Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que é que se passou

    • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, descreveu o plano do Presidente dos EUA, Donald Trump, para transformar Gaza numa “Riviera” como um ponto de viragem significativo para o futuro de Israel. Netanyahu destacou ainda o apoio que recebeu de políticos norte-americanos de ambos os partidos em questões relacionadas com a segurança de Israel e a eliminação do Hamas.
    • Em paralelo, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, apelou aos países críticos do plano de Trump para a Faixa de Gaza que apresentem propostas alternativas. Rubio sublinhou que Donald Trump está comprometido em reconstruir o território, atualmente considerado inabitável, e incentivou nações com capacidade a colaborarem no projeto.
    • Donald Trump assinou uma ordem executiva para impor sanções financeiras e restrições de visto aos membros do Tribunal Penal Internacional. Esta ação ocorre no contexto de tensões sobre investigações do tribunal envolvendo cidadãos dos EUA e aliados, inclusive Israel.
    • Vários países e entidades expressaram críticas ou rejeitaram o plano de Donald Trump para Gaza. A Rússia considerou a proposta populista e potencialmente prejudicial para aumentar tensões, enquanto a Human Rights Watch alertou que a execução do plano poderia constituir “limpeza étnica”. O Egito tem vindo a desenvolver uma “onda diplomática” para dissuadir Trump da implementação do plano, considerando-o uma ameaça à sua segurança.

  • Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador continua esta sexta-feira a acompanhar ao minuto os desenvolvimentos da guerra no Médio Oriente. Siga aqui.

    Netanyahu agradece sanções de Trump ao TPI, António Costa alerta para “ameaça” ao sistema de justiça criminal internacional

  • O que é que se passou

    • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, descreveu o plano do Presidente dos EUA, Donald Trump, para transformar Gaza numa “Riviera” como um ponto de viragem significativo para o futuro de Israel. Netanyahu destacou ainda o apoio que recebeu de políticos norte-americanos de ambos os partidos em questões relacionadas com a segurança de Israel e a eliminação do Hamas.
    • Em paralelo, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, apelou aos países críticos do plano de Trump para a Faixa de Gaza que apresentem propostas alternativas. Rubio sublinhou que Donald Trump está comprometido em reconstruir o território, atualmente considerado inabitável, e incentivou nações com capacidade a colaborarem no projeto.
    • Donald Trump assinou uma ordem executiva para impor sanções financeiras e restrições de visto aos membros do Tribunal Penal Internacional. Esta ação ocorre no contexto de tensões sobre investigações do tribunal envolvendo cidadãos dos EUA e aliados, inclusive Israel.
    • Vários países e entidades expressaram críticas ou rejeitaram o plano de Donald Trump para Gaza. A Rússia considerou a proposta populista e potencialmente prejudicial para aumentar tensões, enquanto a Human Rights Watch alertou que a execução do plano poderia constituir “limpeza étnica”. O Egito tem vindo a desenvolver uma “onda diplomática” para dissuadir Trump da implementação do plano, considerando-o uma ameaça à sua segurança.

  • Israel anuncia ataques contra centros militares do Hezbollah no Líbano

    As Forças de Defesa de Israel anunciaram que os ataques de precisão realizados no Líbano tinham como alvo dois locais que o Hezbollah utilizava em violação do acordo de cessar-fogo.

    A operação teve como objetivo eliminar ameaças a Israel e não permitir a reconstrução das forças do movimento pró-Irão, de acordo com o Haaretz. Nestes sítios, o Hezbollah guardava alegadamente armamento.

  • Trump impõe sanções ao Tribunal Penal Internacional

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, assinou hoje uma ordem executiva para impor sanções ao Tribunal Penal Internacional (TPI) pelas suas ações contra os Estados Unidos e os seus aliados, nomeadamente Israel.

    A medida visa impor restrições financeiras e de concessão de vistos de viagem até aos Estados Unidos aos membros do TPI que colaborarem com as investigações do tribunal contra cidadãos norte-americanos ou aliados de Washington.

  • Rubio desafia países que criticam Trump a darem soluções para Gaza

    O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, instou hoje os países que criticam o plano do Presidente Donald Trump para a Faixa de Gaza a manifestarem-se e a fazerem as suas próprias propostas para ajudar o território palestiniano.

    “Há países na região que estão a manifestar muita preocupação. Encorajamo-los a envolverem-se e a fornecer uma solução e uma resposta para este problema”, apontou Rubio, em declarações aos jornalistas na República Dominicana.

    Os países árabes e os líderes palestinianos manifestaram forte oposição à sugestão de Trump para desalojar os dois milhões de residentes da Faixa de Gaza após a guerra devastadora entre o movimento islamita palestiniano Hamas e Israel.

    O chefe da diplomacia norte-americana voltou a insistir que Trump está a propor reconstruir este território, destacando que o enclave está atualmente inabitável.

    Rubio sublinhou que os comentários polémicos de Donald Trump visavam, em parte, encorajar outros países que “têm capacidade económica e tecnológica” a participar na reconstrução.

    “O presidente Trump ofereceu-se para fazer parte desta solução […] Se outros países estiverem dispostos a dar a cara e a fazê-lo eles próprios, seria ótimo, mas ninguém parece estar com pressa para o fazer”, acrescentou Rubio.

  • PAM pede à comunidade internacional ajuda para alimentar milhões de palestinianos

    O Programa Alimentar Mundial da ONU (PAM) apelou hoje à comunidade internacional para que ajude a alimentar milhões de habitantes de Gaza e relata que já enviou mais de 15.000 toneladas de alimentos desde o cessar-fogo.

    “Neste momento crucial, apelamos à comunidade internacional e a todos os doadores que continuem a apoiar o PAM para salvar vidas”, disse o diretor executivo adjunto do PAM, Carl Skau, após uma visita a Gaza.

  • Netanyahu diz que não há necessidade de enviar tropas americanas para Gaza

    O primeiro-ministro israelita disse esta quinta-feira que não considera necessário enviar tropas norte-americanas para Gaza, uma possibilidade admitida pelo Presidente dos EUA, como parte do seu plano para assumir o controlo do território e deslocar os habitantes para outros países.

    Questionado pelos jornalistas durante uma sessão fotográfica com os líderes do Senado, em Washington, sobre se acreditava que eram necessárias tropas americanas na Faixa de Gaza para concretizar o plano de Trump, Benjamin Netanyahu foi perentório: “Não”, disse.

  • Itália não vai continuar a cooperar com a UNRWA

    A Itália não vai continuar a cooperar com a agência da ONU de apoio aos refugiados palestinianos (UNRWA), disse o ministro dos Negócios Estrangeiros Antonio Tajani após um encontro com o seu homónimo israelita Gideon Sa’ar.

    “Não queremos trabalhar com a UNRWA e condenamos o uso dos gabinetes da UNRWA para como prisão para os reféns israelitas”, disse Tajani. Na semana passada, a mãe da refém libertada Emily Damari disse que a filha tinha sido detida pelo Hamas nas instalações da agência da ONU, em Gaza.

  • Netanyahu diz que plano de Trump é um grande ponto de viragem para Israel

    Benjamin Netanyahu disse hoje que o plano de Trump de criar uma “Riviera” em Gaza é “um grande ponto de viragem par ao futuro de Israel”, noticia o Haaretz.

    Num vídeo partilhado pelo seu gabinete, o primeiro-ministro israelita disse que “vale a pena ouvir com cuidado esta ideia, que é a primeira original em vários anos”. Num balanço das reuniões tidas com destacados políticos norte-americanos, entre eles democratas e republicanos, Netanyahu disse que todos aqueles com quem se encontrou concordaram em duas coisas: “Primeira, o Irão não deve poder construir armas nucleares e, segunda, o Hamas tem de ser eliminado”.

  • Forças israelitas realizam ataques no Líbano

    As forças israelitas estão a realizar ataques em várias localidades do Líbano, incluindo a cidade de Baalbek, a nordeste de Beirute. Mais cedo, a imprensa libanesa tinha avançado que as Forças de Defesa de Israel tinham atacado áreas no sul do Líbano, de acordo com o jornal israelita Haaretz.

  • Netanyahu encontra-se com líderes do Senado norte-americano

    O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu encontrou-se com líderes do Senado norte-americano, republicanos e democratas, em Washington, noticia o Haaretz.

    A senadora democrata Jeanne Shaheen disse que transmitiu a Netanyahu aquela que considera ser “a importância de manter a estabilização da Cisjordânia e a necessidade de trabalhar em direção a uma solução de dois Estados”.

  • Marco Rubio planeia visita a Israel

    O secretário de Estado norte-americano Marco Rubio está a planear uma visita ao Médio Oriente, que vai incluir passagens por Israel, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e possivelmente outros países.

    Rubio deverá fazer a sua visita depois de marcar presença na Conferência de Segurança em Munique, no dia 14 de fevereiro, de acordo com a imprensa.

  • Marcelo aconselha que se aguarde pela posição final dos EUA sobre faixa de Gaza

    Presidente da República aconselhou hoje a que não se tome como definitiva a proposta feita por Donald Trump para a Faixa de Gaza e se aguarde pela posição final dos Estados Unidos da América.

    “Aquilo que eu aconselho é que se espere, e não se tome a primeira declaração, ou de mais efeito especulativo, como a última. Entre a primeira e a última há sempre algum tempo”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, em Praga.

  • Trump vai assinar ordem executiva para impor sanções ao Tribunal Penal Internacional

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, vai assinar esta quinta-feira uma ordem executiva com o objetivo de impor sanções contra o Tribunal Penal Internacional (TPI).

    De acordo com a NBC News, que avança a notícia, Donald Trump acusa o TPI de ter como alvo — de forma injusta — os Estados Unidos e Israel.

    O canal de televisão norte-americano refere que serão aplicadas sanções financeiras e restrições para viajar a membros do TPI, bem como às suas famílias. Todos os investigadores do órgão jurídico também serão impedidos de viajar para os EUA.

    Esta decisão é uma retaliação contra a decisão de o TPI ter emitido, em novembro, um mandado de captura em nome do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.

    Apesar desta ordem executiva, os EUA e Israel não fazem parte do Tribunal Penal Internacional.

  • Netanyahu ofereceu um pager dourado a Trump (igual aos que explodiram em setembro no Líbano)

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ofereceu, na sua visita a Washington, um pager dourado ao Presidente norte-americano, Donald Trump,. A notícia foi confirmada pelo gabinete do chefe do executivo israelita.

    O presente “simboliza a decisão do primeiro-ministro que levou a um ponto de viragem na guerra e ao ponto de partida que começou a quebrar a vontade da organização terrorista Hezbollah”, diz o gabinete do primeiro-ministro de Israel.

    Em meados de setembro, a explosão de pagers em vários pontos do Líbano causou o caos entre os membros do Hezbollah. Foi também o ponto de partida para a ofensiva militar israelita em território libanês, que durou cerca de três meses.

    Esta operação “expressa o poder, a superioridade tecnológica e o engenho de Israel contra os inimigos”, sublinha o gabinete do primeiro-ministro israelita.

  • Trump: "Israel vai entregar Gaza aos EUA, quando acabarem os confrontos"

    Donald Trump disse que “Israel vai entregar a Faixa de Gaza aos Estados Unidos, quando acabarem os confrontos”, numa publicação nas redes sociais em que detalha o seu plano para o enclave palestiniano.

    “Os EUA, trabalhando com grandes equipas de desenvolvimento de todo o mundo, iriam lentamente e cuidadosamente começar a construção daquilo que se pode tornar um dos melhores e mais espetaculares projetos deste tipo na Terra”, lê-se na Truth Social.

    “Não seriam necessários soldados dos EUA!!”, prometeu Trump, dizendo que o projeto resultaria em estabilidade para o Médio Oriente.

  • Cerca de 270.000 refugiados regressaram à Síria desde queda de Assad

    Cerca de 270 mil refugiados sírios regressaram ao seu país desde a queda do regime do Presidente Bashar al-Assad, a 8 de dezembro de 2024, indicou hoje o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

    Num relatório hoje divulgado, a agência especializada da ONU recordou que a queda do antigo dirigente sírio representou uma “mudança radical na situação política e humanitária na Síria e na região”, já que cerca de 5,5 milhões de refugiados sírios que vivem na Turquia, no Líbano, na Jordânia, no Iraque e no Egito expressaram a esperança de regressar às suas casas.

  • Hamas volta a rejeitar plano de Trump para Gaza

    O Hamas “rejeita categoricamente” o plano anunciado por Donald Trump para a Faixa de Gaza, de acordo com a Reuters. Depois de ontem já ter reagido através de um dos seus destacados membros, o movimento palestiniano insistiu hoje que “os palestinianos não vão sair de Gaza”.

  • Trump espera que Hamas "cumpra a sua palavra" sobre libertação de reféns

    Donald Trump disse hoje que espera que o Hamas “cumpra a sua palavra” em relação à libertação dos reféns, admitindo não ter certezas sobre quais serão os próximos passos do movimento palestiniano.

    Ainda assim, o Presidente norte-americano afirma que “de uma maneira ou de outra” a libertação daqueles que ainda estão detidos em Gaza vai acontecer. “Como Presidente não descansarei até o último refém for devolvido à sua família”, prometeu, segundo noticia o Haaretz.

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