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  • Bom dia.

    Este liveblog fica por aqui. Pode acompanhar as notícias sobre o conflito no Médio Oriente e as outras tensões internacionais, nesta ligação.

  • Vance desculpa publicação de Trump representado como Jesus Cristo: era uma "piada" que as pessoas não perceberam

    Instado por Bret Baier a comentar um dos incidentes que marcou esta segunda-feira — quando Donald Trump publicou e depois apagou uma imagem gerada por IA e partilhada na rede social Truth Social onde surgia como se de Jesus Cristo se tratasse — JD Vance minimizou o caso, considerando que o Presidente dos EUA “gosta de agitar as águas nas redes sociais” e que isso é uma virtude sua, de não ter filtros.

    Donald Trump partilha imagem gerada por IA em que surge como se fosse Jesus Cristo e apaga após indignação dos seus apoiantes

    “Eu acho que o Presidente estava a publicar uma piada e depois claro que apagou-a quando se apercebeu que as pessoas não estavam a entender o seu humor”, afirmou.

    De notar que, antes de Trump apagar a imagem, foi alvo de duras críticas da direita cristã norte-americana, que o acusou de partilhar blasfémias. Em resposta ao desagrado, o Presidente dos EUA justificou a partilha, afirmando que pensava estar a fazer-se representar como se fosse um médico da Cruz Vermelha.

  • Vance pede ao Vaticano para não se intrometer na política dos EUA e "cingir-se a questões de moralidade"

    Apesar de ser um autoproclamado católico, JD Vance optou também por comentar o desaguisado entre Donald Trump e o Papa Leão XIV, depois do presidente dos EUA lançar um ataque sem precedentes sobre uma figura papal.

    “Quando há conflito, há conflito. Não me preocupo muito com isso. Brett, acho que é uma coisa natural”, afirmou no decurso da mesma entrevista a Bret Baier na Fox News, frisando que considera que o caso “não é particularmente digno de notícia”.

    “Nalguns casos”, porém, “o melhor seria o Vaticano cingir‑se a questões de moralidade, cingir‑se ao que se passa na Igreja Católica e deixar que o [Presidente dos Estados Unidos] trate de ditar a política pública americana”, avisou.

  • JD Vance diz que foram conseguidos progressos nas negociações do fim de semana mas que "a bola está do lado dos iranianos"

    O vice-presidente dos EUA afirmou esta segunda-feira numa entrevista à Fox News que os Estados Unidos fizeram progressos nas conversações com o Irão, mas que depende dos iranianos as negociações progredirem.

    Contrariando a versão dada por Teerão, JD Vance afirma que ele e a sua equipa abandonaram o Paquistão sem um acordo porque “a equipa [iraniana] que lá estava não conseguiu fechar o acordo e teve de regressar a Teerão — seja junto do líder supremo ou de outra pessoa — para obter aprovação para os termos que tínhamos definido”.

    “Se teremos mais conversas, se chegaremos ou não a um acordo, acho mesmo que a bola está do lado iraniano, porque pusemos muito em cima da mesa”, continuou o vice-presidente, adiantando que o lado norte-americano deixou muito claras quais as suas linhas vermelhas.

    E deixámos igualmente muito claro que ficaríamos muito satisfeitos se o Irão fosse tratado como um país normal, se tivesse uma economia normal, se o seu povo pudesse prosperar e viver melhor. Mas, para que o Irão seja um país normal do ponto de vista económico, terá de ser um país normal do ponto de vista de não procurar uma arma nuclear e terá de ser um país normal do ponto de vista de não promover o terrorismo”, afirmou.

    “Acho mesmo que há aqui um grande acordo possível, mas cabe aos iranianos darem o próximo passo”, frisou, acrescentando também esperar que se consiga progredir nas negociações para reabrir o Estreito de Ormuz.

  • Lavrov diz a Araghchi que combates não podem recomeçar e que Moscovo está pronta a ajudar

    O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, falou hoje ao seu homólogo iraniano, Abbas Araghchi, transmitindo-lhe a importância de evitar o regresso dos combates no Médio Oriente.

    “Sergei Lavrov salientou a importância de impedir um novo surto de confrontos armados e reiterou a inabalável disponibilidade da Rússia para ajudar a resolver a crise, que não tem solução militar”, afirmou o Ministério russo dos Negócios Estrangeiros, citado pela AFP.

  • Secretário da Energia dos EUA admite que preços do petróleo poderão atingir o seu pico "nas próximas semanas"

    Presente na cimeira Semafor World Economy, Chris Wright admitiu que os preços do petróleo vão continuar a subir até que seja retomado um nível de tráfego marítimo “significativo” através do Estreito de Ormuz, devendo atingir o seu pico “nas próximas semanas”.

    Como reporta a Reuters, o Secretário da Energia dos EUA parece assim contradizer declarações anteriores em que indicara que os preços do petróleo deveriam começar a descer em breve.

  • Israel terá convocado embaixador italiano devido a comentários de Tajani sobre a morte de civis no Líbano

    O embaixador de Itália em Israel terá sido convocado para receber uma reprimenda devido aos comentários do ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, que condenou os “ataques inaceitáveis” de Israel contra civis no Líbano durante uma visita a Beirute para encontrar-se com o seu homólogo libanês e o presidente do país.

    A informação está a ser adiantada pela AFP e citada pelo Times of Israel, seguindo as informações de uma fonte diplomática italiana.

    Tajani já tinha feito comentários idênticos às ações israelitas no Líbano, afirmando que a sua deslocação serviria para “transmitir a solidariedade da Itália, na sequência dos ataques inaceitáveis de Israel contra a população civil.

  • Organizações financeiras mundiais alertam para choque petrolífero provocado por guerra no Médio Oriente e bloqueio do Estreito de Ormuz

    Os diretores do Fundo Monetário Internacional (FME), do Banco Mundial e da Agência Internacional de Energia (AIE) assinaram esta segunda-feira um comunicado conjunto onde avisam para os custos que o conflito poderá provocar na economia global, afetando países mais pobres.

    “O impacto da guerra é substancial, global e altamente assimétrico, afetando de forma desproporcional os importadores de energia, em particular os países de baixos rendimentos”, lê-se na nota, notando também que “alguns produtores de petróleo e gás no Médio Oriente registaram igualmente uma queda acentuada das receitas de exportação”.

    “O choque levou a uma subida dos preços do petróleo, do gás e dos fertilizantes, gerando também preocupações com a segurança alimentar e a perda de postos de trabalho”, referem ainda, ecoando os avisos que a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura já tinha feito esta tarde.

    Os diretores alertam então que, mesmo com o cessar-fogo atingido entre o Irão e os EUA, “a situação continua muito incerta e o transporte marítimo através do Estreito de Ormuz ainda não voltou ao normal”.

    “Mesmo após a retoma dos fluxos regulares de transporte através do Estreito, levará tempo até que a oferta global de produtos essenciais regresse aos níveis anteriores ao conflito — e os preços dos combustíveis e dos fertilizantes poderão permanecer elevados durante um período prolongado, devido aos danos infligidos às infraestruturas. Devido às perturbações na oferta, a escassez de insumos essenciais é suscetível de ter implicações para a energia, a alimentação e outros sectores. A guerra também deslocou pessoas à força, afetou o emprego e reduziu as viagens e o turismo, o que poderá demorar tempo a inverter” completam.

    Citado pela Associated Press, Fatih Birol, diretor executivo da AIE, afirmou que as perturbações no abastecimento de petróleo decorrentes do conflito constituem “o maior desafio à segurança energética da história”, temendo que a situação ainda seja pior em abril que em março, já que muitos carregamentos de combustível de antes da guerra ainda estavam a chegar aos portos no mês passado.

  • Cerca de 50 pessoas detidas esta segunda-feira em Nova Iorque em manifestação de organização judaica contra a ajuda militar dos EUA a Israel

    Em causa estão os protestos marcados pelo “Jewish Voice for Peace”, um grupo judaico pró-palestiniano e anti-Israel, onde tomaram parte cerca de 200 pessoas.

    Os manifestantes começaram por reunir-se perto dos escritórios do líder democrata no Senado, Chuck Schumer, e da sua colega no Congresso, Kirsten Gillibrand. O grupo acusa os dois políticos de terem votado contra uma medida destinada a bloquear a venda de armas dos EUA a Israel, escreve o Times of Israel, citando a AFP.

    De seguida, bloquearam uma avenida em Manhattan durante pouco menos de uma hora, o que levou à intervenção da polícia de Nova Iorque.

  • Trump ataca cobertura do The New York Times da guerra com o Irão

    O Presidente dos EUA voltou a veicular a sua opinião através da sua rede social Truth Social, atacando a cobertura que o jornal The New York Times tem feito do conflito iniciado com o Irão.

    “Para aquelas pessoas que ainda leem o falido The New York Times e, apesar de o Irão ter sido totalmente aniquilado, militarmente e em todos os outros aspetos, poderiam pensar que o Irão está, na verdade, a ganhar ou, no mínimo, a sair-se bastante bem”, começa por escrever Donald Trump, seguindo-se então vários lamentos.

    “Isso não é verdade, e o The New York Times sabe que se tratam de notícias falsas! Quando é que este meio de comunicação corrupto pede desculpa pelas suas mentiras e ações horríveis contra mim, os meus apoiantes e o próprio nosso país! Não têm vergonha? Não têm sentido de decência”, queixou-se o presidente.

  • Venezuelanos questionam onde está o dinheiro da venda de petróleo aos EUA

    Cem dias após a captura de Nicolás Maduro, os venezuelanos continuam expectantes sobre o futuro, a queixar-se da lentidão da transição e a questionar onde está o dinheiro da venda de petróleo e ouro aos EUA.

    “Já passaram cem dias. Não vemos melhoria na economia e a transição marcha lentamente. Desde então a Venezuela está a vender petróleo e ouro aos EUA, mas não sabemos onde vai parar esse dinheiro”, explicou um venezuelano à Lusa.

    Javier Cedeño, contabilista explicou que os venezuelanos esperavam que com uma maior entrada de recursos, fosse já notável uma melhoria nalguns serviços, entre eles no abastecimento de energia elétrica, de água, e na atenção em saúde.

    “Acreditávamos que ao haver mais recursos, chegassem dólares ao mercado e os preços dos produtos baixassem, mas não vemos isso. Pelo contrário tudo sobe de preço diariamente, inclusive nos valores referenciais em dólares e o bolívar [a moeda venezuelana] continua a perder valor”, explicou.

    Por outro lado, a administradora de um condomínio Elizabeth Sánchez, explicou à Lusa que “não se percebem mudanças reais no país, quer políticas, quer económicas”.

    “Muitos venezuelanos estávamos esperançados em um câmbio que parece não estar a acontecer ou se dará muito lentamente. O custo de vida diário está inclusive mais alto que no ano passado. Falou-se de milhões de dólares em venda de petróleo aos EUA, mas não sabemos o que está a acontecer”, disse.

  • "Irão continuará as negociações apenas no âmbito do direito internacional", disse Pezeshkian a Macron

    O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, falou ao telefone com o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, tendo dito que as “exigências excessivas” dos Estados Unidos impediram um acordo nas negociações realizadas no fim de semana entre Washington e Teerão.

    “Estabelecemos claramente as condições para o cessar-fogo e continuamos empenhados em cumpri-las”, disse Pezeshkian a Macron, de acordo com a CNN. “As exigências excessivas dos EUA impediram que se chegasse a um acordo. O Irão continuará as negociações apenas no âmbito do direito internacional“, sublinhou.

    Pezeshkian disse, ainda, que qualquer ameaça ao Estreito de Ormuz poderá ter “consequências globais”, referindo-se às declarações do Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o bloqueio à passagem de qualquer navio.

    EUA preparam-se para bloqueio aos portos iranianos no Estreito de Ormuz. Como poderá funcionar a operação?

  • Chanceler alemão insta Netanyahu a pôr fim a combates no Líbano

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, instou esta segunda-feira o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a pôr fim aos combates no sul do Líbano e a iniciar conversações de paz diretas com o Governo libanês.

    Segundo um porta-voz do Governo alemão, numa conversa telefónica com Netanyahu, Merz expressou também “profunda preocupação” com a evolução da situação nos territórios palestinianos e sublinhou que não deve haver “qualquer anexação parcial ‘de facto’ da Cisjordânia”.

    Dirigindo-se ao homólogo israelita, Merz acrescentou que “a Alemanha está pronta para contribuir para assegurar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz”, mas apenas após o “fim das hostilidades” e “desde que as condições necessárias sejam reunidas”, de acordo com o porta-voz.

  • "Não vamos discutir um cessar-fogo com o Hezbollah", diz Governo israelita

    O Governo de Israel respondeu aos apelos para que o país se junte ao cessar-fogo acordado entre os Estados Unidos e o Irão, afirmando que não deseja que esse assunto faça parte da agenda das próximas negociações com o Líbano.

    “Não vamos discutir um cessar-fogo com o Hezbollah, que continua a realizar ataques indiscriminados contra Israel e os nossos civis”, disse um porta-voz do Governo, citado pela Sky News.

  • Cruz Vermelha considera ataques israelitas a centros de saúde no Líbano "extremamente preocupantes"

    O Comité Internacional da Cruz Vermelha reagiu esta tarde a um ataque contra os seus profissionais de saúde no Líbano, depois de um dos seus centros ter sido atingido esta segunda-feira, causando um morto, e de um dos seus voluntários ter morrido resultante de um outro incidente no domingo.

    “A perda daqueles que dedicam as suas vidas a salvar outras pessoas é extremamente preocupante, dado o impacto sobre os civis que dependem da sua ajuda”, afirmou Agnes Dhur, chefe da delegação do CICV no Líbano, em comunicado citado pela Reuters.

    O ataque, levado a cabo por Israel, ocorreu em Tiro e terá provocado a morte de uma pessoa e danificado veículos da Cruz Vermelha libanesa.

    As Forças de Defesa de Israel afirma que o ataque em causa foi direcionado contra “um terrorista do Hezbollah” mas que ia investigar as informações de que o ataque teria causado danos a um centro da Cruz Vermelha.

  • Guarda Revolucionária Iraniana ameaça com "capacidades bélicas das quais o inimigo não faz a menor ideia" se guerra continuar

    Sardar Mohseni, porta-voz do Corpo da Guarda Revolucionária Iraniana, deixou avisos esta tarde aos EUA e a Israel se o conflito recomeçar após fim do cessar-fogo.

    “Revelaremos métodos de guerra inovadores para os adversários terão uma capacidade limitada de resposta”, ameaçou Mohseni, em declarações veiculadas pelos meios de comunicação estatais iranianos.

    “Ainda não revelámos muitas das nossas capacidades. Se a guerra continuar, revelaremos capacidades que o inimigo nem imagina”, atirou também. De resto, como aponta o The New York Times, Mohseni não especificou a que tipo de capacidades bélicas se estava a referir.

  • Guterres pede respeito pela "liberdade de navegação" no Estreito de Ormuz e reafirma que "não existe uma solução militar" para o conflito

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, recorreu à rede social X para deixar algumas mensagens a propósito da situação internacional propiciada pelos conflitos a terem lugar no Médio Oriente.

    “Após semanas de destruição e sofrimento, é evidente que não existe uma solução militar para o atual conflito no Médio Oriente”, alertou o português, apelando ao “reinício das negociações para que se chegue a um acordo”.

    Guterres pediu para que o cessar-fogo conseguido seja “absolutamente preservado”, sublinhando que “todas as violações devem cessar”.

    O secretário-geral da ONU referiu-se ainda às situações de bloqueio do transporte marítimo junto ao Golfo Pérsico, afirmando que “todas as partes envolvidas no conflito devem respeitar a liberdade de navegação, incluindo no Estreito de Ormuz, em conformidade com o direito internacional”.

  • EUA pediram ao Irão que congelasse enriquecimento de urânio durante 20 anos, Teerão respondeu que não aceitaria mais de 10

    Os EUA propuseram que o Irão aceitasse uma moratória de, no mínimo, 20 anos sobre o enriquecimento de urânio durante as negociações em Islamabad no fim de semana, adiantou o Axios esta segunda-feira, citando fontes ligadas ao processo.

    O mesmo meio de comunicação refere que os iranianos fizeram uma contraproposta de um período mais curto, de “um único dígito” — ou seja, menos de 10 anos.

    Além disso, os EUA pediram também que o Irão que removesse todo o urânio altamente enriquecido do país. Teerão antepôs com um “processo monitorizado de diluição”, ou seja, uma remoção mais lenta.

    Terão sido estes dois pontos de contenção a fazer cair as negociações, revela Seyyed Mahmoud Nabavian, deputado iraniano que fez parte da equipa negocial de Teerão.

    Entretanto, a conduta de JD Vance deixou os iranianos “furiosos”, já que, apesar de ainda não ter sido alcançado qualquer acordo, estavam convencidos na manhã de domingo que havia margem de aproximação. O vice-presidente dos EUA, todavia, optou por marcar uma conferência de imprensa onde não deu qualquer indicação de que um acordo estivesse próximo, culpando os iranianos e anunciando que a delegação norte-americana ia deixar Islamabade.

  • Administração Trump admite outra potencial reunião presencial com iranianos depois de primeiro falhanço

    A CNN Internacional adiantou esta tarde, citando uma fonte familiarizada com as negociações, que membros da Administração Trump estão a discutir internamente os detalhes de uma possível segunda reunião presencial com responsáveis iranianos antes que o cessar-fogo entre Washington e Teerão termine na próxima semana.

    O canal televisivo refere que estão a ser avaliados possíveis locais e datas para um novo encontro – depois das negociações de sábado, em Islamabade, não terem logrado sucesso — e que estão a avaliar a disponibilidade dos iranianos e dos mediadores na região.

    A fonte alerta que estes avanços são ainda muito preliminares, frisando ainda assim que os EUA têm “de estar preparados para organizar algo rapidamente, caso as coisas evoluam nessa direção”.

    Durante a tarde, a mesma CNN Internacional — tal como a Reuters — já tinha noticiado que os EUA e o Irão continuavam em negociações, com ambas as partes à procura de uma saída diplomática para a guerra.

  • Exército israelita reclama 150 ataques no Líbano antes de negociações

    Os militares israelitas indicaram, nas redes sociais, que desmantelaram células do Hezbollah, “que tentavam realizar um ataque terrorista contra soldados israelitas”.

    Além disso, alegaram ter atingiram centros de comando e outras estruturas militares e pontos de lançamento de mísseis antitanque, foguetes e drones.

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, insistiu que Israel vai dar continuidade ao plano de criar uma “zona de segurança sólida e mais profunda” no sul do Líbano, onde assinalou que “os combates continuam”, apesar da reunião prevista entre os embaixadores dos dois países para discutir um cessar-fogo.

    “Estamos a falar de uma zona de segurança sólida e mais profunda que previna o perigo de invasão e neutralize a ameaça dos mísseis antitanque”, acrescentou, no início de uma reunião do executivo.

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