Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, segunda-feira.

    “O que falta para chegarmos à paz é a Rússia finalmente decidir que já chega”, diz António Costa

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • O que aconteceu até agora?

    • A recente explosão de um engenho explosivo numa estação de comboios em Moscovo resultou na morte de um polícia e em ferimentos a outros dois agentes. As autoridades russas confirmaram que o homem responsável pelo atentado morreu no local, embora informações iniciais mencionassem que estaria em fuga.
    • A Amnistia Internacional destacou o último ano de conflito na Ucrânia como o mais devastador e mortífero desde o início da invasão russa em 2022. A ONG criticou a pressão internacional reduzida contra os crimes da Rússia e acusou líderes como Donald Trump de não estarem a apoiar suficientemente as vítimas.
    • O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, anunciou que o país deixará de ajudar a Ucrânia a estabilizar a sua rede elétrica, como resposta à alegada interferência da Ucrânia nos interesses eslovacos relacionados com o fornecimento de matérias-primas estratégicas. Este passo inclui a ameaça de bloquear a adesão da Ucrânia à União Europeia.
    • A União Europeia não conseguiu chegar a um consenso para impor o 20.º pacote de sanções à Rússia devido à oposição da Hungria. O desacordo resulta de questões relacionadas com o bloqueio ucraniano de fornecimentos de petróleo russo à Hungria.
    • António Costa respondeu a Viktor Órban sobre a necessidade de todos os Estados-Membros honrarem os compromissos assumidos no Conselho Europeu no que toca ao apoio financeiro à Ucrânia.

  • Último ano foi o mais devastador e mortífero na Ucrânia, denuncia Amnistia Internacional

    A Amnistia Internacional (AI) afirmou hoje que o povo ucraniano “suportou mais um ano de agressão” em grande escala, o mais devastador até agora em consequências humanitárias e o mais mortífero em vítimas civis desde 2022.

    Num comunicado para assinalar e denunciar o quarto aniversário da invasão russa da Ucrânia, a 24 de fevereiro de 2022, a organização não-governamental (ONG) de defesa dos Direitos Humanos, com sede em Londres, lembrou que o Presidente russo, Vladimir Putin, e os altos funcionários indiciados pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) “continuam a ser fugitivos da justiça internacional”.

    Erika Guevara-Rosas, diretora sénior de Investigação, Advocacia Política e Campanhas da Amnistia Internacional, sublinhou que, “apesar da agressão em curso, a determinação internacional em opor-se aos crimes da Rússia ao abrigo do direito internacional e apoiar as suas vítimas tem sido mais pressionada nos últimos meses, especialmente desde o início da presidência [norte-americana] de Donald Trump”.

  • Homem que detonou engenho explosivo morreu no local, avança Ministério da Administração Interna russo

    O Ministério da Administração Interna russo concluiu, após examinar as imagens de câmaras de segurança da estação ferroviária, que o homem que detonou o engenho explosivo morreu no local.

    A notícia está a ser avançada pela agência de notícias russa RIA.

    Houve também uma atualização do número de feridos: já são dois polícias — que estão a receber assistência médica.

  • Um polícia morre numa estação de comboios em Moscovo após detonação de engenho explosivo

    Pelo menos um polícia morreu após a detonação de um engenho explosivo na estação de comboios Savelovsky localizada em Moscovo, na Rússia.

    De acordo com a agência de notícias TASS, o homem detonou o explosivo depois de dois polícias se aproximarem dele.

    Segundo informações preliminares, um polícia sofreu ferimentos graves que se revelaram fatais após a explosão, diz a TASS, que também dá conta de que o suspeito está em fuga. Já a agência de notícias RIA, indica que o agressor poderá ter morrido no local.

  • General desaconselhou Trump a atacar o Irão? Trump nega e acredita que "guerra será facilmente ganha"

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, desmentiu hoje as notícias que saíram em vários órgãos de comunicação sociais norte-americanos que davam conta de que o chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, Dan Caine, estaria contra uma intervenção militar norte-americano ao Irão.

    “Essa história não reflete a vasta riqueza de ninguém e está 100% incorreta”, assegurou Donald Trump numa publicação na Truth Social, acrescentando que Dan Caine, tal como muitos dirigentes norte-americanos, “não querem ver uma guerra”: “Mas se uma decisão é tomada para ir contra o Irão a nível militar, a sua opinião é que será algo que será facilmente ganho”.

    O líder norte-americano recordou que Dan Caine “conhece bem o Irão” e esteve à frente da operação Midnight Hammer, em junho de 2025. “É um grande combatente e representa as Forças Armadas mais poderosas em todo o lado no mundo.”

    “Ele não falou sobre não [atacar] o Irão, nem sequer nos ataques falsos limitados que eu tenho lido e sabe só uma coisa — como ganhar”, destacou Donald Trump.

    O Presidente norte-americano realçou que “tudo aquilo que tem sido escrito sobre uma eventual guerra com o Irão é incorreto e isso é propositado”.

    “Eu sou aquele que tomo a decisão, eu preferia ter um acordo do que não ter, mas, se não fizer um acordo, será um dia muito mau para aquele país para aquele povo [iraniano], porque eles são incríveis e isto nunca deveria ter acontecido”, referiu.

  • Médio Oriente. 19 países condenam medidas israelitas para “anexação de facto” da Cisjordânia

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros de 19 países, incluindo Portugal, Brasil e Espanha, condenaram hoje “nos termos mais veementes possíveis” as recentes medidas tomadas por Israel para reforçar o seu controlo sobre a Cisjordânia.

    “Estas últimas decisões fazem parte de uma estratégia clara para alterar a situação no terreno e prosseguir uma anexação de facto inaceitável”, escreveram os ministros dos Negócios Estrangeiros de 19 países numa declaração conjunta.

  • Rússia ataca região de Kharkiv com bombas. Mãe e filho morreram

    A Rússia atacou Kupiansk, na região de Kharkiv, com bombas planadoras no domingo, revela a investigação citada pela Ukrinform.

    De acordo com esta informação, morreram a mãe, de 59 anos, e o filho, de 30 anos, no ataque. Há ainda registo de dois feridos: uma mulher de 33 anos e uma menina de 13 anos. Uma criança de sete anos foi diagnosticada com um reação aguda ao stress.

  • Pentágono terá sinalizado a Trump os riscos de uma campanha militar longa contra o Irão

    O Pentágono terá sinalizado junto do Presidente Donald Trump os riscos de uma ofensiva prolongada contra o Irão, escreve o Wall Street Journal. O alerta terá sido feito pelo general Dan Caine, o presidente do Estado-Maior Conjunto, tanto junto do Departamento de Defesa como durante encontros com o Conselho Nacional de Segurança, revelaram oficiais ao jornal.

    Os alerta foram feitos para os riscos de baixas para os efetivos norte-americanos e dos aliados, defesas aéreas enfraquecidas e “custos significativos para as forças armadas dos EUA e efeitos no stock de munições”.

    Contactada sobre o tema, a Casa Branca reagiu dizendo que “o general Caine é um membro talentoso e altamente valorizado da equipa de segurança nacional do Presidente Trump”, disse a porta-voz Anna Kelly. “O Presidente ouve uma série de opiniões sobre qualquer assunto e decide com base no que é melhor para a segurança nacional dos EUA.”

  • Explosão em Mykolaiv. Chefe da Polícia Nacional da Ucrânia diz que Rússia está "deliberadamente a tentar matar agentes da polícia ucraniana"

    Ivan Vyhivskyi, o chefe da Polícia Nacional da Ucrânia, acusa a Rússia de estar “deliberadamente” a tentar atingir agentes da polícia com ataques. A afirmação foi feita após as explosões em Mykolaiv hoje, em que ficaram feridos sete agentes da polícia.

    “Anteontem, ocorreu um ataque terrorista contra agentes da polícia em Lviv. Não se trata de uma coincidência. O inimigo está deliberadamente a tentar matar agentes da polícia ucraniana que estão todos os dias a trabalhar para proteger o povo e o Estado”, cita o Kyiv Independent.

    “Vemos estes acontecimentos como um ataque deliberado ao estado de direito e uma tentativa de desestabilizar a situação dentro do país”, acrescentou.

  • Venezuela tem mais de 750 milhões de euros de bens congelados na Suíça

    O total dos bens venezuelanos congelados na Suíça atingiu 687 milhões de francos suíços (mais de 750 milhões de euros), indicou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros suíço, divulgando pela primeira vez tal valor.

    A 5 de janeiro, entrou em vigor na Confederação Helvética a ordem de congelamento dos bens do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e de pessoas a ele ligadas.

    “Até à data, um total de 687 milhões de francos suíços foi reportado pelos intermediários financeiros suíços ao Gabinete de Relatórios sobre Branqueamento de Capitais”, na sequência dessa ordem, afirmou o ministério, sem especificar os nomes dos detentores dos ativos.

  • Delegação dos EUA encontrou-se com equipa russa para negociações do controlo de armas nucleares

    Uma delegação norte-americana encontrou-se com negociadores russos esta segunda-feira para falar sobre o tratado de controlo de armas nucleares, avança a Reuters que cita fonte do Departamento do Estado.

    No mesmo sentido, os norte-americanos vão encontrar-se com uma delegação chinesa na próxima quinta-feira, em Genebra, para abordar o mesmo assunto.

    O acordo New START sobre armamento nuclear entre a Rússia e os Estados Unidos expirou há três semanas. Russos e norte-americanos estão a tentar a chegar a um consenso para um novo acordo.

  • Guterres considera 4 anos de guerra na Ucrânia “mancha na consciência coletiva”

    O secretário-geral da ONU considerou hoje os quatro anos de guerra na Ucrânia como “uma mancha na consciência coletiva” e uma ameaça à paz e à segurança regional e internacional.

    António Guterres observou que quanto mais a guerra se prolonga, mais mortífera se torna, de acordo com um comunicado em que assinalou os quatro anos desde que a Federação Russa lançou uma invasão em larga escala da Ucrânia, em violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.

  • Tribunal concorda em encurtar audiência judicial de Netanyahu

    O tribunal de Israel, em Jerusalém, que está a julgar o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, concordou em encurtar a audiência do chefe do executivo esta terça-feira, cancelando a sessão desta quarta-feira.

    De acordo com o Times of Israel, o tribunal acedeu aos pedidos dos advogados do primeiro-ministro israelita, que explicavam que, na terça-feira, Benjamin Netanyahu tem de estar presente numa conferência da Shin Bet, as secretas internas.

    Além disso, na quarta-feira, o primeiro-ministro israelita vai receber o homólogo indiano, Narendra Modi, que fará uma visita a Israel.

  • Líder conservadora considera detenção de Mandelson "momento decisivo da liderança de Starmer"

    Kemi Badenoch, a líder do partido Conservador, considera que a detenção do ex-embaixador Peter Mandelson é “o momento decisivo da liderança de Keir Starmer”.

    “Ver o homem que foi nomeado para a mais alta posição do nosso serviço diplomático ser detido pela polícia é uma imagem que acho que ficará para muitos de nós, durante muitos anos”, reage Badenoch, citada pela BBC.

    A líder conservadora considera que “é uma questão de quando Starmer sai, não se vai sair”, cita a Sky News.

    “Perguntei-lhe se tinha confiança total em Peter Mandelson, apenas há alguns meses, e disse-me que sim, apesar de serem conhecidas todas as alegações, apenas para ver o homem ser detido mostra que o primeiro-ministro tem um terrível julgamento.”

    A líder conservadora considera ainda Starmer “fraco”.

  • Detenção de Peter Mandelson foi feita por membros de unidade especializada em crimes

    A BBC avança que a detenção do ex-embaixador Peter Mandelson foi feita por membros de uma unidade central especializada em crimes da Polícia Metropolitana.

    O serviço público britânico refere que o comissário Mark Rowley, da Polícia Metropolitana, não terá estado envolvido na decisão sobre a detenção.

    Os três agentes entraram na casa de Mandelson às 16h15, escreve a BBC, e saíram cerca de meia hora mais tarde.

  • Soam os alarmes na Ucrânia para a possibilidade de ataque "com mísseis balísticos"

    Em vários pontos da Ucrânia, incluindo a capital Kiev, soaram os alarmes.

    Há possibilidade de ataques com mísseis balísticos em Kiev, avisa a Força Aérea ucraniana.

  • Príncipe herdeiro iraniano deixa apelo a militares no Irão: "Juntem-se a nós e separam-se do regime criminoso"

    O príncipe herdeiro do Irão, Reza Pahvali, fez hoje um apelo às forças de seguranças iranianas.

    Numa mensagem aos militares publicada nas redes sociais, Reza Pahlavi disse que “sobre uma pequena janela de oportunidade” para as forças de segurança não ficarem com as mãos “manchadas com o sangue das pessoas” — e para se “separarem do regime criminoso” .

    “A escolha é vossa: ao juntarem-se ao povo, salvam as vossas vidas e das vossas famílias. Façam parte da vitória da nação. Ou vão unir o vosso destino ao navio a afundar-se da República Islâmica e vão afundar-se com [o ayatollah Ali] Khamenei e o seu regime”, apelou Reza Pahvali.

  • Hospitais israelitas recebem ordens para se prepararem para uma guerra prolongada contra o Irão

    O sistema de saúde israelita está a preparar-se para uma situação de emergência — especialmente no caso de uma guerra prolongada com o Irão, avança a imprensa de Israel.

    De acordo com a imprensa israelita, o ministério está a planear reduzir os departamentos de medicina interna, para que pessoas que estão hospitalizadas possam ser transferidas para casa, para que haja menos pacientes nos hospitais.

  • Governo britânico estará a discutir com a polícia que documentos podem ser revelados sobre o ex-embaixador Mandelson

    O governo britânico estará a discutir com a polícia que tipo de documentos é que podem vir a público sobre o caso de Peter Mandelson, apurou a BBC.

    Downing Street já se tinha comprometido a divulgar publicamente os documentos ligados à nomeação de Mandelson como embaixador do Reino Unido nos EUA. Ainda antes de Mandelson ser detido, Downing Street já teria estabelecido contacto com a polícia para saber que documentos poderão ser divulgados.

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