Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia! Obrigada por nos ter acompanhado neste liveblog. Vamos agora arquivá-lo para continuarmos a atualizar as notícias sobre a guerra no Médio Oriente neste novo liveblog.

    Netanyahu vai reunir-se com as famílias dos reféns esta terça-feira

  • Forças de Israel afirmam ter atacado instalações do Hezbollah

    As IDF (Forças de Israel, no inglês) afirmam ter atingido esta noite vários alvos do Hezbollah, incluindo uma instalação militar que não especificaram e “rotas ao longo da fronteira entre a Síria e o Líbano utilizadas para contrabandear armas para o Hezbollah”. A informação é reportada pelo The Times of Israel.

    “As IDF continuam a atuar para eliminar qualquer ameaça ao Estado de Israel e atuarão para impedir qualquer tentativa do Hezbollah de reconstruir as suas forças, em conformidade com os acordos de cessar-fogo”, acrescentam em comunicado, citado pelo mesmo meio.

  • Um terceiro palestiniano morreu num ataque israelita a leste da cidade de Gaza

    Aumentou o número de mortos no ataque israelita a leste da cidade de Gaza, sobre o qual reportamos anteriormente. Três palestinianos morreram na sequência do ataque ao bairro de Shujayea, informa a Aljazeera.

  • Ataques israelitas reportados no sul do Líbano

    Dois ataques foram registados no vale de Houmin, no sul do Líbano, de acordo com a agência nacional de notícias libanesa, reporta a Aljazeera. Vídeos publicados nas redes sociais mostraram o impacto dos ataques e o que aparenta ser um incêndio resultante dos ataques.

    Israel e Hezbollah chegaram a um acordo de cessar-fogo no final de novembro, mas ambas as partes têm acusado mutuamente numerosas violações. Aliás, o Líbano apresentou esta semana uma queixa ao Conselho de Segurança da ONU afirmando que Israel violou o acordo 816 vezes entre a data de assinatura e 22 de dezembro.

    O Hezbollah, recorda a Aljazeera, avisou que iria retomar os ataques contra Israel se as tropas israelitas não se retirassem do sul do Líbano até à data limite de 26 de janeiro.

  • Dois palestinianos mortos num ataque israelita a leste da cidade de Gaza

    A Aljazeera reporta que um ataque israelita ao bairro de Shujayea, a leste da Cidade de Gaza, matou duas pessoas. Num outro ataque, outras duas pessoas morreram, segundo testemunhas, na zona de Mukhabarat, no norte da cidade de Gaza, avança o mesmo meio.

  • Imprensa libanesa reporta ataque aéreo israelita

    A imprensa libanesa está a relatar ataques aéreos das Forças de Defesa no distrito de Nabatieh, no Líbano, a cerca de 17 km a norte da fronteira com Israel.

    Israel não se pronunciou sobre o ataque.

  • Morreu mulher israelita ferida num ataque do Hezbollah em novembro

    Uma mulher israelita de 75 anos que ficou gravemente ferida num ataque com rockets Hezbollah em Nahariya, em novembro, morreu na sequência dos ferimentos, reporta o The Times of Israel.

  • Uma pessoa morreu depois de ser atingida pelas forças israelitas perto de Nuseirat

    As forças israelitas abriram fogo perto do campo de Nuseirat, no centro de Gaza, e uma pessoa morreu, reporta a Aljazeera, citando a agência Wafa.

    A agência noticiosa informou que a morte ocorreu na zona de ad-Dawa, a norte do campo. A morte segue-se a ataques efectuados hoje cedo nos campos de refugiados de Bureij e Nuseirat, ambos no centro de Gaza.

  • Biden “sublinhou a necessidade imediata” de cessar-fogo e de um acordo de libertação de reféns

    O Presidente dos EUA, Joe Biden, “sublinhou a necessidade imediata” de um cessar-fogo e de um acordo de libertação de reféns entre Israel e o Hamas durante a chamada telefónica de hoje com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. É a informação que consta num comunicado emitido pela Casa Branca este domingo.

    “Os dois líderes discutiram as negociações em curso em Doha para um acordo de cessar-fogo e libertação de reféns, com base no acordo de 27 de maio de 2024 descrito pelo Presidente no ano passado e aprovado por unanimidade pelo Conselho de Segurança da ONU”, diz no texto. Biden “sublinhou a necessidade imediata de um cessar-fogo em Gaza e do regresso dos reféns, com um aumento da ajuda humanitária possibilitado pelo cessar-fogo no âmbito do acordo”.

  • Netanyahu agradeceu ao presidente dos EUA e a Trump esforço para libertar reféns

    O primeiro-ministro israelita informou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sobre o mandato que deu à equipa de negociação israelita que enviou a Doha na noite passada, reporta o The Times of Israel, citando o gabinete de Benjamin Netanyahu.

    Netanyahu também expressou o seu apreço a Biden e ao Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, pelos seus esforços para garantir a libertação dos reféns, diz a mesma fonte.

  • Joe Biden e Benjamin Netanyahu falam ao telefone sobre acordo de reféns

    O Presidente dos EUA, Joe Biden, e o primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, acabaram uma chamada telefónica durante a qual discutiram o curso das conversações sobre um acordo de reféns, reporta o The Times of Israel.

    Nenhuma das partes emitiu ainda um comunicado oficial.

  • Invasão israelita na Síria preocupa comunidade internacional

    A invasão israelita a território sírio preocupa países árabes e ocidentais que participaram hoje numa reunião sobre o futuro da Síria, focada sobretudo nas sanções contra o país que se encontra numa fase de transição após a queda de Assad.

    “Os reunidos expressaram a sua preocupação com a penetração de Israel dentro da zona-tampão com a Síria e as posições adjacentes no monte Hermón, assim como na província de Quneitra”, no sudoeste do país, afirmou o comunicado final da reunião, que decorreu hoje em Riade, capital da Arábia Saudita.

    No encontro, participaram altos representantes da diplomacia dos Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Espanha e a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, assim como enviados das Nações Unidas e da Liga Árabe.

    Chefes da diplomacia de países vizinhos da Síria (Iraque, Jordânia, Líbano e Turquia) e de países como o Egito, Qatar, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e a anfitriã Arábia Saudita também assistiram à reunião.

    Após a queda de Bashar al-Assad, Israel aproveitou a fase de transição de lideranças em Damasco para avançar no sul do país para lá das posições que já mantinha nos Montes Golã e invadir espaço sírio do monte Hermón, para lá da linha desmilitarizada entre os dois países, criada em 1974.

    Os participantes do encontro de hoje sublinharam a importância de se “respeitar a unidade da Síria, da sua soberania e da segurança do seu território”, pode ler-se na nota divulgada e citada pela agência de notícias espanhola Efe.

    Outro dos pontos principais abordados na reunião foi a necessidade de prevenir o possível ressurgimento do autoproclamado Estado Islâmico.

    Israel alega que não tem intenções territoriais na Síria e que as suas ações se destinam a prevenir que as armas do anterior regime caiam nas mãos de indivíduos ou grupos que possam ameaçar a segurança israelita.

    A agência de notícias Associated Press deu nota de que os residentes da província de Quneitra estão frustrados com a falta de ação que páre o avanço das tropas israelitas na região, acusando as forças de Telavive de destruir casas e de impedir agricultores de ir para os seus campos e propriedades.

    Na quarta-feira, o Governo provisório sírio defendeu, perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas, que a interferência estrangeira acabasse no país e que “os atores externos não procurassem benefícios contra os interesses do povo sírio”.

  • Hospital no norte de Gaza sitiado desde quarta-feira

    O hospital Al Awda de Jabalia, no norte da Faixa de Gaza, que está sob intensa campanha do exército israelita há 100 dias, está sitiado desde quarta-feira, com vários ataques às suas instalações, denunciou hoje o seu diretor.

    “O hospital está sitiado há cinco dias”, disse à agência de notícias espanhola EFE o diretor interino do Al Awda, Mohammed Salha, que revelou que o mais recente ataque ocorreu esta manhã.

    “Não podemos sair. Há um tanque ao lado do hospital, estão a bombardear e a disparar muito”, acrescentou.

    O centro foi declarado fora de serviço pelo governo da Faixa de Gaza a 24 de dezembro, juntamente com os hospitais Kamal Adwan e Indonésio, também no norte. No entanto, o Al Awda continua a albergar mais de 30 pacientes que estão a receber tratamento, embora ninguém mais esteja autorizado a entrar ou sair do hospital.

    De acordo com Salha, mais de 100 pessoas permanecem no centro, incluindo 63 membros da equipa médica, 33 doentes, sete crianças e os acompanhantes dos doentes. As crianças incluem um bebé de 2 semanas, dois bebés de 3 meses e um bebé de 1 ano, assim como uma criança de 2 anos, uma de 7 e uma de 12 anos.

    “Disparam contra os nossos serviços e as balas entram nos quartos”, declarou o diretor interino do centro, que transferiu para os corredores todos os que se encontravam abrigados no interior do hospital. Segundo o responsável hospitalar, a situação no exterior continua a ser “muito perigosa”.

    O hospital enfrenta uma situação semelhante à do hospital Kamal Adwan, o principal hospital do norte do enclave, que foi invadido e incendiado pelas tropas israelitas, em 27 de dezembro. O seu diretor, Husam Abu Safiya, foi detido no dia seguinte pelo exército israelita, que o acusa de ser militante do movimento islamita palestiniano Hamas.

  • Ponto de discórdia no acordo é o compromisso definitivo com o fim da guerra, avança jornal israelita

    O Haaretz avança que o principal ponto de discórdia entre Telavive e o Hamas na discussão do acordo de cessar-fogo é a garantia de a guerra acabar logo após a segunda etapa da trégua. Israel recusa assumir este compromisso, enquanto o Hamas não cede na necessidade de os ataques cessarem de forma imediata nesta mesma fase.

    A informação foi avançada por uma fonte com conhecimento das negociações, que acrescenta que os mediadores norte-americanos estarão a assumir a responsabilidade de pressionar Israel a cumprir a sua parte do acordo e a pôr fim à guerra.

  • "Precisamos de um cessar-fogo rapidamente", alerta alto funcionário da ONU

    Um alto funcionário do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos na Palestina alertou este domingo para a necessidade de que seja alcançado um cessar-fogo “rapidamente”.

    “Têm de ser tomadas ações quanto à situação humanitária em Gaza”, acrescentou o responsável, que falou com a Al Jazeera sob condição de anonimato.

  • Delegação israelita já está no Qatar para negociações de cessar-fogo

    A delegação israelita, liderada pelo chefe da Mossad, chegou hoje a Doha no Qatar, depois de a viagem ter sido autorizada ontem por Benjamin Netanyahu. As negociações para o cessar-fogo têm estado a decorrer, mas a chegada das figuras com autoridade para assinar o acordo traduzem progresso nas negociações, escreve a CNN.

    Fontes familiarizadas com os diálogos adiantaram ao canal norte-americano que o lado israelita se mostra “cautelosamente otimista” com a possibilidade de chegar a um acordo. A última vez que as negociações chegaram a este ponto foi em agosto de 2024, mas um bloqueio de posições relativo às tropas israelitas no corredor de Filadélfia impediu a concretização do cessar-fogo.

  • Nova ofensiva de Israel em Gaza causou cinco mil mortos e desaparecidos

    O movimento islâmico palestiniano Hamas estima em cinco mil mortos e desaparecidos no norte da Faixa de Gaza, cem dias depois do regresso das tropas israelitas a esta zona do enclave, bombardeada quase diariamente.

    Em comunicado, o grupo palestiniano referiu que o cerco militar provocou 9.500 feridos, muitos deles com lesões graves e crónicas, e que as tropas israelitas detiveram 2.600 pessoas, incluindo o diretor do hospital Kamal Adwan, algo já confirmado pelo exército.

    “A destruição infligida a casas, hospitais, instalações públicas e infraestruturas revela claramente a intenção da ocupação israelita de erradicar deliberada e sistematicamente a vida em Gaza, provocando uma profunda crise humanitária que agrava o sofrimento do nosso resistente povo palestiniano”, salientou o Hamas.

  • Presidente israelita espera que negociadores cheguem a acordo para libertar reféns "em breve"

    O Presidente israelita, Isaac Herzog, diz que o país está a atravessar “dias críticos” enquanto o governo tenta chegar a acordo para garantir a libertação dos reféns que estão em Gaza.

    Numa mensagem partilhada na rede social X, o líder israelita afirma que espera que os negociadores cheguem a acordo “em breve”. “Temos de atuar com todas as nossas forças, em todos os aspetos e em todas as áreas, para que os homens e mulheres [que estão] reféns regressem”, salienta.

    Isaac Herzog, que partilhou a mensagem depois de visitar a família de um dos reféns, Shlomo Mansour, garante ainda que o governo não vai “descansar” até ao regresso dos reféns, incluindo dos corpos daqueles que morreram.

  • Israel acusado de matar 70 crianças em cinco dias

    A Defesa Civil de Gaza acusou Israel de matar 70 crianças nos últimos cinco dias da ofensiva, que dura há mais de um ano (desde 7 de outubro de 2023).

    De acordo com a Al Jazeera, não são conhecidos mais detalhes, nomeadamente as idades das vítimas ou as regiões onde morreram.

  • Irão faz exercícios de defesa aérea para enfrentar ameaças contra centros nucleares

    O exército iraniano pôs em marcha, na madrugada deste sábado, os exercícios de defesa aérea “Eqtedar 1403” (“Poder 1403”) para reforçar as capacidades de defesa contra as ameaças de um possível ataque às suas instalações nucleares.

    As manobras, concebidas para simular as condições reais do campo de batalha, oferecem uma oportunidade de testar diversos sistemas avançados de defesa aérea de produção nacional, segundo informou a agência IRNA.

    Nestes exercícios denominados “Eqtedar 1403” serão utilizados sistema de mísseis, radares, unidade de vigilância e guerra eletrónica, bem como caças e drones, para realizar missões ofensivas e defensivas e combater uma série de ameaças, incluindo bombardeamentos aéreos, ataques com mísseis e táticas de guerra eletrónica.

    Nos últimos dias o Irão realizou diversos exercícios militares em vários pontos do país, após o portal norte-americano Axios ter referido que a Casa Branca equacionou a possibilidade de lançar um ataque contra as instalações nucleares iranianas, caso o país se aproxime do desenvolvimento de bombas atómicas.

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