Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Donald Trump, novo Presidente dos EUA, pressiona Vladimir Putin a negociar um acordo de paz com a Ucrânia, alegando que a Rússia estará a enfrentar o desastre se não o fizer.
    • O cessar-fogo na Ucrânia é uma “prioridade máxima” para Trump, segundo o novo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
    • Recep Tayyip Erdogan, Presidente da Turquia, pretende discutir com Trump uma “paz justa e duradoura” na Ucrânia.
    • Putin e Xi Jinping fortalecerão as relações sino-russas, advogando uma “ordem mundial multipolar mais justa”, após a posse de Trump.
    • A Ucrânia lançou ataques de drones contra várias regiões da Rússia, incluindo uma fábrica de aviação em Smolensk.
    • A Rússia atacou a região ucraniana de Dnipropetrovsk, causando dois feridos.
    • A Moldávia e a Transnístria estão perto de um acordo para o fornecimento de gás à região separatista pró-russa.

  • Cessar-fogo na Ucrânia. Terão Zelensky e UE lugar nas negociações de paz?

    José Filipe Pinto realça o intuito de Trump ameaçar Putin com novas sanções, numa altura em que Zelensky está numa posição altamente fragilizada. Ainda, serão as exigências de Kiev viáveis para a UE?

    Cessar-fogo na Ucrânia. Terão Zelensky e UE lugar nas negociações de paz?

  • Bom dia. Vamos encerrar este liveblog. Pode continuar a seguir as principais notícias sobre a guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto. Obrigado por nos acompanhar.

  • Novas sanções na Rússia? Trump diz que "é provável que isso aconteça"

    Em declarações a partir da Casa Branca, Donald Trump reafirma que a guerra na Ucrânia “nunca devia ter começado”. Por mais que uma vez, o chefe de Estado já relatou que se quer encontrar com Vladimir Putin. Questionado sobre se irá aplicar novas sanções à Rússia caso Moscovo não esteja disponível para este encontro e para negociações, Trump respondeu que “é provável que isso aconteça”.

  • Armas encontradas por Israel no Líbano, fabricadas pela Rússia, podem acabar na Ucrânia

    O parlamento israelita poderá votar uma proposta que avançaria o fornecimento de armas à Ucrânia. Este armamento, no entanto, é de origem russa, e terá sido apreendido durante os sucessivos combates e operações contra o Hezbollah no Líbano e outras regiões.

    Numa reunião com o vice-ministro israelita dos Negócios Estrangeiros, o embaixador ucraniano em Israel discutiram esta proposta, e Yevgen Korniychuk “manifestou esperança de uma resolução positiva”, cita o The Times of Israel.

    De acordo com o Wall Street Journal, cerca de 70% das armas apreendidas no Líbano pelas IDF foram fabricadas em solo russo.

  • "Trump é o único jogador, Lula já não tem palavra sobre o assunto", diz Zelensky

    Volodymyr Zelensky confirmou, em Davos, que ainda não existiram “negociações verdadeiras” com Putin, ao fim de quase 3 anos de conflito. “As três tentativas que tiveram lugar não foram negociações, foram um ultimato”.

    Citado pelo jornal El Mundo, o chefe de Estado ucraniano esclarece que, apesar das iniciativas passadas terem sido conduzidas por Recep Tayyip Erdoğan, agora, “Trump é o único jogador”. Questionado sobre as tentativas do Presidente do Brasil na mediação do conflito, Zelensky diz que “Lula já não tem palavra sobre o assunto”.

  • Zelensky pede — pelo menos — 200 mil soldados europeus para manter a paz na Ucrânia

    “Se um dia houver acordo de paz, precisaríamos de pelo menos 200 mil soldados europeus como garantia de segurança”. Segundo Volodymyr Zelensky, qualquer valor inferior ao indicado seria o mesmo que “não ter nada”.

    Em declarações aos jornalistas à margem do Fórum Económico Mundial em Davos, o Presidente da Ucrânia admite ainda que seria “preferível” que este valor de tropas destacadas pelas outras potências europeias chegasse “mais perto do milhão”.

    Até lá, adianta Zelensky, antecipa “sanções reais e compreensivas contra a Rússia” a ser aplicadas pela nova administração dos Estados Unidos da América, defendendo que “só num pé de igualdade é que pode negociar com Moscovo”, qualquer outra coisa seria “uma derrota para a Ucrânia”.

  • Von der Leyen diz que UE reduziu importação de petróleo russo em 75%. Importação de carvão acabou

    No Fórum Económico Mundial, em Davos, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, garantiu que a UE reduziu a importação de petróleo russo em 75%. Já a importação de carvão foi totalmente suspensa.

  • Zelensky: "A Europa precisa de produzir muitas mais armas"

    O Presidente da Ucrânia deixou esta terça-feira um recado aos parceiros europeus no seu discurso no Fórum de Davos: “A Europa precisa de produzir muitas mais armas”.

    Volodymyr Zelensky salientou que a Rússia já está a trilhar esse caminho e que Putin intensificou as ligações com o Irão e a Coreia do Norte para poder ameaçar a Ucrânia e a Europa. “As nossas prioridades estratégicas devem ser criadas em relação à defesa da economia. Só conseguimos fazer isso juntos. E temos também de pensar no futuro, no desenvolvimento da Ucrânia. Precisamos de estratégias para garantir a segurança na Europa. Mesmo que seja preciso 5% do PIB para cobrir as despesas da guerra, podemos fazer isso, porque a segurança será sempre compensada”, declarou o líder ucraniano.

    Sem deixar de manifestar o seu agradecimento ao apoio europeu nos esforços ucranianos contra a invasão da Rússia, Zelenzky lembrou também que o “investimento na Ucrânia é o investimento na segurança da Europa”.

    “Não podemos acreditar na boa vontade da Rússia. Precisamos de garantir também que nenhum país europeu fica dependente de uma fonte de energia… Não podemos depender de Moscovo”, destacou.

  • Zelensky alerta Europa para dar prioridade à segurança e deixar de olhar apenas para os EUA

    Volodymyr Zelensky alertou a Europa para colocar a segurança no centro das suas prioridades e não ficar apenas à espera do que os Estados Unidos vão fazer em termos de apoio à Ucrânia, agora que Donald Trump já tomou posse como presidente dos EUA.

    “Há 20 horas o presidente Trump tomou posse e estamos à espera do que ele vai fazer. Já demonstrou claramente as prioridades e todos precisamos saber o que acontecerá com a América e o seu apoio, como é que Trump terminará as guerras… Mas ninguém faz essas perguntas em relação à Europa. A Europa está a olhar para os EUA”, afirmou.

    No discurso efetuado na cimeira de Davos, o Presidente da Ucrânia realçou a necessidade de um “apoio forte e global” em nome da paz.

    “Precisamos de perceber que se a guerra continuar na Ucrânia, a Europa também não ficará em segurança. A Europa precisa de manter as prioridades e compreender que a segurança é essencial”, sintetizou.

  • Equipa de Trump e delegação da Ucrânia podem encontrar-se em fevereiro

    Uma equipa da administração Trump poderá vir a reunir-se com representantes ucranianos já no início de fevereiro, durante a celebração da “semana ucraniana”, em Washington, disse David Arahamia, destacado membro do partido do Presidente Zelensky.

    “Acho que lá, de facto, acontecerão grandes negociações com a nova equipa de Trump, assim estamos esperando”, afirmou Arahamia hoje, de acordo com o Interfax.

  • Sanções. Aumento de preços de carvão russo provoca queda de importação chinesa

    Ainda que a procura chinesa por carvão esteja a aumentar, a China tem vindo a diminuir as importações de carvão russo, numa altura em que se regista um crescimento nos preços deste minério devido às sanções ocidentais, de acordo com o The Moscow Times.

    As exportações russas de carvão para a China terão caído quase 7% em 2024, enquanto as exportações da Austrália e Mongólia para o país terão aumentado 60% e 18%, respetivamente. A indústria do carvão na Rússia está a enfrentar perdas em valores de vários milhões de euros e a provocar falências.

  • Putin diz que colaboração com a China vai ter "papel importante na estabilização" do mundo

    Vladimir Putin disse a Xi JiPing que a colaboração na política externa entre Rússia e China terá “um papel importante na estabilização das relações internacionais”, noticia a TASS.

    O Presidente russo afirmou hoje, numa videoconferência com o homónimo chinês, que o ano passado foi muito produtivo para as relações entre os dois países e adiantou que as duas potências têm vindo a trabalhar em conjunto “para construir uma ordem multipolar mais justa”.

    “Gostava de voltar a agradecer-lhe pelo seu apoio à presidência russa dos BRICS”, disse Putin, afirmando que espera ver Xi, em outubro, na cimeira da aliança em Kazan, dessa vez presencialmente.

  • Rússia destrói 30 drones ucranianos nas regiões de Bryansk e Rostov

    As Forças de defesa aérea da Rússia destruíram 30 drones nas regiões de Bryansk e Rostov dos quais não resultaram vítimas, de acordo com autoridades regionais consultadas pela agência estatal russa TASS.

  • Rússia anuncia captura de localidade em Donetsk

    O ministério da Defesa da Rússia anunciou a captura de Volkovo, na região de Donetsk, numa operação realizada ao longo do último dia, noticia a TASS. As unidades russas na frente central “continuam a atingir posições avançadas nas defesas do inimigo”, afirmaram.

  • Presidente polaco reitera empenho em não deixar a Rússia vencer

    O Presidente da Polónia Andrzej Duda reafirmou hoje, em Davos, o seu empenhamento em garantir uma derrota russa. “Para o Presidente Zelesnky, a Ucrânia é a prioridade. Para mim, é a Polónia. Mas o nosso objetivo partilhado é garantir que a Rússia não vence”, disse, no Fórum Económico Mundial.

  • Zelensky em Davos para participar no Fórum Económico Mundial

    Volodymyr Zelensky chegou a Davos, na Suíça, onde vai participar no Fórum Económico Mundial, anunciou Serhii Nykyforov, porta-voz do Presidente ucraniano.

    De acordo com o canal ucraniano Suspline, o líder ucraniano deverá fazer uma intervenção no evento, durante o dia de hoje. O itinerário de Zelesnky vai também incluir conversas com líderes políticos e representantes de empresas de países da América Latina e da Ásia.

  • 15 civis feridos em ataques aéreos russos nas últimas 24 horas

    Os ataque aéreos russos à Ucrânia durante as últimas 24 horas causaram ferimentos a 15 civis, de acordo com as autoridades regionais ucranianas, consultadas pelo The Kyiv Independent.

    Quatro mísseis balísticos Iskander-M e 131 drones terão sido lançados pela Rússia contra território ucraniano. A Força Aérea da Ucrânia anunciou ter destruído 72 drones e neutralizado a ameaça de outros 59.

  • Ataque aéreo ucraniano também atingiu depósito de combustível na Rússia

    As Forças de Defesa da Ucrânia já reivindicaram no Telegram o ataque aéreo com drones realizado na última noite contra alvos militares russos. Para além de uma fábrica de aviação em Smolensk, alegam ter atingido um depósito de combustível na região de Voronezh e um posto de comando em Donetsk.

    O ataque ao depósito de combustível de Liskinska, na região de Voronezh, é o segundo ao mesmo no período de uma semana e terá resultado num incêndio, ainda por extinguir. A Ucrânia alega que o combustível ali guardado serve para abastecer o exército russo e o esforço de guerra das suas tropas.

    O ataque aéreo terá igualmente resultado na destruição do posto de comando de uma unidade militar em Volnovakha, na região ocupada de Donetsk. A extensão total dos ataques da noite passada ainda estão por apurar, segundo o exército ucraniano.

  • Ucrânia lança ataque de drones contra fábrica de aviação na Rússia

    Um ataque aéreo de drones ucranianos atingiu uma fábrica de aviação em Smolesnk, uma região russa que faz fronteira com a Bielorússia, causando um incêndio na infraestrutura, noticia a o The Kyiv Independent.

    As autoridades russas confirmaram um ataque de drones contra a região de Smolensk, mas não mencionam a fábrica. “A queda de destroços de drones causou incêndios no chão e em telhados. Janelas de edifícios residenciais também ficaram danificadas”, escreveu o governador regional Vasily Anokhin no Telegram. Do ataque não terão resultado vítimas.

    Anokhin terá pedido cuidado com alegados “vídeos e falsa informação” a circular nas redes sociais sobre o ataque. No entanto, meios de comunicação independentes como o NEXTA e a Astra têm partilhado imagens verificadas do ataque ucraniano.

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