Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Ministros do governo israelita anunciam objetivo de anexar Gaza, em dia de festejos nacionalistas em Jerusalém
- Portugal mantém em avaliação eventual reconhecimento da Palestina
- Israel diz que entraram 170 camiões de ajuda humanitária hoje
- Netanyahu promete libertação dos reféns nos próximos dois dias. "Se não for hoje, será amanhã. E se não for amanhã, será depois"
- Hamas diz que escalada israelita em Gaza "reflete a natureza fascista" de Israel
- Fontes israelitas negam que Hamas tenha aceite proposta de cessar-fogo
- Fontes próximas de Trump dizem que Presidente vai garantir que cessar-fogo decorra como acordado. Falta Israel aceitar
- Primeiro-ministro escocês apela a "pressão" internacional para pôr fim à guerra em Gaza
- Hamas concorda com proposta de cessar-fogo dos EUA
- O que se passou até agora
- Exército israelita emite ordem de evacuação para região de Rafah e Khan Younis
- Sobe para 36 o número de mortos em ataque israelita a escola transformada em abrigo
- Número de mortos em ataque israelita a escola sobe para 31
- Demite-se líder de fundação humanitária para Gaza apoiada por EUA
- Pelo menos 25 mortos em ataque israelita a escola que servia de abrigo a palestinianos deslocados na Faixa de Gaza
Histórico de atualizações
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Terminamos aqui o acompanhamento feito nesta segunda-feira do conflito no Médio Oriente. Pode seguir todos os desenvolvimentos da guerra entre Israel e o Hamas ao longo desta terça-feira neste novo artigo liveblog.
Obrigado por estar connosco.
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O que se passou até agora
- Altos funcionários israelitas desmentiram as notícias que sugeriam que o Hamas tinha aceitado uma proposta de cessar-fogo dos Estados Unidos. As negociações continuam em curso, mas até agora não foi feito qualquer progresso significativo para um acordo que ponha fim às hostilidades em Gaza.
- Durante as festividades do Dia de Jerusalém, ministros do governo israelita anunciaram a intenção de anexar a Faixa de Gaza. Itamar Ben-Gvir e Bezalel Smotrich destacaram uma postura agressiva, sublinhando que não deve haver ajuda humanitária ao Hamas e afirmando que a vitória sobre Gaza está próxima.
- A situação humanitária na Faixa de Gaza continua a deteriorar-se, com a Organização Mundial da Saúde a alertar para a escassez crítica de medicamentos e equipamentos médicos. A Gaza Humanitarian Foundation, apoiada pelos EUA, iniciou a distribuição de ajuda, mas enfrenta desafios devido a ameaças do Hamas.
- Numerosos apelos foram feitos pela comunidade internacional para pôr fim à guerra em Gaza, António Costa e outros líderes instaram Israel a levantar bloqueios humanitários e facilitar a entrada de assistência à região, enquanto o chanceler alemão criticou que os ataques israelitas já não podem ser justificados como uma luta contra o Hamas.
[A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 1.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]
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Ministros do governo israelita anunciam objetivo de anexar Gaza, em dia de festejos nacionalistas em Jerusalém
Durante as festividades do dia de Jerusalém, os ministros israelitas Itamar Ben-Gvir e Bezalel Smotrich anunciaram o objetivo de anexar a Faixa de Gaza.
“Não devemos dar ajuda humanitária aos terroristas. Nem combustível, nem comida, o Hamas precisa de receber uma bala na cabeça”, disse o ministro da Segurança Nacional Ben-Gvir.
O governante que é membro de um partido de extrema-direita disse que a “vitória total” está próxima e que as IDF têm de “acabar o trabalho”. “Gaza é nossa”, disse.
Num tom semelhante, o ministro das Finanças disse que o governo israelita está a “libertar Gaza”. Smotrich afirma que as forças israelitas vão “expandir as fronteiras de Israel, completar a redenção e voltar a construir o templo” no enclave.
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Grupo humanitário apoiado pelos EUA diz que começou distribuição de ajuda humanitária em Gaza
A Gaza Humanitarian Foundation anunciou esta segunda-feira que começou a distribuição de ajuda humanitária em Gaza, de acordo com um comunicado a que o jornal Haaretz teve acesso. A associação espera receber diariamente provisões alimentares para poder fornecer pontos de distribuição de comida à população.
A fundação humanitária, apoiada pelo governo de Israel e dos EUA, também criticou o Hamas após ter alegadamente recebido ameaças de morte e ter sido negado o acesso a pontos de distribuição pelo grupo palestiniano. “É claro que o Hamas se sente ameaçado por este novo modelo de operação.”
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Steve Witkoff diz às famílias de reféns israelitas que Hamas ainda não respondeu a proposta de cessar-fogo
O enviado norte-americano ao Médio Oriente Steve Witkoff disse às famílias de reféns israelitas que os Estados Unidos ainda não receberam uma resposta do Hamas à proposta que apresentaram. De acordo com o Haaretz, esta proposta foi descrita aos familiares como “o único plano em cima da mesa”.
O enviado especial de Donald Trump pediu às famílias dos reféns para não comentarem notícias sobre eventuais avanços nas negociações entre Israel e Hamas e garantiu que os EUA continuam os seus esforços para que um acordo seja alcançado. Hoje, foi noticiado que o grupo palestiniano teria aceitado a proposta apresentada pela delegação norte-americana, encabeçada por Witkoff.
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Portugal mantém em avaliação eventual reconhecimento da Palestina
Portugal mantém “sempre em avaliação” a possibilidade de reconhecer o Estado da Palestina, disse esta segunda-feira o chefe da diplomacia portuguesa, após participar, pela primeira vez, numa reunião do “Grupo de Madrid”, que pretende promover a solução dos dois Estados.
“A participação, sinceramente, não tem nada de especial. […] Eu já reuni com o primeiro-ministro da Autoridade Palestiniana, seguramente, três ou quatro vezes. Falei com ele ao telefone variadíssimas vezes”, afirmou Paulo Rangel, ao justificar a participação no encontro promovido pelo Governo espanhol para debater os passos para a solução de dois Estados — Palestina e Israel.
“A nossa posição é muito clara: exigir um cessar-fogo imediato e incondicional, exigir a entrada de ajuda humanitária em termos maciços numa situação com uma situação catastrófica e desesperada, e que está à beira de mortes à fome, o que é uma coisa absolutamente inaceitável. Sobre isso não há qualquer dúvida”, explicou Paulo Rangel.
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Israel diz que entraram 170 camiões de ajuda humanitária hoje
Israel diz que entraram hoje em Gaza 170 camiões de ajuda humanitária que continham alimentos, medicamentos e equipamento médico, anunciou o Ministério da Defesa desse país, citado pelo Times of Israel.
A ajuda, afirma este Ministério, surge “na sequência de uma recomendação feita por membros das IDF [Forças de Defesa Israelitas]”.
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Netanyahu promete libertação dos reféns nos próximos dois dias. "Se não for hoje, será amanhã. E se não for amanhã, será depois"
Depois de prometer um anúncio entre hoje e amanhã sobre a libertação dos reféns, Benjamin Netanyahu disse que Israel “não vai desistir” do objetivo de libertar os reféns. “Se não o completarmos hoje, será amanhã. E se não for amanhã, será depois de amanhã.”
“A tarefa de Gaza, incluindo a tarefa do regresso dos nossos reféns, mantém-nos ocupados todos os dias e todas as noites.” O primeiro-ministro israelita disse ainda que o Hamas é “teimoso” e que tem rejeitado propostas para o cessar-fogo, acrescentando que Steve Witkoff concorda com essa análise.
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António Costa exige que Israel levante bloqueio humanitária a Gaza, após conversa com Mahmoud Abbas
António Costa realizou hoje uma chamada telefónica com Mahmoud Abbas, Presidente da Autoridade Palestiniana, na qual “reiterou a sua grande preocupação com a catástrofe humanitária em Gaza e o aumento da violência na Cisjordânia”.
In my phone call today with Mahmoud Abbas, President of the Palestinian Authority, I reiterated my grave concerns regarding the catastrophic humanitarian situation in Gaza and the escalating violence in the West Bank.
I expressed full support for the UN Secretary-General’s…
— António Costa (@eucopresident) May 26, 2025
O Presidente do Conselho Europeu exigiu que Israel “levante o seu bloqueio e permita o acesso imediato, seguro e sem impedimentos a ajuda e assistência humanitária, em concordância com a lei internacional e os princípios humanitários”.
“Os restantes reféns [em cativeiro] devem ser libertados imediatamente”, acrescentou.
Costa escreveu ainda que demonstrou a Mohmoud Abbas o seu apoio ao plano de António Guterres para enfrentar a crise humanitária na Faixa de Gaza. Além disso, garantiu que a UE continua a apoiar a solução de dois Estados.
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ONU "em alerta" quanto a sentenças de prisão perpétua para crianças de 12 anos em Israel
Especialistas independentes do Conselho de Direitos Humanos da ONU acreditam que a nova lei israelita que permite a condenação de crianças a partir dos 12 anos a pena prisão perpétua pode violar a Convenção dos Direitos das Crianças.
A emenda à lei aprovada pelo parlamento israelita que permite a aplicação desta pena a crianças pode ser evocada em casos em que estas foram “condenadas por um homicídio ou tentativa de homicídio classificado como ato terrorista” ou se os comportamentos em julgamento “fizerem parte das operações de uma organização terrorista”.
Os especialistas da ONU consideram que esta alteração à lei “viola os direitos humanos das crianças palestinianas”.
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OMS diz que estão esgotadas as reservas para a maioria dos produtos e equipamentos médicos em Gaza
Esgotaram-se as reservas na Faixa de Gaza para a maioria dos equipamentos e produtos médicos, afirma a Organização Mundial de Saúde (OMS).
“Estamos sem reservas para 64% dos equipamentos médicos e o mesmo acontece com 42% das vacinas e medicamentos essenciais”, disse Hanan Balkhy, a diretora regional para da OMS na região leste do Mediterrâneo.
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Netanyahu promete anúncio sobre acordo para libertação de reféns até amanhã
Benjamin Netanyahu disse esta tarde que espera poder fazer entre hoje e amanhã um anúncio sobre a negociação do acordo para a libertação dos reféns.
“Espero realmente poder anunciar algo sobre os reféns”, disse, num vídeo publicado nas redes sociais. Entretanto, uma fonte próxima do primeiro-ministro israelita tentou diminuir as expectativas criadas quanto a esse anúncio, em declarações ao The Times of Israel . Em alguns meios de comunicação, o vídeo de Netanyahu foi interpretado como um pré-anúncio de um acordo com o Hamas.
“O primeiro-ministro quis dizer que nós não vamos desistir de libertar os nossos reféns e que, se não atingirmos esse objetivo nos próximos dias, vamos conseguir fazê-lo mais tarde”, disse essa fonte ao jornal israelita. “O Hamas continua agarrado à sua recusa”, acrescentou.
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Comissário europeu do Desporto sugere possibilidade de banir Israel de competições europeias
Glenn Micallef, comissário europeu responsável pela pasta do Desporto, sugeriu a possibilidade de banir Israel de participar em competições desportivas europeias, devido à ofensiva israelita em curso em Gaza.
“No que toca ao desporto, acho que não deve haver espaço nos eventos desportivos para aqueles que não partilham os nossos valores”, afirmou, quando questionado sobre se Israel deveria ser alvo de sanções.
O comissário maltês qualificou a situação em Gaza como uma “catástrofe” e assinalou o elevado número de pessoas, incluindo jovens e crianças, que não têm acesso a ajuda humanitária.
Sem mencionar explicitamente Israel, Micallef disse que o desporto é “uma ferramenta que usamos para promover a paz e os direitos humanos”. O comissário europeu concluiu que “a mensagem é bastante clara: através do desporto, temos de promover os valores que defendemos junto de qualquer país”.
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Episódios de violência ocorrem entre israelitas e palestinianos durante marcha nacionalista em Jerusalém
Durante uma tradicional marcha em Jerusalém que assinala a conquista da região este da cidade por Israel, em 1967, alguns israelitas confrontaram hoje um grupo de comerciantes palestinianos, de acordo com a Reuters.
Jerusalem Day: as settlers go on their annual day of terror against Palestinians, we’re on the ground doing protective presence. (1/3) pic.twitter.com/A0KFsQFjGp
— עומדים ביחד نقف معًا Standing Together???? (@omdimbeyachad) May 26, 2025
A marcha nacionalista teve início após uma visita do ministro da Segurança Nacional Itamar Ben Gvir à Esplanada das Mesquitas, na cidade velha de Jerusalém. A presença do ministro neste local, que tem sido palco de vários confrontos entre israelitas e palestinianos, foi entretanto condenada por um porta-voz da Presidência da Autoridade Palestiniana.
De acordo com a agência noticiosa, os confrontos violentos tiveram início quando alguns israelitas começaram a assediar comerciantes palestinianos que tinham encerrado os seus negócios antes do início da marcha.
Os manifestantes israelitas, associados a movimentos de extrema-direita, terão gritado expressões de ódio dirigidas aos palestinianos como “Morte aos árabes”. Há relatos de palestinianos que foram alvo de cuspidelas e violência física por parte dos manifestantes israelitas, muitos dos quais eram jovens menores de idade.
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Hamas diz que escalada israelita em Gaza "reflete a natureza fascista" de Israel
O Hamas reagiu ao ataque israelita a uma escola transformada em abrigo na zona de norte de Gaza que matou, pelo menos, 54 palestinianos.
Num comunicado publicado no Telegram, o grupo palestiniano disse que a escalada do conflito “reflete a natureza fascista” de Israel e confirma que o país está a “explorar a ausência de esforços internacionais para a dissuasão”.
Segundo o Hamas, o ataque à escola terá deixado carbonizados os corpos de dezenas de pessoas, maioritariamente de crianças e mulheres, impossibilitando a sua identificação.
Esta ofensiva “confirma a política de terra queimada levada a cabo pelo ocupante para esvaziar a Faixa de Gaza, bombardeando infraestruturas civis e centros de abrigo seguros”, defendem.
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Steve Witkoff terá negado que Hamas aceitou acordo de cessar-fogo
O enviado de Donald Trump ao Médio Oriente para mediar as negociações entre Hamas e Israel negou que o grupo palestiniano tenha aceitado uma proposta de cessar-fogo dos EUA, de acordo com a imprensa israelita.
Steve Witkoff terá dito ao jornalista israelita Barak Ravid que o Hamas rejeitou a sua proposta de cessar-fogo por a considerar “dececionante e completamente inaceitável”.
De acordo com outra fonte israelita ouvida pelo jornal Haaretz, não foi feito qualquer progresso hoje em relação a um acordo para o fim das hostilidades. Este oficial israelita acrescenta que os dois lados terão regressado às suas posições iniciais de negociação.
Neste momento, o Hamas continua a pedir garantias de que o acordo de cessar-fogo temporário se transformará num entendimento para o fim definitivo da guerra. Segundo esta mesma fonte, Israel continua empenhado na desmilitarização do grupo palestiniano e no exílio dos seus líderes da Faixa de Gaza, para impossibilitar que estes tenham palavra a dizer na futura administração do enclave.
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Fontes israelitas negam que Hamas tenha aceite proposta de cessar-fogo
Altos funcionários israelitas estão a desmentir as notícias que dão conta que o Hamas aceitou hoje uma proposta de cessar-fogo dos EUA, de acordo com a AlJazeera.
Os oficiais do Estado israelita ouvidos pelo jornal árabe garantem que as negociações ainda estão em curso e confirmam que Israel ainda não concordou com nenhuma proposta para uma paragem temporária do conflito em Gaza.
A proposta de cessar-fogo que, segundo a Reuters, terá sido aceite pelo Hamas foi feita por Steve Witkoff, o enviado de Donald Trump ao Médio Oriente. Contudo, passada mais de uma hora das primeiras notícias sobre o princípio de acordo, ainda não foi feita qualquer confirmação oficial do lado norte-americano.
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Fontes próximas de Trump dizem que Presidente vai garantir que cessar-fogo decorra como acordado. Falta Israel aceitar
A Al Jazeera está a citar fontes próximas ao Presidente dos EUA, Donald Trump, que avançam que o líder norte-americano vai garantir que o acordo de cessar-fogo hoje aceite pelo Hamas decorrerá nos termos em que foi firmado. Incluindo a retirada das tropas israelitas de Gaza.
O acordo garante ainda ajuda humanitária incondicional a partir do primeiro dia da sua entrada em vigor.
Citando as mesma fontes, a Aljazeera informa ainda que o enviado dos EUA, Steve Witkoff, enviou o projeto ao governo israelita e está à espera da sua resposta.
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Primeiro-ministro escocês apela a "pressão" internacional para pôr fim à guerra em Gaza
No rescaldo dos ataques que mataram dezenas de pessoas em Gaza durante a noite, o primeiro-ministro escocês, John Swinney, apelou aos seus homólogos para que “pressionem” o Governo israelita a pôr fim à guerra na Faixa de Gaza.
Citado pela Sky News, Swinney descreveu a situação em Gaza como “absolutamente insuportável”. “Este nível de sofrimento está para lá da compreensão”, acrescentou.
“Nenhum ser humano pode olhar para esta situação e chegar a outra conclusão que não seja a de que os combates têm de acabar”, garantiu.
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Hamas concorda com proposta de cessar-fogo dos EUA
O Hamas concordou com a proposta do enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, para um cessar-fogo em Gaza, avançou a Reuters, que cita um funcionário palestiniano próximo do grupo
A nova proposta, que prevê a libertação de dez reféns e 70 dias de tréguas, foi recebida pelo Hamas através de mediadores.
O anúncio surge no mesmo dia em que Israel rejeitou a proposta.