Momentos-chave
- "A mala da minha irmã não apareceu mas não está confirmado que não tenha sido um deputado do Chega"
- Ventura: "Vocês são uma fraude política e na imigração querem país em que não haja regra"
- "Ventura tem uma única política, que é o racismo"
- BE defende voto para quem tem residência há quatro anos: "Se são bons para pagar impostos, podem ter uma palavra a dizer"
- Ventura diz que Bloco quer a votar quem "nem fala português": "Querem votinhos porque em Portugal já ninguém vota"
- Mortágua diz que quer "casas legais para toda a gente", Ventura acusa BE de querer "comprar votos dos imigrantes"
- Ventura acusa Bloco de defender a invasão de propriedade privada
- Mortágua diz que só tecto para as rendas pode controlar preços. Chega defende "estrangeiros ricos"
- Ventura: "Eu posso ganhar, a Mariana está a brincar à política"
- Mortágua usa legos para mostrar que importações da Índia ou do Bangladesh são mínimas
- Ventura: "Vou ser protecionista, proteger agricultura, economia e industria têxtil portuguesa"
- Mortágua: "Ninguém ouviu um pio" de Ventura quando Passos "apertou a mão ao Estado chinês"
- Mortágua: plano de Ventura a "imitar Trump" é "imposto escondido" nos combustíveis
- Ventura considera que "limitar salários é um disparate absoluto" e defende que PME tenham apoio na subida do salário mínimo
- Mortágua: Papa Francisco foi "um sábio que abraçou a Humanidade"
- Ventura diz que também não concordou sempre com João Paulo II ou Bento XVI
- "Motivação da denúncia anónima é óbvia, é política", diz Pedro Nuno
- "Não é normal 19 grupos económicos concentrarem 33 milhões de lucro por dia"
- "O que o PCP anuncia fica bem como promessa, mas depois não tem aplicabilidade prática"
- "O programa do PS é poucochinho. A conversa do choque salarial é só um espirro salarial"
- Pedro Nuno volta ao voto útil: "Para o PS ganhar, não pode haver dispersão de votos"
- Raimundo lembra geringonça para dizer que políticas só mudam "se PCP ganhar mais deputados"
- Pedro Nuno diz que PCP pode "estar na posição confortável" e não ter de viabilizar Orçamento
- "Até hoje não consegui engolir essa". Raimundo diz que PS só conta com PCP se "mudar de rumo"
- "Na imigração estamos numa fase diferente", diz Pedro Nuno dizendo que "no período anterior houve entrada massiva"
- Raimundo defende imigração regulada e ataca vistos Gold: "Não vendemos o país por 500 mil euros"
- Líder do PS acusa Governo de "usar política de imigração para fazer campanha"
- "Pedro Nuno Santos sabe que perdemos tempo na Saúde", acusa Raimundo
- Paulo Raimundo diz que Papa Francisco "pôs o dedo na ferida" quando "muitos faziam apologia da guerra infinita"
- Líder do PS/Braga demite-se depois de notícias sobre envolvimento em violência doméstica
- Ventura recorda que nem sempre esteve de acordo com o Papa, mas fala em "grande perda para a Igreja"
- Inês Sousa Real não diz se se demite se PAN sair do Parlamento
- Seria "difícil" apoiar governo de Luís Montenegro, mas PAN não quer ser força "inútil"
- Inês Sousa Real: "Separação de poderes deve valer também para o Ministério Público". Averiguações deviam ser encerradas antes da campanha
- Imigrantes devem "respeitar a lei, acima de tudo"
- Inês Sousa Real: manifestação de interesse deve voltar mas com "mecanismos alterados"
- "Não faz sentido aumentarmos o investimento em defesa. Portugal não tem essa capacidade"
- Violação como crime público? "É preciso mudar o paradigma para mudarmos o lado da vergonha"
- Inês Sousa Real acusa PS e PSD de usarem "argumento conservador" para violação não se tornar crime público
- Inês Sousa Real: “Qualquer caso relacionado com violência doméstica deve afastar as pessoas da vida pública”
- Arranca a entrevista a Inês Sousa Real: declarações de ex-dirigente sobre famílias numerosas "são absurdas"
- Rui Moreira deixa avisos ao seu vice e revela que soube da candidatura de Pedro Duarte "num WhatsApp às quatro ou cinco da manhã"
- Mariana Vieira da Silva: "Bloco Central pode acontecer, pode ter de ser necessário, mas não é desejável"
Histórico de atualizações
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a atualidade política nacional ao longo do dia de ontem, segunda-feira.
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
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O "Vencedor é" dos debates. Pedro Nuno Santos perde com Paulo Raimundo e André Ventura batido por Mariana Mortágua: veja as notas
Pedro Nuno Santos não gostou de ver Paulo Raimundo equiparar o PS com a AD e falou de erro histórico. Entre André Ventura e Mariana Mortágua só discussão, até com legos. Veja as notas.
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"A mala da minha irmã não apareceu mas não está confirmado que não tenha sido um deputado do Chega"
Mortágua diz que a taxa de criminalidade na bancada do Chega é maior do que no país e que todos os dados dizem que não há ligação entre criminalidade e imigração.
“Desrespeita as polícias quando não aceita os dados”, atira.
“A mala da minha irmã não apareceu mas não está confirmado que não tenha sido um deputado do Chega”, ironiza lembrando o caso de Miguel Arruda, depois de Ventura lembrar que o carro de Joana Mortágua foi assaltado perto da sede do Bloco.
Depois frisa que a violência doméstica é o crime que mais mata e acusa Ventura de ter ido aos EUA “ajoelhar-se” perante um “agressor sexual condenado” como Trump. “Não quer saber de mulheres, tem uma política única, que é o racismo. E eu de humanismo”.
“O apelo que faço ao povo de esquerda que tem orgulho na liberdade é que saiam à rua no 25 de Abril”, remata.
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Ventura: "Vocês são uma fraude política e na imigração querem país em que não haja regra"
André Ventura considera que estabelecer quotas é a “melhor forma de garantir quem a economia precisa e quem cumpre a lei”, ao contrário do “Governo apoiado pela Mariana Mortágua [que deixou] entrar centenas de milhares sem ser visto o registo criminal” — “É mentira”, diz Mortágua.
“Bloco quis acabar com a polícia que controlava a fronteira e devia olhar olhos nos olhos para famílias como a do Manuel, assassinado por gangs brasileiros que deixaram entrar neste país”, salienta.
Ventura atira a Mortágua: “Pode enganar muita gente, vocês são uma fraude política e na imigração querem país em que não haja regras, controlo e segurança.”
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"Ventura tem uma única política, que é o racismo"
“É moda atacar os imigrantes mas eu não cedo. Vêm porque são chamados pela economia”, diz Mortágua, defendendo que a política “humanista” é “regularizar as pessoas” e não permitir a imigração clandestina.
Depois é preciso que haja serviços públicos e ensino da língua. “Ventura tem uma única política, que é o racismo, e eu tenho uma política para todos”.
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BE defende voto para quem tem residência há quatro anos: "Se são bons para pagar impostos, podem ter uma palavra a dizer"
Mariana Mortágua fala agora da proposta do BE sobre o direito de voto, que diz que quem resida há pelo menos quatro anos em Portugal pode eleger e ser eleito. “Se os imigrantes são bons para pagar impostos e para pagar 465 mil pensões, podem ter uma palavra a dizer. A minha política é humanismo, a sua é ódio”.
Sobre os vistos Gold, Ventura nunca quis saber que língua é que falavam, porque “é dinheiro a entrar”, acusa.
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Ventura diz que Bloco quer a votar quem "nem fala português": "Querem votinhos porque em Portugal já ninguém vota"
“Ficámos a saber que defende ocupação de casas e que quer direito de votos para toda a gente”, conclui Ventura, que se enerva para atirar à líder bloquista: “Podem nem falar português e votam neste país.”
“Querem votinhos porque em Portugal já ninguém vota”, aponta o líder do Chega e prossegue: “Por mim e pelo Chega não passarão. Há um muro intransponível dos 21% do Chega e dos 2% do BE.”
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Mortágua diz que quer "casas legais para toda a gente", Ventura acusa BE de querer "comprar votos dos imigrantes"
Mortágua diz que quer “casas legais” para toda a gente e que por isso é preciso preços controlados. Volta a acusar Ventura de defender os vistos Gold, o alojamento local e todas as medidas que contribuíram para a especulação. “Não quer saber da Habitação”.
“Eu sei que nada o comove e que a sua política é da crueldade e do medo. A mim comove-me ver pessoas em tendas, na rua, e é por isso que defendo tectos das rendas, para que toda a gente possa ter uma casa legal. Não é capaz de me dar uma política para baixar o preço das casas”.
“Além do ódio, só defende a especulação”, atira. Com Ventura a insistir na pergunta sobre a ocupação de casas, diz “invente novas” e acusa Ventura de fazer “política cruel e baixa”.
Ventura diz que Mortágua não responde a nada e inventa novos temas. “O país hoje vai saber que o Bloco defende a invasão de casas com propriedade legítima”, anuncia. “Quer comprar votos com os imigrantes”.
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Ventura acusa Bloco de defender a invasão de propriedade privada
André Ventura diz que já não estamos em Cuba ou União Soviética — “O muro mudou, o muro caiu, vivemos num mundo das redes sociais, economia de mercado. É como dizia António costa, habitue-se”, diz Ventura a Mortágua.
“Todos sabemos que o Bloco de Esquerda é dos mais ricos que temos na política, não são os que vivem como eu numa casa de 30 metros quadrados”, salienta o líder do Chega.
Ventura acusa o BE de se ter “escondido” e diz que “está a apoiar a ocupação ilegal de casas” — “Vocês defendem a invasão de propriedade privada”, atira, apontado que Joana Mortágua disse que era legítimo invadir propriedade.
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Mortágua diz que só tecto para as rendas pode controlar preços. Chega defende "estrangeiros ricos"
Mortágua fala da proposta de controlo das rendas, dizendo que os preços subiram “estratosfericamente”, e que esta é a única medida para ter preços máximos de acordo com critérios de qualidade, localização, ou outros, como os aplicados na Holanda.
Já o Chega defende o alojamento local descontrolado ou benefícios para estrangeiros ricos (“a Mariana quer que venham só estrangeiros pobres!”).
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Ventura: "Eu posso ganhar, a Mariana está a brincar à política"
Ventura diz que “economia chinesa não é uma brincadeira”, insistindo que vai “proteger produtos portugueses” e “exigir na Europa produtos europeus”.
“Eu posso ganhar, a Mariana está a brincar à política”, atira.
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Mortágua usa legos para mostrar que importações da Índia ou do Bangladesh são mínimas
Mariana Mortágua diz que o Chega não consegue “pôr a bancada em ordem” mas quer “pôr o país em ordem”.
Abre uma caixa com legos para explicar a percentagem de importações da UE, da China e do Brasil, dos EUA e da Índia (para mostrar que são só 1%) e do Paquistão (0,2%). Do Bangladesh também são 0,2%.
“Se fizesse política com factos e menos com preconceitos percebia um bocadinho mais de como se faz a política e a economia”, atira Mortágua. “O que está a propor é um imposto sobre os combustíveis”.
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Ventura: "Vou ser protecionista, proteger agricultura, economia e industria têxtil portuguesa"
André Ventura reage para dizer que o “Chega nunca teve um Robles nem é a Global Media” — “Deixe-te de truques”, atira Mortágua.
“Ninguém leva a sério candidatura a primeira-ministra”, atira, frisando que Mortágua “diz que pode gastar 10 mil milhões de euros a comprar empresas”, o que considera “socialismo cego” e que levaria ao “colapso”.
Sobre as tarifas, diz que há países a “produzir em massa”, o que leva a uma “invasão de produtos baratos” — “quase tão escrava como a do BE, que depois despediu as grávidas”, vinca.
E prossegue: “Vou ser protecionista, proteger agricultura, economia e industria têxtil portuguesa.”
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Mortágua: "Ninguém ouviu um pio" de Ventura quando Passos "apertou a mão ao Estado chinês"
Mariana Mortágua fala no exemplo da EDP e da REN, dizendo que quando foram privatizados e a direita “apertou a mão ao Estado chinês” ninguém “ouviu um pio” de André Ventura, então elemento do PSD. “Ainda não existia”, diz Ventura.
“Uma participação maioritária na EDP, comprada a preços de mercado hoje, valia dois anos dos benefícios fiscais a estrangeiros ricos. Portanto sim, é possível pagar. Privatizar empresas estratégicas é contra o interesse nacional”.
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Mortágua: plano de Ventura a "imitar Trump" é "imposto escondido" nos combustíveis
Mariana Mortágua diz que é preciso discutir o “imposto escondido” que Ventura defende, defendendo o “ataque de Trump” à economia portuguesa com as tarifas. “Diz que quer fazer igual e imitar o chefe da extrema-direita”, acusa. “Era importante que dissesse às pessoas lá em casa que uma tarifa sobre importações teria como efeito imediato aumentar o preço dos combustíveis. Mais 20% no preço, são a terceira importação”, diz.
“Não sei se não sabe que 75% das importações portuguesas vêm da UE, se quer sair da união aduaneira”, atira. “Era importante que explicasse ao país o que pretende com as tarifas. Na pressa para imitar Trump, a única coisa que faz é propor um imposto escondido”.
Ventura responde que o programa do Bloco para as nacionalizações é uma “irresponsabilidade” e acusa a moderadora, Nelma Serpa Pinto, de não ter interrompido Mortágua — “estamos sempre num plano inclinado, é só André Ventura, André Ventura… sei que está com 2% nas sondagens mas tem de falar”.
Mortágua diz que taxar os ricos é uma questão de justiça fiscal para “aliviar a maioria”. E insiste que Ventura tem de explicar a proposta para as tarifas — “mostra que não tem soluções”, acusa o líder do Chega. Mortágua volta à carga com as tarifas e Ventura pergunta se é verdade que as nacionalizações do Bloco custariam 10 mil milhões de euros, perguntando à líder do BE se é “dona da SIC” por insistir num tema sobre o qual não foi questionada.
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Ventura considera que "limitar salários é um disparate absoluto" e defende que PME tenham apoio na subida do salário mínimo
Ventura diz que é preciso “distinguir entre Estado que faz falta e Estado que não faz”, comparando-se com o Bloco, que acusa de querer “engrossar com cargos que não interessam para nada”.
“O Chega quer os salários em mil euros em 2026”, reitera, atacando os “amigos da Mortágua e PS” e explicando que o partido quer garantir que tecido empresarial português não é prejudicado, e que “os pequenos e médios empresários tenham um fundo de apoio à subida do salário mínimo”.
“Limitar salários é um disparate absoluto no setor privado”, aponta.
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Mortágua: Papa Francisco foi "um sábio que abraçou a Humanidade"
Mariana Mortágua diz que o Papa foi “um sábio que abraçou a Humanidade” e uma figura maior do século XXI e deixa esse legado a crentes e a não crentes.
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Ventura diz que também não concordou sempre com João Paulo II ou Bento XVI
É André Ventura que começa o debate, num dia marcado pela morte do Papa Francisco. “Como católico profundo e convicto”, o líder do Chega recorda que nem sempre estiveram de acordo, mas que foi um “exemplo de humildade e fé”. “Não concordei em tudo com João Paulo II ou Bento XVI, cristianismo é liberdade”, remata.
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Arranca agora o segundo debate desta segunda-feira, que coloca frente-a-frente André Ventura (Chega) e Mariana Mortágua (Bloco de Esquerda). Acompanhe aqui no liveblog do Observador.
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"Motivação da denúncia anónima é óbvia, é política", diz Pedro Nuno
Sobre a averiguação preventiva sobre si, o líder do PS diz que “a motivação da denúncia anónima é óbvia, é política” e que já fez esclarecimentos: “Tivesse o meu principal adversário feito o mesmo e não estaríamos onde estamos hoje”.
Acaba o debate, do seu lado, a dizer que “é possível ter um Governo para todos e não apenas para uma minoria e que defende o SNS, a construção de habitação e apoia aumentos salariais. Mas até onde a economia portuguesa consegue pagar”, recusando promessas que depois as PME “não são capazes de pagar”, Raimundo acusa-o de usar um “argumento do Rui Rocha”, da IL.