Momentos-chave
- Donald Trump ataca Papa Leão XIV: "Não quero um Papa que ache que é OK o Irão ter uma arma nuclear"
- Bardella diz esperar que Magyar "governe no interesse exclusivo do seu país e do povo"
- PPE: "Bem-vinda de volta, Hungria"
- PM finlandês diz que eleição mostra a "vontade forte" dos húngaros de serem "um membro ativo da União Europeia e da NATO"
- Trump pondera retomar ataques militares limitados contra o Irão
- Diretor de comunicação do Fidesz deixa mensagem ao partido: "Podem contar comigo, estou aqui"
- Geert Wilders diz que este é "um dia triste". "Orbán foi o único líder com bolas na Europa"
- Ministro da Agricultura em vias de perder mandato felicita adversária
- Ex-comissário europeu deixa recado a JD Vance: "Fazer da interferência eleitoral grandiosa outra vez"
- "Russos fora!" Primeiro-ministro polaco celebra a "vitória gloriosa" de Magyar
- Magyar pede que "fantoches de Orbán" se demitam — incluindo o Presidente — e avisa: "Quem roubou o país deve ser responsabilizado"
- "O povo húngaro disse sim à Europa", declara Magyar, que anuncia que Hungria vai aderir à Procuradoria Europeia
- Magyar manda recado a Putin: "A Hungria quer ser um país que não seja vassalo de ninguém"
- "Os húngaros disseram 'não' à traição", diz Magyar
- Magyar aponta para supermaioria no Parlamento e celebra: "Derrubámos o regime de Orbán"
- Partido de extrema-direita entra no Parlamento e assume oposição ao Tisza: "Péter Magyar vai abusar do poder que lhe chegou hoje às mãos"
- Hillary Clinton celebra "fim do regime autocrático de Viktor Orbán"
- "My Way", vuvuzelas e lágrimas. A festa dos apoiantes de Magyar
- Partido Socialista diz que este é "um momento político de grande alcance"
- Meloni dá os parabéns a Magyar, mas lembra "intensa colaboração" com Orbán
- Montenegro felicita Péter Magyar
- Diretor de campanha de Orbán: "Ganhar nunca é definitivo, perder nunca é fatal"
- Líder da esquerda demite-se, depois de partido falhar entrada no Parlamento
- Corrida renhida no círculo eleitoral mais fiel ao Fidesz
- "Um Governo completamente corrupto." Iniciativa Liberal celebra queda de Orbán e atira ao Chega
- Metsola diz que "o lugar da Hungria é no coração da Europa"
- Primeiro-ministro libanês está a trabalhar para conseguir a retirada israelita do território
- Apoiantes de Magyar ainda não fazem a festa: "Só acaba quando todos os votos estiverem contados"
- Ursula von der Leyen diz que "Hungria escolheu a Europa"
- Orbán promete continuar a "servir o país" na oposição. "Nunca vamos desistir"
- Orbán reconhece derrota e diz que resultado é "doloroso, mas claro"
- Orbán assume derrota e liga a Magyar a dar-lhe os parabéns
- Com quase 99% dos votos contados, Péter Magyar está à frente com 53% dos votos. Está perto de uma "supermaioria"
- "Obrigado, Hungria!" Péter Magyar faz post no Facebook
- Deputado do Fidesz perde mandato para candidato do Tisza e reconhece a derrota
- Multidão reagiu de forma entusiasta a declaração de Magyar
- Com 6,6% dos votos, Péter Magyar está à frente
- O mecanismo de compensação. Sistema eleitoral pode beneficiar Fidesz
- Magyar: "Com base nas informações que recebemos, estamos otimistas"
- "Eleições decorreram dentro do limite da lei", assegura Presidente da Hungria
- Aliado de Orbán promete investigar fraude e expressa otimismo de que partido pode obter maioria de 100 deputados
- Forte participação eleitoral pode favorecer Péter Magyar
- Sondagem dos últimos dias dá vitória à oposição com 55% dos votos. Tisza pode ficar com dois terços do Parlamento
- Champanhe e gin tónico. Ambiente de festa na campanha de Péter Magyar
- Às 18h30, participação eleitoral era de 77,8%
- Urnas encerradas na Hungria
- Irão regista 3.375 mortos nos bombardeamentos dos EUA e de Israel
- Guarda Revolucionária ameaça inimigos com “turbilhão mortal” no Estreito de Ormuz
- Orbán diz que será precisa uma "grande derrota" eleitoral para se demitir da liderança do Fidesz
- Hungria. Participação eleitoral é a maior de sempre em democracia
- Trump diz que Irão vai voltar às negociações. "Eu quero tudo", declarou
- "Se tivermos de morrer, morreremos", diz Presidente de Cuba sobre um possível ataque dos EUA
- "Nós não vamos deixar o Irão fazer dinheiro vendendo petróleo", diz Trump à Fox News
- Israel diz que já gastou 10 mil milhões de euros na guerra contra o Irão
- Trump ameaça quem pagar portagem ao Irão e quem atirar contra os EUA "vai para o inferno"
- Trump anuncia bloqueio ao Estreito de Ormuz
- Putin quer mediar esforços para paz no Médio Oriente
- Nem equipa técnica dos EUA ficou no Paquistão
- Irão diz que apresentou "iniciativas a pensar no futuro", mas EUA não conquistaram a confiança iraniana
- 44 dias sem acesso à internet no Irão
- Israel e Líbano vão negociar em Washington
- Irão espera repor 70-80% da capacidade de refinação em dois meses
- Irão: "A diplomacia nunca termina"
- Rússia e Ucrânia acusam-se de violações do cessar fogo
- Paquistão pede a Irão e EUA que respeitem cessar fogo
- Saíram pelo Estreito de Ormuz no sábado 6 milhões de barris de petróleo
- Arábia Saudita diz que oleoduto foi reparado e está a bombar a toda a capacidade
- Teerão diz que “ninguém estava à espera” de um acordo imediato entre Irão e EUA
- Teerão diz que situação de Ormuz só mudará se EUA “aceitarem acordo razoável”
- A declaração de JD Vance
- Irão: "Sucesso deste processo diplomático depende da seriedade e da boa-fé da parte contrária"
- "A má notícia é que não chegámos a um acordo", declarou JD Vance
Histórico de atualizações
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Com quase 99% dos votos contados, Péter Magyar está à frente com 53% dos votos. Está perto de uma "supermaioria"
Com 98,93% dos votos contabilizados, estes são os resultados das eleições legislativas húngaras:
- Tisza (Péter Magyar): 53,06% (138 mandatos)
- Fidesz (Viktor Orbán): 38,43% (55 mandatos)
- Nossa Pátria (László Toroczkai): 5,83% (6 mandatos)
- Coligação Democrática (Klára Dobrev): 1,18% (0 mandatos)
A maioria absoluta no Parlamento húngaro é de 100 deputados. Para uma supermaioria — dois terços do Parlamento —, são precisos 133 deputados.
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Fechámos este liveblog. Abrimos entretanto um novo artigo para acompanhar os acontecimentos internacionais, em especial o rescaldo das eleições na Hungria.
Obrigado por ter estado connosco.
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Donald Trump ataca Papa Leão XIV: "Não quero um Papa que ache que é OK o Irão ter uma arma nuclear"
O Presidente dos EUA, Donald Trump, fez uma publicação na sua rede social Truth Social em que critica o Papa Leão XIV por não apoiar a sua agenda.
“Não quero um Papa que ache que é OK o Irão ter uma arma nuclear, não quero um Papa que ache terrível a América ter atacado a Venezuela”, escreveu, dizendo também que não quer “um Papa que critica o Presidente dos Estados Unidos, porque eu estou a fazer exatamente aquilo [para que] fui eleito, DE LONGE”.
“Se eu não estivesse na Casa Branca, o Leão não estaria no Vaticano”, declarou, depois de ter deixado claro que gosta mais do irmão de Robert Prevost, Louis, “porque o Louis é todo MAGA”. “Ele entende, o Leão não entende!”
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Bardella diz esperar que Magyar "governe no interesse exclusivo do seu país e do povo"
O presidente da União Nacional francesa, Jordan Bardella, reagiu ainda ao início da noite ao resultado das eleições na Hungria, destacando que a vitória de Magyar “demonstra que as acusações incessantes das instituições europeias nos últimos anos contra a democracia húngara eram infundadas”.
“Viktor Orbán é um grande patriota, que alcançou durante seu mandato o ressurgimento económico da Hungria, promoveu políticas familiares que permitiram proteger a natalidade e defendeu as fronteiras de seu país e da Europa diante dos fluxos migratórios”, escreveu.
Do sucessor disse — sem nomear Magyar — que espera que “governe no interesse exclusivo do seu país e do povo”.
Les Hongrois se sont exprimés et ont donné une majorité claire à Peter Magyar. Ce résultat, accueilli respectueusement par Viktor Orbán, démontre que les accusations incessantes des institutions européennes ces dernières années contre la démocratie hongroise étaient infondées.…
— Jordan Bardella (@J_Bardella) April 12, 2026
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PPE: "Bem-vinda de volta, Hungria"
O Partido Popular Europeu (PPE), família política à qual pertence o Tisza (e também o PSD e o CDS em Portugal), deixou uma mensagem no Facebook onde diz simplesmente “Bem-vinda de volta, Hungria!”
O Fidesz de Viktor Orbán fez parte da família do PPE durante muitos anos, mas, em março de 2019, foi banido desta família política, com os seus membros a invocarem problemas do partido húngaro em temas como o Estado de Direito, a liberdade de imprensa, os direitos de minorias e a retórica eurocética.
O partido de Viktor Orbán acabou por ajudar a fundar no Parlamento Europeu uma nova família política, os Patriotas pela Europa, onde estão partidos como a União Nacional de Marine Le Pen, o Vox e o Chega.
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PM finlandês diz que eleição mostra a "vontade forte" dos húngaros de serem "um membro ativo da União Europeia e da NATO"
O primeiro-ministro da Finlândia, Petteri Orpo, reagiu aos resultados eleitorais da Hungria, sublinhando que o resultado mostra a “vontade forte” dos húngaros de serem “um membro ativo da União Europeia e da NATO”.
“O resultado eleitoral dá à Hungria a oportunidade de regressar à nossa comunidade de valores e segurança como um ator construtivo”, escreveu Orpo, que felicitou Péter Magyar.
In democratic elections, the Hungarian people have demonstrated their strong will to be an active member of European Union and NATO.
— Petteri Orpo (@PetteriOrpo) April 12, 2026
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Trump pondera retomar ataques militares limitados contra o Irão
Donald Trump está a ponderar retomar a ofensiva militar contra o Irão através de ataques limitados, segundo o The Wall Street Journal.
Depois do fracasso no encontro diplomático em Islamabad, o Presidente dos EUA passou grande parte do domingo num resort em Miami onde se reuniu com vários conselheiros e discutiu soluções para quebrar o impasse nas negociações com o Irão.
Além de bloquear o Estreito de Ormuz, uma das opções em cima da mesa é retomar os ataques limitados ao Irão, escreve o jornal norte-americano. Trump também poderá realizar uma nova ronda de ataques em larga escala, mas essa é vista como uma alternativa menos provável.
O próprio Presidente norte-americano admitiu retomar os ataques, numa entrevista este domingo à Fox News. “Detestaria fazê-lo, mas as águas, as estações de dessalinização, as centrais elétricas deles são muito fáceis de atingir”, afirmou Trump.
Apesar destas ameaças, a solução diplomática também não foi totalmente descartada, de acordo com o The Wall Street Journal.
“O presidente já ordenou um bloqueio marítimo ao Estreito de Ormuz, pondo fim à extorsão iraniana, e mantém sabiamente todas as opções adicionais em aberto”, afirmou a porta-voz da Casa Branca, Olivia Wales. “Quem quer que esteja a dizer ao The Journal que sabem o que o Presidente vai fazer a seguir está apenas a especular.”
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Líder da oposição israelita felicita Magyar
Yair Lapid, líder da oposição israelita, usou o X para felicitar Péter Magyar pela vitória.
“Espero que, sob a sua liderança, as relações entre Israel e a Hungria continuem a aprofundar-se e a fortalecer-se”, escreveu.
Gratulálok @magyarpeterMP és a Tisza Pártnak a magyar választásokon aratott győzelemhez! Remélem, hogy az Ön vezetése alatt Izrael és Magyarország kapcsolatai tovább mélyülnek és erősödnek. Sok sikert!
— יאיר לפיד – Yair Lapid (@yairlapid) April 12, 2026
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Diretor de comunicação do Fidesz deixa mensagem ao partido: "Podem contar comigo, estou aqui"
O diretor de comunicação do Fidesz, Tamás Menczer, fez uma publicação no Facebook onde declara que “não se troca de família, de partido e de clube”.
“A honestidade e o caráter não são uma questão de resultados eleitorais”, escreveu. “Podem contar comigo, estou aqui. Estamos aqui. Só o Fidesz!”
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Geert Wilders diz que este é "um dia triste". "Orbán foi o único líder com bolas na Europa"
Geert Wilders, líder do PVV — partido de extrema-direita dos Países Baixos que pertence à mesma família política que o Fidesz, os Patriotas da Europa —, reagiu à vitória de Magyar classificando este como “um dia triste”.
“Orbán foi o único líder com bolas na UE. Rígido em migração e anti-woke”, escreveu no X. “Agora estamos com fracos como [Rob] Jetten [PM neerlandês], Macron, Sanchez e Merz. Um dia triste. Mas continuamos a lutar!”
Orban was de enige leider met ballen in de EU. Streng op migratie en anti-woke. Budapest is dankzij hem een oase van veiligheid vergeleken met A’dam, Brussel of Parijs. Nu zitten we met zwakkelingen als Jetten, Macron, Sanchez en Merz. Een trieste dag. Maar we blijven vechten! ????
— Geert Wilders (@geertwilderspvv) April 12, 2026
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Ministro da Agricultura em vias de perder mandato felicita adversária
István Nagy, ministro da Agricultura, está atrás da candidata do Tisza no seu círculo eleitoral com quase 10 pontos percentuais de diferença, e, por isso, reconheceu a derrota.
“Agradeço-vos pela vossa confiança e estou grato por ter podido servir o povo desta região”, escreveu no Facebook. “Felicito a Dra. Krisztina Porpáczy pela sua vitória.”
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Ex-comissário europeu deixa recado a JD Vance: "Fazer da interferência eleitoral grandiosa outra vez"
O antigo comissário europeu de França, Thierry Breton, escreveu uma mensagem no X com um recado desafiador a JD Vance, identificado na publicação: “Fazer da interferência eleitoral grandiosa outra vez”, escreveu, invocando o slogan Make America Great Again.
Make election interference great again, @JDVance.
— Thierry Breton (@ThierryBreton) April 12, 2026
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Começa amanhã o bloqueio dos EUA ao Estreito de Ormuz
Os Estados Unidos da América vão começar amanhã o bloqueio aos portos iranianos anunciado hoje por Donald Trump.
O Comando Central dos EUA anunciou que o bloqueio começou às 10h00 (hora da costa leste dos EUA, ou seja, 15h em Lisboa), segundo a Associated Press.
O bloqueio será “aplicado de forma imparcial contra embarcações de todas as nações” que entrem ou saiam dos portos e zonas costeiras do Irão, mas continuarão a ser permitidas viagens pelo Estreito de Ormuz caso sejam realizados entre portos não iranianos.
Mesmo após o acordo de cessar-fogo, o tráfico marítimo no estreito tem sido limitado com cerca de 40 navios comerciais a atravessa-lo desde então.
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"Russos fora!" Primeiro-ministro polaco celebra a "vitória gloriosa" de Magyar
O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, também já reagiu aos resultados eleitorais na Hungria, dizendo que o país, a Polónia e a União Europeia estão “novamente juntas”.
“Vitória gloriosa, queridos amigos!”, escreve Tusk, que depois cita a frase usada pela campanha de Magyár “Ruszkik haza!” (Russos, fora).
Hungary ???????? Poland ???????? Europe ????????
Back together! Glorious victory, dear friends! Ruszkik haza!— Donald Tusk (@donaldtusk) April 12, 2026
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Magyar pede que "fantoches de Orbán" se demitam — incluindo o Presidente — e avisa: "Quem roubou o país deve ser responsabilizado"
O primeiro-ministro eleito da Hungria pediu aos “fantoches” de Viktor Orbán em altos cargos do regime se demitam.
“Hoje, os húngaros decidiram a favor da mudança de regime. Aqueles que foram fantoches e pilares do sistema devem deixar a vida pública. Apelo ao Presidente da República [Tamás Sulyok, que é escolhido pelo Parlamento] que me deixe governar e, em seguida, que deixe o cargo com a maior dignidade que ainda lhe resta”, afirmou Péter Magyar.
Péter Magyar apelou também a Viktor Orbán não funcione como um “primeiro-ministro interino” e não tentam travar a “vontade de mudança na Hungria”.
Adicionalmente, Péter Magyar prometeu que a Hungria não é agora “um país sem consequências”. “Aqueles que roubaram o país devem ser responsabilizados”, avisou.
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"O povo húngaro disse sim à Europa", declara Magyar, que anuncia que Hungria vai aderir à Procuradoria Europeia
“Que esta seja também a data de ouro da liberdade húngara — não a vitória de um partido sobre outro, mas a vitória dos húngaros sobre aqueles que os traíram. Que esta seja a vitória de todos os húngaros, tanto dos que votaram em Tisza como dos que não votaram”, afirmou Péter Magyar.
O político húngaro deixou claro que os húngaros “disseram ‘sim’ à Europa”. Péter Magyar anunciou que a Hungria voltará a ter um sistema com checks and balances — e adiantou que Budapeste vai aderir à Procuradoria Europeia.
Péter Magyar deixou a garantia de que o “Governo do Tisza representa todos” os húngaros. “Esse é o dever do Governo húngaro em todos os momentos.” Pediu também aos húngaros no estrangeiro para retornarem à Hungria.
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António Costa antecipa colaboração com Magyar "para tornar a Europa mais forte e mais próspera"
António Costa disse estar “ansioso por trabalhar em estreita colaboração com Peter Magyar para tornar a Europa mais forte e mais próspera”.
“A afluência recorde às urnas demonstra o espírito democrático do povo húngaro. Pronunciaram-se — e a sua vontade é clara”, escreveu o Presidente do Conselho Europeu nas redes sociais.
Record turnout shows the democratic spirit of the Hungarian people. They have spoken—and their will is clear.
I look forward to working closely with @magyarpeterMP to make Europe stronger and more prosperous.
— António Costa (@eucopresident) April 12, 2026
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Magyar manda recado a Putin: "A Hungria quer ser um país que não seja vassalo de ninguém"
Péter Magyar aproveitou o discurso de vitória para mandar uma mensagem para Moscovo: “A Hungria quer ser um país que não seja vassalo de ninguém”. Muitos presentes no local em que o presidente do Tisza discursava gritavam: “Russos para casa”.
Aquele que será o próximo primeiro-ministro prometeu um país “onde ninguém seja estigmatizado por pensar diferente da maioria”. “Que ninguém seja estigmatizado por amar diferente da maioria, por acreditar que é diferente da maioria. Um país onde não importa quem conhece quem, mas sim que tipo de pessoa ela é, onde pode ter filhos e formar família em segurança”, declarou Péter Magyar.
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Presidente da Roménia espera "escrever um novo capítulo" nas relações com a Hungria
O Presidente da Roménia parabenizou Peter Magyar por uma “vitória histórica” nas eleições deste domingo, considerando que “o povo húngaro se pronunciou de forma clara e contundente”.
“A Roménia e a Hungria são vizinhas, parceiras e membros da UE e da NATO. Estou ansioso por escrever um novo capítulo nas relações romeno-húngaras, baseado no respeito mútuo, no diálogo aberto e no nosso compromisso comum com os valores europeus e euro-atlânticos.”
“Existem grandes oportunidades para trabalharmos em conjunto na segurança regional, na cooperação económica e no bem-estar dos nossos povos”, concluiu Nicușor Dan.
???????????????? Congratulations @magyarpeterMP and Tisza Party on your landmark victory! The Hungarian people have spoken with a clear and powerful voice.
Romania and Hungary are neighbours, partners and fellow EU and NATO members. I look forward to building a new chapter in…
— Nicușor Dan (@NicusorDanRO) April 12, 2026
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"Os húngaros disseram 'não' à traição", diz Magyar
No discurso da vitória, Péter Magyar acusou Viktor Orbán de ter tentado travar a sua campanha. “Conseguimos alcançar uma grande vitória apesar das adversidades.”
Péter Magyar lembrou que o Fidesz “mobilizou todo o seu aparato” contra o Tisza — mas não conseguiu. “A verdade triunfou sobre as mentiras.”
“O amor venceu hoje, porque o amor vence sempre”, declarou, acrescentando: “Os húngaros disseram ‘não’ ao engano, às mentiras, à desinformação e à traição”.