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Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com atualidade política nacional ao longo do dia de ontem, quarta-feira.

    Marcelo ouve PSD, Chega e PS e tenciona indigitar primeiro-ministro

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Carneiro diz que são "dias difíceis" e atira a anterior líder: "Infelizmente não apostámos em Paulo Pisco" pela Europa

    Em entrevista à RTP3, José Luís Carneiro fala em “dias difíceis para o PS” que “pela primeira vez desde a Constituinte não elege” nenhum deputado pela emigração e atira à anterior direção.

    O candidato à liderança fala genericamente nos resultados, mas depois refere: “Infelizmente não apostámos no deputado Paulo Pisco, que fez sempre um trabalho de grande proximidade. que foi o que fez que o PS já tivesse tido dois deputado em 2019” pelo círculo Fora da Europa.

    Nestas legislativas, Pedro Nuno Santos prescindiu de Paulo Pisco (que foi deputado 18 anos pela Europa) e apostou em Emília Ribeiro, como cabeça de lista pelo círculo Fora da Europa.

  • Como ficam os resultados finais globais

    Como ficam os resultados finais globais. Veja em detalhe no mapa interativo do Observador.

    Acompanhe ao minuto os resultados das Legislativas 2025

  • Os nomes dos quatro eleitos

    Os dois deputados eleitos pelo Chega são José Dias Fernandes, pelo círculo da Europa, e Manuel Magno Alves, pelo círculo Fora da Europa.

    Pela AD, foram eleitos José Manuel Fernandes, no círculo europeu, e José Cesário, por fora da Europa.

  • Ventura fala em mudança de regime "tranquila e saudável". "Não tenham medo"

    André Ventura começa agora a discursar dizendo que o Chega “venceu as eleições deste ano e foi o partido mais votado”, referindo-se ao apuramento dos resultados nos círculos da emigração.

    “Hoje é um dia de História, que será revisto no futuro como aquele em que um partido de seis anos rompeu com cinquenta anos de bipartidarismo. Essa é talvez a maior mudança de regime que podíamos ter hoje”.

    É uma mudança de regime “tranquila e saudável”, garante, falando num país farto de estagnação e “conluio de interesses”. Ventura diz que o seu caminho não será de “festa inusitada nem de celebração desproporcional” — “quando se ganha em política não é para esfregar na cara dos adversários, é para trabalhar”.

    Diz por isso ter assistido com “naturalidade” a este resultado, registando que quem teve de partir para outros países saiu “zangado com PS e PSD”. O líder do Chega diz ver muita gente a perguntar como é que os emigrantes votam num partido que quer controlar a imigração: “É porque os nossos saíram para procurar uma vida melhor com sangue, suor e lágrimas e sabem o que é viver em países em que as fronteiras deixaram de existir e toda a bandidagem entrou de qualquer maneira”.

    Fala do “enorme povo” que saiu de Portugal nos anos 1960 e 1970 e que hoje terá dito que “gostava de voltar” e ter aqui um país diferente. O objetivo do Chega, diz, não será “vencer por vencer” e “distribuir lugares”, mas para que essas pessoas voltem para a “enorme nação” de Portugal.

    “Neste dia em que o sistema político mudou para sempre e o Chega se assume como líder da oposição, queria transmitir o enorme sentido de responsabilidade com que encaramos a missão”. Não será, diz, o líder da destruição, do bota-abaixo ou da crítica fácil, mas do partido que vai “construir” um Governo alternativo a partir de agora.

    “A hora da mudança está a chegar a Portugal”, anuncia. “Seremos o partido da ordem, da estabilidade, mas também do escrutínio e do confronto”. Diz que quem esperava que o partido com estes resultados se “aburguesasse ou acomodasse” se engana: quando for preciso sair à rua, fá-lo-á; mas quando for preciso “responsabilidade, estabilidade e ordem” também dará resposta.

    Conclui que os portugueses não querem andar de eleições a cada três, seis ou doze meses, mas querem mudança porque estão “fartos”. Chegado aqui, o Chega tem de “persistir no seu ADN”, mesmo que haja quem pergunte se pode manter a sua “assertividade” tendo este tamanho.

    “Não só é possível como estes 60 deputados vão fazer isso e vamos vencer as próximas eleições”, assegura. “Hoje é apenas o início do caminho que há seis anos traçámos para Portugal. Dissemos que em oito anos seríamos o maior partido. Muitos riram, muitos humilharam”. Mas Ventura diz que pensa “nos outros”, nos que tiveram “coragem” — “em cada família, em cada comunidade, nos trabalhos que se ameaçava perder e em muitas perseguições” que diz que foi preciso enfrentar.

    “Hoje já ninguém está a rir”, diz, provocando uma gargalhada na sala. “Estamos nós”, responde alguém da plateia. Ventura prossegue, dizendo que quer dar ao país “anos de estabilidade e ordem” e que no que depender do Chega se torna menos um “antro de corrupção”.

    Os sinais do país também são de uma vontade de menos cargos políticos, menos imigração ou imigração controlada, e que um partido “responsável” faça esse controlo. Ventura garante que “não é incompatível” ser candidato ao Governo e manter o seu ADN.

    “A partir de hoje nada será como dantes. Sem exageros, sem euforias, temos de saber ler com responsabilidade esta alteração. Não pelos lugares que eles estão com tanto medo de não poder distribuir, estou-me nas tintas para os lugares, quero mudar a vida deste país”.

    “Não tenham medo. As mudanças geram sempre medo”, apela. “Este país precisa de mudar e estamos prontos e com capacidade e energia para fazer essa mudança. Temos de lhes dizer: não tenham medo. Imigrantes e emigrantes, maiorias e minorias, não tenham medo. Este movimento não veio atrás de ninguém, só dos que roubaram Portugal durante 50 anos”. Continua dizendo que o Chega não será politicamente correto, não dirá “amém” à chamada “ideologia de género” ou a Bruxelas.

    Dirige-se a quem tem “relutância, receio ou ansiedade”: diz que o Chega tem a democracia na sua génese e na sua “alma”, disse o que “tinha de ser dito” e “não teve medo”. Por isso, frisa, este movimento surge do “povo genuíno português” — não importa analisar se os votos vêm do PSD ou de outros partidos, diz — e é a esse que tem de responder: “Se perdermos os sinais dos tempos perderemos esta batalha. Se soubermos interpretá-los venceremos”.

    Respondendo a quem pergunta que novo movimento é este, diz que é de “esperança”, que quer que Portugal ande de “cabeça erguida”, sem “saudosismos nem futurismos”. “A única missão que tenho na vida é garantir que quando terminarmos o nosso mandato garantiremos olhamos os outros países ombro a ombro e diremos novamente com orgulho: que bom é ser português”.

  • Oficial: Chega vence na emigração e elege mais dois deputados. É a segunda força no Parlamento

    Fechada a contagem de votos dos círculos da emigração, André Ventura é oficialmente o líder da oposição. O Chega e a AD dividiram entre si os quatro mandatos em disputa: um deputado para cada no círculo da Europa e o mesmo no círculo fora da Europa.

    O PS deixou de ter representação pela emigração pela primeira vez e manteve-se como segunda maior força política, nos resultados globais, com apenas mais 4.313 votos do que o Chega.

    Tal como há um ano, o Chega volta a vencer nos votos dos emigrantes, mas deu um salto de mais cerca de 31 mil votos desde então. A AD teve apenas cerca de 900 votos a mais, em relação às últimas legislativas, e o PS deu um tombo: menos cerca de 4.700 votos.

  • Manuel Magno Alves: "O Chega recebeu o dobro dos votos do PS"

    Manuel Magno Alves, cabeça de lista do Chega pelo círculo fora da Europa celebra uma “grande vitória”. Fala de um “recado” dos emigrantes: “Não querem socialismo em lado nenhum”.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    Manuel Magno Alves: “O Chega recebeu o dobro dos votos do PS”

  • Manuel Magno Alves: "O Chega recebeu o dobro dos votos do PS"

    Manuel Magno Alves, cabeça de lista do Chega pelo círculo fora da Europa celebra uma “grande vitória”. Fala de um “recado” dos emigrantes: “Não querem socialismo em lado nenhum”.

    Manuel Magno Alves: “O Chega recebeu o dobro dos votos do PS”

  • César sublinha que "PS, afinal, é o segundo maior partido no país"

    O presidente do PS (e secretário-geral interino) reclamou há pouco no Facebook que “o PS, afinal, é o segundo maior partido no país em número de votos”.

    Carlos César tinha já assumido, ao início da tarde, que o PS seria a terceira força política, já que terá menos deputados que o Chega.

  • PS diz que partidos com responsabilidades governativas têm que reconstruir confiança com emigrantes

    O PS defendeu hoje que os partidos com responsabilidades governativas devem “reconstruir a relação de confiança com os emigrantes”, depois de o Chega ter voltado a ganhar na emigração, considerando que “na democracia ganha-se e perde-se”.

    Na FIL, em Lisboa, onde decorre a contagem dos votos dos emigrantes portugueses nas legislativas de 18 de maio, e numa altura em que os resultados oficiais não estão publicados mas já é certo que o PS perdeu o seu único deputado nestes dois círculos, Pedro Vaz, secretário nacional para a organização, respondeu aos jornalistas sobre esta pesada derrota eleitoral.

    “O Chega já tinha ganho as eleições nos círculos da emigração. Não há uma novidade nesta matéria. Aquilo que é necessário, a todos os partidos com responsabilidades governativas no nosso país, é reconstruir a relação de confiança com os nossos emigrantes”, defendeu Pedro Vaz, passando essa reconstrução pela resolução dos problemas destas pessoas.

    Referindo que o partido está neste momento já num processo de mudança de liderança, depois da demissão de Pedro Nuno Santos logo na noite das eleições, Pedro Vaz referiu que o partido “terá um trabalho de reflexão”.

    “A responsabilidade dos resultados obviamente é do Partido Socialista como um todo. O Partido Socialista não conseguiu convencer os portugueses que tinha o melhor projeto para o país e é assim na democracia. Na democracia ganha-se e perde-se”, assumiu.

  • PR ouve PSD, Chega e PS e tenciona indigitar primeiro-ministro

    O Presidente da República vai ouvir esta quinta-feira novamente o PSD, o Chega e o PS sobre a formação do próximo Governo, durante a tarde, e tenciona indigitar Luís Montenegro como primeiro-ministro.

    O PS será recebido às 15h00 no Palácio de Belém, o Chega às 16h00 e o PSD às 17h00, por ordem crescente de representação parlamentar.

    “Vou ouvir primeiro os três partidos. Se eu tiver condições para logo nesse dia fazer sair uma nota de indigitação, faço”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa na segunda-feira, em resposta aos jornalistas, à saída do Convento do Beato, em Lisboa.

    Com a segunda ronda de audiências aos três maiores partidos, após o apuramento dos resultados dos círculos da emigração, o chefe de Estado espera “ter a garantia da estabilidade” e ver se “vai até ao Programa do Governo, se vai para além do Programa do Governo, como é”.

    Marcelo Rebelo de Sousa reiterou que tenciona “logo que possa” indigitar o presidente do PSD, Luís Montenegro, como primeiro-ministro.

    Nos termos do n.º 1 do artigo 187.º da Constituição, “o primeiro-ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais”.

  • Ventura fala em vitória "estrondosa": "Nada será como dantes". E promete liderar oposição "com responsabilidade"

    André Ventura chegou há minutos ao hotel onde o Chega está a promover um evento, em jeito de segunda noite eleitoral, para acompanhar os resultados dos votos da emigração. À chegada, Ventura sentencia que esta é uma vitória “estrondosa” e “histórica”, que lhe dá agora a responsabilidade de ser líder da oposição (ultrapassou o PS em número de deputados).

    Assim, esta noite “marcar uma mudança profunda no sistema política português, que é o facto de o Chega se tornar líder da oposição por causa dos votos dos que tiveram de partir por causa de PS e PSD”, e que, segundo Ventura, estão em países que se deparam com problemas como a “subsidiodependência, a corrupção” ou até “a imigração descontrolada”.

    “Nada será como dantes. O sistema muda para sempre”, anuncia Ventura, referindo por várias vezes que o Chega conseguiu “o dobro” dos resultados de PS e PSD, mesmo em países em que, acusa, os consulados e as embaixadas estão “capturados” há muitos anos por PS e PSD.

    “Vejo as vitórias como momentos de responsabilidade. Saberei interpretar e liderar a oposição com responsabilidade, mas não esperem do Chega o que PS e PSD fizeram durante 50 anos”, avisa. E acrescenta que Montenegro terá de “retirar consequências” das derrotas na emigração.

    Ventura frisa ainda que trabalhará para a “estabilidade” e “tranquilidade” dos portugueses: “Temos eleições daqui a uns meses, há presidenciais em janeiro, há uma mudança profunda no sistema, há partidos que têm de se organizar e há um novo líder da oposição, que tem o dever de ser alternativa. O país precisa de estabilidade e de ordem. Não espero ser líder da confusão e da destruição. Respeitamos o tempo dos portugueses e da estabilidade”, frisa.

  • Manuel Magno Alves: portugueses "não querem mais o socialismo"

    O deputado Manuel Magno Alves (Chega) considerou esta quarta-feira que a vitória do seu partido pelo círculo da emigração é uma mensagem clara de que os portugueses “não querem mais o socialismo”.

    Em declarações à agência Lusa, o deputado agora reeleito pelo círculo Fora da Europa, disse que esta vitória demonstra que os portugueses querem continuar a contar com um representante que seja efetivamente emigrante.

    “Não é como um partido que também elegeu um deputado pela emigração e que há muitos anos elege um deputado que não é emigrante e nunca foi emigrante“, disse, numa referência a José Cesário, eleito pelo PSD por Fora da Europa.

    Sobre a vitória do Chega, que às 19h55 contava com 27,10% dos votos, disse que é uma mensagem clara dos portugueses, de que não querem mais o socialismo e sim “um Portugal para os portugueses“. Além de Manuel Magno Alves, o Chega elegeu o deputado José Dias Fernandes pelo círculo da Europa.

  • Paulo Cunha: “AD tem a obrigação de dialogar com todos"

    Paulo Cunha admite que os votos da AD significam que os portugueses se sentem representados. O eurodeputado da AD diz que o partido continua a querer a maioria maior.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    Paulo Cunha: “AD tem a obrigação de dialogar com todos”

  • AD vence nos restantes países da América. ADN ficou em quarto

    Nos restantes países da América, a AD ficou à frente, com 28,28%. Teve o dobro dos votos do Chega que ficou em segundo com 14,64%.

    O PS foi a terceira força neste conjunto de países, do círculo Fora da Europa, tendo ficado a cerca de cem votos do Chega. A quarta força mais votada foi o ADN, seguida de IL, PAN e Nova Direita.

  • Oficial: Chega vence na Europa e fica com um deputado. O outro foi para a AD

    Com Espanha, a contagem fica terminada no círculo da Europa. Contas finais: Chega elege um deputado e a AD outro. Nas contas finais gerais, o partido André Ventura está oficialmente com mais um deputado que o PS (tem 59 deputados e ainda falta fechar o círculo Fora da Europa).

    O Chega foi o partido mais votado neste círculo, tendo ficado com 28,20 %. A AD ficou com 14,65 % e o PS, em terceiro lugar e sem deputados eleitos, com 13,54 %.

    A IL ficou com 2,53%, o Livre com 2,20%, seguido do Bloco de Esquerda, com 1,86%, do PAN, com 1,59% e, só depois, o PCP, com 0,87%.

  • AD vence em Espanha numa disputa renhida com PS e Chega

    A AD venceu em Espanha, onde a contagem de votos também já está terminada. A diferença para o PS, que ficou em segunda é de cerca de 400 votos, a mesma medida da diferença de votos dos socialistas para o Chega, a terceira força.

    A coligação liderada por Luís Montenegro conseguiu 22,19 % dos votos, o PS 17,55 % e o Chega ficou com 13,11%. A quarta força política foi a Iniciativa Liberal que teve 5,91%.

  • "AD foi a única força política que aumentou deputados"

    José Cesário canta vitória na noite eleitoral dos círculos da Europa e Fora da Europa. AD e Chega empatam em número de deputados eleitos. O social-democrata diz estar “consciente da responsabilidade”.

    “AD foi a única força política que aumentou deputados”

  • No Brasil, Chega foi o mais votado e PAN ficou em quarto

    No Brasil a contagem de votos também já está fechada e o Chega ficou à frente, com 25,35 % (o que corresponde a 12.930 votos).

    AD e PS ficaram separado por cerca de mil votos, com a coligação que venceu as legislativas com 15,51% e os socialistas a ficarem com 13,67%. O PAN foi o quarto partido mais votado no Brasil, ficando com 2,98% dos votos, logo seguido do Nova Direita. Só depois aparecem BE e IL, logo seguidos pelo ADN.

  • "AD foi a única força política que aumentou deputados"

    José Cesário canta vitória na noite eleitoral dos círculos da Europa e Fora da Europa. AD e Chega empatam em número de deputados eleitos. O social-democrata diz estar “consciente da responsabilidade”.

    “AD foi a única força política que aumentou deputados”

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