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  • Ex-ministro do PS denuncia "campanha miserável" contra Luís Neves

    João Soares lamenta que os cidadãos estejam “permanentemente a ser metralhados com coisas completamente secundárias”, dando um “exemplo que já está a passar de moda, que é a casa de campo do atual ministro da Administração Interna”. O antigo ministro do PS atira: “Se é um tanque ou se é uma piscina, ou se é o não sei o quê, ou se é o carro, é uma campanha como eu nunca vi, miserável, e eu presto homenagem ao senhor, que foi um excelente diretor da Polícia Judiciária”.

  • João Soares diz que crítica de Hugo Soares a Carneiro foi uma "indecência"

    João Soares disse esta quinta-feira na Universidade de Verão que o facto de Hugo Soares “comparar José Luís Carneiro com aquele senhor que é líder do Chega” foi uma “indecência“. O ex-ministro da Cultura acrescenta que o secretário-geral do PS “é um homem sério, é um homem decente” e que “merecia um dia vir à Universidade de Verão, ainda antes de ser primeiro-ministro”. E acrescenta: “E não será para o ano”.

    João Soares diz que não gostou das declarações de Hugo Soares precisamente porque o PSD é uma “parte essencial da espinha dorsal da democracia portuguesa e que PS e PSD são “mesmo a coluna vertebral da liberdade e da democracia portuguesa”.

    O antigo dirigente do PS diz ser contra o Bloco Central, mas diz que é “importante” a capacidade de PS e PSD “dialogarem e não andarmos permanentemente às turras.”

  • Montenegro quer "entendimento nacional" para reforma da Segurança Social

    O primeiro-ministro acedeu finalmente a falar da reforma da Segurança Social garantindo que só avança com essa matéria com um consenso nacional e depois de submeter isso num programa eleitoral que vá a votos.

    Luís Montenegro diz que “é obrigação de todos garantir que o sistema é sustentável hoje, mas que não seja penalizador para as próximas gerações. Temos essa obrigação”.

    O chefe do Executivo diz que “o Governo anterior encomendou um livro verde da Segurança Social, que tirou as suas conclusões. Nós só quisemos robustecer essa análise com um grupo de peritos que pudesse propor um conjunto de reflexões que possam ser debatidas, consensualizadas.”

    Montenegro avisa que, nesta matéria, “não é a vontade de um governo que vai imperar, é a responsabilidade de uma geração, a nossa”. E reitera: “Assumi o compromisso de não fazer nada nesta legislatura. E não vou fazer nenhuma reforma”.

    O primeiro-ministro repete também que “as pensões são sagradas” e volta a garantir: “Demitir-me-ei se algum dia for obrigado a cortar uma pensão. Não o farei. É um contrato que tenho com os pensionistas portugueses.”

    Montenegro tem também a “obrigação de deixar um sistema sustentável”, que, avisa, “não pode ser apenas uma proclamação. Preciso que os que vêm a seguir a mim, assumam um compromisso de natureza equivalente. Estando fechada esta discussão nesta legislatura, temos de aprofundar, estudar, auditar o sistema, relativamente à sua sustentabilidade futura. Não o devemos fazer com demagogia.”

    Sobre dizerem que o PSD quer privatizar a Segurança Social, Montenegro diz que “isso é tudo conversa. Já demos provas de que a nossa intenção é a contrária.”

    O primeiro-ministro deixa a garantia de que se fizer uma reforma da Segurança Social “será na base de um compromisso que assumirei com o povo português antes das eleições.” Mas o que Montenegro propõe mesmo “um entendimento nacional para que, independentemente da força política que ganhasse as eleições, todos se comprometessem a executar a transformação estrutural que dá sustentabilidade a este sistema.”

  • Montenegro exige "entendimento nacional" para reforma da Segurança Social

    O primeiro-ministro cedeu finalmente a falar da reforma da Segurança Social garantindo que só avança com essa matéria com um consenso nacional e depois de submeter isso num programa eleitoral que vá a votos.

    Luís Montenegro diz que “é obrigação de todos garantir que o sistema é sustentável hoje, mas que não são penalizadores para as próximas gerações. Temos essa obrigação”.

    O chefe do Executivo diz que “o Governo anterior encomendou um livro verde da segurança social, que tirou as suas conclusões. Nós só quisemos robustecer essa análise com um grupo de peritos e pudesse propor um conjunto de reflexões que possam ser debatidas, consensualizadas.”

    Montenegro avisa que, nesta matéria, “não é a vontade de um governo que vai imperar, é a responsabilidade de uma geração, a nossa”. E reitera: “Assumi o compromisso de não fazer nada nesta legislatura. E não vou fazer nenhuma reforma”.

    O primeiro-ministro repete também que “as pensões são sagradas” e volta a garantir: “Demitir-me-ei se algum dia for obrigado a cortar uma pensão. Não o farei. É um contrato que tenho com os pensionistas portugueses.”

    Montenegro tem também a “obrigação de deixar um sistema sustentável”, que, avisa, “não pode ser apenas uma proclamação. Preciso que os que vêm a seguir a mim, assumam um compromisso de natureza equivalente. Estando fechada esta discussão nesta legislatura, temos de aprofundar, estudar, auditor o sistema, relativamente à sua sustentabilidade futura. Não o devemos fazer com demagogia.”

    Sobre dizerem que o PSD quer privatizar a Segurança Social , Montenegro diz que “isso é tudo conversa. Já demos provas que a nossa intenção é a contrária.”

    O primeiro-ministro deixa a garantia que se fizer uma reforma da Segurança Social “será na base de um compromisso que assumirei com o povo português antes das eleições.” Mas o que Montenegro propõe mesmo é “entendimetno nacional para que independentemente de quem ganhasse as eleições pudesse executar uma transformação que garanta a sustentabilidade. Que nos entendêssemos, para depois ver para que lado íamos”.

  • Montenegro diz que responde com "fibra" e "tra-ba-lho" aos pedidos de demissão de ministros

    Luís Montenegro foi questionado sobre como consegue governar com pedidos de demissão sucessivos e respondeu: “Temos uma fibra, uma filosofia, que é intocável, vamos continuar a defender as convicções. Independentemente da espuma dos dias, e de asfixiarem o debate com coisas que correm mal, com o incidente, com o caso, a nossa responsabilidade é continuar a executar a nossa política, os nossos compromissos”.

    O primeiro-ministro diz que “aos que privilegiam o ataque, ao que à mínima coisa saltam e se arrependem, aos que respondem às notícias, aos que governam a pensar nas sondagens como aconteceu na legislação laboral, respondemos com uma palavra: trabalhar.”

  • Montenegro reitera números do IHRU: Casas do PRR vão ser 31 mil

    Sobre habitação, Luís Montenegro diz que as novas habitações no PRR são já “31 mil”, quando a meta do Governo anterior era entregar 26 mil casas.

  • Montenegro questionado sobre prioridade, brinca: "Eu agora respondia que era a reforma da Segurança Social e abríamos os telejornais"

    Luís Montenegro foi questionado por uma aluna sobre que reforma faria se tivesse a garantia de que avançasse. O primeiro-ministro decidiu brincar com o debate público que decorre no País e ironizou: “Eu agora respondia que era a reforma da Segurança Social e abríamos os telejornais”.

    O primeiro-ministro acabou por responder que não diria apenas uma, mas que é uma “harmonia” entre mais reformas que mais defende o interesse do país.

  • Montenegro promete ter "paciência" e "tolerância democrática" com as oposições

    Na resposta aos alunos sobre a forma como lida com o PS e o Chega, Luís Montenegro defende “tolerância democrática de perceber que aos partidos da oposição compete, sobretudo, mostrar o que está mal.” A oposição, lembra, são “vozes que anotam as debilidade, as incorreções” e que “ninguém exercerá bem o poder, se não tiver o respeito profundo e democrático pelo pensamento dos outros.”

    O primeiro-ministro diz que “se isto é respeitar da oposição, também convém que as oposições respeitem quem está no Governo”, o que incluiu que “tenham respeito pela decisão que conduziu a que o Governo fosse este e o primeiro-ministro português fosse, que foi o povo que escolheu.”

    Montenegro diz que “as regras do jogo estão definidas” e, por isso, é “muito estranho quando a AR toma decisões contrárias à linha e à estrutura da governação.” O primeiro-ministro diz que “é possível fazer oposição sem invadir a esfera do Governo.“

    Montenegro diz, no entanto, que é preciso ter “paciência” com a oposição, apesar de fazer muitas “asneiras e disparates”.

  • Montenegro: "Alimentar dependências é política errada que traz pobreza"

    Luís Montenegro foge a uma questão sobre a sustentabilidade do sistema de pensões, dizendo apenas que está ciente de que “é preciso combater a pobreza, a exclusão” e “ter uma gestão eficiente dos recursos públicos disponíveis para as políticas sociais”. Para o primeiro-ministro “combater a fraude na Segurança Social, permite-nos ter políticas sociais para ajudar os que têm.”

    Montenegro diz que “felizmente 2024 e 2025 foram dois anos em que a taxa de risco de pobreza diminuiu, garantindo que o Estado social funciona. Sejam pensões, saúde ou educação, uma coisa é indiscutível: criar riqueza. Só se combate a pobreza, criando riqueza. Não se combate por decreto”.

    O chefe de Governo diz que tem sido de forma “injusta” e “injustificada” acusado de “falta de sensibilidade social”, até porque não fica “circunscrito à nota de lamento em que uma determinada pessoa se encontra”, mas “focado em dar oportunidades às pessoas para amanhã saírem da situação de fragilidade”. E avisa: “Alimentar dependências é política errada que traz pobreza”

  • Montenegro não quer alimentar guerra entre interior e litoral

    Luís Montenegro foi questionado sobre a importância de investir no interior para acabar com as dificuldades, o primeiro-ministro deu um contexto “politicamente incorreto”, dizendo que, por exemplo, “na área metropolitana de Lisboa e Setúbal é que há mais carências em termos de professores ou profissionais de Saúde.”

    O primeiro-ministro lembra que o “novo aeroporto de Lisboa, não é apenas de Lisboa, é nacional.” Mas destaca, claro, que “os investimentos” no litoral devem ser “acompanhados em todos os outros contextos do território, com certeza que sim.”

    Montenegro diz que “já não estamos na época de queixas e lamúrias da coesão territorial. Temos de assegurar atividade económica em todo o território. Para saúde, habitação, educação, cultura, desporto precisamos de economia”. Defende ainda que não se deve colocar interior contra litoral.

    O primeiro-ministro diz que segue o “princípio social-democrata” de que “ninguém tem desigualdades de acesso em função do local onde nasceu”.

  • Montenegro não quer alimentar guerra entre interior e litoral

    Luís Montenegro foi questionado sobre a importância de investir no interior para acabar com as dificuldades, o primeiro-ministro deu um contexto “politicamente incorreto”, dizendo que, por exemplo, “na área metropolitana de Lisboa e Setúbal é que há mais carências em termos de professores ou profissionais de Saúde.”

    O primeiro-ministro lembra que o “novo aeroporto de Lisboa, não é apenas de Lisboa, é nacional.” Mas destaca, claro, que “os investimentos” no litoral devem ser “acompanhados em todos os outros contextos do território, com certeza que sim.”

    Montenegro diz que “já não estamos na época de queixas e lamúrias da coesão territorial. Temos de assegurar atividade económica em todo o território. Para saúde, habitação, educação, cultura, desporto precisamos de economia”. Defende ainda que não se deve colocar interior contra litoral.

    O primeiro-ministro diz que segue o “princípio social-democrata” de que “ninguém tem desigualdades de acesso em função do local onde nasceu”.

  • Montenegro volta a apontar a 10 anos de governação. E que no fim, não só o País, mas também "as pessoas vivam melhor"

    Luís Montenegro é agora questionado pelos alunos sobre que legado pretende deixar. O primeiro-ministro diz que pretende que “no fim do ciclo governativo, as pessoas vivam melhor”, mesmo sabendo que essa é uma “tarefa sempre incumprida”, porque quando “resolve uma questão, outras vão aparecendo”.

    Montenegro quer sair sabendo que “as pessoas melhoraram as condições de vida, que há um país mais justo e que salvaguardar a igualdade de oportunidades”.

    O primeiro-ministro quer que a sua governação seja “uma década de progresso”. Volta também a falar da década 1985-1995, de liderança de Cavaco Silva, como uma de referência.

  • Montenegro destaca como boa medida de imigração a Lei do Retorno que Seguro enviou para o TC

    A primeira questão a Luís Montenegro é sobre as migrações e a situação de Ceuta. O primeiro-ministro diz que quando chegou ao Governo tinha “consciência de que estávamos perante uma situação em que Portugal tinha atingido um patamar de descontrolo que era importante travar.”

    Montenegro diz que o Governo tem “obrigação e interesse de dar aos que trabalham em Portugal terem condições para chegar de forma legal.”

    O chefe de Governo lembra “o imponente número de 1,5 milhões de pessoas, 15% da nossa população”, que não era “conhecido dos portugueses” e que não permitiu adequar os serviços a essa dimensão de imigração. Montenegro diz que implementou “uma política que não é de fechar Portugal, mas é regular esse fluxo. Vale a pena vir pela via regular.”

    Montenegro diz que “ao contrário do que é dito no debate público, os principais defensores desta política, de regular e de humanizar, são os próprios imigrantes. São eles que na rua nos têm abordado para nos agradecer, porque isto valoriza quem vem por bem.”

    O primeiro-ministro elencou várias medidas na imigração, incluindo a que o Presidente da República enviou para o Tribunal Constitucional: “Aprovámos alterações à Lei do Retorno para que os que não cumprem as regras sejam obrigados a regressar aos países de origem.”

  • O primeiro-ministro e líder do PSD, Luís Montenegro, responde esta quinta-feira a alunos da Universidade de Verão do PSD, à distância, numa sessão-surpresa comunicada apenas uma hora antes do encontro. O reitor da Universidade de Verão diz que, desde a fundação da iniciativa, é a primeira-vez que o chefe de Governo responde diretamente aos alunos.

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