Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica por aqui. Continue a acompanhar a atualidade política neste novo liveblog que agora abrimos.

    Partidos não se entenderam sobre nomeações, apresentação de nomes para órgãos externos adiada até segunda-feira

  • Estrada Nacional 16 em Sever do Vouga reabre ao trânsito apenas de ligeiros

    A Estrada Nacional (EN) 16 reabriu hoje ao trânsito de ligeiros, em Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, após ter estado interdita mais de uma semana devido a derrocadas causadas pelo mau tempo, informou a Câmara local.

    Numa nota publicada esta noite na sua página na rede social Facebook, o município de Sever do Vouga, em coordenação com as autoridades de Proteção Civil informa que a EN16 se encontra reaberta ao trânsito.

    A autarquia esclarece, no entanto, que a estrada irá continuar interdita ao trânsito de veículos pesados, com peso bruto superior a 5,5 toneladas, por motivos de salvaguarda da segurança de pessoas e bens, bem como para garantir a integridade estrutural da via.

    Segundo a Câmara, a via irá permanecer sob monitorização técnica, podendo sofrer novos cortes preventivos caso as condições de segurança assim o exijam.

  • Plano Municipal de Recuperação de Leiria vai até ao fim do mandato autárquico

    Em conferência de imprensa, nos Bombeiros Sapadores de Leiria, onde está instalado o centro de operações municipal, o presidente da Câmara de Leiria explicou que a fase 1, designada de humanitária, emergência e operacional, tem a duração de quatro meses, até maio.

    Segue-se a fase de recuperação e resiliência a partir de junho e com duração de um ano, “uma operação muito exigente”, que passa por garantir segurança nos equipamentos.

    Segue-se a fase 3, intitulada modernização estruturante, correspondente ao resto do mandato, que termina no final de 2029, e que “exige mais tempo”, dado tratar-se de construção nova.

  • Reaberta estrada para Ereira em Montemor-o-Velho após vários dias isolada

    A circulação na Estrada Municipal 601 (EM601) que dá acesso a Ereira, localidade do concelho de Montemor-o-Velho que esteve isolada vários dias devido às cheias, foi restabelecida, adiantou hoje à noite a autarquia.

    “Foi reaberta à circulação a Estrada Municipal 601, no troço entre a Ponte de Verride e a Ereira. Esta reabertura permite restabelecer a ligação por via terrestre à localidade, após vários dias de condicionamento”, pode ler-se na nota na rede social Facebook da autarquia de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.

    A Câmara de Montemor-o-Velho recomendou, ainda assim, uma “condução prudente”, realçando que podem “existir zonas com sujidade ou piso irregular”.

    “Consulte sempre o mapa atualizado das vias condicionadas antes de se deslocar: https://www.google.com/maps/d/u/2/edit…”, indicou ainda na mesma nota.

    A localidade de Ereira esteve isolada por via terrestre vários dias devido às cheias no vale do Mondego, sendo a alternativa o transporte por barco.

  • Autarca de Cascais exige pacote financeiro para reconstrução e resiliência

    O presidente da Câmara de Cascais defendeu esta quarta-feira que as tempestades devem caber na descentralização de competências para os municípios, preconizando um pacote financeiro para ajudar as autarquias a “reconstruir-se e ter a resiliências” para os próximos fenómenos extremos.

    “O que interessa é saber quanto é que o Governo está disponível para financiar as obras de reconstrução do país. Nós ouvimos ontem [terça-feira] e hoje declarações do senhor ministro das Finanças a dizer que já tinha conseguido assegurar em Bruxelas de que estes investimentos que são necessários de ser feitos não vão contar para as contas do ‘deficit’ nacional”, referiu.

    Para o social-democrata, “o Governo, em articulação com os presidentes de câmara, tem estado no terreno e tem estado a acompanhar e tem estado a ajudar”, mas “não se pode ficar à espera que sejam os municípios, sozinhos e de forma exclusiva, a financiar o valor que vai ser preciso para reconstruir aquilo que a tempestade destruiu”.

  • Grupos Ocidental e Central dos Açores sob aviso amarelo devido a chuva

    As ilhas dos grupos Ocidental e Central dos Açores vão estar sob aviso amarelo na quinta e sexta-feira devido às previsões de chuva “por vezes forte”, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

    De acordo com um comunicado do IPMA, as ilhas do grupo Ocidental (Flores e Corvo) estão sob aviso amarelo das 8h00 locais (mais uma hora em Lisboa) às 17h00 de quinta-feira, devido a “precipitação por vezes forte”.

    Pelo mesmo motivo, o IPMA colocou as ilhas do grupo Central (Pico, Faial, São Jorge, Terceira e Graciosa) sob aviso amarelo entre as 14h00 de quinta-feira e as 20h00 de sexta-feira.

    O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

  • IP vai criar mais uma faixa no tabuleiro do IC2 do açude-ponte em Coimbra

    A Infraestruturas de Portugal transformar as duas vias no sentido norte-sul do tabuleiro do IC2 do açude-ponte em Coimbra em três, para aliviar o trânsito intenso que se sente desde o corte na A1, afirmou hoje a presidente do município.

    Segundo Ana Abrunhosa (PS/Livre/PAN), as obras da Infraestruturas de Portugal (IP) vão iniciar-se na quinta-feira, transformando as duas vias existentes no sentido norte-sul do tabuleiro em três, por forma a eliminar os constrangimentos na saída da cidade, via Casa do Sal.

    Quem sai de Coimbra através da rotunda da Casa do Sal entra no tabuleiro da ponte-açude, tendo de ceder passagem ao trânsito que circula em duas vias no sentido norte-sul no itinerário complementar 2 (IC2).

    Ao passar a ter uma terceira via com o encurtamento da berma e das outras duas vias, a solução procura evitar o engarrafamento regular na saída da Casa do Sal e que se intensificou com o aumento do tráfego no IC2 face ao fecho da A1 entre os nós de Coimbra Sul e Coimbra Norte, depois de um troço ter desabado após rebentamento de um dique no rio Mondego.

  • José Luís Carneiro formaliza recandidatura à liderança do PS

    O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, formalizou hoje a sua candidatura a um novo mandato à frente do partido numa carta em que se compromete a reafirmar os socialistas “como a única alternativa credível para governar Portugal”.

    “Sou candidato a secretário-geral do Partido Socialista porque acredito que é este o momento de reafirmar o PS como a única alternativa credível para governar Portugal, escreve José Luís Carneiro numa carta aos socialistas publicada no site oficial da sua candidatura às diretas do PS, agendadas para 13 e 14 de março.

    O líder do PS, cuja recandidatura já tinha sido confirmada em janeiro, avança com “humildade democrática para ir ao encontro das pessoas e saber ouvi-las” e “com capacidade de dar respostas aos seus reais problemas”, defendendo “um partido progressista, humanista e moderado, casa comum para os democratas”.

  • ANACOM. "Muitas da soluções para a rede são para mitigar"

    Presidente da ANACOM, Sandra Maximiano, refere que recuperação da cobertura total de rede móvel nas zonas afetadas pelo mau tempo vai demorar algumas semanas.

    ANACOM. “Processo é lento e muitas da soluções só mitigam”

  • Municípios querem pacote de apoio e autarca admite ser preciso repensar ordenamento

    O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) reiterou hoje a necessidade de um pacote financeiro para as autarquias reconstruírem infraestruturas e equipamentos danificados pelas tempestades, admitindo que será preciso “repensar vários domínios”, nomeadamente no ordenamento do território.

    “A prioridade agora é acorrer a esta situação, ajudar as populações, ajudar as empresas, o tecido social a recuperar desta catástrofe e, portanto, nós próprios e internamente cada um dos municípios e as próprias comunidades intermunicipais” já “estão a fazer essa reavaliação de prioridades e alocar investimento que estavam previstos para outros fins”, afirmou Pedro Pimpão.

    De acordo com o dirigente associativo, trata-se, “na esmagadora maioria dos casos, municípios de pequena e média dimensão”, com orçamentos e recursos escassos, e que para fazer face à dimensão financeira da situação, cujo levantamento está a ser feito pelos “municípios e com as CCDR [comissões de coordenação e desenvolvimento regional] competentes”, vão precisar “de um apoio excecional”.

    Na deliberação aprovada por unanimidade no conselho diretivo da ANMP são feitas recomendações ao Governo e à Assembleia da República, para o “alargamento da declaração de calamidade também a vários municípios que numa fase inicial não estavam” incluídos, para que também “sejam beneficiados com essas medidas excecionais”.

    Outras recomendações passam pelo prolongamento dos prazos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a continuação da isenção de taxas de portagem nas autoestradas que atravessam as regiões mais afetadas, e um reforço das equipas nestes territórios para removerem também as árvores caídas nas zonas florestais.

  • Leiria estima prejuízos superiores a 792,8 milhões de euros à data de hoje

    O Município de Leiria estimou que os prejuízos provocados pela depressão Kristin à data de hoje ascendem a 792,8 milhões de euros (ME), sem contabilizar os custos com infraestruturas municipais e do Estado e na floresta.

    Numa conferência de imprensa no quartel dos Bombeiros Sapadores, de Leiria o autarca anunciou que só na fase “humanitária, emergência e operacional” foram gastos 13,3 ME, a que acrescem 25,3 ME de prejuízos na área das habitações particulares, valores com base nas candidaturas já submetidas à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, “embora os prejuízos sejam superiores a esses”, admitiu o presidente da Câmara.

    O autarca acrescentou que as empresas sofreram danos superiores a 200 ME, estimando-se uma quebra de atividade económica na ordem dos 70,7 ME.

  • Ventura desafia Montenegro a demarcar-se de abstenção sobre petição para ilegalizar Chega e recorda acordos com PSD

    André Ventura, sobre a petição a pedir a ilegalização do Chega, que foi aprovada pelo Parlamento disse que se trata de um “ataque à democracia” e, além de um “repúdio forte”, pediu que Luís Montenegro se “demarque” da posição do PSD, que se absteve.

    O presidente do Chega questiona como é que “o partido do Governo que celebrou acordos” com o partido que lidera “está a fazer acordos e negociações com um partido que acha que não devia existir”. “Isto está errado”, sublinha, mostrando que pode haver diferenças, mas alertando que não se deve “pôr em causa a existência dos nossos adversários”.

    DIOGO FARIA REIS/OBSERVADOR

  • Ventura: "Gostaria que amanhã o primeiro-ministro trouxesse já nome para o ministro da Administração Interna"

    André Ventura espera que Luís Montenegro apresente novo nome para a Administração Interna esta quinta-feira: “Gostaria que amanhã o primeiro-ministro trouxesse já nome para o ministro da Administração Interna.”

  • Ventura viabilizará orçamento retificativo se for necessária "almofada financeira" para municípios afetados

    Questionado sobre um orçamento retificativo devido às tempestades e às consequências das mesmas, André Ventura diz que “viabilizará medidas que permitirem criar almofada financeira a esses municípios para ir ao encontro das necessidades”.

    O líder do Chega espera que, nesse caso, “o Governo não aproveite a circunstância para aprovar outro documento orçamental”.

    Diz ainda que durante as conversações com Montenegro falou-se da “articulação” do que estava a ser feito, nomeadamente sobre o adiamento do debate quinzenal. “Não houve nenhuma abordagem formal em matéria de orçamento retificativo”, realça, frisando que o fará se esse for o objetivo do Governo.

  • UGT aceita reunir-se com o Governo e confederações patronais na segunda-feira às 9h30

    “Na sequência do acordado entre o Governo e as confederações patronais na reunião de hoje, a Ministra convidou a UGT para uma nova reunião com os parceiros patronais para a próxima segunda-feira, dia 23, às 9h30”, lê-se num comunicado divulgado pelo Ministério do Trabalho e da Segurança Social.

    O convite, diz o Governo já foi aceite pela UGT. A reunião acontece depois de esta quarta-feira a central sindical ter falhado à chamada da ministra do Trabalho, “por questões de agenda”, e a reunião ter acabado por não se concretizar.

    UGT faltou à chamada do Governo e reunião sobre a lei laboral acabou por não acontecer. Patrões querem trabalhadores à mesa

  • Mau tempo. Ventura diz que "inoperacionalidade do Governo está a prejudicar pessoas"

    O Governo sombra do Chega esteve reunido esta tarde, na sede do Chega, sobre a resposta à crise e André Ventura diz ter “falhado”. O líder do Chega sublinha que a “incompetência ministra da Administração Interna já tinha sido evidente” e “primeiro-ministro optou por ignorar”.

    “Inoperacionalidade do Governo está a prejudicar pessoas e empresas por todo o país”, alerta o líder do Chega, que considera que o Governo “ignorou” o sofrimento das pessoas e não conseguiu reconstruir casas das pessoas, recordando mortes de pessoas a tratar de telhados.

    Apela para a criação de um “programa de apelo ao investimento a médio prazo” — “É imperioso que estado tenha programa de apoio às empresas.”

    “Gostava de deixar apelo ao primeiro-ministro de que estado de calamidade se prolongue em concelhos afetados por estes fenómenos”, refere, apontando para a diferença entre os orçamentos dos municípios e os prejuízos.

    DIOGO FARIA REIS/OBSERVADOR

    Fernando Silva, ministro sombra da Administração Interna, diz que houve um “fracasso” na ação do Executivo. “Não falhou apenas a ministra da Administração Interna, falhou toda a estrutura e o Governo. Saiu sem deixar o país com uma orientação de qual era o caminho que se ia fazer.”

    “O que o Governo fez foi pouco”, diz, sublinhando que “houve um conjunto de erros que começaram a ser cometidos antes” e que com o conhecimento da meteorologia “não foi feita uma mensagem eficaz” para que as pessoas soubessem das circunstâncias. E, acrescenta, “falhou durante porque não foi de imediato para o local, não se instalou nas zonas afetadas”.

    “O Governo ainda sabe o que falta fazer? Até a decisão de fazer cessar o estado de calamidade dá a sensação de que tudo foi feito e ainda estamos no rescaldo”, afirma.

    Fernando Silva promete que o governo sombra não terá papel “destrutivo” — “O país pode encontrar neste grupo de pessoas ajuda para intervir de forma eficaz para o país”, realça, frisando que “não é tempo para dizer que estamos em aprendizagem nem para dizer que estamos em ação invisível”.

    DIOGO FARIA REIS/OBSERVADOR

  • IP já permite comboios nas duas vias da linha de Cascais, mas limita velocidade

    A Infraestruturas de Portugal já deu autorização à CP para usar o troço ascendente da linha de Cascais entre Algés e Caxias. Este troço está interditado desde o sábado dia 7 de fevereiro por efeitos da passagem da tempestade Marta. Desde então a circulação na linha faz-se em via única, o que limita a oferta a dois comboios por hora em cada direção.

    Segundo fonte da IP, foi dada via livre à exploração do serviço na via ascendente que estava cortada, tendo sido imposta a velocidade limite de 30 quilómetros por hora numa parte do troço cuja plataforma foi afetada pelo efeito do mar.

    Caberá agora à CP reajustar a oferta nesta linha suburbana.

  • Bancos têm 32 mil milhões emprestados nos concelhos com maior risco. Moratória não põe clientes "na lista" do Banco de Portugal

    Os bancos têm 32 mil milhões emprestados nos concelhos com maior risco, cerca de 10,5 mil milhões em crédito a empresas e 21,5 mil milhões emprestados a particulares (12,1 mil milhões em créditos à habitação própria e permanente).

    Os dados são oficiais e foram divulgados nesta quarta-feira pelo Banco de Portugal, num comunicado onde o supervisor garante estar “acompanhar os efeitos da tempestade Kristin e demais fenómenos hidrológicos ocorridos recentemente nos concelhos onde foi declarada a situação de calamidade”.

    Os valores avançados pelo Banco de Portugal dizem respeito a cerca de 239 mil mutuários no caso do crédito à habitação própria e permanente e a cerca de 39 mil empresas.

    Bancos têm cinco mil milhões emprestados a famílias e empresas só na região de Leiria. Grande parte pode ficar suspensa por três meses

    O Observador já tinha noticiado, com base também em dados do Banco de Portugal, que só na região de Leiria havia cinco mil milhões de euros em empréstimos que agora podem estar sujeitos a moratória de três meses (eventualmente mais).

    O supervisor acrescenta que os créditos onde se recorrer a moratória não serão “automaticamente” reclassificados em termos de risco, nem para efeitos contabilísticos nem aos olhos do regulador.

    O Banco de Portugal considera que a adesão dos devedores a esta moratória não conduz, por si só, à reclassificação automática de risco das suas obrigações de crédito, para efeitos contabilísticos ou prudenciais. Tal não dispensa as instituições do dever de manter uma adequada gestão e avaliação do risco de crédito e a proceder em conformidade com a regulamentação aplicável”, afirma o supervisor.

    Além disso, o Banco de Portugal está “em contacto com as Empresas de Transporte de Valores, as Instituições de Crédito e a SIBS, para identificação de eventuais constrangimentos no acesso a numerário, designadamente por indisponibilidade de caixas automáticos (ATM) nas zonas mais afetadas pelas tempestades”.

  • Brisa diz que "não está na agenda" pedido de indemnização ao Estado após rutura de dique em Coimbra

    Questionado pelos jornalistas sobre se a Brisa pretende pedir uma indemnização ao Estado, por não garantir a segurança da autoestrada, Manuel Melo Ramos, diretor executivo da Brisa, afastou a ideia.

    “Não creio. Francamente não está na nossa agenda, a Brisa Concessão Rodoviária investe mais de 60 milhões de euros na manutenção das suas infraestruturas”, afirmou.

    “Ainda há dois anos concluímos aqui uma obra de reabilitação destes viadutos sobre o Mondego que custou quase 5 milhões de euros. O valor desta obra certamente ficará abaixo desses 5 milhões.”

  • Brisa estima que obra de reparação na A1, em Coimbra, esteja "totalmente concluída até ao final da primeira semana de março"

    A Brisa estima que a obra de reparação da A1, na sequência do rebentamento do dique do Mondego, “esteja totalmente concluída até ao final da primeira semana de março”, disse Manuel Melo Ramos, diretor executivo da Brisa. As declarações foram feitas numa visita ao local e transmitidas pela RTP Notícias.

    “Portanto, é com esse plano de trabalhos que estamos, obviamente tudo faremos para ser o mais célere possível, como temos sido até agora”, acrescentou.

    Questionado sobre a reabertura ao trânsito, Manuel Melo Ramos explicou que a Brisa “começou a trabalhar desde cedo num cenário que permitisse usar a plataforma sul-norte para ali fazer circular o tráfego”. “A proposta está nas autoridades competentes para análise e acreditamos que, nos próximos dias, estaremos em condições de ter o tráfego a circular na plataforma sul-norte, naturalmente de forma condicionada”, acrescentou.

    Explicou ainda que a decisão, que está a cargo do IMT, deverá ser conhecida em breve.

    O diretor executivo da Brisa referiu que, na semana passada, as “águas circularam uma velocidade fortíssima, mais de 2100 metros cúbicos por segundo, oriundas da rutura do dique, em jato, que acabaram por embater no muro que protegia o aterro e perfurá-lo”.

    Sublinhou que se tratou de um “evento completamente excecional”.

    Nessa mesma noite, a Brisa mobilizou os meios possíveis. “Acabámos por entrar em obra imediatamente no dia a seguir, à primeira hora, com muitos meios humanos, muitas equipas técnicas, muitos camiões, muitas máquinas.”

    “Ainda ontem foi concluída a estabilização da laje de transição”, declarou.

1 de 4