Momentos-chave
- O que aconteceu até agora?
- JD Vance diz que Trump ofereceu transformar o Irão num "Estado economicamente próspero" se desistir das "ambições nucleares"
- JD Vance critica clérigos católicos que defendem políticas de imigração: "Cumplicidade com o mal"
- ONG israelita apresenta queixa ao Tribunal Penal Internacional de Pedro Sánchez por apoio ao Irão
- Com a guerra no Irão negociadores norte-americanos “não têm tempo” para Kiev
- Zelensky e Merz lançam parceria de cooperação militar focada na produção de drones
- Países europeus podem formar coligação para desbloquear o Estreito de Ormuz e podem excluir EUA
- Líbano e Israel concordaram encetar "negociações diretas"
- EUA anunciam recompensa de 10 milhões de dólares por informações que levem à captura do líder da milícia iraquiana Kataeb Hezbollah
- Irão "está mais fraco". Embaixador quer acabar "com força de ocupação" iraniana no Líbano
- Israel faz balanço positivo das negociações nos EUA: "Estamos unidos em libertar o Líbano do Hezbollah"
- Após duas horas, dirigentes libaneses e israelitas terminam negociações em Washington. Não há data para segundo encontro
- Enquanto Starmer se prepara para a guerra, chefes militares do Reino Unido são instados a encontrar 4 mil milhões de euros em poupanças
- Hezbollah aumenta intensidade de ataques contra Israel durante a reunião entre dirigentes libaneses e israelitas
- Começa reunião entre dirigentes libaneses, israelitas e norte-americanos. "Oportunidade histórica", diz Rubio
- EUA garantem: nenhum navio atravessou o Estreito de Ormuz desde o início do bloqueio. 6 embarcações "inverteram a marcha"
- Israel também impõe linha vermelha ao Irão: "Remoção do urânio enriquecido é pré-condição para acabar a guerra"
- Trump diz estar “chocado” com Meloni: “Achei que fosse corajosa, mas enganei-me” e afirma que “já não é a mesma”
- Reunião entre Israel e o Líbano em Washington começa às 16h
- Papa Leão XIV: "O coração do nosso Pai não está com os cruéis, arrogantes ou orgulhosos"
- Segunda ronda de negociações entre EUA e Irão poderá ser ainda esta semana
- Irão estará a considerar fazer uma pausa no tráfego marítimo no Estreito de Ormuz para evitar colapso das negociações
- MNE egípcio já está a caminho de Washington para se encontrar com Rubio
- "Cessar-fogo deve incluir o Líbano", diz ministro dos Negócios Estrangeiros francês
- Cimeira sobre o Estreito de Ormuz organizada por Macron e Starmer decorre sexta-feira
- Quatro navios sancionados pelos EUA passaram pelo bloqueio no Estreito de Ormuz
- Qatar diz que está em contacto com parceiros para reabrir Estreito de Ormuz
- Xi Jinping apresenta proposta de quatro pontos para a paz no Médio Oriente
- Rússia oferece-se para receber o urânio enriquecido do Irão
- Paquistão propõe segunda ronda de negociações entre EUA e Irão
- Sergei Lavrov em Pequim para discutir guerras na Ucrânia e no Médio Oriente
- Embaixadores libanês e israelita reúnem pela primeira vez em décadas
- Navio chinês sancionado passa pelo Estreito de Ormuz
Histórico de atualizações
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a instabilidade geopolítica internacional ao longo do dia de ontem, terça-feira.
EUA declaram ter “paralisado por completo” comércio marítimo do Irão
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
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O que aconteceu até agora?
- O vice-presidente norte-americano, JD Vance, declarou que Donald Trump pretende um “grande acordo” com o Irão que resolva completamente o conflito. Trump ofereceu transformar o Irão num “Estado economicamente próspero” se Teerão abandonar as suas ambições nucleares. Entretanto, as negociações entre os EUA e o Irão poderão retomar dentro de dois dias no Paquistão.
- Os embaixadores de Israel e do Líbano reuniram-se pela primeira vez em décadas em Washington, com o objetivo de discutir o desarmamento do Hezbollah. Israel declarou que o desejo é alcançar a paz e a normalização das relações com o Líbano, sublinhando que o problema reside no Hezbollah.
- Na mesma linha, o Hezbollah intensificou ataques contra posições ligadas a Israel durante as negociações em Washington. O chefe da Mossad, David Barnea, afirmou que a missão de Israel no Irão só terminará quando o regime iraniano radical for substituído.
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O Tesouro americano anunciou hoje que não vai prolongar a suspensão temporária de algumas sanções sobre o petróleo iraniano, decidida no mês passado para atenuar os efeitos da guerra no Médio Oriente sobre o mercado dos hidrocarbonetos.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
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JD Vance diz que Trump ofereceu transformar o Irão num "Estado economicamente próspero" se desistir das "ambições nucleares"
No mesmo evento, JD Vance assinalou que Donald Trump não deseja um “acordo limitado” com o Irão, mas antes um “grande acordo que termine com o conflito totalmente”.
O vice-presidente norte-americano recorda que o “acordo de cessar-fogo no Irão está a aguentar-se, enquanto as negociações se prolongam”.
JD Vance assegurou que o Irão nunca vai permitir que o Irão tenha armas nucleares. “A nossa oferta a Teerão é clara: ajam como um país normal e vamos tratar-vos com um país normal”, destacou o vice-presidente dos Estados Unidos.
O número dois da presidência norte-americana sublinhou que o Presidente Trump está a oferecer transformar o Irão num “Estado economicamente próspero” se desistir das “ambições nucleares”.
No Paquistão, JD Vance assegurou que houve “grandes progressos”, ainda que tivesse realçado que havia um “grande nível” de “desconfiança” entre Washington e Teerão.
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JD Vance critica clérigos católicos que defendem políticas de imigração: "Cumplicidade com o mal"
O vice-presidente norte-americano, JD Vance, deixou hoje críticas aos “clérigos católicos que ataquem sem piedade a administração Trump por causa dos assuntos de imigração”.
“A minha resposta é sempre a mesma: como pode um ser humano permitir que traficantes de droga e traficantes de seres humanos de trazer crianças para a fronteira sul?”, questionou JD Vance, num evento da Turning Point (fundada por Charlie Kirk).
JD VANCE NO SE CALLA:
"Me ha frustrado profundamente que algunos clérigos católicos ataquen sin piedad a la administración Trump en temas de inmigración…
Mi respuesta siempre es la misma:
¿Cómo demonios es humano permitir que traficantes de drogas y traficantes de sexo… https://t.co/5uYoh7YHed pic.twitter.com/B03W9NOR9H
— Jhonf Fonseca (@Jhonffonseca) April 14, 2026
O vice-presidente disse que não era “compaixão”. “É cumplicidade com o mal”.
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ONG israelita apresenta queixa ao Tribunal Penal Internacional de Pedro Sánchez por apoio ao Irão
A Organização Não Governamental (ONG) israelita Shurat HaDin apresentou hoje uma queixa ao Tribunal Penal Internacional (TPI) do chefe do governo espanhol, Pedro Sánchez.
De acordo com a imprensa israelita, a ONG Shurat HaDin alegou que Pedro Sánchez apoiou “os crimes de guerra” no Irão.
A ONG referiu que, à luz do artigo 15 do Estatuto de Roma, Espanha deu luz verde à exportação de 1,3 milhões de euros em produtos que poderiam ser utilizados em detonadores e explosivos.
“Esses materiais não são produtos industriais inocentes, mas componentes críticos que podem permitir que aparelhos explosivos funcionem. É previsível que tenham sido transferidos para serem usados em ataques civis”, assegurou a ONG.
A organização — que diz defender os interesses israelitas na comunidade internacional —, pede, assim, que seja emitido um mandado de detenção em nome de Pedro Sánchez, ainda que Israel não integre o TPI.
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Cinco pessoas morreram em Dnipro em ataque russo com míssil balístico
Um míssil balístico lançado pela Rússia esta terça-feira sobre a cidade ucraniana de Dnipro matou cinco pessoas e deixou ao menos 27 feridas.
Na sua página no Facebook, o Gabinete do Procurador-Geral da Ucrânia afirmou que as vítimas eram “civis que dirigiam seus próprios carros numa estrada”. Uma bomba de gasolina foi atingida, dando início a um incêndio.
“O inimigo atacou quatro distritos da região mais de 30 vezes com mísseis, drones e artilharia”, afirmou o responsável militar da região de Dnipro, Oleksandr Ganzha, no Telegram.
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Governo americano anuncia fim da suspensão às sanções sobre petróleo iraniano
O Tesouro americano anunciou hoje que não vai prolongar a suspensão temporária de algumas sanções sobre o petróleo iraniano, decidida no mês passado para atenuar os efeitos da guerra no Médio Oriente sobre o mercado dos hidrocarbonetos.
“A autorização temporária que permite a venda do petróleo iraniano atualmente bloqueado no mar expira dentro de alguns dias e não será renovada“, escreveu o Ministério das Finanças na sua conta na rede social X.
O Tesouro assegura participar no esforço de guerra americano “mantendo uma pressão máxima sobre o Irão”.
Neste contexto, diz estar “pronto a impor sanções secundárias às instituições financeiras estrangeiras que continuem a apoiar as atividades” de Teerão.
O ministério tem em mente instituições financeiras baseadas na China, em Hong Kong, nos Emirados Árabes Unidos e em Omã, segundo um responsável governamental que pediu para não ser identificado.
Washington tinha autorizado por um mês a venda do petróleo iraniano armazenado no mar antes de 20 de março. O que permitiria “colocar cerca de 140 milhões de barris de petróleo no mercado mundial”, tinha declarado o ministro das Finanças norte-americano Scott Bessent.
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Com a guerra no Irão negociadores norte-americanos “não têm tempo” para Kiev
Os negociadores norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner “estão constantemente em negociações com o Irão e não têm tempo para a Ucrânia”, que está preocupada com o seu fornecimento de armas, lamentou hoje o Presidente ucraniano.
Devido à guerra no Irão, iniciada pelos Estados Unidos e por Israel, a questão do fornecimento de armas norte-americanas a Kiev tornou-se “um grande problema”, disse Volodymyr Zelensky à emissora televisiva pública ZDF, após uma visita a Berlim.
“Se a guerra continuar, haverá menos armas para a Ucrânia. Isto é crítico, especialmente em termos de defesa aérea”, explicou o chefe de Estado ucraniano, acrescentando que isso o fornecimento de mísseis ‘Patriot’, muito utilizados no Médio Oriente, e cuja escassez na Ucrânia “não podia ser pior” do que está agora.
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EUA afirmam que Israel tem o "direito de defender-se" dos ataques do Hezbollah
O Governo dos Estados Unidos divulgou uma nota no seu site a afirmar que Israel tem o direito de defender-se dos “contínuos ataques do Hezbollah”, tendo o apoio do país norte-americano, que não criticou os bombardeios e invasões israelitas ao território do Líbano.
O comunicado foi publicado após a reunião trilateral realizada esta terça-feira entre os EUA, Líbano e Israel. Uma negociação com o Hezbollah para um cessar-fogo foi descartada pelos israelitas.
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Mais de 20 navios atravessaram o Estreito de Ormuz, afirmam militares norte-americanos
Nas últimas 24 horas, mais de vinte navios comerciais terão atravessado o Estreito de Ormuz, afirmaram dois militares norte-americanos na notícia avançada pelo Wall Street Journal.
Os portos do Irão seguem bloqueados pelos Estados Unidos, que não confirma a passagem de embarcações por aquela via.
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Rússia ataca instalações de indústria em Zaporíjia. População está em toque de recolher por risco de novos ataques
Um incêndio nas instalações de uma infraestrutura industrial teve início esta noite na cidade de Zaporíjia, na Ucrânia, após um ataque russo, afirmou o chefe da Administração Militar daquela região no Telegram.
Ivan Fedorov disse que os moradores ouviram as explosões do ataque, que classifica como “hostil”. No mesmo canal, o militar alertou para o risco de lançamento de mísseis e ataques com drones.
Não há relatos de feridos nem atualizações até ao momento sobre uma operação para apagar as chamas. Neste momento, Zaporíjia está com o seu sistema de defesa aérea em alerta contra ataques aéreos e a população em toque de recolher.
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Zelensky e Merz lançam parceria de cooperação militar focada na produção de drones
O chanceler alemão e o Presidente ucraniano lançaram hoje uma parceria de cooperação militar, em particular no domínio da produção de drones, na sequência da visita do líder ucraniano a Berlim.
“Isso também é benéfico para nós, para a nossa segurança, pois nenhum exército na Europa foi (…) tão posto à prova em combate como o da Ucrânia. Nenhuma sociedade se tornou mais resiliente do que a Ucrânia, nenhuma indústria de defesa se tornou mais inovadora do que a da Ucrânia”, salientou Friedrich Merz em declarações à comunicação social, ao lado de Volodymyr Zelensky.
Berlim vai financiar também a entrega a Kiev de várias centenas de mísseis Patriot e de lançadores destinados aos sistemas de defesa aérea IRIS-T.
“Um pacote de quatro mil milhões de euros (…) um enorme impulso para a defesa aérea ucraniana”, congratulou-se, por sua vez, o ministro da Defesa ucraniano, Mykhailo Fedorov, na rede social X.
Zelensky anunciou que os dois países estão também a trabalhar num “acordo bilateral sobre drones”.
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Países europeus podem formar coligação para desbloquear o Estreito de Ormuz e podem excluir EUA
Os países europeus estão a ponderar formar uma coligação para desbloquear o Estreito de Ormuz, quando a guerra no Irão terminar. Segundo informa o jornal Wall Street Journal, a Europa pode avançar para essa coligação, excluindo os Estados Unidos.
A Europa enviar contratorpedeiros e outros navios que limpariam as minas no Estreito de Ormuz. O objetivo é dar confiança a empresas e multinacionais para usarem o Estreito após o conflito terminar.
O plano europeu deverá incluir a Alemanha, que se mostrava relutante em entrar numa missão destas. Ainda assim, a presença alemã daria prestígio e um maior peso a esta coligação. Berlim ainda não confirmou que integrará a coligação.
Na sexta-feira, o Presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, vão reunir-se na sexta-feira com outros países para discutir como policiar o Estreito de Ormuz findas as hostilidades.
Os Estados Unidos não farão parte dessa reunião, ao passo que a China e a Índia foram convidadas, mas não é claro se vão participar.
Em relação à coligação, existe um debate em curso entre os europeus. Os diplomatas franceses estão inclinados a não contar com a intervenção norte-americana, uma vez que poderia gerar problemas para o Irão — complicando dessa forma a missão.
Por outra parte, segundo o Wall Street Journal, o Reino Unido teme que a ausência dos Estados Unidos irrita o Presidente Donald Trump.
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Zelensky avisa: Ucrânia pode ser alvo de um ataque russo em larga escala esta noite
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, avisou há momentos em que a Rússia pode levar a cabo um ataque em larga escala contra território ucraniano.
Citado pela Ukrinform, durante uma conferência de imprensa na Noruega, país onde está de visita, Volodymyr Zelensky avisou que a Rússia pode usar mísseis e drones iranianos esta noite.
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Líbano e Israel concordaram encetar "negociações diretas"
Após a reunião nos Estados Unidos da América, Israel e o Líbano concordaram em encetar negociações diretas entre si, lê-se num comunicado divulgado pela diplomacia dos três países, que realça que Telavive e Beirute tiveram um encontro “produtivo”.
O documento não especifica nem a data, nem o local das negociações entre israelitas e libaneses.
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Donald Trump desvaloriza derrota de "amigo" Viktor Orbán
O presidente norte-americano, Donald Trump, demarcou-se hoje da derrota eleitoral do primeiro-ministro húngaro, o ultranacionalista Viktor Orbán, sublinhando que o resultado não corresponde a uma escolha sua, apesar de o considerar um “amigo”.
Numa entrevista ao jornal italiano Il Corriere della Sera, Trump elogiou a política migratória de Orbán, afirmando que o líder húngaro “não permitiu que arruinassem” a Hungria.
Após 16 anos no poder, Orbán foi derrotado nas eleições legislativas de domingo pelo conservador Péter Magyar, que deverá formar um Governo mais alinhado com a União Europeia (UE) e desbloquear o apoio à Ucrânia em Bruxelas.
Durante a campanha eleitoral, o Governo norte-americano envolveu-se diretamente no processo eleitoral húngaro, com o vice-presidente, JD Vance, a deslocar-se a Budapeste para participar num comício de apoio a Orbán.
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Guterres acredita que negociações entre EUA e Irão vão retomar
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, vê “como muito provável” que as negociações entre Estados Unidos e o Irão “retomem”.
Num encontro nas Nações Unidas citado pela Reuters, António Guterres afirmou que considera ser “essencial” que as negociações “se prologuem”.
“Penso que seria irrealista esperar que uma situação tão complexa pudesse ser resolvida na primeira sessão das negociações. Precisamos que as negociações se prologuem e que o cessar-fogo persista”, defendeu António Guterres.
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Venezuela: Parlamento aprova recomendações ao Governo sobre regime e comunidade portuguesa
A comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas aprovou hoje quatro projetos de resolução em que se recomenda ao Governo que reconheça a ilegitimidade do regime venezuelano, apoie a transição democrática e ajude a comunidade portuguesa no país.
As quatro iniciativas, do Chega, do Partido Socialista (PS), da Iniciativa Liberal (IL) e do Livre — cuja versão final foi hoje aprovada, por unanimidade, pela Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas — já tinham sido debatidas em comissão no passado dia 31 de março.
Concretamente, foi recomendado ao Governo que “reconheça a ilegitimidade do regime venezuelano e apoie a transição democrática no país” (IL), que haja o “reforço dos apoios à comunidade portuguesa na Venezuela e a intensificação de esforços que garantam a libertação dos presos políticos portugueses e lusodescendentes” (PS).
Foi ainda pedido que se apoie a “transição democrática na República Bolivariana da Venezuela, o regresso livre dos líderes da oposição e a realização de eleições justas e transparentes” (Chega) e a “defesa do Direito Internacional e de uma transição democrática para o povo venezuelano” (Livre).
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Pelo menos 399 militares dos EUA feridos na guerra do Irão
Pelo menos 399 militares norte-americanos ficaram feridos desde o início da guerra do Irão, informou o Comando Central dos Estados Unidos, segundo a CBS News.
Três estão em feridos com gravidade. 354 já voltaram ao serviço.
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EUA anunciam recompensa de 10 milhões de dólares por informações que levem à captura do líder da milícia iraquiana Kataeb Hezbollah
O Departamento de Estado norte-americano anunciou uma recompensa de 10 milhões de dólares (cerca 8,5 milhões de euros) para quem conceder informações sobre o paradeiro do líder da milícia xiita iraquiana pró-Irão Kataeb Hezbollah, Ahmad al-Hamidawi.
Innocent civilians killed. U.S. citizens kidnapped. Facilities attacked. Up to $10 Million for info on Ahmad al-Hamidawi. Help us stop the violence. Help us stop al-Hamidawi. Send us your tip. pic.twitter.com/J9lEXmN9E4
— Rewards for Justice (@RFJ_USA) April 14, 2026
Os Estados Unidos acusam Ahmad al-Hamidawi de “matar inocentes civis”, “raptar cidadãos norte-americanos” e “atacar edifícios”.
No X, o Departamento de Estado pede ajuda “para parar a violência”. “Ajudem-nos a parar al-Hamidawi.”