Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Fica por aqui a cobertura da atualidade política desta segunda-feira. Continuaremos o acompanhamento, minuto a minuto, neste novo liveblog.

  • Rui Moreira pondera candidatura a Belém

    O presidente da câmara municipal do Porto, Rui Moreira, está a ponderar uma candidatura à Presidência da República, avançou esta segunda-feira a CNN e confirmou o Observador junto de fonte que acompanha o processo. O anúncio da ponderação foi feito pelo comentador Rui Calafate, mas deverá ser confirmado amanhã pelo próprio Rui Moreira na mesma estação televisiva.

    O Observador sabe que há um grupo que está há algumas semanas a trabalhar numa candidatura de Rui Moreira a Belém que até já tem financiadores.

    Uma fonte que acompanha o processo destaca que o mote para esta candidatura é uma frase que Rui Moreira costuma dizer: “As eleições não são uma maratona, mas sim uma corrida de 100 metros”. O autarca acredita que aparecer tarde o deixa mais perto de vencer.

  • Líder do CDS-PP diz acreditar “na redenção” mas precisa de “mais umas provazitas” do Chega

    O líder do CDS-PP realçou hoje ser democrata-cristão e acreditar “na redenção”, quando questionado se concorda que o Chega está a demonstrar mais responsabilidade, mas disse precisar de “mais umas provazitas”.

    No final de um Conselho Nacional do CDS-PP que aprovou um novo lote de cerca de cem coligações autárquicas, Nuno Melo foi questionado se concordava com o primeiro-ministro, que, em entrevista à Antena 1, considerou que o Chega “está a começar a mostrar” maior responsabilidade.

    “Eu sou democrata-cristão, o que significa que por natureza acredito na redenção. Acho que ainda há mais umas provazitas que têm de ser prestadas, apesar de tudo”, disse.

  • Moedas diz que PS "se radicalizou" com Pedro Nuno Santos

    Após responder sobre possíveis entendimentos com o Chega em Lisboa, Carlos Moedas é questionado sobre se existem mais hipóteses de consensos ou diálogos da AD com o Chega do que com o PS. “Espero que não, porque isso queria dizer que o PS se radicalizou”, começa por responder.

    De seguida, o presidente da Câmara de Lisboa diz que o Partido Socialista “se radicalizou” com Pedro Nuno Santos, que “deixou efetivamente essas marcas de destruição de um Partido Socialista que é um partido histórico da democracia portuguesa; que é um partido, de certa forma, centrista”.

    “Muita pena ver que o Partido Socialista se pode estar a deixar ir para esse lado”, diz, antes de atirar a José Luís Carneiro. “Tinha esperança que este secretário-geral do Partido Socialista trouxesse o Partido Socialista mais para essa área. Aquilo que estou a ver é que eventualmente não. E em Lisboa seguramente não. Porque em Lisboa temos aqui um caso realmente de um PS muito à esquerda, a aliar-se com esquerda mais à esquerda”.

    Quanto ao PSD, diz que vê o partido “como sempre foi”: “Um partido ao centro”, “muito importante” num momento em que o Chega está “num extremo” e “vemos um Partido Socialista ainda a hesitar entre estar na extrema-esquerda ou no centro”. “Seria bom, para os portugueses, que a AD e o PS estivessem mais ao centro”, reflete Carlos Moedas, deixando a indicação de que Lisboa se vai manter “ao centro”.

  • Moedas confirma que lista oficial é conhecida a 18 de agosto

    Quando anunciou a recandidatura, Carlos Moedas não adiantou nem o número dois da sua lista, nem como vai distribuir os lugares com os parceiros da coligação (CDS e Iniciativa Liberal). Agora, durante a entrevista à SIC, confirma que os nomes da lista serão conhecidos a 18 de agosto. O Observador já tinha avançado que essa é a data em que a lista ficará “oficialmente fechada”.

    Mais habitação, mais mobilidade e mais segurança são as áreas “motriz” que define como aquelas em que é preciso trabalhar nos próximos anos. Quanto a possíveis entendimentos com o Chega, Moedas começa por dizer que toda a vida lutou “contra extremismos” e que é essa a sua candidatura. “Não faço acordos com extremos”, responde.

    Acordo em Lisboa estabelece que IL terá dois vereadores e três candidatos a presidentes de junta (os que o CDS perde)

  • Moedas diz que recandidatura "representa os moderados"

    A entrevista de Carlos Moedas à SIC Notícias continua, agora com perguntas sobre a decisão de recandidatar-se à presidência à Câmara de Lisboa. Questionado sobre se demorou a anunciar a decisão para ver os resultados de Montenegro nas legislativas, o autarca lembra que sempre apoiou o primeiro-ministro. “Temos um primeiro-ministro que está todos os dias a trabalhar para mudar o país e esse primeiro-ministro sempre teve o meu apoio.”

    Explicando que fez uma “reflexão pessoal” sobre se era “essencial” a sua continuidade, Carlos Moedas afirma que ser candidato lhe retira “tempo de presidente de Câmara”. “Eu não podia apresentar [a candidatura] muitos meses antes, por muito que a minha reflexão estivesse feita ou não. Tenho uma dívida para com os lisboetas, que são quatro anos de mandato”, acrescenta.

    Durante a entrevista, o autarca diz que a sua candidatura é “dos moderados” e descreve a candidatura de Alexandra Leitão como um “bloco de esquerda com os partidos mais radicais”. “Eu penso que sou consensual”, afirma, dizendo que é alvo de críticas dos extremos (tanto de direita como de esquerda).

    “Não me candidato contra ninguém. Candidato-me para continuar o trabalho em Lisboa. Não minimizo ninguém. A minha candidatura representa os moderados e quem acredita que uma cidade deve ser governada nessa moderação”, responde Moedas ao ser questionado sobre se não está a minimizar a candidatura de Leitão (como Medina fez com a sua própria candidatura há quatro anos).

  • Moedas diz que autarca de Loures "está a ser utilizado publicamente" e defende-o: "Ricardo Leão está a fazer o que a lei manda"

    Questionado acerca das demolições de Loures, nomeadamente sobre se faria o mesmo que o autarca Ricardo Leão, Carlos Moedas começa por dizer “eu posso dizer o que faço em Lisboa”. “Sempre que aparece uma barraca, é demolida. Nós não tivemos muitas barracas. Eu, quando há uma barraca, tenho que demolir”, responde, salientando que este é o “princípio da lei”, mas também uma questão de “saúde pública”.

    De seguida, o autarca lisboeta diz que Ricardo Leão está a ser “utilizado publicamente” como Moedas diz ter sido “quando foram as tendas nos Anjos”, na altura por partidos de “extrema-esquerda” que não queriam “que aquilo se resolvesse”. “400 tendas foram retiradas de Lisboa”, revela Moedas.

    “Ricardo Leão está a fazer aquilo que a lei manda”, defende, antes de atirar uma crítica: “Muitas destas pessoas que andam a chorar sobre o que está a ser feito ou não, não construíram”. “Partidos políticos que tiveram essa responsabilidade não o fizeram e agora atacam o autarca de Loures”, diz Moedas.

  • Carlos Moedas: "Se há algo que eu como presidente da Câmara consegui fazer mais foi habitação"

    A habitação continua a dominar a entrevista de Carlos Moedas à SIC Notícias. “Se há algo que eu como presidente da Câmara consegui fazer mais foi habitação”, afirma, reconhecendo que existe, “obviamente”, uma crise na habitação. “Mas foi por isso que eu investi 560 milhões de euros”, acrescenta.

    “Pergunto, no passado, na Câmara de Lisboa, quem é que investiu aquilo que nós investimos na habitação? Quem é que entregou aquilo que nós entregámos na habitação?”, questiona o presidente da autarquia, antes de voltar a dizer que durante 10 anos construíram-se apenas 17 casas por ano.

    “Se durante 10 anos só se construíram 17 casas por ano, como é que não havia de haver uma crise de habitação?”.

  • Carlos Moedas responde a críticas de Alexandra Leitão: "Fizemos na habitação muito mais do que foi feito em 10 anos"

    Carlos Moedas respondeu às críticas de Alexandra Leitão, sua adversária à Câmara Municipal de Lisboa que o acusa de não ter uma política de habitação, começando por dizer que “foram quatro anos de muito trabalho, com muitas dificuldades”.

    “Foram quatro anos em que fizemos. Eu acho que fizemos tanto na habitação, muito mais do que foi feito em 10 anos. De 2010 a 2020, em Lisboa, construíram-se 17 casas por ano. Nós entregámos 2.600 chaves e conseguimos ajudar 1.200 famílias”, afirmou, em entrevista à SIC Notícias. “Todos os 15 dias, a Câmara Municipal de Lisboa, entrega 30 a 40 casas”, acrescentou, indicando que a recandidatura à autarquia serve para “continuar a fazer esse trabalho”.

  • Carneiro diz que críticas internas não são fraqueza mas riqueza do PS

    O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, afirmou hoje em Coimbra que as críticas internas não são sinais de fraqueza, mas da riqueza de um partido que sabe acolher a diversidade.

    “Quando olharem para esses aparentes e criticados sinais de fraqueza, porque aparecem várias vozes do PS – uns dizem uma coisa, outros dizem outra -, isso é sinal da nossa riqueza e da nossa diversidade”, afirmou o líder socialista, que falava numa sessão de apresentação dos candidatos às juntas de freguesia da coligação Avançar Coimbra.

    Pegando no exemplo da candidatura encabeçada por Ana Abrunhosa à Câmara de Coimbra, o secretário-geral do PS afirmou que o partido que lidera é “como uma grande casa comum de encontro”.

  • Seguro adverte para discussões prematuras que afastam as pessoas da política

    O candidato presidencial António José Seguro afirmou hoje que a discussão sobre um eventual chumbo do Orçamento de Estado para 2026 pelo PS é mais um exemplo do tipo de que questões que “afastam as pessoas da política”.

    “As pessoas estão a sofrer porque não têm uma casa, porque há urgências que fecham, porque não têm acesso à saúde a tempo e horas. E estão a discutir um voto sobre uma proposta que ainda nem sequer foi apresentada, que ninguém conhece”, disse.

  • Cidadania sem identidade de género por ser tema “muito complexo”

    As matérias relacionadas com a identidade de género vão ficar de fora nas novas Aprendizagens Essenciais para a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento por serem demasiado complexas, justificou hoje o ministro da Educação.

    “A igualdade de género, essa cultura do respeito, é muito importante. Outra questão muito mais complexa é a questão da identidade de género. De facto, não faz parte das aprendizagens essenciais”, clarificou o ministro da Educação, Ciência e Inovação.

  • Marques Mendes defende auditoria à compra da sede do Banco de Portugal

    O candidato a Presidente da República Luís Marques Mendes defendeu hoje a realização de uma auditoria independente ao processo de compra da nova sede do Banco de Portugal, por considerar que há “muitas dúvidas no ar”.

    “O que veio a público não é bom, nem é bonito. Ficam muitas dúvidas no ar”, disse Marques Mendes aos jornalistas, após uma reunião com o presidente do Instituto Politécnico de Viseu.

    Para o antigo líder do PSD, “o melhor, a bem da imagem do Banco de Portugal e da credibilidade do governador, era uma auditoria interna, independente, que esclarecesse tudo”.

  • Chega considera que eventual recondução de Centeno no BdP é “um erro”

    O presidente do Chega considerou hoje que uma eventual recondução de Mário Centeno como Governador do Banco de Portugal é “um erro” e pediu ao primeiro-ministro uma nomeação “independente” e “acima dos partidos”.

    “O Chega não tem nenhum interesse em nomear lugares aqui. O Chega quer é que seja nomeado alguém independente, com qualidade e acima dos partidos”, apelou André Ventura, à margem de uma iniciativa na freguesia de Benfica, em Lisboa, com a participação do candidato do partido à autarquia da capital, Bruno Mascarenhas.

  • Ventura diz que ideal é não haver crise política no OE mas rejeita ser "muleta do Governo"

    O presidente do Chega manifestou-se hoje disponível para negociar com o Governo a proposta de Orçamento do Estado para 2026, considerando que o ideal é não haver uma crise política, mas rejeitou ser “muleta” do executivo.

    “O Chega não só está disposto [para negociar], como vai trazer para o Orçamento do Estado as suas propostas, as suas preocupações, e como entendemos que o ideal é que não haja uma crise política no Orçamento do Estado. Mas alguém quer outra crise política? Queremos ir a eleições outra vez em março ou em abril do próximo ano? O país agora vive para andar de eleições em eleições?”, questionou André Ventura.

  • Presidenciais: Mariana Leitão diz que Cotrim tem "todas as características" para ser candidato

    A líder da IL, Mariana Leitão, considerou hoje que o eurodeputado João Cotrim Figueiredo reúne “todas as características” para representar os valores liberais nas eleições presidenciais e disse esperar que a sua candidatura se materialize.

    Em declarações aos jornalistas após uma reunião com o conselho de administração do Hospital Amadora-Sintra, em Lisboa, Mariana Leitão disse ter sido com “muito agrado” que soube da disponibilidade de João Cotrim Figueiredo para ser candidato às eleições presidenciais de 2026.

    “É uma pessoa que reúne todas as características que são fundamentais para ocupar o espaço das ideias e dos valores liberais, desta defesa intransigente de mais liberdade, de menos Estado, de um Estado muito mais eficiente”, considerou.

    Mariana Leitão disse que esses são “valores fundamentais” para a IL apoiar uma candidatura presidencial e, questionada se tenciona apoiar João Cotrim Figueiredo, respondeu: “Vamos aguardar”.

  • Mariana Leitão critica Montenegro por diz que Chega “está a começar a mostrar” maior responsabilidade

    A líder da IL, Mariana Leitão, criticou hoje o primeiro-ministro por associar responsabilidade à “direita do caos e do ódio”, e manifestou preocupação com o funcionamento das urgências hospitalares em agosto.

    Em declarações aos jornalistas após ter-se reunido com o conselho de administração do Hospital Amadora-Sintra, em Lisboa, Mariana Leitão disse ter visto “com alguma apreensão” o facto de Luís Montenegro ter considerado, em entrevista à Antena 1, que o Chega “está a começar a mostrar” maior responsabilidade.

    “Eu acho sempre muito complicado nós chamarmos responsáveis à direita do caos, à direita do ódio, à direita que não tem soluções, que não apresenta uma única solução”, criticou.

  • PS vai propor soluções para situações de emergência como a de Loures

    O secretário-geral do PS disse hoje que irá apresentar esta semana soluções para responder a situações de emergência como as vividas no concelho de Loures, onde foram demolidas dezenas de barracas.

    “As soluções de demolição dessas estruturas devem obedecer ao humanismo e à responsabilidade social. Eu não sou o primeiro-ministro, mas durante esta semana vou apresentar soluções para também responder às situações de emergência, como aquelas que têm estado a ser vividas em vários municípios da área de Lisboa”, afirmou.

  • Lider do PS aconselha primeiro-ministro a concentrar-se nas respostas à pobreza

    O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, aconselhou hoje, no Porto, o primeiro-ministro a “concentrar-se” no que deve fazer, para responder às preocupações com a pobreza, com as desigualdades, e não deixar que este tema saia da agenda política.

    José Luís Carneiro, que hoje reuniu com o presidente da Rede Europeia Anti Pobreza, no Porto, foi questionado pelos jornalistas sobre as declarações de Luís Montenegro que, em entrevista à Antena 1, pediu ao PS que mostre “humildade democrática neste novo tempo político” e elogiou o Chega.

    O líder socialista respondeu que “foi com tristeza” que verificou que, na apresentação do seu balanço do Governo, do Estado da Nação, esta prioridade — a pobreza – não tenha estado na agenda política do Governo.

    “O que me deixou preocupado”, disse, referindo que foi por esse o motivo que decidiu reunir-se com a Rede Europeia Anti Pobreza, no Porto.

  • Açores criam sistema de monitorização de fluxos turísticos financiado pelo PRR

    Os Açores vão criar um Sistema Integrado de Monitorização Inteligente de Fluxos Turísticos, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), para reforçar a gestão sustentável do turismo na região, anunciou hoje o executivo açoriano.

    “Os Açores posicionam-se na vanguarda da transição verde e digital aplicada ao turismo, reforçando o compromisso com a sustentabilidade ambiental, económica e social do setor”, afirmou a secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas (PSD/CDS-PP/PPM), Berta Cabral, citada em comunicado.

    A nova plataforma vai “fornecer dados em tempo real sobre perfis, mobilidade e padrões de visitação dos turistas nas nove ilhas”.

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