Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Fica por aqui a cobertura da atualidade política em Portugal deste sábado.

    Continue a acompanhar tudo o que se passa neste novo liveblog, em que vamos acompanhar ao minuto o arranque oficial da campanha para as Eleições Presidenciais 2026 durante este domingo.

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    De norte a sul, campanha presidencial arranca oficialmente este domingo

  • Cotrim declina "escolta permanente" da PSP durante campanha

    João Cotrim Figueiredo declinou a sugestão de ter “escolta permanente” da Polícia de Segurança Pública durante a campanha presidencial, como lhe foi sugerido após uma “avaliação de risco realizada pelo SIS [Serviço de Informações de Segurança]”, revelou o candidato apoiado pela Iniciativa Liberal.

    “Na sequência de notícias vindas a público recentemente, informo que, após a avaliação de risco realizada pelo SIS, como é habitual em períodos eleitorais, foi colocada à minha disposição uma equipa do Corpo de Segurança Pessoal da PSP”, começou por escrever num comunicado publicado no X.

    “No entanto, e ainda que vá manter contacto regular com as autoridades competentes visando acautelar ameaças à minha segurança e da nossa equipa, entendi declinar ter escolta permanente durante a campanha que terá início amanhã”.

    A referência a “notícias vindas a público recentemente” estará relacionada com uma informação divulgada pelo portal 24horas, que dá conta que outros quatro candidatos — André Ventura, António José Seguro, Henrique Gouveia e Melo e Luís Marques Mendes — aceitaram a mesma escolta depois de uma “avaliação de ameaça”. Estarão destacados, a partir de amanhã, 24 agentes e oito carros para acompanhar em permanência os candidatos com escoltas de três agentes substituídos diariamente.

  • Seguro promete que não será “primeiro-ministro sombra” em Belém

    O candidato presidencial António José Seguro alertou hoje que, nestas eleições, o voto útil é na primeira volta e não na segunda, prometendo que, caso vença, não será “um primeiro-ministro sombra” em Belém, mas sim “um Presidente exigente”.

    “O voto útil nestas eleições não é na segunda volta, é mesmo nesta primeira volta, porque também havia um desequilíbrio completo se só houvesse um campo político a disputar estas eleições na segunda volta”, avisou Seguro no seu discurso num comício em Viseu.

    O candidato à Presidência da República apoiado pelo PS questionou “como é que ficaria cerca de metade dos portugueses se só houvesse um campo político a disputar estas eleições”.

    Seguro comprometeu-se a ser um “Presidente exigente” e deixou uma promessa: “Não serei em Belém um primeiro-ministro sombra”.

    “A função de um Presidente é cooperar institucionalmente com os governos, é contribuir para que se crie um clima e uma cultura política de compromisso concentrada nas soluções para resolver os problemas dos portugueses. A minha primeira causa é um pacto para a saúde”, disse.

    O antigo líder do PS insistiu numa ideia que tem defendido ao longo desta pré-campanha de que “a única maneira de não haver essa tendência do poder absoluto”, que haveria se também o Presidente da República fosse de direita tal como nos restantes poderes, e de equilibrar o sistema político em Portugal, é eleger alguém que venha do seu campo político.

    “E que tenha as características de diálogo, ponderação, de bom senso, com que me apresento nestas eleições”, enfatizou.

  • Presidente da Câmara de Viseu: “É importante que o PS esteja convocado” para apoiar Seguro

    O presidente da Câmara de Viseu, o socialista João Azevedo, assinalou hoje que “é importante que o PS esteja convocado” para apoiar a candidatura presidencial de António José Seguro, de forma a conjugar apoios partidários e independentes.

    “Meu querido Armando Mourisco [presidente da federação distrital do PS], o dirigente máximo do PS em Viseu, tu representas a parte do PS, a parte que é muito importante também, e é importante que o PS esteja convocado para dar este contributo a António José Seguro”, frisou hoje João Azevedo num discurso no auditório do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), em Viseu.

    O autarca socialista, que nas eleições autárquicas de 12 de outubro venceu a Câmara de Viseu ao histórico social-democrata Fernando Ruas, citou ainda o nome de vários membros do PS de Viseu, como o ex-secretário de Estado João Paulo Rebelo, o vereador da Câmara Miguel Pipa ou a presidente das Mulheres Socialistas e deputada Elza Pais, presentes na sala, como “dezenas de pessoas do PS que devem esse contributo ao candidato que o PS apoia, António José Seguro”.

    Estimando que “mais de metade das pessoas” presentes no auditório do IPDJ, cerca de 300, fossem independentes, considerou que os não filiados no PS “representam uma alavanca, um motor, um dínamo fundamental” na caminhada eleitoral.

    Com “o PS de um lado e os independentes de outro”, João Azevedo vê uma “ligação natural de uma candidatura à Presidência da República”, considerando que António José Seguro representa uma “bússola da unidade, da união”.

  • Ventura apela ao voto apesar do seu feitio porque “nem Jesus agradou a todos”

    O candidato presidencial e líder do Chega, André Ventura, apelou hoje ao voto dos portugueses, apesar do seu feitio e estilo, alegando que “nem Jesus agradou a todos” e que está em causa um novo “modelo de país”.

    “No fim do dia, quando vocês escolherem, não estarão a escolher o vosso companheiro de viagem. Vocês estão a escolher o líder de uma nação e estão a escolher o representante de uma nação. Quando votam para o Presidente da República, não estão a escolher o vosso melhor amigo. Estão a escolher que país querem e que líder querem para liderar esse país nos próximos anos”, realçou André Ventura, num discurso durante uma ação de pré-campanha para as eleições presidenciais, no Espaço Multiusos de Albufeira, distrito de Faro.

    Após um jantar-comício, o candidato apelou ao voto e chegou a comparar a sua figura à de Jesus que também “não agradou a toda a gente”.

    “Eu tenho um feitio próprio. Tenho também uma forma própria de falar e tenho um estilo próprio de quem se sente indignado com o país. Nem todos gostam do estilo, nem todos gostam do feitio, nem todos gostam da forma de falar. É o que é. Tenho a certeza que quando escolheram os vossos maridos e as vossas mulheres, não adoraram tudo neles”, comparou.

    Afirmando que se apresenta aos portugueses “como uma alternativa”, Ventura garantiu que não vai abdicar da sua forma de atuar, continuando a “falar mais alto”, “levantar a voz” ou “esbracejar”.

    “Nos tempos de antena, que vão sair amanhã, eu deixo um desafio aos portugueses: que país querem daqui a uns anos? Muito mais do que gostarem do André Ventura ou não gostarem do André Ventura ou do Chega, a questão é que país é que queremos”, defendeu.

  • Gouveia e Melo afirma que a sua comissão de honra são os portugueses

    O candidato presidencial Gouveia e Melo visou hoje indiretamente o seu adversário António José Seguro, dizendo que a sua comissão de honra são os portugueses e reivindicando ser um candidato “diferente, suprapartidário e independente”.

    Henrique Gouveia e Melo falava no final de uma ação de campanha pela vila de Óbidos, durante a qual cumprimentou muitas dezenas de pessoas e, de forma surpreendente, aceitou sem medo colocar à volta dos seus ombros uma cobra branca, embora não fosse venenosa. Também acariciou um camaleão.

    No que diz respeito a política, o ex-chefe do Estado-Maior da Armada fez um breve discurso aos seus apoiantes quando se preparava para abandonar a vila de Óbidos. E visou então, indiretamente, o seu adversário António José Seguro, que no domingo, em Lisboa, apresenta a sua comissão de honra, numa sessão que terá a presença do secretário-geral do PS, José Luís Carneiro.

    “Não somos um partido, nem uma faixa colorida do arco-íris. Somos Portugal. A minha comissão de honra são as pessoas que aqui estão, são os portugueses. E o meu único partido é Portugal”, declarou.

  • Rui Moreira defende que o próximo Presidente deve ser “corajoso e previsível”

    O mandatário nacional da candidatura presidencial de Luís Marques Mendes considerou hoje que Portugal precisa de um Presidente da República “corajoso e previsível” e não de alguém que seja “um caudilho, um diletante e um indeciso”.

    Discursando num comício no auditório do Instituto Politécnico de Viseu, que a candidatura apelidou de “sessões de esclarecimento”, o ex-presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, considerou que “o melhor” para Belém é Luís Marques Mendes.

    Numa intervenção em que saudou Fernando Ruas, Arlindo Cunha e Almeida Henriques, Rui Moreira defendeu que Portugal precisa de um chefe de Estado “que tenha preparação, experiência e o dom da moderação”, e disse que encontra estas qualidades em Luís Marques Mendes.

    “O que se exige para o Presidente da República é que seja prudente, experiente e, acima de tudo, corajoso”, salientou, considerando que a “coragem não se define pela gritaria nem pelas bravatas avulsas”.

    Rui Moreira considerou que o país precisa de alguém “corajoso e previsível” e assinalou que o candidato que apoia “deu provas ao longo da sua vida, nos momentos mais difíceis, quando teve que tomar decisões e sabia que ia ser sacrificado pela coragem da ética”.

    “Nos últimos dias testemunhámos essa coragem”, afirmou, considerando que Marques Mendes “reagiu com decência à indecência”.

    O ex-autarca salientou que os portugueses sabem o que o candidato pensa e rejeitou “aventuras” ou “um D. Sebastião” em Belém.

    “Um Presidente da República não pode ser um caudilho. Não pode ser um diletante e não pode ser um indeciso”, acrescentou.

  • Mendes pede a PR e Governo que “não empatem” diploma que cria urgências regionais de obstetrícia

    O candidato presidencial Marques Mendes apelou hoje ao Presidente da República e ao Governo que “não empatem” o decreto-lei que pretende criar urgências regionais de obstetrícia e avisou que este é o tempo de “exigir resultados em todas as áreas”.

    Numa sessão de esclarecimento no Instituto Politécnico de Viseu, o candidato apoiado por PSD e CDS-PP disse ter muito orgulho no apoio destes dois partidos, mas assegurou que será totalmente isento e independente, prometendo, se for eleito, ser também um Presidente ativo.

    “Mas exigindo ao mesmo tempo firmeza nos resultados. Há um tempo para ter diagnósticos e há um tempo para exigir resultados. E este é o tempo para exigir resultados em todas as áreas”, disse.

    Marques Mendes quis dar um exemplo concreto, referindo-se aos três diplomas na área da saúde que o Presidente da República devolveu ao Governo, pedindo que, “se são necessários aperfeiçoamentos, façam-se os aperfeiçoamentos”.

    O candidato a Belém referiu-se em especial ao decreto-lei que prevê a criação de urgências de obstetrícia de caráter regional, dizendo que pretende resolver “os problemas terríveis que existem na Península de Setúbal”.

    “Se há problemas de aperfeiçoamento nesse diploma, resolvam rapidamente. Mas não empatem durante muito tempo uma decisão sobre essa matéria porque ela é absolutamente essencial para milhares de pessoas e para milhares de mulheres na Península de Setúbal, pelo menos”, disse.

    E deixou mais um apelo: “Não me obriguem a que uma das primeiras decisões no dia 9 de Março, tomando posse como Presidente da República, tenha que ser essa decisão. Eu espero que decidam antes”, afirmou.

  • Jorge Pinto assegura que não vai desistir da corrida a Belém

    O candidato presidencial Jorge Pinto assegurou hoje que não vai desistir antes das eleições do dia 18 de janeiro, argumentando que “os portugueses merecem poder votar em quem fala para eles”.

    “Não vou desistir. Por uma razão muito simples, porque os portugueses merecem poder votar em quem fala para eles, merecem votar em quem é menos do mesmo, mas é para melhor, porque mudar para pior é fácil, mudar para melhor é que é mais difícil, exige mais paciência”, afirmou, após ser questionado sobre se vai até ao fim nestas eleições presidenciais.

    Esta posição surge depois de, num debate transmitido pelas rádios Antena 1, Renascença, TSF e Observador, Jorge Pinto, ao contrário do que fizeram Catarina Martins e António Filipe, não ter dito taxativamente se pretendia desistir ou não até dia 18 de janeiro, limitando-se a afirmar que vai “estar na corrida” a Belém.

    Em declarações aos jornalistas, após uma visita ao Coletivo Plugg, em Ponta Delgada, Açores, defendeu que a sua campanha tem incorporado “vozes novas que se afirmam pela decência, empatia, pelo amor até”, numa tentativa de contrariar o foco no ódio e na violência, sublinhando que este cenário não reflete o país que conhece.

    O candidato presidencial disse também que fez esforços até à última hora para que houvesse uma “candidatura agregadora” e que também por isso foi o último a anunciar que se candidatava, acrescentando que concorre para preencher um espaço da esquerda progressista, regionalista, europeísta, cosmopolita e ecologista.

  • António Filipe diz que PR deveria ter sido mais vigilante sobre a habitação

    O candidato presidencial António Filipe classificou hoje a habitação como um dos mais graves problemas sociais do país e defendeu que deveria ter havido uma “vigilância maior” do Presidente da República relativamente a diplomas como o do arrendamento.

    “O Presidente da República não se substitui ao Governo, não é ele que vai pôr em prática políticas de habitação, mas tem uma intervenção legislativa que pode e deve usar, designadamente, perante diplomas legislativos que tenham a ver com este direito fundamental”, afirmou o candidato apoiado pelo PCP e PEV.

    António Filipe, que falava durante uma sessão dedicada à habitação, no centro de Lisboa, afirmou que não se tem visto, “da parte de quem exerce as funções do Presidente da República, uma ação vigilante nesse sentido, relativamente à legislação, designadamente em matéria de arrendamento, designadamente em matéria do sistema financeiro”.

    “Não temos assistido e devíamos assistir. E creio que, para além disso, o Presidente da República deve ter uma voz sobre esta matéria. Não deve ser indiferente a um problema social tão grave”, realçou.

  • Ventura convicto de que estará na segunda volta rejeita “vitórias de sofá”

    O candidato presidencial e líder do Chega, André Ventura, disse hoje estar convicto de que passará a uma segunda volta no próximo dia 18 e rejeitou uma “vitória de sofá” ou apenas nas sondagens.

    “Nós sentimos que estamos na frente, segundo os números, vamos na frente, mas eu vou trabalhar até ao dia 18 para concretizar e confirmar essa vitória. Não quero ter vitórias de sofá, nem vitórias de sondagens, é mesmo para ganhar no dia 18”, afirmou André Ventura, à entrada do Espaço Multiusos de Albufeira, distrito de Faro.

    Interrogado sobre o que fará se este objetivo não se confirmar, Ventura respondeu que “isso não vai acontecer”, alegando ser “o único candidato que tem feito rua de verdade dos candidatos que podem passar à segunda volta, e os outros não andam na rua”.

  • Cotrim Figueiredo considera que o Estado se demitiu da sua função social

    O candidato à Presidência da República João Cotrim Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, defendeu hoje que o Estado está a falhar e a demitir-se da sua função social.

    “O que parece estar a passar-se é o Estado demitir-se da sua função social, delegá-la a instituições particulares de solidariedade social ou mesmo a instituições privadas de outro tipo e, depois, não compartilhar no esforço que estas fazem”, afirmou Cotrim Figueiredo no final de uma visita ao lar da Santa Casa da Misericórdia de Loulé, no distrito de Faro.

    A um dia do arranque oficial da campanha para as eleições presidenciais, agendadas para 18 de janeiro, o eurodeputado referiu que, ano após ano, a atualização das comparticipações é deficiente e a níveis muito inferiores à subida dos custos que as instituições enfrentam, o que tem vindo a piorar o problema.

    “E, nesse aspeto, instituições como esta e outras que tenho visitado desempenham um papel crucial e confesso que me custa ouvir em cada sítio onde vou que estas se sentem pouco estimulados pelo Estado a continuar a prestar este serviço, porque apenas uma pequena percentagem dos custos efetivos são compartilhados pela Segurança Social”, assinalou.

    Cotrim Figueiredo considerou que o país trata mal a área social porque não programa, nem planeia o tipo de necessidades.

    Em sua opinião, a maior parte destes problemas são perspetiváveis, sendo evidente que este tipo de apoio vai ter de ser reforçado ano após ano.

    “Um Estado que não se prepara para dar esse apoio é um Estado que está a falhar na sua função social”, insistiu.

  • Seguro defende necessidade da sua eleição para equilíbrio e combater extremismos

    O candidato António José Seguro considerou hoje que a sua eleição para Presidente da República é necessária para equilibrar o país politicamente e combater extremismos, frisando que “não há uma segunda oportunidade para pôr o Seguro na segunda volta”.

    “Porque é que é necessária a eleição de uma pessoa com as minhas características, com a minha sensibilidade e as minhas convicções? Porque o país, do ponto de vista político, está desequilibrado”, disse hoje o candidato presidencial apoiado pelo PS num almoço com mais 400 apoiantes na Guarda, segundo fonte da candidatura.

    António José Seguro lembrou, referindo-se à direita, que “há um campo político que, hoje, por escolha dos portugueses, tem a maioria nas juntas de freguesia, nas câmaras municipais, governa os Açores e a Madeira, governa a República, e dispõe de dois terços no parlamento para poder fazer uma revisão da Constituição”.

    “Este desequilíbrio, do meu ponto de vista, não pode ser ainda mais acentuado com a eleição de um candidato do campo político da direita, os outros três ou quatro candidatos que podem passar à segunda volta”, disse, referindo-se a Luís Marques Mendes, Henrique Gouveia e Melo, André Ventura e João Cotrim Figueiredo.

    Frisando que não se refere ao PSD, “porque é um partido democrata”, Seguro disse que “há uma nova situação em Portugal, de extremismo, protagonizada por um partido novo”, referindo-se ao Chega, sem o nomear.

    “A única coisa que quer é dividir-nos, pôr-nos uns contra os outros e dar cabo da nossa democracia. E é contra isso que nós estamos aqui para vencer essa eleição”, vincou.

  • Todas as presidentes das Mulheres Socialistas apoiam Seguro

    Todas as presidentes das Mulheres Socialistas manifestaram este sábado apoio à candidatura presidencial de António José Seguro e apelam ao “voto em massa na primeira volta, considerando ser quem “está em melhores condições para garantir o regular funcionamento das instituições”.

    “A Presidente Nacional, Elza Pais, e todas as Presidentes Federativas e Regionais das Mulheres Socialistas apoiam a candidatura de António José Seguro a Presidente da República”, refere uma nota enviada à agência Lusa pela candidatura.

    Para estas socialistas, “nestes tempos difíceis e críticos” da vida política “não há segunda opção, só há uma opção” que é “votar em massa na primeira volta em António José Seguro”.

    “Consideram que é o único candidato do espetro da esquerda e do centro-esquerda capaz de disputar a segunda volta à Presidência da República e o que está em melhores condições para garantir o regular funcionamento das instituições e a salvaguarda da nossa democracia”, referem estas apoiantes.

    Segundo Elza Pais e as restantes presidentes, o candidato apoiado pelo PS “é um humanista e será o garante de que a dignidade de cada ser humano será cabalmente assegurada e os direitos conquistados serão cumpridos”.

    “A igualdade e a não discriminação constituirão faróis orientadores da sua magistratura de influência”, defendem.

  • CDS-PP e BE nos Açores criticam suspensão do subsídio social de mobilidade

    O CDS-PP e o Bloco de Esquerda nos Açores criticaram a suspensão do pagamento do subsídio social de mobilidade, no início do ano, alertando para os constrangimentos provocados aos cidadãos açorianos.

    Na sexta-feira, os CTT informaram que o serviço de reembolso do subsídio social de mobilidade se encontrava temporariamente suspenso em toda a rede de lojas” por “motivos alheios à empresa”.

    Segundo o Governo Regional da Madeira, essa suspensão ocorreu porque o Governo da República não publicou uma nova portaria para substituir a que previa um regime transitório até à implementação da plataforma eletrónica para aceder ao subsídio, que cessou a 31 de dezembro de 2025.

    Ao final do dia, o Ministério das Infraestruturas e Habitação assegurou, numa resposta por escrito à Lusa, que a suspensão era apenas temporária e que deveria estar ultrapassada em poucos dias.

    O executivo ressalvou que “não está em causa nenhum pagamento de viagem” e esclareceu que as regras atualmente em vigor continuam a ser aplicáveis a todos os bilhetes já adquiridos.

    Depois de PS e Chega, também o CDS-PP e o BE nos Açores criticaram o Governo da República por não ter acautelado que o serviço continuava a ser prestado sem interrupções.

  • Gouveia e Melo desvaloriza tendência de queda nas sondagens

    Henrique Gouveia e Melo desvalorizou este sábado as sondagens que indicam uma tendência de queda nas intenções de voto na sua candidatura, considerando que a verdadeira sondagem acontece no dia das eleições.

    “Eu não tenho sondagens em queda. O que eu tive foi, naturalmente, com o arco-íris político, em que todas as cores do arco-íris têm um candidato, naturalmente, as expectativas de voto em mim, que sou independente, desceram. Não significa que eu estivesse em queda”, afirmou.

    Henrique Gouveia e Melo falava aos jornalistas durante uma visita à Feira de Monte Abraão, em Queluz, onde distribuiu votos de bom ano e foi recebido de forma calorosa, ouvindo elogios dos feirantes e também de quem por ali passava.

    “Essa coisa de dizerem que eu tenho as sondagens em queda, eu julgo que é um mantra que já se instalou”, gracejou, dizendo que a verdadeira sondagem será quando os portugueses forem votar no dia 18 de janeiro.

    “Eu digo um bocado, em graça, se me permitem, as pessoas [que] fiquem com a sondagem, que eu prefiro ficar com os resultados”, frisou.

  • Charola em Loulé apela a quem não quiser ser ruim "para votar no amigo Cotrim"

    “Ora, muito se aprende em campanha, é melhor do que ir à escola, ora hoje quem me acompanha é esta bela charola”, respondeu de improviso o candidato em Loulé.

    Charola em Loulé apela a quem não quiser ser ruim “para votar no amigo Cotrim”

  • Mendes considera que pessoas “estão fartas” de “trica política” nesta campanha

    Luís Marques Mendes recusou este sábado alinhar em “trica política” nesta campanha eleitoral e considerou que as “pessoas estão fartas” dessa postura por parte dos candidatos a Belém.

    “Já há muitos dias que deixei de entrar na trica política. Não quero trica política, não vou fazer trica política. Acho que as pessoas estão fartas de trica política, as pessoas não estão a gostar muito desta campanha por excesso de tricas, insinuações e suspeitas”, afirmou.

    Marques Mendes atribuiu esta postura aos opositores e disse que prefere falar “das questões que interessam às pessoas”.

    “Uns concordam, outros discordam, como é normal em democracia, mas tricas, insinuações, suspeitas, baixa política, deixo para os meus adversários. As pessoas estão fartas de tricas, eu não vou nunca entrar por aí”, salientou.

    Na visita ao Mercado de Benfica, um dia antes do arranque do período oficial de campanha para as eleições presidenciais de 18 de janeiro, Marques Mendes esteve acompanhado pela mulher, Sofia Marques Mendes, que o acompanhará na volta, pelo ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, deputados do PSD e CDS-PP como António Rodrigues e Paulo Núncio, o antigo chefe da Casa Civil do Presidente Cavaco Silva, Nunes Liberato, entre outras figuras do PSD e do CDS-PP, como Teresa Patrício Gouveia, Diogo Feio ou Pedro Morais Soares.

    “Lá em casa somos cinco a votar em si”, prometeu um eleitor, enquanto uma vendedora lhe pedia para “pôr ordem nesta cambada” e outra dizia que gostava de o “ouvir na televisão”, no espaço de comentário que tinha ao domingo.

    Noutra banca, uma senhora queixou-se de que o filho com deficiência “não tem direito a subsídio de férias nem subsídio de Natal”.

    “Deviam ter. É preciso chamar a atenção, farei isso”, prometeu Luís Marques Mendes.

  • Catarina Martins acusa Governo de abandonar o país no acesso à saúde

    A candidata presidencial Catarina Martins acusou o Governo de abandonar o país, em particular no que respeita ao acesso à saúde, depois de ouvir as queixas de vários algarvios numa visita ao mercado de Olhão.

    “Não está fácil aqui”, dizia-lhe uma das várias clientes que, apesar da chuva, aproveitou a manhã para fazer compras no mercado de Olhão, onde as dificuldades no acesso à saúde foram a principal queixa partilhada com a candidata às eleições presidenciais de 18 de janeiro.

    “Eu começo aqui no Algarve, que tem sido abandonado pelo Governo e cuja saúde é um dos maiores problemas”, disse, em declarações aos jornalistas, Catarina Martins, que escolheu o sul do país para a véspera do arranque oficial da campanha.

    Um dos exemplos desse abandono, referiu, é a alegada intenção do Governo de encerrar a Delegação Regional do INEM no Algarve, noticiada em dezembro pelo Correio da Manhã.

    “Quer dizer que não vai haver nenhum centro regional do INEM em todo o sul do país. É o abandono do país, é um ataque à segurança e à saúde das populações. Uma Presidente da República tem que ter uma palavra sobre isto”, sublinhou.

    Insistindo que é candidata à Presidência da República “contra o abandono”, Catarina Martins acrescentou que, enquanto chefe de Estado, estará “na linha da frente a dizer que o Estado não pode falhar no que é fundamental e a saúde é fundamental”.

  • PS diz que devolução de diplomas na saúde é uma oportunidade para Governo dialogar

    O PS defendeu este sábado que o pedido de aperfeiçoamento de diplomas da saúde feito pelo Presidente da República ao Governo é uma “boa notícia” e uma oportunidade para o Governo dialogar com o setor e com os partidos.

    “É uma boa notícia o facto do Presidente da República ter devolvido ao Governo um conjunto de diplomas sobre saúde e é uma boa notícia essencialmente porque é uma oportunidade para que o Governo possa fazer as suas reformas no contexto em que elas devem ser feitas, que é em diálogo com o setor”, afirmou a deputada socialista, Mariana Vieira da Silva.

    O Governo confirmou na sexta-feira à Lusa que o Presidente da República pediu “o aperfeiçoamento” de três decretos-lei sobre contratação de médicos tarefeiros, centralização regional de urgências e gestão de listas de espera, que “está a analisar”.

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