Histórico de atualizações
  • Bom dia, encerramos aqui este artigo em direto em que seguimos o conflito israelo-palestiniano e os protestos no Irão.

    Obrigada por nos acompanhar. Até já.

  • Irão. Aumenta para sete mortos o balanço dos protestos contra custo de vida

    Um novo balanço aponta para pelo menos sete mortos em confrontos entre manifestantes e forças de segurança nas províncias rurais do Irão, no quinto dia de protestos contra o elevado custo de vida.

    Um balanço inicial divulgado na quinta-feira apontava para seis mortos no oeste do Irão, as primeiras vítimas mortais da vaga de manifestações, de acordo com um balanço das autoridades.

    As mortes, duas registadas na quarta-feira e cinco na quinta-feira, ocorreram em quatro cidades do Irão, em grande parte habitadas pelo grupo étnico minoritário Lur.

    Entre as vítimas estava um membro de uma milícia afiliada à Guarda Revolucionária Islâmica, o exército ideológico do Irão.

  • Procuradora-geral israelita quer explicações de Netanyahu sobre atuação de Ben-Gvir

    A procuradora-geral de Israel, Gali Baharav-Miara, aconselhou hoje o Supremo Tribunal israelita a ouvir explicações do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, sobre o motivo pelo qual mantém o ministro de Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, no cargo.

    A procuradora-geral explicou que o ministro “está a abusar dos seus poderes” ao “influenciar de forma imprópria as atividades da polícia israelita em áreas sensíveis como o cumprimento da lei, investigações, violando princípios fundamentais democráticos”, argumentou num comunicado, citado pelo Times of Israel.

    Itamar Ben-Gvir, de um partido de extrema-direita que integra a coligação que sustenta o governo de Benjamin Netanyahu, terá tido “numerosas manifestações da sua interferência imprópria no trabalho da polícia”, que coloca em causa a sua “independência”.

    Em resposta, no X, Itamar Ben-Gvir chamou “criminosa” à procuradora-geral e diz que não “confia nela”.

  • Protestos contra o regime sobem de tom no Irão. Três pessoas morreram e 17 ficaram ficaram feridas em desacatos com a polícia em Azna

    Pelo menos três pessoas morreram hoje e 17 ficaram feridas na cidade de Azna, na província de Lorestan, no oeste do Irão, na sequência dos protestos que ocorrem há várias dias contra o regime e o aumento do custo de vida no país.

    A notícia está a ser avançada pela agência de notícias iranianas Fars e citada pela Agence France-Presse.

    “Um grupo de manifestantes aproveitou-se de um protesto em Azna para atacar um posto policial”, refere a agência Fars. Seguiram-se confrontos entre os manifestantes e a polícia, que resultaram em pelo menos três vítimas mortais.

  • "Morte a Khamenei." Protestos contra o regime prosseguem esta quinta-feira em várias cidades do Irão

    Esta quinta-feira está a ser marcada por vários protestos em várias cidades no Irão.

    Em Arak, relata o órgão Iran Internacinoal, uma multidão grita “morte a Khamenei”, uma referência ao ayatollah.

    Em Qom, há relatos de violência entre os manifestantes e a polícia, enquanto em Kohdasht foi lançado gás lacrimongénio contra os presentes nos protestos.

  • Protestos contra elevado custo de vida no Irão provocam dois mortos

    Confrontos entre manifestantes e forças de segurança no sudoeste do Irão fizeram dois mortos, informou hoje a agência de notícias Fars, referindo que são as primeiras mortes de civis na sequência dos protestos contra o elevado custo de vida.

    Desde domingo que se registam protestos espontâneos contra o alto custo de vida, após a recente desvalorização do rial, que provocou um aumento imediato dos preços dos alimentos, num contexto agravado pelas sanções internacionais.

    “O número de vítimas em Lordegan subiu hoje para dois”, escreveu a Fars, após relatar confrontos, apedrejamento e danos a prédios públicos na cidade, localizada a 650 quilómetros da capital, Teerão.

    Durante a noite, um membro das forças de segurança também foi morto em confrontos separados no oeste do Irão.

    O Presidente do Irão apelou na quarta-feira à “empatia genuína” da população e prometeu uma resposta assente na “crítica construtiva”, quando os protestos contra a precariedade se alargavam a várias cidades além da capital.

  • Somalilândia nega que irá receber palestinianos e bases militares israelitas em troca de reconhecimento formal do país

    O Governo da Somalilândia, após acusações feitas pelo Presidente da Somália, nega que o território recentemente reconhecido por Israel irá receber palestinianos desalojados e a construção de instalações militares israelitas, em troca pela formalização deste reconhecimento.

    Na rede social X, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Somalilândia “rejeita firmemente” as “alegações falsas” feitas pelo Presidente da Somália, referindo que as relações entre os dois países — Israel e Somalilândia — são “puramente diplomáticas” e sempre em “conformidade com o direito internacional e os interesses mútuos de soberania dos dois países”, escrevem.

  • Israel confirma proibição de acesso a Gaza de 37 organizações de ajuda internacional

    Israel confirmou hoje a proibição do acesso à Faixa de Gaza de 37 importantes organizações internacionais, incluindo os Médicos Sem Fronteiras e a Cáritas, por não terem comunicado dados de funcionários, obrigatório segundo um contestado novo processo de registo.

    “As organizações que não cumpriram as normas exigidas em matéria de segurança e transparência verão a sua licença suspensa”, declarou, num comunicado, o Ministério da Diáspora e da Luta contra o Antissemitismo de Israel.

    As 37 ONGs afetadas são de 16 países, como Espanha, Holanda, Japão, Estados Unidos, Suíça, Suécia, França, Reino Unido ou Canadá, e entre elas encontram-se algumas de renome, como os Médicos Sem Fronteiras (MSF), a Ação contra a Fome, a OXFAM, a Cáritas ou o Movimento pela Paz.

    A decisão do Governo de Israel foi hoje condenada por 18 Organizações Não-Governamentais (ONG) israelitas, que, num comunicado, consideraram que tal processo “viola os princípios humanitários fundamentais de independência e neutralidade” e salientaram que Israel tem a obrigação de garantir a prestação de ajuda nos territórios palestinianos.

    Organizações como B’Tselem, Breaking the Silence (de antigos combatentes israelitas), Combatentes pela Paz, Hamoked (de luta pelos direitos humanos), Médicos pelos Direitos Humanos ou o Comité Público contra a Tortura em Israel afirmam que “estas medidas restringem ainda mais o acesso à assistência vital” em territórios que se encontram num momento de “necessidade crítica”.

    Recordam também que, “paralelamente à ofensiva israelita contra a população de Gaza – e como parte dela -, o acesso humanitário tem sido gravemente restringido desde outubro de 2023”, e acrescentam que, apesar do cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro, a ajuda essencial “continua a ser adiada ou recusada”.

    “O cancelamento do registo de 37 ONG internacionais compromete a ação humanitária baseada em princípios, coloca em risco o pessoal e as comunidades e compromete a prestação eficaz da ajuda”, consideram as organizações israelitas.

  • IDF matam palestiniano ao abrir fogo contra multidão que atirava pedras a soldados

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) disseram que mataram um palestiniano na Cisjordânia na madrugada de quinta-feira depois de abrirem fogo contra uma multidão que atirava pedras contra soldados. Outras duas pessoas foram atingidas pelos disparos.

    As IDF alegam que o grupo atirou pedras como parte de uma emboscada a soldados israelitas.

  • ONU critica Israel por bloquear chegada de eletricidade e água às infraestruturas da agência de refugiados

    O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) denunciou uma lei israelita para proibir o fornecimento de eletricidade ou água a instalações que pertencem à Agência das Nações Unidas para Assistência aos Refugiados Palestinianos (UNRWA), revelou o porta-voz de António Guterres.

    “A Convenção sobre os Privilégios e Imunidades das Nações Unidas continua aplicável à UNRWA, aos seus bens e ativos, bem como aos seus funcionários e demais colaboradores. A propriedade utilizada pela UNRWA é inviolável”, sublinhou Stephane Dujarric, citado pela agência Reuters.

  • Bom dia!

    Abrimos este liveblog para acompanhar os últimos desenvolvimentos sobre o conflito no Médio Oriente.

    Pode recordar nesta ligação as notícias que marcaram quarta-feira.

    Chefe do exército israelita reafirma “determinação absoluta” de desarmar Hamas

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