Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Trump diz que "haverá consequências" se não houver reunião entre Putin e Zelensky. E promete novidades para os próximos dias
- Trump diz estar “muito dececionado” com Putin
- Zelensky: "Na China, Putin continua a contar as suas historietas de que não é culpado pela guerra"
- "Parceria firme" e "apoio consistente". Ministro da Defesa da Ucrânia reúne-se com embaixador da Turquia para reforçar cooperação bilateral
- MNE ucraniano recusa gestão tripartida sugerida por Putin da central nuclear de Zaporíjia: "Pertence à Ucrânia"
- Na quinta-feira, diz Eliseu, europeus vão confirmar as "garantias de segurança" à Ucrânia — mas sempre com a "rede" dos EUA
- Putin reitera que não é contra adesão da Ucrânia na União Europeia. NATO é "inaceitável"
- Merz atira-se a Putin. Presidente russo é "talvez o pior criminoso de guerra dos nossos tempos"
- Homicida de Andriy Parubiy admite culpa e pede para ser trocado por prisioneiros de guerra
- "Míssil russo demora apenas mais 5 minutos a chegar a Madrid do que à Lituânia." Rutte avisa: toda a Europa "está sob ameaça direta russa"
- Primeiro-ministro búlgaro desvaloriza incidente com GPS de avião de Von der Leyen e descarta investigar
- Putin recusa comprometer segurança da Rússia com acordo de paz
- Comissão Europeia recusa que primeiro ministro eslovaco esteja em Pequim a representar a União Europeia
- Rutte diz que NATO está a levar "muito a sério" o ataque ao avião de Von der Leyen
- Putin propõe gestão trilateral de central de Zaporíjia entre Rússia, Ucrânia e EUA
- Putin diz que bombardeamentos a infraestrutura energéticas ucranianas são "resposta" a ataques do outro lado
- Putin garante que a Rússia "não tem intenções de atacar ninguém"
- Um morto em ataque russo na região de Zaporíjia
- Kim Jong-un entra na China de comboio para assistir a desfile militar com Xi e Putin
- Coreia do Sul diz que dois mil norte-coreanos morreram no conflito na Ucrânia
- Rússia ataca Kiev, Sumy e Odessa durante a madrugada
- Putin diz a Xi que relações Rússia-China estão em “nível sem precedentes”
Histórico de atualizações
-
O que se passou até agora
- O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que haverá “consequências” caso não ocorra uma reunião entre Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. Trump prometeu ainda novidades em breve sobre o conflito na Ucrânia, apesar de a Rússia não ter confirmado tal encontro ao líder norte-americano. Trump expressou a sua deceção com Putin após um encontro no Alasca que não levou a progressos substanciais na solução do conflito.
- Volodymyr Zelensky denunciou a crescente agressividade da Rússia nos ataques aéreos, destacando o desrespeito flagrante de Putin pelos esforços internacionais para terminar a guerra. Zelensky acusou o Presidente russo de continuar a negar a responsabilidade pela guerra durante visitas à China, enquanto alerta para a concentração de tropas russas em frentes de batalha.
- O chanceler alemão, Friedrich Merz, criticou duramente Vladimir Putin, classificando-o como “talvez o pior criminoso de guerras dos nossos tempos” e reiterou a necessidade de a Europa compreender a gravidade das ações russas. Merz sugeriu que Genebra poderia acolher uma potencial reunião entre Putin e Zelensky, sublinhando a importância de não haver espaço para fraqueza nas respostas europeias.
- O Presidente russo, Vladimir Putin, reafirmou a oposição da Rússia à adesão da Ucrânia à NATO, embora tenha expressado não se opor à adesão à União Europeia. Putin também mencionou a possibilidade de gestão tripartida da central nuclear de Zaporíjia envolvendo os Estados Unidos e a Ucrânia, embora a sugestão tenha sido rejeitada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, que defende a desmilitarização e a devolução da gestão à Ucrânia.
-
Bom dia.
Obrigado por ter acompanhado o nosso artigo em direto, ao longo desta terça-feira. Poderá continuar a seguir a atualidade da guerra da Ucrânia neste novo liveblog.
Trump acusa Xi Jinping de conspirar com Rússia e Coreia do Norte contra os EUA
Obrigado por continuar connosco.
-
Interferência no GPS de Von der Leyen? "Tiraram-lhe a possibilidade de usar o telemóvel. Isso é algo bom", diz Trump
O Presidente norte-americano, Donald Trump, comentou hoje a interferência de GPS do avião que transportava a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
“Ela teve um evento interessante. Ela é uma mulher incrível. A NATO está preocupada com isso. Penso que também estamos”, assinalou Donald Trump.
O líder norte-americano disse depois que “ninguém sabe de onde veio”, mas que “tiraram o telemóvel” a Ursula von der Leyen — e a presidente da Comissão não o pôde usar.
“Gostava que isso me acontecesse, estaria muito feliz”, comentou Donald Trump.
-
Trump diz que "haverá consequências" se não houver reunião entre Putin e Zelensky. E promete novidades para os próximos dias
O Presidente norte-americano, Donald Trump, prometeu que haverá “novidades interessantes” nos próximos dias sobre a guerra na Ucrânia, não adiantando do que se tratará.
Para já, numa conferência de imprensa na Sala Oval, Donald Trump garantiu que “haverá consequências” se não houver uma reunião entre o líder russo, Vladimir Putin, e o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
Hoje, a Rússia, através de um assessor da presidência, desmentiu que tivesse confirmado a Donald Trump que haveria uma reunião entre Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky.
O líder norte-americano lamentou a morte de “sete mil militares” sem “razão nenhuma” no conflito. “Quero terminar com isto.”
Entrada corrigida às 22h22 desta terça-feira
-
Trump diz estar “muito dececionado” com Putin
O Presidente americano Donald Trump disse hoje estar “muito dececionado” com o seu homólogo russo Vladimir Putin, depois do encontro entre ambos no Alasca não ter resultado num progresso substancial sobre uma solução para a guerra na Ucrânia.
“Tínhamos uma relação excelente”, afirmou Donald Trump, durante uma entrevista na rádio com o apresentador Scott Jennings, acrescentando: “Estou muito dececionado com o presidente Putin. (…) Milhares de pessoas estão a morrer, é uma guerra que não faz sentido”, afirmou o Presidente dos Estados Unidos da América.
O Presidente, de 79 anos, não especificou, no entanto, se aquela deceção se poderia traduzir em consequências para a Rússia, apesar do seu ultimato de duas semanas dado a Moscovo, que deve chegar ao fim esta semana.
-
Zelensky: "Na China, Putin continua a contar as suas historietas de que não é culpado pela guerra"
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, denunciou hoje que a Rússia está a ficar “mais agressiva” nos ataques aéreos. Para o líder ucraniano, trata-se de um “flagrante desrespeito da Rússia por tudo aquilo que o mundo está a fazer para acabar com a guerra”.
No discurso diário, o líder da Ucrânia lamentou que a Rússia “tenha negado o que Presidente Trump disse” sobre a realização de uma reunião entre ele e Vladimir Putin. Num ataque ao homólogo russo, Volodymyr Zelensky acusou-o de hoje, na China, continuar a contar as suas historietas de que não é culpado pela guerra”.
Na China, Vladimir Putin voltou às acusações de que o Ocidente desencadeou o conflito.
“Como se alguém o tivesse forçado a matar, combater e convocar milhares de pessoas para invadir as nossas terras”, atirou o líder ucraniano, que alertou para um “novo acumulo de tropas russas em algumas partes da linha da frente”.
Para Volodymyr Zelensky, a Rússia não “quer a paz”: “Continua a atacar”. Em resposta, a Ucrânia vai continuar a atacar as forças russas para que sintam as “consequências da sua insolência”.
“Continuamos a trabalhar com os nossos parceiros para pressionar a Rússia. A Rússia só entende a lei da força”, destacou Volodymyr Zelensky, que voltou a pedir a aplicação de sanções que travem a “máquina de guerra russa”.
-
"Parceria firme" e "apoio consistente". Ministro da Defesa da Ucrânia reúne-se com embaixador da Turquia para reforçar cooperação bilateral
O ministro da Defesa da Ucrânia, Denys Shmyhal, reuniu-se esta terça-feira com o embaixador da Turquia em Kiev, Mustafa Levent Bilgen, para reforçar a cooperação bilateral.
Na rede social X, Shmyhal agradeceu à Turquia pelo “apoio consistente” e “parceria firme”, destacando os esforços do país “para promover uma paz justa”. Durante o encontro, o ministro sublinhou o “elevado nível de cooperação” entre os setores da defesa ucraniano e turco, tanto ao nível estatal como com empresas privadas.
???????????????? Met with Ambassador of Türkiye to Ukraine, Mustafa Levent Bilgen.
Grateful to Türkiye for its consistent support, especially in advancing efforts toward a just peace.
Noted the high level of cooperation between the defense sectors of our countries – both at the state level… pic.twitter.com/X8hSRng29y— Denys Shmyhal (@Denys_Shmyhal) September 2, 2025
O responsável ucraniano agradeceu, ainda, à Turquia pela construção de duas corvetas para a Marinha da Ucrânia, com a formação de profissionais para a primeira embarcação já em curso.
-
MNE ucraniano recusa gestão tripartida sugerida por Putin da central nuclear de Zaporíjia: "Pertence à Ucrânia"
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, recusou hoje a sugestão do Presidente russo, Vladimir Putin, em colocar em marcha uma gestão tripartida da central nuclear de Zaporíjia, a maior da Europa.
Putin's suggestions regarding the Zaporizhzhia NPP are a trap—as are all of his proposals—and should be evaluated accordingly. The ZNPP belongs to Ukraine, and Russia has no right to dispose of it. Only the station's demilitarization and return to its rightful owner will restore…
— Andrii Sybiha ???????? (@andrii_sybiha) September 2, 2025
“A sugestão de Putin é um engodo. A central nuclerar pertence à Ucrânia e a Rússia não tem nenhum direito em ocupá-la” defendeu o chefe da diplomacia ucraniana.
Para Andrii Sybiha, apenas a “desmilitarização e o retorno da gestão” à Ucrânia podem restaurar a “segurança nuclear e a segurança da Ucrânia e do resto da Europa”.
-
Na quinta-feira, diz Eliseu, europeus vão confirmar as "garantias de segurança" à Ucrânia — mas sempre com a "rede" dos EUA
Os países europeus vão confirmar, na reunião da próxima quinta-feira dos Coligação de Voluntários, que estão “prontos” para conceder as garantias de segurança à Ucrânia no pós-guerra.
“O que procuraremos na quinta-feira é a confirmação do plano de que a ‘Coligação de Voluntários’ de facto conta com o apoio dos norte-americanos para garantir a segurança da Ucrânia”, destacou um assessor do presidente Emmanuel Macron, citado pelo Le Monde
Os europeus, continuou o assessor, têm material suficiente para dizer que “estão prontos para assumir” aos norte-americanos as responsabilidades na Ucrânia. “Isto desde que Washington as assuma.”
-
Presidente finlandês não está otimista com cessar-fogo na Ucrânia num futuro próximo
O Presidente da Finlândia, Alexander Stubb, disse hoje que não está otimista em relação à possibilidade de as hostilidades cessarem na Ucrânia.
No entanto, o líder finlandês está mais otimista no que toca às garantias de segurança. “Precisamos de coordenar as garantias de segurança com os Estados Unidos, que essencialmente vão providenciar o principal apoio para esta operação.”
Alexander Stubb garantiu que “progressos estão a ser feitos” e espera uma “solução em breve”.
-
Putin reitera que não é contra adesão da Ucrânia na União Europeia. NATO é "inaceitável"
O Presidente russo, Vladimir Putin, voltou hoje a garantir que Moscovo nunca se opôs à “adesão da Ucrânia à União Europeia”: “Nunca nos opomos a isto”.
Ao lado do primeiro-ministro eslovaco Robert Fico, Vladimir Putin ressalvou que, “quanto à NATO”, “é outro assunto”. “A nossa posição aqui é bem conhecida: consideramos inaceitável”, disse o líder russo.
Vladimir Putin também referiu que há “possibilidade de encontrar consensos” em redor das garantias de segurança para a Ucrânia.
-
Merz atira-se a Putin. Presidente russo é "talvez o pior criminoso de guerra dos nossos tempos"
O chanceler alemão, Friedrich Merz, deixou hoje duras críticas ao Presidente russo. “É um criminoso de guerra. É talvez o pior criminoso de guerras dos nossos tempos”, classificou o líder germânico, numa entrevista televisiva à Sat1, citada na imprensa alemã.
Para o chanceler alemão, a Europa deve entender que está a “lidar com um criminoso de guerra”. “Não deve haver espaço para fraqueza”, defendeu Friedrich Merz.
Na mesma entrevista, o chanceler alemão sugeriu que Genebra, na Suíça, deveria acolher uma eventual reunião entre o Presidente russo, Vladimir Putin, e o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelenksy.
-
Homicida de Andriy Parubiy admite culpa e pede para ser trocado por prisioneiros de guerra
O homem detido na segunda-feira na Ucrânia pelo homicídio do ex-presidente do parlamento Andriy Parubiy confessou hoje o crime, na primeira comparência em tribunal, e pediu para ser trocado por presos de guerra ucranianos mantidos na Rússia.
“É a minha vingança pessoal contra o poder na Ucrânia”, disse o detido à imprensa na terça-feira, falando dentro de uma cabine de vidro num tribunal da cidade de Lviv (oeste), onde o crime ocorreu no sábado.
O tribunal decretou prisão provisória sem direito a fiança.
Questionado por um jornalista sobre se é verdade que os serviços secretos russos o chantagearam para cometer o crime, oferecendo-lhe a devolução do corpo do filho, desaparecido em ação há dois anos, o homem, na casa dos 50 anos, negou.
“Não é verdade”, respondeu o detido, que, no entanto, expressou o desejo de ser incluído numa das trocas de prisioneiros que ucranianos e russos realizam periodicamente para ir à Rússia procurar o corpo do filho.
-
"Míssil russo demora apenas mais 5 minutos a chegar a Madrid do que à Lituânia." Rutte avisa: toda a Europa "está sob ameaça direta russa"
O secretário-geral da NATO pediu hoje um maior investimento em Defesa, perante a crescente ameaça russa, cujos avanços tecnológicos lhe permitem demorar apenas mais “cinco ou dez minutos” a atingir Madrid do que o leste europeu.
“Com a mais recente tecnologia russa em matéria de mísseis, por exemplo, a diferença atual entre a Lituânia, na linha da frente [da Aliança Atlântica], e o Luxemburgo, Haia ou Madrid é de entre cinco e 10 minutos. É esse o tempo que este míssil demora a chegar a estas zonas da Europa”, declarou Mark Rutte numa conferência de imprensa no Luxemburgo.
O secretário-geral aliado, que se reuniu com o primeiro-ministro luxemburguês, Luc Frieden, e a ministra da Defesa, Yuriko Backes, advertiu de que, para “manter a força” da NATO é fundamental gastar mais em Defesa, razão pela qual os líderes aliados acordaram este verão, na cimeira em Haia, aumentar o investimento militar para 5% do produto interno bruto (PIB).
“Estamos a fazer isto porque a ameaça russa está a aumentar de dia para dia. Não sejamos ingénuos. Isto também poderá um dia afetar o Luxemburgo, o meu país, os Países Baixos… Estamos todos seguros agora, pensamos que estamos longe da Rússia, mas estamos muito perto”, argumentou.
“Estamos todos sob ameaça direta dos russos; estamos todos no flanco leste. Agora, quer se viva em Londres ou em Tallinn, já não faz diferença”, garantiu.
Afirmou também que os Estados Unidos estão “absolutamente comprometidos” com a NATO e sublinhou que a ameaça russa é uma ameaça “a longo prazo para toda a Aliança Atlântica”.
“Sabemos que a Rússia é uma ameaça a longo prazo para a Aliança. Neste momento, está a ocorrer um enorme aumento das Forças Armadas e do Exército russos, não só para organizar paradas em Moscovo, mas para os utilizar”, comentou Rutte.
-
Chanceler alemão confirma que vai participar no encontro da Coligação de Voluntários desta quinta-feira
Friedrich Merz, o chanceler alemão, confirma que vai participar na reunião da Coligação de Voluntários desta quinta-feira.
De acordo com o jornal Guardian, Merz vai receber a Presidente suíça Karin Keller-Sutter em Berlim.
-
Erdogan considera que Zelensky e Putin "não estão prontos" para um encontro
O Presidente turco diz que falou com Vladimir Putin e com Volodymyr Zelensky e que ambos os governantes “não estão prontos” para um encontro.
Segundo a Sky News, Erdogan terá discutido o fim da guerra com Vladimir Putin em Pequim ontem. Já a conversa com Zelensky terá decorrido através de telefonema.
-
Primeiro-ministro búlgaro desvaloriza incidente com GPS de avião de Von der Leyen e descarta investigar
O primeiro-ministro búlgaro rejeitou hoje que seja necessário investigar o incidente com o GPS do avião em que viajava a presidente da Comissão Europeia e cuja culpa foi atribuída à Rússia, considerando que “é insignificante”.
“Não há razão para investigá-lo”, disse o primeiro-ministro, em declarações aos jornalistas na cidade de Burgas, na Bulgária.
A interferência que alegadamente impediu a utilização do sinal GPS pela aeronave “não faz parte das ameaças híbridas ou cibernéticas”, acrescentou Rosen Zhelyazkov, considerando que não é mais do que uma “consequência colateral, mas insignificante” da invasão russa da Ucrânia.
“Parte dos métodos das guerras modernas incluem a chamada guerra eletromagnética, que consiste em interferências deliberadas no espetro da radiofrequência”, explicou o chefe do Governo de Sófia.
-
Putin recusa comprometer segurança da Rússia com acordo de paz
O Presidente russo reafirmou hoje em Pequim a recusa em comprometer a segurança da Rússia com um acordo de paz com a Ucrânia, que Moscovo invadiu em fevereiro de 2022.
“É uma decisão da Ucrânia escolher como garantir a sua segurança”, afirmou Vladimir Putin durante uma reunião com o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, transmitida pela televisão.
“Mas a sua segurança (…) não pode ser garantida em detrimento da segurança de outros países, incluindo a Rússia”, acrescentou, repetindo um argumento que tem usado desde que ordenou a invasão do país vizinho.
-
Comissão Europeia recusa que primeiro ministro eslovaco esteja em Pequim a representar a União Europeia
Questionados na conferência de imprensa diária da Comissão Europeia sobre se o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, está a representar a UE nas celebrações do aniversário do fim da II Guerra Mundial em Pequim, os porta-vozes, citados pelo The Guardian, indicaram, diretamente, que “não”.
A Comissão recusou, também, comentar as declarações de Putin desta manhã.
-
Assessor ucraniano confirma encontro de Zelensky com vários líderes europeus
Mykailo Podolyak, assessor do chefe de gabinete do Presidente ucraniano, Andriy Yermak, confirmou que Volodymyr Zelensky se vai encontrar com vários líderes europeus. Apesar de só dizer que o encontro vai acontecer “esta semana”, o Kyiv Independent tinha avançado que o encontro seria esta quinta-feira.
Os líderes que irão participar são a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; o secretário-geral da NATO, Mark Rutte; o chanceler alemão, Friedrich Merz; e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.
Na rede social X, Podolyak diz que o encontro é uma “sincronização de relógios” entre os líderes e o Presidente ucraniano, falando em “dois processos a decorrer em paralelo”.
“A primeira é uma tentativa situacional de parar a guerra, com os Estados Unidos e, pessoalmente, Donald Trump a desempenhar o papel principal”, disse o assessor, explicando depois que “a segunda é a construção da arquitetura da Europa no pós-guerra”.
The President of Ukraine @ZelenskyyUa will meet in Paris with @vonderleyen, @SecGenNATO, @bundeskanzler, and @Keir_Starmer for a “synchronization of watches” during intensive discussions on security guarantees for Ukraine. More precisely, on security guarantees for Europe along…
— Михайло Подоляк (@Podolyak_M) September 2, 2025