fazer de Portugal a "causa comum" dos portugueses
Henrique Gouveia e Melo termina o discurso com, literalmente, alguns lugares comuns a dizer que está nesta candidatura por “este Portugal, “onde a terra acaba e o mar começa”. E desafia: “Vamos fazer do futuro de Portugal a nossa causa comum.”
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Gouveia e Melo: "Precisamos de uma Defesa Nacional moderna, sólida e tranquila"
Sobre áreas da governação, Gouveia e Melo exige que Portugal seja “um país onde os jovens tenham futuro; onde os mais velhos descansem com dignidade; onde ninguém seja pobre por destino ou falta de oportunidade; onde Saúde, Habitação e Educação sejam direitos e não privilégios; onde a Cultura seja central; e onde o Ambiente seja um compromisso entre gerações”.
Sobre a Defesa, uma área que privilegia, Gouveia Melo diz que “precisamos de uma Defesa Nacional moderna, sólida e tranquila, sem alarmismos, mas também sem ingenuidades”.
Em termos de relações externas, Gouveia e Melo quer um país que continue de”a apostar numa diplomacia que promova a nossa economia, língua e cultura”. Diz também ser preciso “entender que Portugal é Atlântico e Europa e valorizar a nossa posição com inteligência e com visão.”
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Gouveia e Melo sai em defesa dos imigrantes que "escolhem Portugal como casa"
Gouveia e Melo lembra que “temos Portugueses a brilhar no estrangeiro e imigrantes que escolhem Portugal como casa.” E acrescenta que “este é o nosso país. E é este Portugal que devemos celebrar e proteger”.
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"Parece que estamos condenados a ciclos curtos"
O almirante, que tem defendido a estabilidade, lamenta o facto de parecer que “estamos condenados a uma lógica de ciclos curtos, quando o país pede transformação, quando os Portugueses exigem ação.” Deixa depois alguns elogios ao Portugal democrático: “Reconquistámos a liberdade, construímos uma democracia, modernizámos escolas, hospitais, universidades, reduzimos a pobreza e vencemos o analfabetismo. Fizemos, juntos, um percurso notável.”
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Gouveia e Melo critica rumo da política em Portugal: "O que nos trava são as más decisões cá dentro"
Gouveia e Melo alinha no discurso da crítica à forma como PS e PSD têm Governado o País. Começa por dizer que “é indiscutível que vivemos tempos difíceis. O mundo mudou e não foi para melhor.” Ainda assim atira farpas para as falhas dos políticos nacionais: “O que verdadeiramente nos trava não vem de fora. Está cá dentro. São as más decisões. As não decisões. O adiar permanente do futuro. A falta de coragem para fazer o que tem de ser feito.”