Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Este liveblog fica por aqui. Continue a acompanhar as notícias sobre o conflito em Gaza nesta ligação.

    Conselho de Segurança da ONU aprova resolução a favor do plano dos EUA para Gaza. Hamas rejeita plano e Trump dá os parabéns “ao mundo”

  • Hamas critica rascunho do Conselho de Segurança dos EUA

    Hazem Qassem, porta-voz do Hamas, considera que as emendas ao rascunho de resolução dos EUA não permitirão garantir estabilidade na Faixa de Gaza.

    Segundo o jornal Haaretz, este porta-voz pede como alternativa uma resolução das Nações Unidas que reforça o cessar-fogo e que permita implementar uma força internacional para manter a paz em Gaza.

  • Ministério da Saúde do Líbano informa que morreu uma pessoa em ataque a carro em Mansouri

    O Ministério da Saúde libanês atualiza a informação sobre o ataque a Mansouri, no sul do Líbano, revelando que morreu uma pessoa, escreve o jornal Times of Israel.

    Na informação anterior, era dito que haveria um ferido, após o carro onde seguia ter sido atingido por um drone israelita. Uma informação a que o exército de Israel ainda não reagiu.

    Segundo o Ministério da Saúde, “um cidadão” morreu a apenas dez quilómetros da fronteira com Israel.

    A Agência Noticiosa do Líbano identifica o morto como Mohammed Shoueikh, dizendo que era diretor de uma escola em Mansouri.

  • Um ferido após drone israelita atingir carro no Líbano

    A imprensa libanesa avança que uma pessoa ficou ferida hoje no sul do Líbano, após o carro onde seguia ter sido atingido por um drone israelita.

    Segundo a Al Mayadeen, o carro foi atingido na cidade de Mansouri.

  • Netanyahu falou com Merz ao telefone sobre "assuntos regionais"

    O gabinete de Netanyahu revela que o primeiro-ministro israelita teve uma “boa e amigável conversa” por telefone com o chanceler alemão Friedrich Merz. O telefonema decorreu esta noite.

    O tema da conversa foram “assuntos diplomáticos e regionais”, diz o comunicado do gabinete de Netanyahu.

    O telefonema acontece depois de, no início do mês, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, Johann Wadephul, ter visitado Israel.

  • "A nossa oposição a um Estado palestiniano em qualquer território não mudou", diz Netanyahu

    “A nossa oposição a um Estado palestiniano em qualquer território não mudou”, garante Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel. A declaração foi hoje divulgada através da rede social X.

    O primeiro-ministro israelita afirma que “Gaza será desmilitarizada e que o território seja totalmente desarmado”. “O Hamas será desarmado a bem ou a mal”, diz na publicação.

  • Grupo que representa cerca de 2 mil famílias rejeita comissão para investigar ataques do 7 de outubro

    O Conselho de Outubro — um grupo que representa cerca de duas mil famílias afetadas pelos ataques de 7 de outubro de 2023 — rejeita as intenções do governo israelita para formar uma comissão para investigar a invasão e os ataques.

    O Conselho de Outubro considera que a comissão servirá para “encobrir” o que aconteceu. “Após tentar todos os truques disponíveis, o primeiro-ministro está agora a tentar estabelecer factos no terreno”, diz a associação, num comunicado citado pelo Times of Israel.

    O grupo, que inclui familiares, residentes de comunidades perto da fronteira e também alguns sobreviventes dos ataques, tem defendido que preferia uma comissão de inquérito estatal, em vez de uma comissão criada pelo governo israelita.

    “Queremos mais uma vez clarificar que o primeiro-ministro de Israel será o primeiro a ser investigação pela comissão de inquérito estatal que será formada, tal como a lei do Estado de Israel prevê”, diz o grupo.

    O Conselho de Outubro critica o facto de estar a ser o governo israelita a nomear os investigadores e a determinar o foco do inquérito.

  • Netanyahu anuncia “medidas enérgicas” contra colonos violentos na Cisjordânia

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje “medidas enérgicas” contra os colonos radicais e seus atos de violência dirigidos à população palestiniana e também às tropas de Israel na Cisjordânia.

    “São uma minoria que entra na Judeia e Samaria e não representam a maioria dos colonos, que respeitam a lei e são leais ao Estado”, declarou Netanyahu antes de uma reunião do seu executivo, usando as designações administrativas israelitas para o território da Cisjordânia.

    O chefe do Governo afirmou que as ações de violência dos colonos “vão receber uma resposta muito forte”, observando que Israel é “uma nação de leis”, apesar das críticas reiteradas da impunidade de que gozam os israelitas radicais na Cisjordânia ocupada.

    Já na semana passada, o comandante do exército israelita, Eyal Zamir, manifestou a intenção de pôr fim aos ataques de colonos, onde a ONU registou, em outubro, um pico de violência em quase duas décadas.

    “Estamos determinados a pôr fim a este fenómeno e agiremos com firmeza até que a justiça seja feita”, disse Eyal Zamir, citado num comunicado militar, durante uma visita às tropas que realizam exercícios no território palestiniano ocupado por Israel desde 1967.

  • Governo israelita lança comissão independente para investigar falhas de segurança no 7 de Outubro — mas oposição está contra modelo

    O governo israelita vai avançar com uma comissão independente de inquérito para investigar as falhas de segurança que permitiram o ataque terrorista do Hamas contra Israel a 7 de outubro de 2023, uma decisão fortemente contestada pela oposição, que exigia uma comissão estatal para investigar a questão.

    Segundo o The Times of Israel, a decisão foi tomada este domingo pelo conselho de ministros. O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, vai criar um painel ministerial que, por seu turno, será responsável por determinar o modo como esta comissão independente vai funcionar: o âmbito da investigação, os prazos e os poderes da comissão.

    A medida está longe de corresponder à ideia de uma comissão estatal ou parlamentar de inquérito às falhas de segurança que deixaram o país vulnerável ao ataque do Hamas, já que deixa no governo — e não nas mãos do Supremo Tribunal — a escolha dos membros e o controlo desta comissão.

    Os partidos da oposição estão radicalmente contra esta solução, que dizem não passar de uma manobra de distração do governo para se esquivar a uma investigação verdadeiramente independente a consideram que não pode ser o investigado a escolher os investigadores.

    O governo, por seu turno, é contra a criação de uma comissão estatal por considerar que é o aparelho de segurança, e não a liderança política, que deve ser investigada.

  • Israel diz ter disparado contra soldados da ONU devido a más condições meteorológicas

    As Forças de Defesa de Israel reconheceram ter disparado erradamente contra dois soldados das forças das Nações Unidas no Líbano.

    De acordo com o exército israelita, os soldados foram identificados por erro com indivíduos suspeitos devido às más condições meteorológicas, cita o jornal The Jerusalem Post.

    O exército do Líbano condenou o sucedido no X: “O inimigo israelita persiste nas suas violações da soberania libanesa, causando instabilidade no Líbano e colocando em causa a mobilização do exército no sul. O Comando do Exército afirma que está a trabalhar em coordenação com países amigáveis para pôr fim às violações contínuas cometidas pelo exército israelita, que requerem ação imediata por representarem uma escalada séria.”

  • Netanyahu insiste que se opõe a estado palestiniano e diz que Hamas terá de ser desarmado a bem ou a mal

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, insistiu este domingo na ideia de que se opõe à criação de um estado palestiniano e garantiu que o Hamas terá de ser desarmado a bem ou a mal.

    “A nossa oposição a um estado palestiniano em qualquer território não mudou”, disse Netanyahu no arranque de um conselho de ministros, este domingo, citado pelo jornal israelita Haaretz. “Gaza será desmobilizada e o Hamas vai desarmar, seja pelo caminho fácil, seja pelo caminho difícil.”

    “A nossa oposição a um estado palestiniano em qualquer lugar a oeste do rio Jordão permanece e não mudou, de todo”, acrescentou Netanyahu, num discurso em que visou sobretudo os críticos internos, dizendo que dispensa “tweets e lições”.

    Na intervenção, Netanyahu também criticou e prometeu punir a “minoria” de colonos israelitas que tem levado a cabo ataques violentos na Cisjordânia contra palestinianos e contra o exército israelita.

  • Exército israelita dispara contra soldados da ONU no Líbano

    O exército israelita disparou este domingo contra forças de manutenção da paz da ONU no Líbano, de acordo com a UNIFIL, a força interina das Nações Unidas naquele país.

    Segundo uma publicação da UNIFIL no Twitter, as forças israelitas dispararam contra os soldados da ONU a partir de um tanque numa posição que Israel “estabeleceu em território libanês”.

    Os soldados da ONU estavam apeados e os disparos atingiram zonas a cerca de cinco metros daqueles militares, não tendo causado ferimentos, mas representando uma “grave violação” das normas internacionais, diz a ONU.

    A UNIFIL pediu a Israel o fim dos ataques perto e contra soldados da ONU.

  • Ministro israelita da Defesa diz que "não haverá um estado palestiniano"

    O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, disse este domingo que, na perspetiva israelita, nunca existirá um estado palestiniano.

    “A política de Israel é clara. Não haverá um estado palestiniano”, afirmou Katz em comunicado, sublinhando ainda que as forças israelitas vão continuar na Síria e que Gaza será “desmilitarizada”.

    “Gaza vai ser desmilitarizada até ao último túnel e o Hamas vai ser desarmado na área da Linha Amarela pelas forças de defesa de Israel e na antiga Gaza por uma força internacional ou pelas próprias forças de defesa de Israel”, afirmou.

    Segundo o Haaretz, este comunicado surge na sequência de um conjunto de afirmações, no sábado, por parte de ministros da extrema-direita israelita, que apelaram ao primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que rejeitasse o apoio norte-americano a uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que prevê a criação de um estado palestiniano.

  • Bom dia.

    O Observador continua este domingo a acompanhar os desenvolvimentos da guerra no Médio Oriente.

    O liveblog de sábado fica arquivado aqui.

    Putin e Netanyahu discutem situação de Gaza, Irão e Síria ao telefone

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