Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a atualidade política nacional ao longo do dia de ontem, segunda-feira.

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • O "Vencedor é" dos debates. Pedro Nuno Santos perde com Paulo Raimundo e André Ventura batido por Mariana Mortágua: veja as notas

    Pedro Nuno Santos não gostou de ver Paulo Raimundo equiparar o PS com a AD e falou de erro histórico. Entre André Ventura e Mariana Mortágua só discussão, até com legos. Veja as notas.

    O “Vencedor é” dos debates. Pedro Nuno Santos perde com Paulo Raimundo e André Ventura batido por Mariana Mortágua: veja as notas

  • "A mala da minha irmã não apareceu mas não está confirmado que não tenha sido um deputado do Chega"

    Mortágua diz que a taxa de criminalidade na bancada do Chega é maior do que no país e que todos os dados dizem que não há ligação entre criminalidade e imigração.

    “Desrespeita as polícias quando não aceita os dados”, atira.

    “A mala da minha irmã não apareceu mas não está confirmado que não tenha sido um deputado do Chega”, ironiza lembrando o caso de Miguel Arruda, depois de Ventura lembrar que o carro de Joana Mortágua foi assaltado perto da sede do Bloco.

    Depois frisa que a violência doméstica é o crime que mais mata e acusa Ventura de ter ido aos EUA “ajoelhar-se” perante um “agressor sexual condenado” como Trump. “Não quer saber de mulheres, tem uma política única, que é o racismo. E eu de humanismo”.

    “O apelo que faço ao povo de esquerda que tem orgulho na liberdade é que saiam à rua no 25 de Abril”, remata.

  • Ventura: "Vocês são uma fraude política e na imigração querem país em que não haja regra"

    André Ventura considera que estabelecer quotas é a “melhor forma de garantir quem a economia precisa e quem cumpre a lei”, ao contrário do “Governo apoiado pela Mariana Mortágua [que deixou] entrar centenas de milhares sem ser visto o registo criminal” — “É mentira”, diz Mortágua.

    “Bloco quis acabar com a polícia que controlava a fronteira e devia olhar olhos nos olhos para famílias como a do Manuel, assassinado por gangs brasileiros que deixaram entrar neste país”, salienta.

    Ventura atira a Mortágua: “Pode enganar muita gente, vocês são uma fraude política e na imigração querem país em que não haja regras, controlo e segurança.”

  • "Ventura tem uma única política, que é o racismo"

    “É moda atacar os imigrantes mas eu não cedo. Vêm porque são chamados pela economia”, diz Mortágua, defendendo que a política “humanista” é “regularizar as pessoas” e não permitir a imigração clandestina.

    Depois é preciso que haja serviços públicos e ensino da língua. “Ventura tem uma única política, que é o racismo, e eu tenho uma política para todos”.

  • BE defende voto para quem tem residência há quatro anos: "Se são bons para pagar impostos, podem ter uma palavra a dizer"

    Mariana Mortágua fala agora da proposta do BE sobre o direito de voto, que diz que quem resida há pelo menos quatro anos em Portugal pode eleger e ser eleito. “Se os imigrantes são bons para pagar impostos e para pagar 465 mil pensões, podem ter uma palavra a dizer. A minha política é humanismo, a sua é ódio”.

    Sobre os vistos Gold, Ventura nunca quis saber que língua é que falavam, porque “é dinheiro a entrar”, acusa.

  • Ventura diz que Bloco quer a votar quem "nem fala português": "Querem votinhos porque em Portugal já ninguém vota"

    “Ficámos a saber que defende ocupação de casas e que quer direito de votos para toda a gente”, conclui Ventura, que se enerva para atirar à líder bloquista: “Podem nem falar português e votam neste país.”

    “Querem votinhos porque em Portugal já ninguém vota”, aponta o líder do Chega e prossegue: “Por mim e pelo Chega não passarão. Há um muro intransponível dos 21% do Chega e dos 2% do BE.”

  • Mortágua diz que quer "casas legais para toda a gente", Ventura acusa BE de querer "comprar votos dos imigrantes"

    Mortágua diz que quer “casas legais” para toda a gente e que por isso é preciso preços controlados. Volta a acusar Ventura de defender os vistos Gold, o alojamento local e todas as medidas que contribuíram para a especulação. “Não quer saber da Habitação”.

    “Eu sei que nada o comove e que a sua política é da crueldade e do medo. A mim comove-me ver pessoas em tendas, na rua, e é por isso que defendo tectos das rendas, para que toda a gente possa ter uma casa legal. Não é capaz de me dar uma política para baixar o preço das casas”.

    “Além do ódio, só defende a especulação”, atira. Com Ventura a insistir na pergunta sobre a ocupação de casas, diz “invente novas” e acusa Ventura de fazer “política cruel e baixa”.

    Ventura diz que Mortágua não responde a nada e inventa novos temas. “O país hoje vai saber que o Bloco defende a invasão de casas com propriedade legítima”, anuncia. “Quer comprar votos com os imigrantes”.

  • Ventura acusa Bloco de defender a invasão de propriedade privada

    André Ventura diz que já não estamos em Cuba ou União Soviética — “O muro mudou, o muro caiu, vivemos num mundo das redes sociais, economia de mercado. É como dizia António costa, habitue-se”, diz Ventura a Mortágua.

    “Todos sabemos que o Bloco de Esquerda é dos mais ricos que temos na política, não são os que vivem como eu numa casa de 30 metros quadrados”, salienta o líder do Chega.

    Ventura acusa o BE de se ter “escondido” e diz que “está a apoiar a ocupação ilegal de casas” — “Vocês defendem a invasão de propriedade privada”, atira, apontado que Joana Mortágua disse que era legítimo invadir propriedade.

  • Mortágua diz que só tecto para as rendas pode controlar preços. Chega defende "estrangeiros ricos"

    Mortágua fala da proposta de controlo das rendas, dizendo que os preços subiram “estratosfericamente”, e que esta é a única medida para ter preços máximos de acordo com critérios de qualidade, localização, ou outros, como os aplicados na Holanda.

    Já o Chega defende o alojamento local descontrolado ou benefícios para estrangeiros ricos (“a Mariana quer que venham só estrangeiros pobres!”).

  • Ventura: "Eu posso ganhar, a Mariana está a brincar à política"

    Ventura diz que “economia chinesa não é uma brincadeira”, insistindo que vai “proteger produtos portugueses” e “exigir na Europa produtos europeus”.

    “Eu posso ganhar, a Mariana está a brincar à política”, atira.

  • Mortágua usa legos para mostrar que importações da Índia ou do Bangladesh são mínimas

    Mariana Mortágua diz que o Chega não consegue “pôr a bancada em ordem” mas quer “pôr o país em ordem”.

    Abre uma caixa com legos para explicar a percentagem de importações da UE, da China e do Brasil, dos EUA e da Índia (para mostrar que são só 1%) e do Paquistão (0,2%). Do Bangladesh também são 0,2%.

    “Se fizesse política com factos e menos com preconceitos percebia um bocadinho mais de como se faz a política e a economia”, atira Mortágua. “O que está a propor é um imposto sobre os combustíveis”.

  • Ventura: "Vou ser protecionista, proteger agricultura, economia e industria têxtil portuguesa"

    André Ventura reage para dizer que o “Chega nunca teve um Robles nem é a Global Media” — “Deixe-te de truques”, atira Mortágua.

    “Ninguém leva a sério candidatura a primeira-ministra”, atira, frisando que Mortágua “diz que pode gastar 10 mil milhões de euros a comprar empresas”, o que considera “socialismo cego” e que levaria ao “colapso”.

    Sobre as tarifas, diz que há países a “produzir em massa”, o que leva a uma “invasão de produtos baratos” — “quase tão escrava como a do BE, que depois despediu as grávidas”, vinca.

    E prossegue: “Vou ser protecionista, proteger agricultura, economia e industria têxtil portuguesa.”

  • Mortágua: "Ninguém ouviu um pio" de Ventura quando Passos "apertou a mão ao Estado chinês"

    Mariana Mortágua fala no exemplo da EDP e da REN, dizendo que quando foram privatizados e a direita “apertou a mão ao Estado chinês” ninguém “ouviu um pio” de André Ventura, então elemento do PSD. “Ainda não existia”, diz Ventura.

    “Uma participação maioritária na EDP, comprada a preços de mercado hoje, valia dois anos dos benefícios fiscais a estrangeiros ricos. Portanto sim, é possível pagar. Privatizar empresas estratégicas é contra o interesse nacional”.

  • Mortágua: plano de Ventura a "imitar Trump" é "imposto escondido" nos combustíveis

    Mariana Mortágua diz que é preciso discutir o “imposto escondido” que Ventura defende, defendendo o “ataque de Trump” à economia portuguesa com as tarifas. “Diz que quer fazer igual e imitar o chefe da extrema-direita”, acusa. “Era importante que dissesse às pessoas lá em casa que uma tarifa sobre importações teria como efeito imediato aumentar o preço dos combustíveis. Mais 20% no preço, são a terceira importação”, diz.

    “Não sei se não sabe que 75% das importações portuguesas vêm da UE, se quer sair da união aduaneira”, atira. “Era importante que explicasse ao país o que pretende com as tarifas. Na pressa para imitar Trump, a única coisa que faz é propor um imposto escondido”.

    Ventura responde que o programa do Bloco para as nacionalizações é uma “irresponsabilidade” e acusa a moderadora, Nelma Serpa Pinto, de não ter interrompido Mortágua — “estamos sempre num plano inclinado, é só André Ventura, André Ventura… sei que está com 2% nas sondagens mas tem de falar”.

    Mortágua diz que taxar os ricos é uma questão de justiça fiscal para “aliviar a maioria”. E insiste que Ventura tem de explicar a proposta para as tarifas — “mostra que não tem soluções”, acusa o líder do Chega. Mortágua volta à carga com as tarifas e Ventura pergunta se é verdade que as nacionalizações do Bloco custariam 10 mil milhões de euros, perguntando à líder do BE se é “dona da SIC” por insistir num tema sobre o qual não foi questionada.

  • Ventura considera que "limitar salários é um disparate absoluto" e defende que PME tenham apoio na subida do salário mínimo

    Ventura diz que é preciso “distinguir entre Estado que faz falta e Estado que não faz”, comparando-se com o Bloco, que acusa de querer “engrossar com cargos que não interessam para nada”.

    “O Chega quer os salários em mil euros em 2026”, reitera, atacando os “amigos da Mortágua e PS” e explicando que o partido quer garantir que tecido empresarial português não é prejudicado, e que “os pequenos e médios empresários tenham um fundo de apoio à subida do salário mínimo”.

    “Limitar salários é um disparate absoluto no setor privado”, aponta.

  • Mortágua: Papa Francisco foi "um sábio que abraçou a Humanidade"

    Mariana Mortágua diz que o Papa foi “um sábio que abraçou a Humanidade” e uma figura maior do século XXI e deixa esse legado a crentes e a não crentes.

  • Ventura diz que também não concordou sempre com João Paulo II ou Bento XVI

    É André Ventura que começa o debate, num dia marcado pela morte do Papa Francisco. “Como católico profundo e convicto”, o líder do Chega recorda que nem sempre estiveram de acordo, mas que foi um “exemplo de humildade e fé”. “Não concordei em tudo com João Paulo II ou Bento XVI, cristianismo é liberdade”, remata.

  • Arranca agora o segundo debate desta segunda-feira, que coloca frente-a-frente André Ventura (Chega) e Mariana Mortágua (Bloco de Esquerda). Acompanhe aqui no liveblog do Observador.

  • "Motivação da denúncia anónima é óbvia, é política", diz Pedro Nuno

    Sobre a averiguação preventiva sobre si, o líder do PS diz que “a motivação da denúncia anónima é óbvia, é política” e que já fez esclarecimentos: “Tivesse o meu principal adversário feito o mesmo e não estaríamos onde estamos hoje”.

    Acaba o debate, do seu lado, a dizer que “é possível ter um Governo para todos e não apenas para uma minoria e que defende o SNS, a construção de habitação e apoia aumentos salariais. Mas até onde a economia portuguesa consegue pagar”, recusando promessas que depois as PME “não são capazes de pagar”, Raimundo acusa-o de usar um “argumento do Rui Rocha”, da IL.

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