Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Trump diz que China pode ajudar a acabar com a guerra na Ucrânia
- Ucrânia não espera negociar com a Rússia em Munique
- "Eu acredito que Putin quer paz. Ele dir-me-ia se não quisesse", diz Trump
- "Acho que as declarações de Hegseth ontem estão corretas", afirma Trump
- "Ucrânia, Europa e os EUA têm de estar unidos", afirma Tusk
- Hegseth esclarece recusa da adesão ucraniana à NATO: "todas as opções estão em cima da mesa"
- Zelensky falou com Donald Tusk e avisou que "não confiem em Putin"
- Kremlin: negociações de Kiev e Moscovo serão feitas em separado e poderão demorar vários meses
- "Os valores são importantes, mas não se pode disparar valores, bandeiras e discursos fortes", afirma Hegseth
- "Trump não vai deixar que transformem o 'Uncle Sam' no tio idiota", avisa Hegseth
- Rutte recusa comentar envio de tropas para a Ucrânia em conferência de imprensa
- "Não foi agradável". Zelensky incomodado pelo facto de Trump ter falado com Putin primeiro, só depois com ele
- Zelensky não irá assinar acordo de paz em cuja negociação a Ucrânia não estiver envolvida
- NATO vai reforçar força de resposta rápida, anuncia ministro polaco
- "Boas possibilidades" de que negociação leve ao fim desta "guerra horrível"
- Líder da NATO garante que o objetivo é ajudar a Ucrânia a ter boa posição negocial
- "Somos fortes, somos capazes, vamos prevalecer", diz ministro da Defesa da Ucrânia
- "Trump já fez cedências a Putin mesmo antes de começar negociação", acusa ministro alemão
- Rangel diz que Conferência de Munique servirá para debater Ucrânia, Gaza e NATO
- Conversas entre Trump e Putin "não são traição" a Kiev
- É "crítico" que a Europa gaste 5% do PIB em defesa, diz secretário da Defesa de Trump
- NATO não pode permitir que Putin conquiste mais território, defende Mark Rutte
- Gastos militares da Rússia superam os da Europa
- Prisioneiro libertado por EUA é pirata informático ligado às criptomoedas
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- Donald Trump expressou confiança na intenção de paz de Vladimir Putin, afirmando em várias ocasiões que o líder russo deseja chegar a um acordo para acabar com a guerra na Ucrânia. O Presidente dos EUA argumenta que a sua disposição para negociar com Putin não constitui uma concessão, mas sim uma demonstração de força. Trump também acredita que a China pode desempenhar um papel positivo na mediação para o fim do conflito.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, avisou que a Ucrânia não aceitará nenhum acordo de paz que exclua a sua participação direta nas negociações. Zelensky manifestou desconforto pelo facto de Trump ter falado primeiro com Putin antes de lhe ligar, enfatizando a importância de uma posição comum entre a Ucrânia, a Europa e os EUA antes de quaisquer negociações significativas com a Rússia.
- O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, declarou que todas as opções estão em consideração, incluindo a adesão da Ucrânia à NATO, embora inicialmente tenha descrito isso como um objetivo “ilusório”. Durante uma conferência de imprensa em Bruxelas, Hegseth destacou a importância do investimento em armamento e defendeu que a Europa deve aumentar os seus gastos em defesa para lidar com ameaças como a Rússia e a China.
- O Secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou que a organização está comprometida em garantir que a Rússia não conquiste mais território ucraniano. Durante uma reunião em Bruxelas, Rutte sublinhou a necessidade de os aliados investirem mais na produção de armamento para apoiar a Ucrânia e fortalecer a capacidade de resposta da Aliança.
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Bom dia. Encerramos por aqui este liveblog.
Pode acompanhar os mais recentes acontecimentos do conflito entre Rússia e Ucrânia neste outro liveblog.
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Trump diz que China pode ajudar a acabar com a guerra na Ucrânia
Donald Trump afirmou acreditar que “a China pode ajudar a pôr um fim à guerra da Ucrânia” e avançou que se vai encontrar com os líderes russo e chinês “e tentar desescalar”.
“Tivemos uma boa conversa com Putin no outro dia e estamos a trabalhar com Zelensky. Sei que Putin quer chegar a acordo”, reafirmou o Presidente dos EUA, citado na CNN. “Ainda é cedo para dizer o que vai acontecer nas negociações.”
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Ucrânia não espera negociar com a Rússia em Munique
O assessor de comunicação de Volodymyr Zelensky avançou que a Ucrânia não espera manter conversações com a Rússia na Conferência de Segurança de Munique na sexta-feira.
“Não são esperadas conversações com os russos em Munique”, disse Dmytro Lytvyn, citado na CNN, acrescentando que credita que os EUA, a Europa e a Ucrânia precisam de uma posição comum antes de avançarem para negociações com Moscovo.
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"Eu acredito que Putin quer paz. Ele dir-me-ia se não quisesse", diz Trump
Volodymyr Zelensky deixou avisos para que os líderes ocidentais não confiem nas intenções de Putin. Mas Donald Trump mostra-se confiante no seu instinto.
“Eu acredito que Putin quer paz, ele disse-me ontem, eu conheço-o muito bem. Ele dir-me-ia se não quisesse paz. Eu confio nele acerca deste assunto”, afirma o Presidente norte-americano.
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"Acho que as declarações de Hegseth ontem estão corretas", afirma Trump
Em conferência de imprensa na Sala Oval, Donald Trump comenta as declarações do seu secretário da Defesa em Bruxelas sobre a possível adesão da Ucrânia à NATO. Pete Hegseth procurou esclarecer hoje a sua posição, depois de ontem ter sido mais taxativo em negar este processo a Kiev. “Acho que as declarações de Hegseth de ontem estão corretas. Hoje, ele foi mais suave”, afirmou o Presidente.
Trump recusou ainda as críticas de Zelensky, por ter falado primeiro com Putin ao telefone. “Não concordo, porque agora sei que a Rússia quer fazer um acordo”, argumentou o republicano
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"Ucrânia, Europa e os EUA têm de estar unidos", afirma Tusk
O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, e um dos apoiantes mais vocais do apoio a Kiev fez hoje uma série de telefonemas com vários líderes europeus. Depois de ter falado com o Presidente ucraniano, Tusk também falou com António Costa, presidente do Conselho Europeu, Olaf Scolz, chanceler alemão, Ulf Kristersson, primeiro-ministro sueco, e Friedrich Merz, líder da CDU alemã.
Segundo escreveu nas redes sociais, a mensagem que foi transmitida por todos estes líderes “é clara: a Ucrânia, a Europa e os EUA têm de estar totalmente unidos e participar nas negociações da paz”.
After my today phone calls with @ZelenskyyUa , @eucopresident Costa, @Bundeskanzler Scholz, @SwedishPM Ulf Kristersson and CDU leader @_FriedrichMerz, the message is clear: Ukraine, Europe and the US must be fully united and engage in peace talks.
— Donald Tusk (@donaldtusk) February 13, 2025
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Kiev admite perda de área em Kursk ao reivindicar controlo de 500 km² na região russa
A Ucrânia afirmou esta quinta-feira que controla 500 quilómetros quadrados (km2) na região fronteiriça russa de Kursk, que Kiev pretende potencialmente utilizar como território de troca com Moscovo, o que representa menos 200 km² do que em novembro.
“Temos a nossa própria zona de segurança no território da Federação Russa (…) cobrindo cerca de 500 quilómetros quadrados”, explicou o chefe do Estado-Maior ucraniano, Oleksandre Syrsky, numa mensagem publicada na rede social Facebook, citada pela agência francesa AFP.
Kiev já controlou mais de metade deste território fronteiriço russo, que foi alvo de uma ofensiva ucraniana em agosto passado. Na altura a Ucrânia reivindicou ter ocupado 1.400 km2.
Em declarações citadas pela agência espanhola EFE, o general ucraniano insistiu que a ocupação do território russo permite à Ucrânia criar um “cordão sanitário” para evitar possíveis operações transfronteiriças russas contra as regiões ucranianas de Kharkov e Sumy.
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Hegseth esclarece recusa da adesão ucraniana à NATO: "todas as opções estão em cima da mesa"
Na conferência de imprensa desta quinta-feira, o secretário da Defesa norte-americano quis esclarecer, como o próprio disse, as suas afirmações de ontem sobre os objetivos “realistas” para pôr fim à guerra na Ucrânia. Pete Hegseth tinha dito que a adesão ucraniana à NATO era um “objetivo ilusório”.
Hoje, Hegseth afirma que “todas as opções estão em cima da mesa” e que só Donald Trump pode ser taxativo a fazer recusas. Ainda assim, insiste que a mediação norte-americana se guia pelo “realismo”, que considera que “não tem feito parte das conversações”.
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Rússia diz que ainda não foi tomada "nenhuma decisão" sobre encontro com Trump
O Kremlin (presidência russa) afirmou esta quinta-feira que ainda não foi tomada “nenhuma decisão” sobre a data do encontro entre os líderes russo e norte-americano, Vladimir Putin e Donald Trump, respetivamente, que poderá demorar “vários meses” a ser organizada.
“Até ao momento, não foi tomada qualquer decisão. Será necessário tempo para preparar este encontro. Pode levar semanas, ou um mês, ou vários meses”, afirmou o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, numa entrevista ao canal russo Pervy Kanal.
Peskov frisou também o papel dos Estados Unidos como “principal interlocutor” nas futuras negociações sobre a resolução do conflito ucraniano, desencadeado pela invasão russa em fevereiro de 2022.
“O nosso principal interlocutor neste processo é Washington”, sublinhou Peskov durante a entrevista.
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Zelensky falou com Donald Tusk e avisou que "não confiem em Putin"
O Presidente Volodymyr Zelensky falou hoje com o primeiro-ministro polaco, Donald Tusk. O Chefe de Estado ucraniano apresentou a Tusk as condições para as negociações e relatou a sua conversa com Donald Trump, escreveu nas redes sociais.
Sobre as negociações , Zelensky deixou um pedido — “as negociações com Putin não devem começar sem uma posição unida da Ucrânia, Europa e dos EUA” — e ainda um aviso: “Avisei os líderes mundiais que não confiem nas declarações de Putin sobre estar pronto para acabar a guerra”.
I spoke with Polish Prime Minister @donaldtusk. We discussed the conditions needed for a lasting and real peace in Ukraine and agreed that no negotiations with Putin can begin without a united position from Ukraine, Europe, and the U.S.
I informed the Prime Minister about my…
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) February 13, 2025
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Kremlin: negociações de Kiev e Moscovo serão feitas em separado e poderão demorar vários meses
Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, adiantou hoje alguns detalhes acerca das negociações sobre a guerra na Ucrânia, que estão a ser mediadas pelos Estados Unidos. “De uma forma de outra, claro que a Ucrânia vai participar nas negociações”, afirmou Peskov.
Contudo, as negociações entre Ucrânia e Rússia não deverão ser diretas. “Haverá uma via bilateral russo-americana deste diálogo e uma via relacionada com o envolvimento da Ucrânia”, afirmou numa entrevista à televisão russa, citado pela Reuters.
Sobre o encontro entre Vladimir Putin e Donald Trump, adiantou que poderá acontecer em Riade, na Arábia Saudita, cidade sugerida por Trump e aceite por Putin, que Peskov diz ter “muito boas relações” com o príncipe saudita. No entanto, este encontro deverá demorar vários meses a organizar e a acontecer.
Entrada corrigida com o facto de as declarações de Peskov terem sido feitas numa entrevista
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"Os valores são importantes, mas não se pode disparar valores, bandeiras e discursos fortes", afirma Hegseth
Em Bruxelas, Pete Hegseth defendeu as negociações entre Kiev e Moscovo, mediadas por Donald Trump e insistiu no investimento em armamento e Defesa. “Valores são importantes, mas não se pode disparar valores, bandeiras e discursos fortes. Não há substituto para o poder das armas. Por muito que possamos não gostar do mundo em que vivemos, em algumas alturas, não há nada como o poder das armas”, declarou.
E incentivou os restantes parceiros da Aliança Atlântica a subscrever esta abordagem, com o mesmo objetivo: “Vamos fazer a NATO grande outra vez”, declarou, utilizando “emprestado” o lema “Fazer a América grande outra vez” de Donald Trump.
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"Trump não vai deixar que transformem o 'Uncle Sam' no tio idiota", avisa Hegseth
Pete Hegseth continua a responder a questões em Bruxelas, mas recusa confirmar que papel é que a Europa poderá ter nas negociações sobre a guerra da Ucrânia. O secretário norte-americano afirma que essas decisões não envolvem o Pentágono, mas as forças diplomáticas.
No entanto, insiste que a Europa deve aumentar os gastos com Defesa, pelo seu próprio interesse: é um conselho “solidário” e não “condescendente”, justifica. “Não estamos a abandonar os nossos aliados na Europa. Mas há um reconhecimento de que as ambições dos chineses comunistas são uma ameaça para todas as pessoas livres. Faz sentido combinarmos as nossas capacidades”, argumenta.
Ainda assim, Hegseth insiste que Washington vai imitar a postura do Presidente Eisenhower, paralelo que já tinha feito antes: “Tal como o Presidente Eisenhower, esta administração acredita profundamente em alianças, mas não se enganem, o Presidente Trump não vai deixar que ninguém transforme o ‘Uncle Sam’ no tio idiota”, avisou.
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Disponibilidade de Trump para negociar é "força" e não "uma concessão", afirma Hegseth
O secretário da Defesa norte-americano recusa que o facto de Donald Trump estar disposto a negociar com Vladimir Putin seja uma concessão. Pelo contrário, Pete Hegseth argumenta, em conferência de imprensa, que se trata de uma demonstração de força.
“Desafio-vos a dizer outro líder internacional que tenha a credibilidade e a força para sentar estes dois líderes [Putin e Zelensky] à mesa e forjar uma paz duradoura que sirva os interesses da Ucrânia e pare as mortes”, responde o secretário Hegseth.
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Rutte recusa comentar envio de tropas para a Ucrânia em conferência de imprensa
O Secretário-geral da NATO foi questionado sobre a proposta do Secretário da Defesa norte-americano de enviar forças de manutenção da paz para a Ucrânia, mas recusou comentar o assunto em conferência de imprensa.
“Podemos ter muitas discussões sobre como fazer isso, pode ser a NATO, pode não ser a NATO. Mas falar sobre os detalhes [aqui] a única coisa que estaremos a fazer é informar Vladimir Putin enquanto ele está sentado na sua cadeira a ouvir as minhas respostas às vossas questões”, respondeu Mark Rutte.
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Moscovo declara "indesejável" organização Russos Livres também existente em Portugal
A Procuradoria-Geral da Rússia anunciou esta quinta-feira que declarou “indesejável” a atividade da Associação dos Russos Livres, criada por emigrantes russos que se opõem à guerra na Ucrânia, entre eles alguns residentes em Portugal.
Segundo um comunicado oficial, a organização, fundada em 2022, defende o derrube do governo russo e pronunciou-se contra a “operação militar especial” na Ucrânia.
Os seus membros ativos, segundo o Ministério Público russo, incluem participantes em protestos antigovernamentais em território russo, bem como “pessoas envolvidas em propaganda antirrussa e na promoção de ideias LGBT”, o que é considerado crime na Rússia.
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"Não foi agradável". Zelensky incomodado pelo facto de Trump ter falado com Putin primeiro, só depois com ele
Volodymyr Zelensky mostrou nesta quinta-feira ter ficado incomodado pelo facto de Donald Trump ter falado ao telefone com Putin primeiro – e só depois com o Presidente da Ucrânia.
“Não me parece que fosse uma prioridade que ele [Trump] falasse com a Rússia primeiro”, afirmou Zelensky, antes de reconhecer que “não é, de facto, uma coisa que seja agradável”.
"I don't think it was a priority that he talked to Russia first. Although it's really not very pleasant," – Zelensky on Trump’s call with Putin.
"Ukraine will not accept any bilateral peace talks without our participation and that of our European partners," he added. pic.twitter.com/rjJvZdXOH5
— NOELREPORTS ???????? ???????? (@NOELreports) February 13, 2025
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Gás e petróleo caem fortemente depois de telefonema entre Trump e Putin
A cotação do gás europeu e do petróleo estava esta quinta-feira a descer fortemente depois de um apelo de Donald Trump a Vladimir Putin para lançar negociações “imediatas” sobre a guerra na Ucrânia.
Cerca das 10h5 em Lisboa, o contrato a termo do TTF holandês, considerado como a referência europeia do gás natural, caía para 53 euros por megawatts hora.
O preço do gás baixou “depois dos apelos telefónicos de Donald Trump ao Presidente russo, e depois ao Presidente da Ucrânia, que poderão ser considerados como um passo para um acordo de paz”, explicam analistas da Energi Danmark, citados pela AFP.
A Rússia, segundo produtor de gás natural, e os Estados Unidos vão começar “imediatamente” a negociar com o objetivo de pôr fim ao conflito, afirmou o Presidente norte-americano na sua rede Truth Social, referindo uma conversa “muito produtiva” com o homólogo russo.
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Zelensky não irá assinar acordo de paz em cuja negociação a Ucrânia não estiver envolvida
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, garante que o seu país não irá aceitar qualquer acordo de paz que venha a ser assinado entre os EUA e a Rússia – sem que o país invadido, a própria Ucrânia, seja envolvido nas negociações.
Donald Trump afirmou na quarta-feira que, durante uma chamada telefónica com Vladimir Putin, os dois concordaram que as negociações para pôr fim à guerra deveriam começar “imediatamente”.
Em declarações aos jornalistas, feitas nesta manhã de quinta-feira, Zelensky disse que “é importante que nem tudo corra de acordo com o plano de Putin, no qual ele quer fazer tudo para tornar as suas negociações bilaterais [com os EUA]”, noticia a Reuters.
Zelensky acrescentou que não falou sobre o tema da adesão à NATO, com Trump, mas diz saber que os EUA não querem que a Ucrânia se torne membro.