Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.

    Cinco mortos e cerca de 20 feridos após ataques russos contra Kiev

  • O que se passou até agora:

    • Volodymyr Zelensky anunciou ter informações que indicam que a Rússia está a preparar novas operações militares na Europa. De acordo com o Presidente ucraniano, baseado num relatório dos serviços secretos militares, estas evidências serão comunicadas aos parceiros internacionais, reforçando os receios de agressões futuras além das fronteiras da Ucrânia.
    • Um ataque russo com drones e mísseis contra Kiev e várias regiões na Ucrânia, incluindo Donetsk e Zaporizhzhia, resultou em várias baixas. Entre os incidentes, destacam-se a hospitalização de feridos na capital, uma vasta interrupção de eletricidade na região de Zaporizhzhia, e a morte de civis na região de Donetsk, agravando ainda mais a já tensa situação no país.
    • Face às recentes ações bélicas, Zelensky sublinhou a importância da solidariedade internacional para alcançar uma segurança duradoura. O presidente destacou igualmente o apoio do Irão à Rússia e reiterou a necessidade de impedir o fortalecimento nuclear iraniano, sublinhando o apoio ao recente ataque dos Estados Unidos às infraestruturas nucleares iranianas.
    • Um novo acordo entre Espanha e a NATO permite que o país não se comprometa a gastar 5% do PIB em defesa, um alívio saudado por Pedro Sánchez como positivo e proporcional às necessidades nacionais. Este acordo surge em resposta a pressões existentes na aliança, refletindo também as complexas dinâmicas políticas na NATO.

  • Rússia ataca Kiev com vaga de drones e faz pelo menos dois feridos

    Uma vaga de drones russos atacou esta noite Kiev, segundo as autoridades da capital ucraniana. Segundo adiantou no Telegram o presidente da câmara de Kiev, Vitaly Klitschko, duas pessoas ficaram feridas na sequência do ataque e tiveram de receber assistência hospitalar.

    As informações disponíveis apontam para edifícios não residenciais do distrito de Solomianskyi atingidos pelo ataque, além de um incêndio naquela zona, sendo que os sistemas de defesa aérea de Kiev se mantêm ativos para eventuais novos ataques.

  • Ataque de um drone russo deixa mais de 5.000 famílias sem eletricidade em Zaporizhzhia

    O ataque de um drone russo à região de Zaporizhzhia deixou hoje mais de 5.000 famílias sem eletricidade, relatou o chefe da Administração Militar Regional, Ivan Fedorov, numa informação avançada pela agência Ukrinform.

    Ivan Fedorov acrescentou que os trabalhos de reparação das estruturas afetadas vão arrancar assim que esteja assegurada a segurança no local. Até ao momento não se registaram feridos, apesar de o ataque ter causado também um incêndio numa habitação, mas que foi rapidamente apagado pelos serviços de emergência.

  • Presidente ucraniano apela ao peso da "solidariedade internacional" para uma "segurança duradoura"

    Com a escalada de tensão no Médio Oriente, depois do ataque dos EUA às estruturas nucleares iranianas de Fordow, Natanz e Isfahan, Volodymyr Zelensky vincou que “a diplomacia tem de começar a funcionar, no Médio Oriente, na região do Golfo e aqui na Europa”, fazendo um paralelismo com a situação na Ucrânia.

    “Se Putin rejeita todas as propostas de paz, incluindo as dos Estados Unidos, não é de surpreender que Teerão também as rejeite por enquanto. Mas todos eles têm de sentir o que significa uma verdadeira solidariedade internacional e que qualquer propagação do terror é inaceitável”, referiu numa mensagem partilhada na rede social X.

    Para o chefe de Estado ucraniano, “o que é necessário é uma segurança real e duradoura”, que dê garantias de fiabilidade para o futuro.

  • Zelensky apoia ataque dos EUA para evitar que o Irão desenvolva uma arma nuclear

    Volodymyr Zelensky analisou hoje a situação no Médio Oriente e o rescaldo do ataque dos EUA a três infraestruturas nucleares iranianas para estabelecer uma ligação à situação na Ucrânia, através do apoio de Teerão a Moscovo com armamento militar, sobretudo drones.

    “Neste momento, novas vagas de drones “shahed” estão nos céus da Ucrânia. Todos nos lembramos claramente onde é que a Rússia arranjou essas armas. As decisões do Irão de apoiar a Rússia trouxeram uma destruição maciça e perdas humanas devastadoras ao nosso país e a muitos outros. Isto tem efetivamente de acabar”, escreveu o Presidente da Ucrânia na rede social X.

    Zelensky frisou igualmente que a capacidade iraniana “não pode, de modo algum, ser reforçada com armas nucleares”, lembrando que o regime de Teerão “tanto fez para ajudar Putin”.

    “Não pode haver proliferação de armas nucleares no mundo moderno. E isso deve ser enfatizado. É importante que haja uma determinação americana nesta matéria, a determinação do Presidente Trump”, sublinhou.

  • Bombardeamento russo em Ochakiv provoca três feridos, dos quais dois são crianças

    Um ataque russo na região de Ochakiv fez hoje três feridos, dos quais dois são crianças, avançou o Serviço Estatal de Emergência da Ucrânia.

    “Hoje, os ocupantes russos bombardearam a região de Ochakiv. O bombardeamento provocou vários incêndios. Três pessoas ficaram feridas, incluindo duas crianças”, informou o organismo, acrescentando que os feridos são um rapaz de 7 anos, uma rapariga de 12 anos e uma mulher de 46 anos. Os feridos tiveram de ser hospitalizados e encontram-se em “estado moderado”.

    O bombardeamento russo levou a que seis edifícios residenciais fossem destruídos na cidade de Ochakiv.

  • Assessor de Putin garante que não há planos para um encontro do Presidente russo com Donald Trump

    Yuri Ushakov, assessor do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, esclareceu este domingo que não existem atualmente quaisquer planos para uma eventual visita de Putin aos Estados Unidos, nem de uma visita de Donald Trump a território russo.

    “Ainda não”, afirmou à agência TASS Yuri Ushakov, em resposta a uma pergunta sobre o cenário de um eventual encontro entre os dois chefes de Estado. Já sobre uma eventual reunião num outro país que não os Estados Unidos ou a Rússia, ou seja, em solo neutro, o assessor de Putin frisou que essa discussão é precoce neste momento: “Isso ainda não está claro. Dependerá do que as partes acordarem. Mas, até agora, ninguém está a discutir nada a esse respeito”.

    Desde que Donald Trump regressou em janeiro à presidência norte-americana, foram efetuadas cinco chamadas entre os dois presidentes.

  • Pedro Sánchez vinca que investimento de 5% do PIB em defesa seria uma despesa "desproporcionada"

    Numa declaração institucional, no Palácio de Moncloa, na sequência do acordo alcançado com a aliança atlântica que isenta o país de se comprometer a gastar 5% do PIB em defesa, Pedro Sánchez sublinhou que esta percentagem seria “desproporcionada” e “desnecessária” para o país.

    “Respeitamos a vontade legítima dos outros países de aumentar o seu investimento na defesa, se assim o desejarem, mas não o faremos”, frisou, sublinhando ainda que o acordo alcançado com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla em inglês) é “muito positivo”, uma vez que permite “respeitar a aliança transatlântica” e “preservar a sua unidade” sem aumentar as despesas com defesa.

    Estas declarações surgem depois de o líder do executivo espanhol ter enviado uma carta ao secretário-geral da NATO, Mark Rutte, na quinta-feira passada, na qual afirmava que Espanha não se podia comprometer a aumentar as despesas com a defesa para 5% do PIB na cimeira da próxima semana e sugeria que se abrisse uma exceção ou que o objetivo fosse “opcional”.

  • Kiev defende o fim do programa nuclear iraniano após ataques dos EUA e critica Teerão por ser cúmplice da Rússia

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia defendeu o fim do programa nuclear do Irão, na sequência dos ataques dos Estados Unidos na última madrugada a três centrais nucleares iranianas, num comunicado divulgado este domingo.

    “As ações agressivas do regime iraniano e a política destrutiva de longa data destinada a minar a paz e a segurança mundiais — em especial a sua hostilidade para com Israel e outros — conduziram à situação atual”, pode ler-se na nota, citada pelo Kyiv Independent.

    Kiev atacou ainda o regime de Teerão por ser “cúmplice do crime de agressão contra a Ucrânia”, devido à “assistência militar” prestada a Moscovo através do fornecimento de drones e de outras tecnologias militares para o ataque a infraestruturas críticas ucranianas. Em paralelo, sublinhou que o Irão é responsável por não ter dado passos para um compromisso nuclear.

    “Já na primavera deste ano, os Estados Unidos alertaram o Irão para as consequências da ausência de medidas construtivas”, referiu o Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano.

  • Quatro mortos em ataques na região de Donetsk

    As autoridades ucranianas anunciaram que quatro pessoas morreram na noite passada, na sequência de ataques russos na região de Donetsk.

    De acordo com Oleksandr Tolokonnikov, responsável da administração militar de Kherson, um rapaz de 17 anos morreu e três civis ficaram feridos no ataque a Sloviansk. Em Kramatorsk terão morrido mais três pessoas e quatro ficaram feridas, incluindo uma menina de 14 anos.

  • Espanha garante acordo com a NATO que a dispensa da obrigação de investir 5% do PIB em Defesa

    O primeiro-ministro de Espanha anunciou hoje um acordo com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, que permite ao país uma interpretação flexível da meta de investimento de 5% do PIB em Defesa, com Pedro Sánchez a vincar que o cumprimento dessa obrigação era incompatível com o bem-estar da sociedade espanhola.

    Segundo declarou Pedro Sánchez, Espanha vai gastar 2,1% do PIB no setor da Defesa. “Nem mais, nem menos”, vincou o líder do Governo espanhol, depois de se ter caído num impasse na antecâmara da próxima cimeira da Aliança Atlântica, agendada para terça-feira, em Haia (Países Baixos).

    “A opinião pública deve estar tranquila. A Espanha mantém-se dentro do consenso da NATO, e soube modificar o consenso […], com o direito que outras nações têm de não ter de gastar 5%”, declarou.

    Na sexta-feira, o Presidente norte-americano, Donald Trump, tinha defendido que a meta de 5% do PIB para gastos de Defesa dos países-membros da NATO não deveria aplicar-se a Washington, e criticou Espanha por “pagar pouco” no âmbito da Aliança Atlântica. Em resposta a estas críticas, no sábado, a ministra do Trabalho e vice-presidente do Governo espanhol, Yolanda Díaz, disse que Espanha é soberana e “não vai fazer o que ele quer”.

  • Rússia lança ataque com mísseis contra campo de treino ucraniano e faz pelo menos três mortos

    Um ataque russo com mísseis contra um campo de treino das Forças Armadas da Ucrânia provocou hoje três mortos, adiantou a agência Ukrinform, que fala ainda na existência de pelo menos 11 feridos entre os elementos presentes nos exercícios militares.

    “Graças às medidas de segurança implementadas atempadamente após a receção do sinal de alerta de ataque aéreo, foram evitadas numerosas perdas de pessoal. Infelizmente, há vítimas mortais e feridos. Todas as pessoas afetadas estão a receber a assistência médica qualificada necessária nas unidades de saúde”, informaram as Forças Armadas ucranianas.

    Foram reforçadas as medidas de segurança e o comando das Forças Terrestres das Forças Armadas ucranianas constituiu também uma comissão especial de investigação às circunstâncias em torno deste ataque russo.

  • Zelensky diz ter informações de que a Rússia prepara novas operações militares na Europa

    A Ucrânia alerta que a Rússia estará a preparar novas operações militares na Europa, segundo declarações do Presidente Volodymyr Zelensky, com base num relatório do chefe das secretas militares Kyrylo Budanov.

    Citado pelo Kyiv Independent, Zelensky disse: “Estamos a observar evidências que a Rússia está a preparar novas operações militares no território europeu”.

    Zelensky referiu que dará nota aos parceiros internacionais sobre as informações que recebeu. A declaração segue-se aos alertas anteriores de que a Rússia estaria a preparar agressões para além das fronteiras ucranianas.

  • Kiev diz que vai intensificar ataques contra alvos militares russos no interior da Rússia

    O chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas ucranianas, general Oleksandr Syrsky, garantiu que a Ucrânia vai intensificar os ataques contra alvos militares russos no interior da Rússia, três semanas depois de um forte ataque contra bases aéreas russas.

    No sábado, o Presidente russo, Vladimir Putin, reiterou que a Ucrânia tem de reconhecer a soberania russa sobre as povoações ucranianas controladas pela Rússia e declarar formalmente a sua neutralidade, como passos para avançar nas conversações de paz.

    Na véspera das negociações entre Kiev e Moscovo, em Istambul, em 2 de junho, a Ucrânia atacou vários aeródromos russos, a milhares de quilómetros das suas fronteiras, depois de contrabandear drones explosivos para a Rússia, numa operação complexa.

    Segundo Kiev, este ataque – uma retaliação dirigida à Força Aérea russa, que ataca a Ucrânia quase diariamente – destruiu ou danificou muitos aviões militares.

    Num encontro com jornalistas no sábado, com embargo até hoje, Oleksandr Syrsky disse que estes ataques vão continuar.

    “É claro que vamos continuar. Vamos aumentar a escala e a profundidade”, disse, acrescentando que os ataques estavam a revelar-se “eficazes” e especificando que Kiev só atacaria alvos militares.

    “Não nos contentaremos em ficar na defensiva. Porque isso não leva a nada e, em última análise, leva ao facto de estarmos a recuar, a perder homens e território”, acrescentou.

    As tropas ucranianas ainda controlam 90 quilómetros quadrados da região russa de Kursk, que Moscovo afirma ter recapturado na totalidade, segundo Syrsky.

    “Controlamos cerca de 90 quilómetros quadrados de território no distrito de Gluchkovo, na região russa de Kursk”, declarou o general Syrsky.

    O general Oleksandr Sirski também disse que o comprimento da frente aumentou em 200 quilómetros para 1.200 no ano passado.

  • Ataques russos mataram cinco pessoas (civis)

    Os ataques do último dia da Rússia à Ucrânia terão matado cinco civis e ferido outras 23 pessoas, segundo relatos das autoridades regionais.

    A Rússia terá lançado mísseis e drones durante a noite, com especial alvo a região de Chernihiv.

    As Forças Armadas da Ucrânia indicam que abateram 18 drones.

  • O que se passou até agora:

    • Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, afirmou que está a levar a sério os avisos do Presidente russo, Vladimir Putin, sobre a soberania dos territórios ocupados e destacou que a Ucrânia responderá a qualquer ameaça com o apoio dos seus parceiros internacionais. Zelensky também expressou intenções de reforçar as capacidades de defesa do seu país, particularmente o desenvolvimento de drones, em resposta a estas ameaças.
    • O governo ucraniano planeia investir fortemente na sua indústria de defesa, com um orçamento estimado de 37 mil milhões de euros para este ano. Zelensky afirmou que este financiamento será vital para apoiar e desenvolver a capacidade de defesa da Ucrânia, ao mesmo tempo que apelou aos países parceiros para alocarem 0,25% dos seus PIB no apoio aos setores de segurança e defesa ucranianos.
    • A Ucrânia sofreu recentemente mais ataques por parte da Rússia, incluindo um ataque com drones na região de Chernihiv que resultou na morte de um cidadão ucraniano e outro ataque em Nikopol, Dnipropetrovsk, que causou sete feridos. As autoridades ucranianas têm mobilizado equipas de salvamento e serviços de emergência para os locais afetados, enquanto os ataques continuam a causar graves danos em infraestruturas e edifícios residenciais.
    • O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou que a Ucrânia deve reconhecer a soberania russa sobre as regiões ucranianas controladas pela Rússia e manifestar formalmente a sua neutralidade como passos essenciais para avançar com as negociações de paz. Putin destaca a necessidade de evitar a adesão a alianças estrangeiras, como a NATO, e considerou esses passos cruciais para alcançar uma estabilidade duradoura na região.

  • Drone russo causa a morte de um ucraniano na região de Chernihiv

    Um cidadão ucraniano morreu este sábado após um ataque de drones russos no distrito de Nizhyn, na região de Chernihiv.

    “Esta noite, os russos efetuaram um ataque à comunidade de Nizhyn. Os ataques causaram destruição e danos em edifícios residenciais, um homem foi morto e casas foram destruídas e danificadas na sequência de um ataque de drones russos”, informou a polícia local, numa nota publicada nas redes sociais e citada na agência Ukrinform.

    Entretanto, as autoridades ucranianas mobilizaram já equipas de salvamento e outros serviços de emergência para os locais atingidos.

  • Ucrânia vai atingir os 37 mil milhões de euros em investimento em defesa neste ano

    Os investimentos na indústria de defesa da Ucrânia vão atingir cerca de 37 mil milhões de euros (43 mil milhões de dólares) este ano, anunciou o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, num encontro com a comunicação social em Kiev.

    “Este ano, encontrámos 43 mil milhões de dólares para a indústria de defesa. Estes são fundos que vêm apoiar a indústria de defesa ucraniana, este é o financiamento da nossa indústria de defesa”, disse Zelensky, em declarações relatadas na agência Ukrinform.

    O Presidente da Ucrânia revelou ainda ter pedido ao Governo para envidar esforços no sentido de assegurar junto dos países parceiros a alocação de 0,25% do respetivo PIB para o apoio aos setores da segurança e da defesa ucranianas.

  • Ataque russo com drones e artilharia em Nikopol provoca sete feridos

    Um ataque russo composto pelo recurso a drones e a bombardeamentos de artilharia causou sete feridos no distrito de Nikopol, na região de Dnipropetrovsk, na Ucrânia, avançou o líder do Conselho Regional, Mykola Lukashuk, noTelegram.

    A agência Ukrinform cita informações do líder regional que indicam que os feridos eram todos homens e tinham idades compreendidas entre os 21 e os 63 anos.

    O ataque teria como alvo as comunidades de Pokrovsk, Marganetsk e Chervonohryhoriv, tendo originado um incêndio que afetou três residências particulares, um posto de combustível e outras infraestruturas.

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