Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, terça-feira.

    “O que se passa para a Rússia violar o espaço aéreo polaco?”, questiona Trump, que atira enigmático: “Aqui vamos nós!”

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Ucrânia: Portugal condena ataque mortal a aldeia e pede fim urgente da agressão russa

    Portugal condenou o ataque aéreo russo que matou pelo menos 24 civis em Yarova, Donetsk. O MNE exige o fim da agressão russa e manifestou condolências às vítimas e solidariedade com a Ucrânia.

    Ucrânia: Portugal condena ataque mortal a aldeia e pede fim urgente da agressão russa

  • Portugal condena ataque mortal a aldeia e pede fim urgente da agressão russa

    O Governo português condenou hoje o ataque aéreo russo a uma aldeia na região de Donetsk, que segundo as autoridades ucranianas matou pelo menos 24 pessoas, e insistiu que “o fim da agressão russa é urgente”.

    “O MNE [Ministério dos Negócios Estrangeiros] condena liminarmente o ataque aéreo russo à aldeia ucraniana de Yarova, no Donetsk, do qual resultaram duas dezenas de mortos civis”, pode ler-se numa nota na rede social X.

    O ministério liderado por Paulo Rangel deixou ainda “as mais sentidas condolências às famílias, ao povo ucraniano e às suas autoridades”, sublinhando que “o fim da agressão russa é urgente”.

    A embaixada ucraniana em Portugal partilhou, na mesma rede social, a mensagem do MNE, agradecendo a solidariedade portuguesa e a condenação de “mais um ataque bárbaro da Rússia contra civis na região de Donetsk”.

  • Zelensky denuncia ataque russo contra civis em Donetsk e pede mais apoio internacional

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, denunciou esta terça-feira o ataque russo contra a localidade de Yarova, na região de Donetsk, onde uma bomba aérea atingiu civis que aguardavam o pagamento das pensões. Segundo os números avançados, pelo menos 24 pessoas morreram e 19 ficaram feridas.

    No seu discurso diário, Zelensky sublinhou que a Rússia continua a rejeitar propostas de cessar-fogo e que o regime de Vladimir Putin interpreta a falta de uma resposta global forte como uma permissão para prosseguir a agressão.

    O chefe de Estado ucraniano apelou, também, ao reforço imediato da defesa aérea — destacando a necessidade de sistemas Patriot.

    O Presidente ucraniano defendeu, ainda, o endurecimento das sanções contra Moscovo, alertando que medidas económicas adiadas não travam a máquina de guerra russa e apelando a uma posição firme e conjunta da comunidade internacional, incluindo a Europa, os Estados Unidos, a América Latina, a China, a Índia, o Japão e os países árabes.

    “Hoje foram mortos ucranianos comuns, idosos que apenas esperavam pelas suas pensões. Isto é um crime”, afirmou.

  • Reino Unido também irá financiar produção de drones de longo alcance para fornecer à Ucrânia

    À semelhança da Alemanha, o Reino Unido também irá financiar a produção de drones de longo alcance para fornecer a Ucrânia.

    De acordo com o secretário de Defesa britânico, John Healey, citado pelo Ukrainska Pravda, “nos próximos 12 meses, o Reino Unido financiará milhares de drones de ataque unidirecionais de longo alcance que fabricaremos na Grã-Bretanha e entregaremos à Ucrânia”.

    Healey sublinhou, ainda, que o Governo britânico irá continuar a pressionar Vladimir Putin para se sentar à mesa das negociações com a Ucrânia.

  • Berlim anuncia programa de 300 milhões de euros para fornecer à Ucrânia "milhares de drones de longo alcance"

    A Alemanha vai lançar um programa para fornecer à Ucrânia milhares de drones para “ataques de longo alcance” contra a “máquina de guerra russa”, num investimento total de 300 milhões de euros, anunciou o Ministério da Defesa esta terça-feira.

    De acordo com o Le Monde, esta “nova iniciativa de ataque de longo alcance” incluirá “o fornecimento de vários milhares de drones de longo alcance” fabricados pela indústria de defesa ucraniana.

  • Ucrânia solicitou um novo programa do FMI, anuncia primeira-ministra

    Yulia Svyrydenko, primeira-ministra da Ucrânia, afirmou esta terça-feira que Kiev solicitou, oficialmente, um novo programa do Fundo Monetário Internacional (FMI).

    Através da rede social X, a primeira-ministra anunciou que, após várias reuniões entre o FMI, o Governo e o Banco Nacional da Ucrânia, entregou “uma carta formal a solicitar o lançamento de um novo programa de cooperação com o objetivo de apoiar a Ucrânia nos próximos anos”.

    “Agradeço sinceramente à missão do FMI pela parceria consistente e confiável com a Ucrânia. Juntos, estamos a construir a estabilidade financeira que fortalece a nossa capacidade de suportar a guerra de hoje e garantir a recuperação de amanhã”, sublinhou ainda.

  • Sanções contra a Rússia. Secretário do Tesouro dos EUA reitera que "todas as opções estão em cima da mesa"

    Scott Bessent, secretário do Tesouro norte-americano, reiterou esta terça-feira que “todas as opções estão em cima da mesa” para pressionar Moscovo a iniciar negociações de paz com Kiev. “Estamos preparados para tomar medidas contra a Rússia” caso esta não o faça, sublinhou.

    Através de uma publicação na rede social X, Bessent pediu “aos parceiros europeus que se juntem” para que “possamos alcançar isto”.

    Scott Bessent já tinha declarado, no último domingo, que os Estados Unidos estavam “preparados para aumentar a pressão” sobre a Rússia para pôr fim à guerra na Ucrânia, pedindo ao bloco dos 27 que fizesse o mesmo.

    “Se os Estados Unidos e a União Europeia chegarem a acordo sobre mais sanções e tarifas sobre os países que compram petróleo russo, a economia russa entrará em colapso. E isso levará o Presidente Putin à mesa das negociações”, insistiu.

  • Costa reage a ataques russos em Donetsk: "É isto que a Rússia quer dizer quando fala de paz?"

    António Costa, Presidente do Conselho Europeu, acaba de reagir aos ataques russos em Donetsk que mataram pelo menos 23 pessoas.

    “É isto que a Rússia quer dizer quando fala de paz? Quando é que a Rússia vai parar de matar pessoas?”, escreveu na rede social X. “Quando é que o presidente [Vladimir] Putin vai aceitar começar as negociações de paz já aceites pelo presidente Zelensky?”

  • Ataque de drone ucraniano matou uma pessoa em Sochi

    Um homem morreu na sequência de um ataque com um drone ucraniano durante a noite na cidade russa de Sochi, no Mar Negro, informou um governador regional russo na manhã desta terça-feira, reporta o The Independent.

    Os destroços de um drone destruído atingiram um carro que a vítima conduzia no distrito de Adler, em Sochi, informou o governador de Krasnodar, Veniamin Kondratyev, no Telegram, segundo o mesmo meio. Além disso, seis casas residenciais também foram afetadas.

    O Ministério da Defesa russo disse que as unidades de defesa aérea destruíram dois drones sobre a região de Krasnodar, mas o ministério relata apenas quantos drones as suas forças destroem, não quantos a Ucrânia lança.

  • Número de mortos em Donetsk sobe para 23

    O número de pessoas mortas no ataque aéreo da Rússia à região de Donetsk, na Ucrânia, é agora de 23, escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, na rede social X.

  • 21 mortos no ataque da madrugada a Donetsk

    As autoridades ucranianas confirmaram que 21 pessoas morreram na sequência do ataque russo desta madrugada na região de Donetsk.

    De acordo com Oleksandr Tolokonnikov, diretor da administração militar de Donetsk, há ainda mais de 20 pessoas feridas.

  • Presidente da Polónia diz que a Rússia pode vir a invadir outros países

    O Presidente polaco, Karol Nawrocki, admitiu que a Rússia pode vir a invadir outros países europeus, numa conferência de imprensa conjunta com o homólogo finlandês, Alexander Stubb.

    “Não confiamos nas boas intenções de Vladimir Putin», disse o líder, citado pela AFP, afirmando ainda que esperam “por uma paz duradoura” e “permanente, que é necessária para as nossas regiões”.

    Porém, acreditam mesmo “que Vladimir Putin está pronto para invadir também outros países”.

    “É exatamente por isso que estamos a desenvolver as nossas forças armadas, estamos a desenvolver a nossa parceria e as nossas relações aliadas”, disse ainda.

  • Polónia vai fechar fronteira com a Bielorrússia devido a exercícios militares, anunciou Donald Tusk

    O primeiro-ministro, Donald Tusk, anunciou que a Polónia iria encerrar a sua fronteira com a Bielorrússia devido aos exercícios militares — conhecidos pelo nome “Zapad” — que o país vai realizar conjuntamente com a Rússia.

    As passagens fronteiriças vão encerrar a partir da meia-noite, hora local, disse, citado pela Reuters.

  • Zelensky: Putin disse a Witkoff que iria conquistar o Donbass até ao fim de 2025

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou numa entrevista à ABC News que o homólogo russo, Vladimir Putin, terá dito ao enviado dos EUA, Steve Witkoff, que iria conquistar a região do Donbass até ao fim deste ano.

    Segundo Zelensky, Putin disse “à Casa Branca e ao representante do presidente Trump, Witkoff, ele disse que tomaria Donbas em dois a três meses, no máximo quatro meses”.

  • "Uma questão de tempo". Atrasos dos EUA nas entregas de armamento colocam Ucrânia em risco de ficar sem armas de defesa aérea

    Uma revisão da ajuda militar fornecida pelo Departamento de Defesa dos EUA colocou a Ucrânia em risco de ficar sem armas de defesa aérea, noticiou o Financial Times esta terça-feira.

    Segundo o jornal, esta revisão resultou em entregas mais lentas numa altura em que os ataques aéreos russos se têm intensificado. Se tudo continuar assim, a defesa aérea entrará em défice, lê-se.

    “É uma questão de tempo até que as munições se esgotem”, disse uma fonte citada pelo jornal como familiarizada com as entregas de material de defesa aérea dos EUA à Ucrânia.

  • Gasoduto e oleoduto desativados depois de explosões na cidade russa de Penza

    Um gasoduto e um oleoduto na cidade russa de Penza foram desativados na segunda-feira depois de uma “série de explosões”, segundo uma fonte na espionagem militar ucraniana citada pelo Kyiv Independent.

    O jornal noticia que pelo menos quatro explosões foram ouvidas pelas 4h00 da manhã na hora local (2h00 em Portugal Continental). A fonte não esclareceu qual é a origem destas explosões, lê-se.

    Tanto o oleoduto principal como um gasoduto regional foram afetados. O oleoduto, lê-se ainda, tinha a capacidade de transportar dois milhões de barris por dia.

    O gasoduto afetado servia para “abastecer instalações militares envolvidas na guerra contra a Ucrânia”, disse ainda a fonte citada.

  • Ataques russos na região de Donetsk mataram mais de 20 pessoas, diz Zelensky

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse hoje na rede social X que um “ataque aéreo russo brutalmente selvagem” na região de Donetsk mataram mais de 20 pessoas, a maioria “cidadãos normais”.

    Os bombardeamentos, disse, ocorreram “diretamente sobre pessoas” e aconteceram “no exato momento em que as pensões estavam a ser pagas”.

    “Estes ataques russos não podem ficar sem uma resposta adequada do mundo”, apelou, dizendo que as forças de Moscovo “continuam a destruir vidas enquanto evitam novas sanções severas e novos golpes fortes”.

    “O mundo não pode permanecer em silêncio. O mundo não pode permanecer inerte. É necessária uma resposta dos Estados Unidos. É necessária uma resposta da Europa. É necessária uma resposta do G20. São necessárias ações fortes para fazer com que a Rússia pare de causar mortes”, concluiu o Presidente ucraniano.

  • União Europeia já enviou 80% de 2 milhões de munições previstos para a Ucrânia

    A União Europeia (UE) já atingiu 80% da meta de fornecer dois milhões de munições de artilharia à Ucrânia, anunciou hoje em Estrasburgo a chefe da diplomacia do bloco, Kaja Kallas.

    Num debate no Parlamento Europeu sobre a ajuda ao país atacado pela Rússia há mais de três anos, Kallas indicou que “os Estados-membros da UE já forneceram à Ucrânia 80% da meta de dois milhões de munições à Ucrânia e esperamos atingir o objetivo em outubro”.

    A Alta Representante para a Política Externa da UE referiu também que a UE já enviou “quase 169 mil milhões de euros de apoio financeiro, incluindo 63 mil milhões em ajuda militar” para Kiev.

  • Drones ucranianos atingiram a estação de bombeamento de petróleo na Rússia

    As forças ucranianas atacaram a estação de bombeamento de petróleo de Vtorovo, na região de Vladimir, na Rússia, informou o comandante da Força de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia (USF), Robert «Madyar» Brovdi, noticia o Kyiv Post.

    “O combustível em Moscovo ficará um pouco estragado, dizem eles. A estação de bombeamento de petróleo de Vtorovo, Transneft (Penkino, região de Vladimir, Rússia), ficou um pouco estragada. A estação de bombeamento de petróleo que bombeia (estava a bombear) combustível diesel para o oleoduto Moscow Ring Oil Product Pipeline”, escreveu Brovdi no Facebook, segundo o meio ucraniano.

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