Momentos-chave
- Hamas diz que declarações de Trump sobre comprar Gaza são "absurdas" e mostram "ignorância sobre a região"
- Trump ameaça Hamas: se não forem libertados todos os reféns até sábado, vai ser o "verdadeiro inferno"
- Trump ameaça Jordânia e Egito: se não aceitarem refugiados palestinianos, EUA pode cancelar apoios aos dois países
- IDF "aumentam nível de prontidão" e "adiam férias dos soldados" perante recuo do Hamas na libertação de reféns
- Hamas mostra abertura para cumprir libertação de reféns se Israel parar violações do cessar-fogo
- Registado aumento da atividade de drones israelitas sobre o norte de Gaza
- Tribunal de Jerusalém cancela audiência de Netanyahu devido à "urgência" das reuniões marcadas para amanhã
- "Israel está comprometido em respeitar o acordo". Gabinete de Netanyahu informa famílias dos reféns sobre recuo do Hamas
- Hamas usa plano de Trump como argumento junto de mediadores: cessar-fogo já não estava a ser cumprido
- Netanyahu marca e antecipa reuniões sobre defesa e segurança
- Israelitas bloqueiam estradas para pedir regresso dos reféns
- Famílias dos reféns pedem a governo israelita que não prejudique concretização do acordo
- João Taborda da Gama é o novo coordenador nacional da Estratégia Europeia para Combater Antissemitismo
- Governo israelita acusa Hamas de "completa violação do cessar-fogo" e põe exército em alerta máximo
- Hamas adia libertação de reféns que estava marcada para sábado, acusando Israel de incumprir acordo
- Trump promete construir "comunidades seguras" para os palestinianos "um pouco distantes" da Faixa de Gaza
- Exército israelita diz que deteve alto responsável do Hamas na Cisjordânia
- Rangel defende "posição extremamente moderada" e sem "declarações coloridas" do Governo sobre Gaza
- Líder do Hamas diz que planos dos EUA para a Faixa de Gaza estão condenados ao fracasso
- Rangel: "Temos em Israel um amigo e acreditamos num futuro estado da Palestina"
- Em Israel, Paulo Rangel avisa que o direito humanitário é "válido para toda a gente" e defende solução dos dois estados
- Presidente iraniano acusa Donald Trump de querer colocar país de rastos
- António Guterres satisfeito com formação de novo Governo no Líbano
- Trump diz que vai comprar Gaza para outros países reconstruirem
- BE quer punir com prisão importação ou venda de bens de colonatos ilegais visando Israel
- Palestinianos regressam ao norte de Gaza para encontrar as suas cidades totalmente destruídas e sem condições de habitabilidade
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou um ultimato ao Hamas, ameaçando com “verdadeiro inferno” caso todos os reféns israelitas na Faixa de Gaza não sejam libertados até ao próximo sábado. Trump também sugeriu que, se o Hamas não aceitar as suas propostas, o cessar-fogo atual deverá ser interrompido.
- O Hamas respondeu às declarações de Trump, considerando-as absurdas e sinal de ignorância profunda sobre a Palestina e a região. O grupo palestiniano rejeitou também os planos de Trump para a compra da Faixa de Gaza, que visa impedir que o Hamas retome o controlo da área, ao mesmo tempo que planeia recolocar os palestinianos em outros países do Médio Oriente.
- Israel e Hamas enfrentaram um aumento de tensões com o adiamento da libertação dos reféns pelo Hamas, que acusou Telavive de violações do cessar-fogo, incluindo bombardeamentos na Faixa de Gaza. Em resposta, o exército israelita aumentou o nível de prontidão e adiou as férias dos seus soldados. A situação levou a protestos em Israel com cidadãos exigindo o regresso seguro dos reféns.
- No cenário diplomático, Paulo Rangel, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, reafirmou o apoio à solução dos dois estados como a única via para garantir a paz na região, destacando a importância do diálogo e da moderação. A posição tradicional de Portugal visa apoiar simultaneamente Israel e um futuro Estado Palestiniano, contribuindo para uma paz duradoura.
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Bom dia. Terminamos aqui a cobertura do conflito no Médio Oriente.
Pode acompanhar os novos desenvolvimentos desta terça-feira no liveblog que agora iniciamos. Obrigada por estar connosco.
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Hamas diz que declarações de Trump sobre comprar Gaza são "absurdas" e mostram "ignorância sobre a região"
Izzat al-Risheq, membro do gabinete político do Hamas, disse que os comentários de Donald Trump sobre querer deter a “propriedade” de Gaza são “absurdas” e “refletem uma profunda ignorância sobre a Palestina e a região”.
“A abordagem de Trump em relação à causa palestiniana falhará”, acrescentou o alto funcionário do Hamas.
O Presidente dos EUA disse esta segunda-feira que está “comprometido em comprar e possuir” a Faixa de Gaza, embora tenha convidado outros países da região a reconstruir o enclave palestiniano.
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Trump ameaça Hamas: se não forem libertados todos os reféns até sábado, vai ser o "verdadeiro inferno"
O Presidente norte-americano, Donald Trump, deixou hoje uma ameaça ao Hamas, numa entrevista à Fox News.
Caso no sábado às 12h00 (hora israelita) todos os reféns israelitas que ainda estão em cativeiro na Faixa de Gaza não forem libertados, vai ser o “verdadeiro inferno”.
Para além disso, o Presidente norte-americano deixou claro que, caso o Hamas não aceitar a sua proposta, o cessar-fogo deve deixar de vigorar.
????????????Trump says that if all hostages in Gaza are not released by 12pm on Saturday, the ceasefire should be canceled and "let all hell break loose"
— Barak Ravid (@BarakRavid) February 10, 2025
“Israel vai conseguir sobreviver”, afirma ainda Donald Trump.
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Trump ameaça Jordânia e Egito: se não aceitarem refugiados palestinianos, EUA pode cancelar apoios aos dois países
O Presidente norte-americano, Donald Trump, deixou hoje uma ameaça à Jordânia e ao Egito.
Se não aceitarem os refugiados palestinianos nos seus territórios, Donald Trump pode travar os apoios concedidos à Jordânia e ao Egito, segundo a Agence France-Presse.
#BREAKING Trump says could 'conceivably' withhold aid to Jordan, Egypt if they don't take in Palestinians pic.twitter.com/khAc3U3jk4
— AFP News Agency (@AFP) February 10, 2025
Vizinhos de Gaza, a Jordânia e o Egito, dois aliados norte-americanos, já rejeitaram receber refugiados palestinianos.
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IDF "aumentam nível de prontidão" e "adiam férias dos soldados" perante recuo do Hamas na libertação de reféns
“De acordo com a avaliação da situação, foi decidido aumentar o nível de prontidão e adiar as férias dos soldados de combate e das unidades operacionais do Comando Sul”, escrevem as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), na rede social X.
⭕️In accordance with the situational assessment, it was decided to raise the level of readiness and postpone leave for combat soldiers and operational units in the Southern Command.
Additionally, it was decided to significantly reinforce the area with additional forces for… pic.twitter.com/PyGTte8rVB
— Israel Defense Forces (@IDF) February 10, 2025
As IDF decidiram “reforçar significativamente” as áreas em redor de Gaza, depois de o Hamas ter anunciado que vai suspender a libertação de prisioneiros israelitas até nova ordem, devido às violações israelitas do cessar-fogo.
“O reforço das forças fortalecerá a defesa na área e aumentará a prontidão para vários cenários na região”, lê-se ainda no post do exército israelita.
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Hamas mostra abertura para cumprir libertação de reféns se Israel parar violações do cessar-fogo
O Hamas afirmou esta segunda-feira que fez intencionalmente o anúncio do recuo na libertação dos reféns, cinco dias antes do dia marcado para tal, “para dar aos mediadores oportunidade suficiente para pressionar a ocupação [israelita]” e para “manter a porta aberta para implementar a troca a tempo se Israel cumprir as suas obrigações”.
Num comunicado citado pelo Times of Israel, o grupo palestiniano diz que “cumpriu todas as suas obrigações de forma correta e atempada” e culpa Israel pelas violações do cessar-fogo.
“O adiamento da libertação dos prisioneiros é uma mensagem de aviso à ocupação e uma pressão para o cumprimento rigoroso dos termos do acordo”, reiterou o Hamas.
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Registado aumento da atividade de drones israelitas sobre o norte de Gaza
Jornalistas da Aljazeera estão a reportar um aumento da atividade dos drones israelitas sobre os céus da cidade de Gaza e de outras zonas do norte da Faixa de Gaza.
As notícias surgem depois de o Hamas ter anunciado a suspensão da transferência de prisioneiros de Gaza devido a violações do acordo de cessar-fogo.
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Autoridade Palestiniana fecha subsídio a famílias de prisioneiros
A Autoridade Palestiniana anunciou esta segunda-feira que vai terminar o seu sistema de “subsídios às famílias de prisioneiros e mártires”, em resposta a um pedido de longa data de Washington.
O presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, emitiu um decreto que reestrutura o sistema de segurança social da Autoridade Palestiniana e revoga os benefícios para as famílias de prisioneiros detidos por Israel e para as famílias de palestinianos mortos pelo exército israelita, de acordo com a agência oficial Wafa.
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ONU apela a Israel e Hamas para tratarem reféns e prisioneiros "com humanidade"
O Gabinete dos Direitos Humanos da ONU apelou esta segunda-feira a Israel e ao Hamas para que “tratem humanamente os reféns e os prisioneiros”, após constatar o estado de emaciação de três homens israelitas libertados no fim de semana.
“As imagens que vimos dos reféns mostram sinais de maus tratos e de desnutrição grave, refletindo as condições terríveis a que foram sujeitos em Gaza”, afirmou o porta-voz do gabinete da ONU, Thameen Al-Kheetan, num comunicado.
“Estamos também profundamente preocupados com o desfile público dos reféns libertados pelo Hamas em Gaza, incluindo declarações aparentemente feitas sob coação durante a libertação”, acrescentou Al-Kheetan.
O porta-voz manifestou igualmente a preocupação do gabinete dirigido pelo alto-comissário Volker Türk em relação às más condições e aos maus tratos infligidos aos palestinianos libertados por Israel.
“Recordamos a todas as partes em conflito que a tortura e outras formas de maus tratos infligidos a pessoas protegidas constituem crimes de guerra e que os seus autores devem ser condenados a penas proporcionais à gravidade da sua conduta”, afirmou Al-Kheetan.
“O Hamas deve libertar imediata e incondicionalmente todos os reféns e Israel deve fazer o mesmo com todas as pessoas detidas arbitrariamente”, concluiu o porta-voz.
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Tribunal de Jerusalém cancela audiência de Netanyahu devido à "urgência" das reuniões marcadas para amanhã
O Tribunal de Jerusalém cancelou a audiência do processo penal do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que estava prevista decorrer esta terça-feira.
Após o anúncio do Hamas sobre o recuo no acordo de libertação de reféns, Netanyahu decidiu convocar uma série de reuniões com os responsáveis israelitas, antecipando uma reunião sobre segurança para a manhã de terça-feira (estava marcada para a tarde).
A juíza Rebecca Friedman-Feldman, citada pelo Times of Israel, explicou que está a conceder o pedido de adiamento da audiência “devido à hora e à urgência de tomar uma decisão”.
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Rusgas em livrarias em Jerusalém fazem dois detidos palestinianos. Polícia diz que encontrou livro de colorir que incita ao terrorismo
Polícia terá pegado em “qualquer livro que tivesse um ícone palestiniano” e tentou traduzi-lo no Google. Livro de colorir para crianças foi prova suficiente para deter dois proprietários da livraria.
https://observador.pt/2025/02/10/rusgas-em-livrarias-em-jerusalem-fazem-dois-detidos-palestinianos-policia-diz-que-encontrou-livro-de-colorir-que-incita-ao-terrorismo/
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"Israel está comprometido em respeitar o acordo". Gabinete de Netanyahu informa famílias dos reféns sobre recuo do Hamas
O gabinete do primeiro-ministro israelita anunciou que “todas as famílias dos reféns foram informadas” do anúncio do Hamas de que tomou a decisão de adiar a troca de reféns e prisioneiros marcada para sábado, devido à suposta violação israelita do acordo de cessar-fogo.
As famílias foram “informadas de que o Estado de Israel está comprometido em respeitar o acordo”, garante o gabinete de Benjamin Netanyahu, citado pelo Times of Israel.
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Homem acusado de tentar matar Trump oferece-se para ser refém do Hamas
Ryan Routh, o homem acusado de tentar assassinar o Presidente dos EUA, Donald Trump, num campo de golfe na Florida, quando este era candidato, ofereceu-se para ser refém do grupo islamita palestiniano Hamas.
Numa carta datilografada de duas páginas que Routh escreveu há semanas, quando estava numa prisão federal em Miami, no sul da Florida, e que foi noticiada pelos meios de comunicação norte-americanos, fez esta oferta, alegando querer contribuir para restaurar a paz no Médio Oriente.
“Diria que estou disposto a render-me em Gaza (…) apenas para reiniciar as negociações de paz”, escreveu o homem de 58 anos na carta, cuja autenticidade foi confirmada pela filha, Sara Routh, ao jornal New York Post.
Na longa carta – onde expressa também a sua admiração por Alexander Hamilton, um dos “pais fundadores” dos Estados Unidos – Routh acrescentou que ele e outros poderiam ocupar o lugar dos reféns israelitas detidos pelo Hamas a partir de 7 de outubro de 2023, pondo assim fim ao conflito armado.
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Hamas usa plano de Trump como argumento junto de mediadores: cessar-fogo já não estava a ser cumprido
Fontes egípcias citadas pela Reuters revelam que o Hamas disse a mediadores do cessar-fogo que as garantias exigidas pelos Estados Unidos para que o cessar-fogo se mantenha em vigor já não estão a ser cumpridas, tendo em conta o plano de Donald Trump para Gaza.
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Netanyahu marca e antecipa reuniões sobre defesa e segurança
Após o anúncio do Hamas o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, decidiu convocar uma série de reuniões com os responsáveis israelitas pelas “estruturas de defesa” do país, escreve o Times of Israel. Além disso, o líder do executivo israelita vai antecipar uma reunião sobre segurança para a manhã de terça-feira (estava marcada para a tarde).
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Governo israelita acusado de "enterrar" qualquer investigação sobre 7 de outubro
A oposição israelita acusou esta segunda-feira o Governo de “enterrar” a formação de uma comissão de inquérito sobre os acontecimentos de 7 de outubro de 2023, após o executivo israelita ter voltado a recusar aceder a tal pedido.
“O Governo fez ontem (domingo) tudo para enterrar esta comissão, eles não querem que saibamos que o primeiro-ministro [Benjamin Netanyahu] viu as recomendações dos serviços secretos e não lhes deu importância, não querem que nos lembremos de que a sua política era reforçar o [movimento islamita palestiniano] Hamas”, declarou hoje o líder da oposição, Yaïr Lapid, numa intervenção no parlamento (Knesset).
O caso foi apresentado ao Supremo Tribunal por familiares das vítimas e dos reféns, bem como por organizações não-governamentais (ONG), que exigiam a criação de uma comissão nacional de inquérito sobre o 7 de outubro e, a 11 de dezembro de 2024, aquela instância judicial ordenou ao Governo israelita que se reunisse no prazo de 60 dias para debater a conveniência de criação ou não de tal comissão.
O Governo reuniu-se no domingo para se debruçar sobre esta questão e não decidiu nada.
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Israelitas bloqueiam estradas para pedir regresso dos reféns
Cerca de uma hora depois de o Hamas ter anunciado que vai adiar por tempo indefinido a libertação do próximo grupo de reféns, argumentando que Israel não está a cumprir a sua parte do acordo de cessar-fogo, o Haaretz noticia que centenas de israelitas estão a bloquear estradas em Telavive, pedindo o regresso de todos os reféns.
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Famílias dos reféns pedem a governo israelita que não prejudique concretização do acordo
O Fórum das Famílias dos Reféns e Desaparecidos israelitas também já veio reagir ao anúncio do Hamas, apelando aos países mediadores para que intervenham imediatamente e para que seja “retomada a implementação do acordo” de cessar-fogo.
As famílias pedem agora ao governo israelita que se “abstenha de ações que prejudiquem a concretização do acordo”.
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João Taborda da Gama é o novo coordenador nacional da Estratégia Europeia para Combater Antissemitismo
O advogado e antigo secretário de Estado João Taborda da Gama é o novo coordenador nacional da Estratégia Europeia para Combater o Antissemitismo e Promover a Vida Judaica.
Num comunicado enviado às redações, o Governo diz que está “empenhado em combater o antissemitismo” e também em “desenvolver uma estratégia de prevenção face às ameaças crescentes de discriminação da comunidade e da cultura judaica”.
O professor de Direito, que foi secretário de Estado no curto segundo governo de Pedro Passos Coelho e membro do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais, eleito pela Assembleia da República (2017-2021), não será receberá qualquer remuneração pelo novo cargo, adianta o mesmo comunicado.
Como o texto recorda, a Comissão Europeia apresentou, em 2021, a Estratégia da União Europeia para Combater o Antissemitismo e Apoiar a Vida Judaica 2021-2030. Em outubro de 2024, o Conselho da União Europeia aprovou uma declaração sobre o apoio à vida judaica e o combate ao antissemitismo, “tendo em consideração a existência de níveis alarmantes de antissemitismo em toda a União”.