Histórico de atualizações
  • Os 27 convocados da Seleção Nacional para o Mundial 2026

    Guarda-redes (4): Diogo Costa, José Sá, Rui Silva, Ricardo Velho;

    Defesas (9): Diogo Dalot, Matheus Nunes, Nélson Semedo, João Cancelo, Nuno Mendes, Gonçalo Inácio, Renato Veiga, Rúben Dias, Tomás Araújo;

    Médios (5): Rúben Neves, Samu Costa, João Neves, Vitinha, Bruno Fernandes;

    Avançados (9): Bernardo Silva, João Félix, Francisco Trincão, Francisco Conceição, Pedro Neto, Rafael Leão, Gonçalo Guedes, Gonçalo Ramos, Cristiano Ronaldo.

  • O nosso liveblog fica por aqui. Obrigada por nos ter acompanhado. Boa tarde!

  • Os jogos, os golos, os troféus, as lesões: o raio-x à temporada de cada um dos 27 convocados para o Mundial

    Semedo parou quase 100 dias por lesão, Félix e Ronaldo foram os que mais marcaram, o grupo do PSG ganhou como ninguém. O raio-x à temporada de cada um dos 27 convocados para o Mundial 2026.

    Os jogos, os golos, os troféus, as lesões: o raio-x à temporada de cada um dos 27 convocados para o Mundial

  • "Pratico português, mas favoritismo e Portugal no Mundial ainda não estão ligados." As explicações de Martínez (com inspiração em Abrunhosa)

    Selecionador nacional explicou o porquê de levar quatro guarda-redes, voltou a lembrar Diogo Jota, falou sobre Samu e Guedes e revelou que já falou com sete jogadores que não convocou para o Mundial.

    “Pratico português, mas favoritismo e Portugal no Mundial ainda não estão ligados.” As explicações de Martínez (com inspiração em Abrunhosa)

  • Experiência, média de 27 anos e 80% de fora (com estreia saudita): o perfil consolidado da Seleção para 2026

    Roberto Martínez fez apenas quatro alterações diretas em relação à Liga das Nações, mantendo núcleo duro da Seleção. Médias de idades, altura e peso mantêm-se, com a novidade dos jogadores “sauditas”.

    Experiência, média de 27 anos e 80% de fora (com estreia saudita): o perfil consolidado da Seleção para 2026

  • Terminou a conferência de imprensa de Roberto Martínez na Cidade do Futebol, em Oeiras.

  • "Na final de 2016 lembram-se de certeza de que o capitão não estava no relvado", lembra, para falar de Rúben Dias

    Sobre os problemas físicos de Rúben Dias, Roberto Martínez lembrou a final do Euro 2016. “Tenho muita confiança em todos. E é isso que faz com que o nosso balneário seja muito especial. Na final, em 2016, lembram-se de certeza que o capitão não estava no relvado. Isso acontece. O balneário cria dinâmica de acreditar muito. O talento é fantástico, mas ainda é mais importante os valores da equipa. Os 26 e o Ricardo Velho podem ganhar jogos por Portugal”, garantiu.

  • Selecionador aborda quatro jogadores do PSG na final da Liga dos Campeões

    Mais à frente, Roberto Martínez comentou o facto de Vitinha, João Neves, Gonçalo Ramos e Nuno Mendes ainda irem disputar a final da Liga dos Campeões pelo PSG.

    “Temos experiência porque o PSG já ganhou a Champions antes da nossa Liga das Nações. O protocolo é muito claro, os jogadores têm sete dias para desligarem no fim da época e prepararem o próximo objetivo. Depois do jogo, os jogadores só precisam de chegar à Cidade do Futebol durante o particular com o Chile no Jamor. Temos já muita informação. Podem estar contra a Nigéria em Leiria. E depois, há um período muito bom para prepararmos os quatro para os seus papéis na equipa”, vincou.

  • Selecionador falou com sete jogadores não convocados e só falta Paulinho

    Roberto Martínez revelou que já falou com sete jogadores não convocados durante a manhã — faltando apenas Paulinho. “Não é justificar. É uma questão de respeito. O jogador português, o jogador do balneário da Seleção, tem um compromisso exemplar. Quando há um jogador na dúvida, é melhor ligar antes de ver a convocatória na televisão. Falei com sete jogadores, ainda não falei com o Paulinho pela diferença horária. Vou falar com ele. Trabalhamos com transparência, honestidade, e acho que o aspeto pessoal é muito importante. E o jogador português merece saber isso antes da convocatória sair na televisão”, disse.

  • "Favoritismo? Estou a praticar muitas palavras em português, mas favoritismo e Portugal num Mundial ainda não estão ligados", diz

    Sobre Éli Junior Kroupi, jogador do Bournemouth que pode representar Portugal, Roberto Martínez confirmou que “existiu contacto”.

    “Fico feliz porque ficámos à frente das notícias. Antes do estágio de março tentámos falar. É importante acompanhar os jogadores que podem vestir a camisola de Portugal, outra coisa é se o jogador quer. Naquele momento, o Kroupi queria jogar pela França e respeitámos isso”, disse, abordando depois a possibilidade de “favoritismo” da Seleção no Mundial.

    “Favoritismo? Estou a praticar muitas palavras em português, mas favoritismo e Portugal num Mundial ainda não estão ligados. O Mundial não é só jogar bem, não é só talento. Há muitos desafios. E há o aspeto psicológico. Só uma seleção que já ganhou um Mundial pode ser favorita. Candidato provavelmente é uma melhor palavra para descrever o momento que estamos a ter. Ganhámos a Liga das Nações mais exigente de sempre. Vencer a Alemanha em casa deles, a Espanha na final… Sonhar sim, candidato também, favorita não”, disse.

  • Pote, Horta, Mateus? "Há outros jogadores à frente"

    O selecionador nacional garantiu ainda que Ricardo Horta e Pedro Gonçalves não ficaram de fora por problemas físicos e que Matheus Nunes não foi convocado pelas lesões recentes de Nuno Mendes.

    “Não. Isso é importante porque já falei com alguns jogadores. O Ricardo Horta, e para dizer mais um nome, o Mateus Fernandes, fizeram épocas incríveis. Mas há outros jogadores à frente. O Pedro Gonçalves, o Rodrigo Mora e o Ricardo Horta não entram na Seleção porque há João Félix, Bernardo Silva, Bruno Fernandes e Trincão, que já têm um papel na Seleção. No futebol moderno, com cinco substituições… A posição de lateral é muito exigente, fisicamente precisas de dar muito mais. E para nós, ter os quatro mais o Matheus Nunes é essencial e dá equilíbrio ao que o balneário tem”, indicou.

  • "O que um jogador faz no clube ajuda a chegar à Seleção", confirma o selecionador

    Sobre o facto de alguns jogadores chegarem à Seleção Nacional depois de temporadas de pouco sucesso ou fins de época desgastantes, Roberto Martínez lembra que o mesmo acontece “em todos os Mundiais e em todas as seleções”.

    “Chegar à Seleção é uma energia nova e desligar totalmente do que aconteceu durante a época. O que um jogador faz no clube ajuda a chegar à Seleção, mas quem está neste espaço há muitos anos não tem ligação com o que aconteceu há uns meses. O importante é recuperar, terminar as épocas. No geral, temos uma média de idades muito boa, de 27,3 anos. Os jogadores somaram 25 títulos entre eles… Em termos gerais, há um bom equilíbrio. Mas agora é preciso terminar a época bem, desligar, recuperar e começar com o sonho de jogar pela Seleção, que é um momento sempre especial na carreira de todos”, disse.

  • Críticas de António Salvador? "É normal, tenho a capacidade de ser neutro"

    Roberto Martínez foi questionado sobre as críticas de António Salvador, presidente do Sp. Braga, que assim que a convocatória foi anunciada criticou a ausência de Ricardo Horta através das redes sociais.

    “Primeiro, respeitar os presidentes de todos os clubes dos nossos jogadores. É normal. Tenho a capacidade de ser neutro. Preciso de tomar decisões difíceis, mas já disse que se trata de um processo. Esta não é uma decisão emotiva ou intuitiva, há um processo e parâmetros muito importantes onde as escolhas são profissionais e feitas com muita responsabilidade. Já falei do Samu. Falámos muitas vezes que precisamos de continuidade, automatismos, trabalhar em aspetos táticos. Mas precisamos do equilíbrio e da porta aberta para novo talento, sangue novo e criar o equilíbrio para manter a competitividade e frescura. O Samu Costa trouxe isso durante março, adorei a sua energia, a sua garra. É um ‘8’, mas é muito dinâmico. Chega à área, mas no aspeto defensivo também é muito importante. Ajusta-se perfeitamente ao que precisamos para o Mundial”, disse sobre o jogador do Maiorca.

  • Selecionador nacional falou com alguns jogadores que ficaram de fora da convocatória

    O treinador espanhol também confessou que falou com os jogadores que não foram convocados. “É a parte mais difícil para a equipa técnica e para o selecionador, precisar de comunicar quando um jogador fica de fora. Mas o nosso processo e a nossa Federação é de alto nível e isso acontece. Há decisões e momentos em que precisamos de responsabilidade e honestidade. Falei com alguns dos jogadores e a reação foi muito positiva. Ficam de fora, mas continuam a lutar para ganhar o Mundial e para fazerem parte da nossa luta e isso é o importante”, revelou.

  • Roberto Martínez: "Agora temos um período muito bom para desligar, primeiro, e depois preparar ao detalhe"

    O selecionador nacional também abordou “o processo” da convocatória, incluindo os “momentos de apanhar informação”. “Acompanhámos todos os jogos, fui ver jogos ao vivo… Foi só ontem que tomámos as decisões. Em relação ao momento, ao que precisávamos de fazer, pontos importantes… Foi ontem. O importante é que ainda há dois ou três jogos [na temporada]. É importante que não haja lesões e que os jogadores cheguem bem ao fim da época. Fico muito satisfeito por poder estar nos EUA e no México algum tempo antes, com os jogadores a poderem recuperar durante sete dias. Os jogadores do PSG, por exemplo, só chegam aqui no primeiro jogo de preparação. Agora temos um período muito bom para desligar, primeiro, e depois preparar ao detalhe o que precisamos”, disse.

    Mais à frente, lembrou que a equipa técnica trabalha essencialmente com “perfis”. “Comparar jogadores, olhar para o talento natural, puro, irreverência. Depois a experiência. O Gonçalo Guedes poder marcar o golo da vitória na Liga das Nações tem o seu peso. E depois o compromisso e a atitude. Precisamos de jogadores com polivalência. Já vimos nos últimos 38 jogos que a nossa Seleção tem uma flexibilidade tática importante. Poder usar uma linha de cinco, três, quatro… Tudo isso foi trabalhado nos últimos anos e reflete-se na convocatória”, explicou.

  • "Rúben Dias está preparado há três jogos, estamos a acompanhar toda a informação", garante Martínez

    O treinador espanhol elogiou Samu Costa, convocado em detrimento de João Palhinha ou Mateus Fernandes, e abordou os problemas físicos que têm afetado Rúben Dias.

    “Primeiro, dizer mais uma vez que o importante são os jogadores que estão na lista. Os que ficam de fora é porque há outros nos seus espaços. O Rodrigo Mora é um talento incrível e estamos em boas mãos. Não para o futuro, mas para já. O Mundial tem um ciclo e depois do Mundial abre-se a porta. A Seleção já utilizou muito talento novo. Carlos Forbs, Mateus Fernandes… E o Rodrigo Mora faz parte dessa geração. Os jogadores que cá estão estão num bom momento. Rúben Dias está preparado há três jogos. Estamos a acompanhar toda a informação e é um processo. Até 16 de junho podemos avaliar todos os jogadores e substituir se houver algum problema. Já falei sobre o Samu Costa, um jogador que em março mostrou a energia, garra, o aspeto tático… É um médio mais defensivo, que acho muito importante para este torneio. E a 10, vamos utilizar Trincão, Bernardo Silva, Bruno Fernandes e João Félix”, revelou.

  • "O futuro selecionador pode esperar, não é importante." Martínez afasta questões sobre continuidade

    Questionado sobre se a prestação da Seleção Nacional está diretamente ligada à sua própria permanência no cargo, o selecionador nacional fugiu à questão.

    “Só posso dizer que o presidente, a estrutura da Federação e eu estamos alinhados. O único objetivo é o Mundial. O futuro selecionador pode esperar, não é importante. Vamos fazer tudo o que o balneário e os jogadores precisem para dar o seu melhor. A minha posição não é importante. Caso contrário o selecionador poderia sair depois da Liga das Nações e olhar para o futuro. Vamos trabalhar todos juntos”, garantiu.

  • Gestão de Cristiano Ronaldo é feita "com muita naturalidade"

    Sobre Cristiano Ronaldo, que foi convocado para o sexto Campeonato do Mundo da carreira, Roberto Martínez garante que a gestão do capitão é feita “com muita naturalidade”.

    “A minha experiência é que o jogador, no Mundial, não segue um padrão que acompanha o desempenho no clube, relacionado com a idade… O nosso grupo está focado, preparado para a exigência do Mundial, e precisamos de gerir bem o dia-a-dia. É só isso. Podemos falar de muitos sonhos, mas nós só atingimos três jogos. Esse é o nosso Mundial. E precisamos de gerir esses três da melhor forma possível. Já temos muita informação, estamos a falar de quase 40 jogos juntos. Agora é gerir o grupo durante o Mundial, algo natural. Acreditamos muito no compromisso e no talento dos nossos jogadores para fazermos isso bem”, disse.

  • "O Diogo Jota é o +1 e vai ser o +1 para sempre", lembra o selecionador nacional

    Roberto Martínez começou a conferência de imprensa a anunciar a convocatória de “27 mais um” jogadores e, naturalmente, voltou a falar sobre Diogo Jota.

    “É a nossa força, a nossa alegria. Disse que na vida todos temos momentos muito difíceis. Perder o Diogo foi um momento inesquecível e muito difícil, mas o dia a seguir foi uma responsabilidade para todos nós de lutar pelo sonho do Diogo e pelo exemplo que ele sempre foi na nossa Seleção. O espírito, a força, o exemplo do Diogo Jota é o +1 e vai ser o +1 para sempre”, garantiu.

  • "Falei com o Ricardo Velho e ele sabe que é o quarto guarda-redes", garante Roberto Martínez

    Sobre o facto de levar quatro guarda-redes e cinco laterais, Roberto Martínez lembra a importância do treino. “A complexidade do torneio é muito importante, a exigência da temperatura, o fuso horário, tudo o que já vivemos em março. Há posições em que precisamos de ter mais de dois jogadores por posição. E precisamos de cinco laterais. A polivalência de jogadores como o Dalot, o Cancelo, o Matheus Nunes, que também pode jogar a médio, é importante. E dentro, João Félix, Bruno Fernandes, Bernardo Silva e Trincão jogam entrelinhas. Aqui não entram jogadores que também fizeram épocas espetaculares como Ricardo Horta, Pedro Gonçalves ou Rodrigo Mora. Por fora temos Rafael Leão, Pedro Neto e Francisco Conceição, bem como a opção do Gonçalo Guedes. Não há espaço para mais. É tentar procurar o equilíbrio e ter todas as opções que precisamos”, disse.

    “Falei com o Ricardo Velho e ele sabe que é o quarto guarda-redes. As regras são que só se houver uma lesão durante o torneio é que podemos substituir o guarda-redes. E para nós o trabalho precisa de ser de alta intensidade em todos os treinos. Há muita finalização e precisamos de mais um guarda-redes. Saber que o Ricardo Velho não consegue sentar no banco, mas em dois minutos disse que estava preparado para ajudar no que fosse necessário, esse é o motivo de tentar utilizar quatro guarda-redes durante um período de treinos muito diferente. Já estive em dois Mundiais e é a primeira vez que há seis dias de diferença entre o primeiro e o segundo jogo…”, afirmou.

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